quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Aquele Dia

Numa época em que "pouco" se casa, principalmente com recurso a "véu e grinalda", sejam eles brancos, pérola ou vermelhos, como se sentirão as noivas que sonharam ser princesas por um dia, aquele dia para sempre?
Pode parecer uma pergunta de fácil resposta, seja ela mais "económica" ou "social" mas, vendo bem as coisas, há sonhos que, no feminino (neste caso!), não desaparecem em vão, no máximo hibernam à espera de dias melhores...
Por outro lado, acho que até os "novos casamentos" por mais que copiem os costumes "antigos", já não têm o encanto nem o "peso" de há umas décadas atrás... Hoje em dia já é tudo mais "descartável", mais "bigbrotheriano", mais "espectáculo para vizinho ver".
Também se pode falar das "contas" - hoje sem liga a subir nem gravata a cortar, as "contas" que se transformaram em empréstimos bancários que os convidados, em menor número, não conseguem "sustentar". (Isto para evitar falar dos envelopes vazios... e da lata de quem os entrega, cada vez mais.)
Hoje em dia, quando se fala em casamentos "à séria", já são poucos os que merecem um álbum fotográfico onde as fotografias primem pela felicidade, pela satisfação, pelo carinho e pelos laços familiares... Hoje, em jeito de photoshop, os fotografados principais estão mais "preocupados" com a "conta" do que com o sonho de se ser Princesa por um dia, aquele dia.
Importante é que o "Castelo" se aguente, com mais ou menos "brechas" que o orçamento nupcial ajuda a "adoptar".

Não é só Hoje, mas também.

Apesar da efeméride de hoje, convém lembrar todos os dias que o Câncro da Mama fez, faz e fará sofrer muita gente... E a luta deve continuar, sem esquecer nunca, até que a efeméride se "apague" pela resolução deste grave problema que está perto de todos.

Semáforos da Vida

Apesar da proliferação de "concorrentes desleais e interesseiros", ainda sou daqueles que contribui para que o dia-a-dia de muitas pessoas a quem a vida não sorri com o mesmo sol. Afinal, não custa assim tanto... desde que não se faça uma "contabilidade organizada".
Sempre gostei de dar, de contribuir, se ser "mais um"... Mas há alturas, cada vez mais, em que não recorro ao "mealheiro do carro" para dar €1 a quem me aborda num dos muitos semáforos decorados a "fome". O número de "aproveitadores" aumenta substancialmente, e muitas vezes com "disfarces" difíceis de desvendar.
Quando assim é, aposto no instinto e permito que o vidro esquerdo se abra ou feche consoante a disponibilidade mental com que encaro cada uma das abordagens.
Sou daqueles que acredita que também nascemos para dar, que também devemos deixar de lado o egoísmo e participar no amenizar do karma de outro ser humano que, tal como nós, também integra o ciclo, embora numa versão mais "sacrificada".
Aos outros, seja em que idioma for, olho nos olhos, por trás de uns óculos de sol que me permitem ser "juiz" de semáforos que costumam dar-me luz verde para avançar e, mesmo não conseguindo, ignorar.
Ah, também sou daqueles que acredita que tudo o que se dá, de bom ou mau, acaba por se receber em dobro.

- Bom Dia!

Porque a vida nem sempre se apresenta com o "açúcar" desejado, aproveita o instante em que visitas o "Essências" para dar um pouco mais de "doçura" ao teu dia. Saboreia um, dois ou os que quiseres, desde que tentes ter um dia mais "doce".
quarta-feira, 29 de outubro de 2008

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- De que histórias lindas é feito o teu passado?

