quarta-feira, 31 de março de 2010

HD

Se todos fossemos sinceros, honestos, correctos e simples, estou em crer que conseguiríamos ser, finalmente, seres humanos de excepção, ou seja, aquilo que almejamos.
Mas, se todos sabemos isto, porque "carga d'água" é que não o somos?
A esta pergunta, de uma forma demasiado simplista, respondo que "se fosse assim, a vida não teria piada". Contudo, e olhando de uma forma mais pensada, acredito que tal se deve à tal aprendizagem a que tantas vezes me refiro neste Blog e nas conversas que vou tendo por aí, inclusive comigo.
No fundo, e tentando adivinhar, acho que a nossa vida se resume a etapas de aprendizagem, a viagens de limpeza física e espiritual, como se andássemos na escola, com todos aqueles anos lectivos.
Muitas vezes dou comigo, por exemplo, a tentar entender porque é que ajo desta ou daquela forma, quando, na verdade, optaria por atitudes diferentes, radicalmente diferentes. Como resposta, ancoro a minha tese no tal ensino que as leis mundanas se encarregam de nos mostrar com exemplos práticos, com exercícios marcantes, com estalos, tantas vezes fortes e determinantes, na procura de nota que nos permita passar de ano, passar de "vida".
Sim, também estou quase a juntar-me aos "cada vez mais" que acreditam piamente que passamos por várias vidas, que hoje somos "António", pobre e feliz, e que amanhã seremos "Joana", rica e doente, numa espécie de pirâmide de tarefas que, no final, e em jeito de resumo, nos farão alcançar aquilo a que, por diversas razões, não chamarei de Céu, mas sim de "HD", ou seja, "High Defenition", uma definição completa e em versão "3D" do porquê destas aulas todas.
Francisco Moreira
terça-feira, 30 de março de 2010

Top Remember Today



Fire In - "Nowhere Fast"

1984

Serviu de banda sonora a um filme, "Streets of Fire", que, embora interessante, não alcançou o sucesso de outros do género, nem o filme nem as canções, incompreensivelmente.

Existe um outro tema fantástico na mesma banda sonora, trata-se "Tonight is what means to be young", uma balada brilhante.

Ah, como curiosidade, entendo que o "Nowhere Fast" tem tendências suicídas, razão pela qual, se um dia me suicidasse, certamente que recorreria a esta canção como "banda sonora". (sorrisos)

Já Foi!

Mas Obrigado, na mesma! (sorrisos)

Palhaço Pobre, Palhaço Rico

Não são raras as vezes em que visto a pele de palhaço. E faço-o por convicção, principalmente para divertir os outros e, à custa disso, divertir-me a mim mesmo. Porque não?!
Mesmo com esta passagem das décadas, se há algo que mantenho é esse compêndio de humor, umas vezes mais feliz do que outras, é verdade, mas sempre presente, pelo menos interiormente.
Contudo, nesta "banda desenhada" dos dias, e olhando para o espelho, não são raras as vezes em que, em determinadas situações, me arrependo de conjugar publicamente as duas faces da mesma pessoa, principalmente quando os receptores não têm a inteligência suficiente para distinguirem as diferenças abismais que existem entre cada uma das "indumentárias", embora se olhem ao espelho como se fossem portadores de uma "sapiência mor".
Mas, como diria alguém, "prontos", o que se há-de fazer?! Em terra de palhaços, quando surge um "imitador", é natural que os verdadeiros palhaços não reparem em quem e como são. E eu vou rindo, para não chorar, de pena deles, ao jeito de "palhaço pobre, mas rico", claro.
Francisco Moreira

Mais Feitios do que Feitos

Uma das ferramentas de trabalho que, há anos, me passa diariamente pela frente dos olhos é o "Guiness Book do Records" e, ainda hoje, além de, para acreditar, ter que ver algumas das imagens, faz-me confusão o esforço e sacrifício que tanta gente faz só para ter direito a umas míseras linhas no tal livro dos recordes.
Eu sei que se trata do livro mais lido do mundo - sim, vende mais do que a Bíblia, mas, mesmo assim, será que vale tanto esforço?! Pelos vistos sim. Nem que para isso tenha que se ter, como demonstra a imagem, os maiores pelos de orelha do mundo, algo que, convenhamos, dispensaríamos facilmente.
segunda-feira, 29 de março de 2010