Pensamento... À minha maneira

Mais do que rezar por um mundo melhor, é preciso fazer por sermos melhores todos os dias. O mundo melhora graças ao "causa-efeito".
Francisco Moreira

Talvez... "Gémeos"

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Férias por um Canudo

Isto de estar em casa, seja de licença de nascimento ou de "férias", afinal, cansa mais do que estar a trabalhar. Sinto mesmo que estou a precisar de férias, isto apesar de estar a "produzir" muito pouco nas áreas a que estou habituado e "viciado". E eu que pensava juntar o "agradável ao útil"...
O mais (menos!) interessante é chegar ao fim de cada dia com a noção de que não se fez nada, que não se avançou e que ainda há uma enormidade de tarefas para desenvolver, uma quantidade imensa de projectos para iniciar, enfim.
Logicamente que também há pontos interessantes e, deles, destaco obviamente, ver o crescimento efectivo de um novo ser, de um primeiro filho, de um novo caminho, de novos conceitos, ideais, de um novo "querer acontecer"... Hoje, nos tais 18 dias depois, estou cansado, Feliz mas cansado de sentir que estas férias "forçadas" precisam de "meter férias" sem perder as "regalias" de fazer parte de uma nova vida.

18 Dias

Especialmente para quem não acompanha o percurso do Ângelo no Blogue dele (http://angelo-fm.blogspot.com), há que sublinhar que nestes 18 dias de vida tem-se comportado como um Ser Especial, um Ser de Luz. Estamos Felizes. Obrigado.

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- Onde e como "reabasteces" a tua fé?

Pensamento... À minha maneira

Da cada vez maior necessidade que há em tapar as "rugas" da vida, chegará o dia em que o photoshop já não conseguirá esconder as "cicatrizes" do dia-a-dia.
Francisco Moreira
terça-feira, 28 de outubro de 2008

- Quanto é?

Hoje, não sei bem porquê, houve uma frase que me ficou no ouvido, no coração e... Senti um aperto, uma angústia, uma tristeza quase inconsolável.
- Queria uma bola de Berlim, por favor. É para levar... Quanto é?
- São 55 cêntimos.
Foi este o diálogo entre uma senhora de idade e a jovem empregada da confeitaria onde compro o pão diariamente.
Aparentemente, este é um diálogo normal mas, não sei como, dei comigo - coisa rara, a olhar discretamente para o meu lado direito e a prestar atenção no emissor daquela frase que, com uma voz triste e humilde, emocionou-me.
Era uma senhora bem "apessoada", com maneiras, numa idade avançada e com a tal voz que fez a diferença...
Se calhar, e espero eu, estou errado mas, fiquei com a sensação que aquela bola de Berlim era uma espécie de conquista, mesmo que não fosse para ela, era uma dádiva em período de crise, uma prenda em período de fome, um manjar em período de miséria.
Espero e desejo estar a sonhar, a inventar, a exagerar mas, nas últimas horas, não me sai da cabeça a imagem de uma senhora de idade que, com dinheiro contado, entrou numa padaria, pediu "perdão" por estar a comprar um bolo (luxo) e transportou-o dali para fora como se tivesse ganho naquele momento o que não se ganha um mês.
Estou triste por desperdiçar tantos 55 cêntimos, por não avaliar devidamente o "creme" numa altura em que a "bola" do desespero não pára de se agigantar, não em Berlim mas sim ao virar da esquina.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sopas de cavalo cansado

Ontem, pela enésima vez, uma notícia apelou à minha atenção. Falava do excesso de consumo de álcool por parte dos jovens.
Do shot ao vodka, passando pelo absinto, não faltam coktails que, pelos vistos, merecem como resposta (deles) o "porque sim", o "porque é porreiro" ou ainda o "faz parte"... E o problema não se fica pelas respostas de sorriso no canto do olhar, o assunto é mais sério, principalmente quando os tais "jovens" - mais inconscientes do que nunca, já têm registo nos hospitais por... excessos excessivos.
Claro que o "mal" não é de hoje, e podem muito bem falar-me das "sopas de cavalo cansado" ou dos "goles de tinto" surripiados ao olhar menos atento dos pais... Mas, será que nesta época de "playstation" o mais real que se consegue é "apanhar a moca" de maneira a ficar a ver "macas"?!
É por estas e por muitas outras que, por vezes, numa rua qualquer, se confundem as "idades" graças à maquilhagem que, pelos vistos, engana até os pais. E, para não me estender mais, inibo-me de comentar os casos cada vez mais em voga de meninas que, aos 16 anos, pedem de presente implantes mamários.

Pensamento... À minha maneira

A verdadeira cor da vida não se revê em camuflagens nem se emociona com lágrimas de ocasião.

Francisco Moreira

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- Que gesto de carinho mais te emociona?
terça-feira, 21 de outubro de 2008

De quem é a culpa?

Isto de se ser peão e condutor tem muito que "se lhe diga", dependendo da versão em que nos encontramos.
Por vezes, na posição de condutor, tenho vontade de "insultar" os peões que desfilam nas passadeiras de telemóvel activo, principalmente aqueles que entendem que a passadeira é propriedade exclusiva e que não pode ser atravessada sem o seu consentimento.
Também não aprecio aqueles peões que acreditam que os condutores lhe lêem o pensamento e que, a 10 metros da passadeira, já reclamam por não se ter imobilizado a viatura à espera que Sua Excelência chegue efectivamente à área "zebrada".
Enquanto peão, não gosto dos condutores que me olham com ar de "urgência" e quase me exigem que "saia da frente" ou aqueles que entendem que passadeira é "aquela coisa" que existe apenas junto aos semáforos.
Enfim, há versões para todos os feitios e "lados", mas não há dúvida que, em termos de trânsito, somos um país demasiado "descivilizado", principalmente por não vermos nem assumirmos os nossos erros, mas sim e apenas os dos outros, mesmo que sejam iguais aos nossos.
Todos criticamos os comportamentos dos peões e dos condutores, depende é da "camisola" que estejamos a envergar na altura.
De quem é a culpa? Depende. Se formos condutores, é dos peões. Se formos peões, é dos condutores... Ou, em alternativa, do governo, dos polícias, dos buracos das estradas, do clube de futebol, do estado do tempo, do relógio que se atrasou ou da vizinha do 3º esquerdo que ouve a novela "nas alturas".
segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Ângelo - Performance 2

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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Olhos nos Olhos

Que tenhas luz eterna
Que sejas gente sem rótulo
Que consigas vencer sem saltar
Que te levantes sem raiva
Que não vistas de interesses
Que não compres o outro
Que tenhas fé em ti
Que lutes sem armas
Que não sejas escravo
Que cries sem temer
Que não percas o nome...
e que não olhes para os pés.

Francisco Moreira

(Poema escrito e postado a 4 de Fevereiro, 9 dias depois de eu e a Deusa termos concebido o Ângelo no México. Podem ficar espantados mas, no dia em que o Ângelo foi concebido, ambos sentimos e dissemos que tal tinha acontecido, embora sem estar premeditado. Este poema foi escrito para comprová-lo, por isso o publico novamente. Mais, se forem a Fevereiro ficarão espantados com a imagem escolhida, diferente desta...)

É isso.

Há uma nova praga que não consigo identificar. Não sei se são "queques com ares pimba" ou "pimbas com ares chique", ou se calhar, nada disso, o que é mais provável.
Ainda não consegui encontrar as palavras exactas que definam este novo "modelito" masculino que não sabe se "dá mais para Conde" ou "vibra mais em formato Azeiteiro", com respeito por ambas e dignas "profissões".
Já tentei "desculpar" estas "averrarisses" com recurso a fotografias minhas de há uma série de décadas atrás mas, mesmo assim, ainda não encontrei a definição certa para aqueles seres que tanto têm de idiotas como de burros armados em inteligentes (como se as marcas, mesmo as autênticas, dessem neurónios de brinde!). Não encontro "epitetos" para aqueles "cruzetas" ambulantes com cheiro a "Patchouly" versão anos "colheita estragada"...
Faz-me tanta confusão ver um "desfile" de "etiquetas" que não combinam com a "roupa"... Estou a falar de óculos, é claro. E graduados, pois então. É que, se no dicionário não encontro palavras para definir o que são, é porque estou a precisar de "óculos" ou de um acessor de imagem. É isso.

Enferrujados

Enferrujaste-te todo,
já nem abres o presente.
Prendeste-te ao passado
com cordas de aço
e limitas-te a ser sombra.
É isso que queres?
Ver por trás da cortina?
Já não bastam as novelas,
inclusive as que ouves?
Enferrujaste-te todo,
já nem consegues sonhar.
Prendeste-te ao "talvez"
com adiamentos sucessivos
e perdeste a vez... em ti.
Francisco Moreira

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- O que te põe mais "ouriçado"?