Upgrade

Depois de um fim-de-semana intenso, neste "primeiro dia" de uma nova década, resta-me dizer que tenho urgentemente que recuperar energias. (sorrisos)
É que, aproveitando-me do que anuncia o meu cartão único, já não tenho "pedal" para tanta folia, mesmo sendo conhecido como uma espécie de "furacão". (risos)
Assim sendo, vou aproveitar estas primeiras horas para pôr o corpo a "corar" e a mente a fazer uma espécie de "upgrade", de maneira a preparar-me para novas viagens, novos desafios, renovados entendimentos, filamentos ajustados.
Vamos lá ver se o "detergente" do presente ajuda a melhorar as tonalidades com que a vida me vai vestindo.
Francisco Moreira
sábado, 27 de março de 2010

Simplesmente, Obrigado!

video

O que dizer?

Vá, digam-me!

É que só me ocorre sublinhar um enorme Obrigado.

Obrigado, Luís!

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Sim, ao fim de 40 anos ainda fico com aquela lágrima, não no canto do olho, mas no coração.

É tão, mas tão BOM termos Amigos, daqueles que sentimos serem AUTÊNTICOS.

Obrigado, principalmente pela Felicidade que me proporcionas.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Recomeçar aos 40

A minha Mãe sempre me disse que, ao contrário dos meus irmãos, nasci em casa, e que, apesar da pobreza que nos rodeou, nasci num "berço de ouro". Afinal, sublinhava sempre, eu era o seu Kikinho, aquele menino que iria longe...
Hoje, precisamente 40 anos depois, e tentando situar-me nessas 07H30 de uma manhã de 5ª Feira, em jeito de partida e revendo fotografias mentais, sinto-me impelido a registar a data com algumas palavras que, no fundo, consigam resumir o que, para mim, foram 4 décadas da minha existência, mas, perdoem, não consigo, de todo.
Seria demasiado fácil desfiar as centenas de coisas que fiz e criei. Seria demasiado fácil recorrer às palavras de circunstância. Seria demasiado fácil "passar à frente"... Mas, para que saibam, passei a maior parte destes 40 anos a dizer que "partiria" pouco antes de "cá" chegar e, na verdade, ironicamente, "partiu" uma significativa parte de mim, a minha mãe, faz hoje precisamente 6 meses e 21 dias.
Eu sei, eu sei que deveria estar aqui a falar de feitos ou feitios, de desejos ou planos, de resumos ou balanços, mas, na verdade, olhando para trás, para o tanto que aconteci, sinto uma tristeza imensa em não poder contar-Lhe os meus passos dos últimos tempos, por mais insignificantes que sejam. Efectivamente, sinto uma tristeza imensa em já não a poder ouvir dizer: "O meu Kikinho vai longe!", é incontornável.
E, pegando nessa expressão que sempre me incentivou, que sempre me agasalhou, inclusive nas derrotas, tento compensar a perda com a dádiva, ou seja, aquele Anjo que dorme na divisão aqui ao lado, longe de sonhar que o Pai, neste seu dia de 40º Aniversário, está com o sabor do sal nos olhos.
Eu sei, eu sei que isto passa já, que me vou deitar e acordar com centenas de telefonemas, com centenas de mensagens, com inúmeros cumprimentos e, principalmente, vou poder abraçar pessoas que adoro, que amo, que me fazem Feliz, muitas das quais só vejo neste dia, uma vez por ano, há décadas... Mas - e aqui está uma imagem que não consigo ultrapassar, há precisamente 1 ano, num palco onde mais logo terei que subir, Ela abraçou-me e, de olhos molhados, disse-me: "Tu és o meu orgulho! Tu és o meu Kikinho!"...
E sou-o, sem qualquer dúvida. Só tenho receio é de um dia não conseguir continuar a sê-lo, já que, passados todos estes meses, mesmo omitindo, continuo a sentir-me o mais incompleto dos seres, continuo a "marcar passo".
Mãe, mais daqui a pouco, não terei o prazer de receber aquela prenda que, religiosamente, compravas na ida propositada ao Porto, aquela que embrulhavas pessoalmente em tua casa, na nossa casa, mas estou certo de que, mesmo sentindo tanta falta desse teu abraço, hoje, mais do que nunca, quero que saibas que tenho um orgulho imenso em te ter tido sempre ao meu lado nestes 40 anos de aprendizagem. E, por falar em ironias, repara que me concebeste aos 39 e tiveste-me aos 40. Eu "perdi-te" aos 39 e recomeço aos 40.
Parabéns, Mãe. Principalmente por teres feito de mim quem e como sou, com defeitos e virtudes, mas sempre autêntico, sempre orgulhoso pelo orgulho que tiveste e tens por mim. Obrigado.
Francisco Moreira
(perdoem o conteúdo do texto que aqui vos trouxe mas entendo que os Blogs pessoais também são uma forma de expressarmos quem somos e o que sentimos, sem reticências)
quinta-feira, 25 de março de 2010