Chama-se Medo... ou Solidão?

Confesso que tenho medo da velhice, que receio aquela altura em que a reforma não "paga" os medicamentos que dão liberdade de acção... Tenho medo do correr dos anos, do não poder ser quem sou com todas as "faculdades" que a vida me ensina no correr do relógio.
Provavelmente não me expresso com as melhores "letras" mas, o que quero dizer é que, de cada vez que vejo um exemplo de "estaticidade", originada pelo avanço da idade, abandonado ao "Deus não quererá mas acontece", penso na hipótese de também ficar só e sem forças próprias para comandar o meu "nariz".
Gosto da parte em que o tempo me ensina mas, detesto a parte em que ele nos suga em jeito de "toma lá, dá cá", como quem diz; não podes ter tudo, mas podes ver ou imaginar como seria... o tudo.
Não sei o dia de amanhã, nem se a velhice terá o prazer ou desprazer de me "cumprimentar", mas sei que, mesmo com medo, cá tentarei estar, nem que seja para a tentar "ludibriar".

Pensamento... À minha maneira

Não é do cupido que depende o elixir do Amor, mas sim da essência da "seta".
Francisco Moreira
quinta-feira, 16 de outubro de 2008

"Período" Complicado

Imaginem um filme masculino que tem como "plateau" o corredor de um hipermercado... Mas não falo de um corredor qualquer, falo de um corredor "elitista", "feminista", "exclusivista", um corredor que os homens ignoram propositadamente... Já imaginaram?

Agora imaginem que vos falo do corredor onde, de um lado e do outro, só se encontram embalagens com dizeres em Espanhol que, por muito parecidos com o nosso Português, colocam em causa o nosso "Portunhol"... O que tem de especial nesse corredor? Pensos higiénicos.

Agora imaginem que são homens e que, na vossa lista de compras - para quem não gosta de fazer "mercearia", aparece o item "Pensos Higiénicos"... O que fazer? Quais escolher? Com abas ou sem abas? Normais ou... "diferentes"?

Todos pensamos ser "salvos" pela publicidade que nos faz memorizar um ou outro nome mas... E o modelo? Que modelo? A quem pedir ajuda? O que fazer? O que levar? Como cumprir "estritamente" a lista de compras?

Se forem homens, não queiram estar 15 minutos num corredor de "pensos higiénicos", muito menos sem um auxílio feminino. Podem ficar com a ideia de que as mulheres, afinal, são seres muito diferentes dos homens, a começar pelas "abas".

O que trouxe? Pensos normais, em nome da lista, está claro!


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Talvez... "Copiar"

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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A Performance... Ângelo

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Ângelo de Almeida Moreira

Fez-se LUZ!
terça-feira, 7 de outubro de 2008

Pensamento... À minha maneira

É na mesma teia da vida que encontramos o fio que nos faz avançar e a corda que nos tenta travar.

Francisco Moreira

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- Há quanto tempo não dás uma mão?

Meteorologia

Está bom tempo, não está?
O que é um guarda-chuva?
E onde é que está?
Onde?
segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Se...

Com o "quase" nascimento do meu primeiro filho, são inúmeras as perguntas que me assolam a todo o instante... Acho que já nem as consigo contabilizar...
Também sei que sou "daqueles" que conjectura por antecipação e que, "vai-se a ver", tudo se trata "on time" e sem preocupações "desnecessárias". Mas sou assim, que hei-de fazer?!
Não há noite em que adormeça sem um "e se", "como se", "será que se", "saberei se", "encontrarei se", "experimentarei se", "remediarei se", "responderei se", "tratarei se" e... "viverei se"...
E é neste mundo de novos "se's" com que me "gladio" ao longo do dia, ao longo da espera, ao longo da... Vida.

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- Quem te deixou mais saudades?

Pensamento... À minha maneira.

No espectáculo da vida todos acabamos por interpretar o papel de fantoche, sejamos palhaços ricos ou palhaços pobres.
Francisco Moreira
sábado, 4 de outubro de 2008

Rebelde Way... no Vice Versa

E em sequência do Post anterior,... O destaque desta noite de 6ª Feira no Vice Versa Bar vai para o Nelson Antunes da novela da SIC "Rebelde Way", aqui acompanhado pelo nosso RP, o Pedro.
E neste caso para, penso eu, agradar ao público mais juvenil que também frequenta o tal do nosso "Vício Único".
sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Vice Versa Bar... Único

Muitas vezes há quem não entenda o porquê de o Vice Versa Bar (a minha sala de estar, como lhe costumo chamar) ser um espaço tão especial, tão único... Obviamente que o espaço não é o epicentro de uma espécie de "romaria" de artistas ou personalidades mas, ficamos felizes com algumas das pessoas de "maior visibilidade" que nos visitam... E, porque não dizê-lo, a "custo zero".
Mais, ficamos verdadeiramente felizes quando comprovamos que essas pessoas "mais conhecidas" se sentem especialmente bem recebidas e acarinhadas... E não faltam exemplos, acreditem.
As visitas mais notadas da semana passada foram as que as fotografias documentam.
Fracis Obikwelu + Nélson Évora + Ricardo Moreira

Cristina Caras Lindas + Sara Lopes


Jhonata + Luciana Abreu + Paulo


Francis Obikwelu + Nélson Évora

...E assim vive o Vice Versa Bar, principalmente entre pessoas que não são "tão famosas" mas que garantem, à sua maneira, condições para que os "outros" também se sintam... Muito Bem. Se somos especiais? Provavelmente não, mas fazemos por "tentar" sê-lo, todos os dias em que abrimos as portas.

Pára!

Pára de chorar!
Ouviste?!
Pára de sofrer!
Sentiste?!
Pára de "morrer"!
Percebeste?!
Pára,... de uma vez.
Francisco Moreira

Quando?

Um beijo pode dar muito mais cor à vida, muito mais ênfase ao bem-estar... Beijar é preciso, ser-se beijado é urgente, mesmo que pareça em demasia.
Não importa a "ginástica" do beijo mas sim a sua essência, a sua veracidade,... a entrega com que nos "impomos".
Beija, beija e volta a beijar... nem que seja só para lembrares, a ti e ao outro, que há selos que garantem "viagens" muito mais interessantes.
Quando foi o teu último beijo?
Ah, pensei que ia ser dado...Agora.

"Copiar"

Nunca cheguei à conclusão final de qual é o meu animal preferido. A influência dos filmes Indianos que a minha mãe me fez ver em grande parte da infância fizerem-me apaixonar pelos elefantes, os sofredores elefantes... Também me senti influenciado pelo "melhor amigo do homem", principalmente por "estar logo ali", ao alcance de um toque... Mas o cavalo, o cavalo tem outra força, outra energia, outra sensibilidade que não consigo descrever ou alcançar... Talvez seja ele o meu preferido, não sei.
E neste pódio de "seres", de uma coisa estou certo, todos são muito mais do que "outros animais". São exemplos que, infelizmente, não aprendemos a "copiar", nem quando os fazemos ou vemos sofrer.

Pensamento... À minha maneira

O verdadeiro ser não depende de politicas ou ideologias mas sim do sentir que nos "arrepia" de cada vez que reencontramos o "fazer parte de um povo".
Francisco Moreira

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- Em que estás a pensar?

Basta...

...uma mão, para tanto.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Quando não caía o Carmo e a Trindade

Sábias frases de Revistas Femininas dos anos 50 e 60


"Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas."
(Jornal das Moças, 1957)

"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afecto, sem questioná-lo."
(Revista Cláudia, 1962)

"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa".
(Jornal das Moças, 1965)

"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias
domésticas."
(Jornal das Moças, 1959)

"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa."
(Jornal das Moças, 1957)

"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimónio. ELE é quem decide - sempre."
(Revista Querida, 1953)

"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil."
(Jornal das Moças, 1958)

"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido."
(Jornal das Moças, 1957)

"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza."
(Revista Querida, 1955)

Limitei-me a fazer "copy-past".

Basta...