O fruto que é a Existência

A Vida, por mais que nos esforcemos por comandá-la, jamais nos cede a plenitude das suas rédeas, jamais nos entrega o papel de "realizador", mesmo quando julgamos ser os autores de toda e qualquer acção.
Na verdade, limitamo-nos a viajar numa espécie de carrocel, onde nos é permitido mudar de "meio de transporte" e, quando muito, rirmos ou chorarmos com aquilo que a sua agenda nos reserva. Há quem lhe chame destino. Eu, mesmo ainda sem ter respostas definitivas para validar o meu pensamento, opto por lhe chamar escola. A escola onde nos "entretantos" vamos corrigindo o que as aulas e os professores nos vão arremessando, onde, disciplina a disciplina, vamos fechando ou abrindo brechas.
Acredito que somos pouco mais do que peões de xadrez, daqueles que, independentemente de serem "Rei" ou "Torre", jogam vidas indefinidamente, até conseguirem lapidar satisfatoriamente as qualidades necessárias para se passar à próxima "fase".
Em resumo, quando nos referimos à Vida, limitamo-nos a ver, a comentar e a avaliar o "balanço" do que ela nos vai atirando para a frente dos pés, em jeito de "toma lá isto e vamos lá ver o que vais ou consegues fazer". Uns dias reprova-se, outros passa-se de ano, até à formatura final, aquela que, já do "outro lado", nos explicará definitiva e claramente o que andamos cá a fazer e porque é que há e haverá sempre melhores e piores alunos do que nós.
Francisco Moreira
terça-feira, 23 de março de 2010

O vírus sou Eu

Está aqui a razão para a falta de escrita por estas bandas nos últimos dias. Aparentemente, o "Santo dos Computadores" decidiu nos últimos dias virar-se contra mim. (deve ser por eu teclar muito depressa ou por escrever mais do que muito!) Das falhas intermináveis na Internet ao "rebentar" de 1 dos discos do meu portátil, entre outras e muitas peripécias, tudo tem contribuído para que o meu "espírito Blogueiro" tenha sofrido um feroz ataque, ao ponto de me retirar a vontade de escrever com a atenção que aprecio entregar-me.
Mas, como se diz, para grandes males, grandes remédios. Por isso, e porque não sou de perder muito tempo, entendi atacar em duas frentes: comprar um novo computador e aumentar substancialmente a minha "banda larga". É que o tal "Santo" até pode não apreciar o que escrevo ou como escrevo mas para "Santo", "Santo e Meio".
Ainda estou à espera das "armas" que me vão trazer para o caminho que desejo, e não falta muito, por isso, mais dia, menos dia, cá estarei como quero e, principalmente, como aprecio.