...uma gota, para tanto.

"Até Já"

Não desejo a tua volta
nem o repetir daquela dor
Quem te fala com revolta
perdeu por ti todo o amor
São mil histórias passadas
entre as mentiras e o riso
Inúmeras cores dissecadas
naquele sonho de paraíso
Tiraste o norte ao prazer
deste-te ao vício de ganhar
Já não sabes o que é viver
nem orgulho podes mostrar
Fugiste na pressa do "até já"
feito de promessas perdidas
Não mereces mais amanhã
no curar destas feridas
Quem te viu e quem te vê
nesta balança sem peso
É na verdade de quem crê
que te atiro ao... desprezo.
Francisco Moreira

Top...as?

Há fotografias que só à terceira "olhadela" conseguem ser vistas no seu "todo"... Publico a fotografia desta rapariga igual a tantas outras para, simplesmente, comprovar a tese do que aqui escrevo.
Dependendo do "sexo" de quem olha, logicamente que, mesmo numa fotografia com poucos "ingredientes" - como é o caso, há sempre um ou outro ponto de "vista" que se destaca, assim por "acidente, por "casualidade", por "bónus"...
No caso concreto, dirão alguns, será a cor do "top" - ou lá como se chama aquilo azul envolto em algo de cor "carne"... Outros referirão os cabelos longos e escuros e, acredito piamente, ainda haverá espaço para aqueles que destacarão o olhar profundo e misterioso... (Pudera, não sabem onde fui buscar a fotografia...)
Feitas as contas, chego à conclusão que, tanto elas como eles, acabaram por destacar o mesmo "pormenor" mas, em "voz alta", preferem "adiantar" como primeiro plano algo que só na segunda ou terceira "verificação" mereceria uma "nota de rodapé".
Ah, já me esquecia... É silicone, claro. Só pode ser silicone. (risos)

Salto... em Contas

Há quase um ano falei dos "saltos-altos"... Hoje, noutra perspectiva, refiro-me a eles enquanto adereço de moda.
Afinal meninas, para que servem os "saltos-altos" além dos 9 centímetros que vos "elevam" do chão?
E por uma perspectiva com uma latitude ainda mais "diferente", já repararam que quanto menos "salto" mais "baixo" é o preço?
Em resumo, e do alto da minha ignorância, as meninas pagam "mais por menos" e "mais por mais", seja no material, seja na altura.
É caso para dizer que os "saltos-altos" são uma espécie de "fio-dental" para os "calos" arejarem um pouco mais acima do chão... Estou certo? Logo vi.

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- Qual foi o teu brinquedo preferido?

Conta-nos

Hoje proponho que, resumidamente, nos relates um gesto, uma frase, um acontecimento que tenha gerado um enorme "Oops!".
Sim, conta-nos o que aconteceu e em que circunstâncias se deu... Rir faz bem, principalmente quando temos o poder de saber rir de nós mesmos. Mas, se preferires, podes falar de um "Oops!" que tenhas visto a contece a outra pessoa... O que importa é a história, o "Oops!".
Conta-nos.

Pensamento... À minha maneira

Não é o nevoeiro que nos esconde o caminho. É o caminho que nos ensina a valorizar a vida, principalmente quando estamos de olhos fechados.
Francisco Moreira
quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Num Minuto

O que te proponho é demasiado simples...
Não perdes um minuto.
Limita-te a escrever 3 coisas:
- Que horas são?
- Em que cidade estás?
- O que gostarias de fazer agora?
Responde... num minuto.

Lugar

Já fiz quilómetros de sonhos,
viagens por todos os recantos
e não encontrei o lugar...
Já publiquei anúncios no jornal,
criei coros de solidariedade
e nunca encontrei o lugar...
Já me elevei até à lua,
juntei todos os mapas do mundo
e jamais encontrei o lugar...
Das duas uma:
não sei o que procuro ou estou lá.
Francisco Moreira

Acerca de mim

A minha foto
Portugal
Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

JACKPOT

JACKPOT
Música Anos 70, 80 e 90

Porto Canal

Porto Canal

O Livro do Ano

O Livro do Ano
Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

...Sempre...

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