Francisco Moreira
sexta-feira, 19 de março de 2010

Fã do Filho

Sou um Pai ainda recente e, olhando para o calendário que dita esta espécie de efeméride, apetece-me dizer aquilo que todos os Pais dirão neste e em todos os dias.
Ser Pai pode não ser a coisa mais maravilhosa da Vida - ou, se calhar, até o é - mas, sem dúvida nenhuma, é a mais marcante das experiências, a mais intensa revelação de inúmeros sentidos, porventura adormecidos, e a todos os instantes. Sei, já hoje, que não conseguirei ser o melhor Pai do Mundo, por mais que me esforce, por mais que o queira ser. Mas, em termos de consciência, e tal como, acredito, todos os Pais, estou certo de que tento sempre dar o meu melhor para que o meu filho possa sentir que, mais do Pai, terá em mim o seu maior Fã, sejam quais forem as modas, sejam quais forem as alegrias ou tormentas.

Francisco Moreira
quarta-feira, 17 de março de 2010

- Ò tempo, volta p'ra trás!

Andamos sempre atrapalhados com o tempo, ou melhor, com a falta dele, com o trânsito, as contas para pagar, os jogos de futebol das equipas adversárias, as catástrofes em letras garrafais publicadas nos jornais, as filas intermináveis com apenas 2 pessoas à nossa frente, as escutas dos vizinhos acerca de outros vizinhos, os comprimidos para a tensão arterial e todas as infindáveis outras coisas que, no fundo, se virmos bem, preenchem e sobrecarregam os nossos dias, os nossos relógios, a nossa vida.
Até parece que não sabemos viver sem estas coisas, aquelas das quais estamos sempre a reclamar. E, se calhar, pensando bem, não saberemos mesmo, pelo menos durante muito tempo seguido.
Por isso, a pergunta que me ocorre fazer-nos é: - Como ocupávamos o tempo quando não tínhamos carro, telemóvel, cartão multibanco e tudo o resto? Ou, melhor ainda, como ocupávamos o tempo quando não tínhamos sequer para onde ir?
Provavelmente, imagino eu, éramos obrigados a socializar, a parar, a compartilhar, a inventar ou, numa única palavra: viver.
É por isso que tanta gente recorre ao passado para reviver bons momentos. É que, muitas das vezes, quando se procuram bons exemplos de vivências, encontram-se muito mais depressa naquelas alturas em que se vivia, sem agenda.
Francisco Moreira

Maquilhando o Essências

Ando já há duas semanas a correr com o "Bloguinho" para o atelier de maquilhagem. Entendi que era a altura de lhe dar "roupa nova".
E logo eu, que não entendo nada, "rien de rien", destas "novidades" da programação, "templates", e mais "palavrões" que trabalhei ao "calhas".
Ainda não é definitivo que fique com estas cores, estas imagens, este "estilo", ainda não está como desejo apresentá-lo. Mas, imagino, para lá vai caminhando, a custo... E sempre com persistência, com repetições e mais repetições, com erros e mais erros, com tentativas e mais tentativas.
Não tem sido nada fácil, confesso, mas aqui está mais uma prova do quanto sou teimoso, ou seja, muito, mesmo muito.
Hei-de conseguir "vesti-lo" como pretendo, nem que seja na próxima reencarnação do "Essências".
E, já agora, pelo menos para já, parece que não desapareceu nenhum "pedaço" dos 3 anos em que por cá ando.

Ah, digam-me, por favor, se está a demorar mais ou menos a abrir. É que tenho medo de, com estas minhas invenções, arranjar maneira de as visitas terminarem por "desistência". (risos)
terça-feira, 16 de março de 2010

Lavrador de Quem?

Sim, e se fosses Deus, por onde começarias a lavrar?
É que, como se sabe, falar é fácil. Difícil é lavrar, e de preferência sem agitar as terras erradas, sem cometer as injustiças de que o "outro lado" se poderá queixar!
Diz-me lá! Por onde começarias? A quem darias o papel secundário?
Dá que pensar, não dá?! Se dá!
E, então, em que é que ficamos? Aceitarias mesmo o emprego? Esse, o de ter plenos poderes para tudo alterar, para resolver os males do teu mundo e do mundo dos outros?
E que ordenado te atribuirias? Que leis laborais imporias ao teu "chefe"?
Qual "chefe"? Pois, também acho que é uma boa pergunta, embora não me atreva a dar a resposta.
Afinal, diz-me lá, ainda tens vontade de gritar contra Ele, contra o "lavrador" desta terra agreste? Ainda tens vontade de ter tamanho poder, de conseguir fazer o que te der na "real gana", o poder de resolver tudo num ápice?
Ah, convém não esqueceres que as tuas boas decisões serão péssimas constatações para outro meio mundo. Alerto apenas para que, quando accionares a ignição do "tractor" não ficares surpreendido com os tantos acidentes que irás gerar, mesmo que, a todo o custo, tentes levar o "código" à risca.
Boa Sorte, e que Deus te ajude, quanto mais não seja com o Seu "arado".

Francisco Moreira

Banda Sonora FM

Hoje, em termos de vídeoclips, convido-vos a ficarem atónitos com o que ouvíamos na década de 80. E, para ser mais "expressivo", nos "80's", vou mesmo do "8 ao 80", começando pelo "80".
Avaliem o que considerávamos muito futurista em termos musicais à custa de uns tais de Sigue Sigue Sputnik, desta feita em "Love Missile F1-11", de 1984.
Trata-se de uma banda Britânica que, para infelicidade minha, não pude ver ao vivo no Porto, salvo erro, no "Teatro Sá da Bandeira", há para aí uns 10 anos.
(merece ser visto com especial atenção)


Outro tema que marcou a década de "80" foi "True Faith", também graças ao vídeo que o acompanhou. Estranho, bizarro, provocador.
Refiro-me aos New Order que, convém dizê-lo, aguentaram-se uns bons anos. O tema é de 1987 e continua actual.



Por último, por hoje, recordo um tema que me marcou bastante. Pertence a uma Banda Britânica já extinta com o nome singular de Kajagoooo. Quanto ao tema, de 1983, "Too shy", posso acrescentar que, para quem viveu naquela época, continua a ser uma verdadeira pérola.

E assim se fazem interessantes e bizarras recordações musicais, principalmente para quem por lá passou.
Divirtam-se!

Bolas de Sabão

Os sonhos são como as bolas de sabão. Dependendo do objectivo a que se proponhem, mesmo quando aparententemente irrealisáveis, aumentam ou diminuem, nascem e partem vezes sem conta. E ainda bem que assim é. É graças aos sonhos e ao acreditar nos sonhos que muitos deles se realizam, mesmo quando inundados por uma avalanche de exemplos contrários.
E entre a meninice e a idade das concretizações, apesar da distância, eles continuam a sobreviver, embora sem a força de vontade que as crianças tão bem transportam.
Os sonhos são como as bolas de são, mas de cor dourada, claro.

Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que escreveste uma carta a alguém?

Miss 3ª Feira

A "Miss Essências" de hoje, tal como muitas outras, provavelmente devido ao frio do qual as suas vestes não protegem convenientemente, é um pouco tímida. Contudo, mesmo parca em palavras, não deixou de repetir que deseja a todos uma 3ª Feira muito positiva e, se possível, muito divertida. (risos)

Pensamento... à minha Maneira

A vida nunca desiste das pessoas. As pessoas é que, por vezes, desistem delas mesmas.
Francisco Moreira
segunda-feira, 15 de março de 2010

Banda Sonora FM

Hoje, como tem vindo a ser habitual, trago-vos mais 3 canções que fizeram parte da minha (e de muitos!) Banda Sonora.
Começo pela arrepiante balada do Alemão Falco, o famoso "Jeanny", de 1986, que levou muita gente às lágrimas.



Uma outra balada que marcou a década de 80 foi, sem dúvida, aquela que lançou os Whitesnake para a ribalta. Refiro-me, logicamente, a "Is this love", um tema originalmente escrito para Tina Turner que, em 1987 foi, convenhamos, Banda Sonora de muita gente por este mundo fora.



Por último, e por hoje, uma canção pertencente à Alemã Nena que, em 1983, sem se perceber muito bem porquê, marcou muitas pistas de dança, ou melhor, muitos bailes de domingo à tarde. Cá está "99 Red Baloons".

Espero, sinceramente, que estes temas vos tragam à memória algumas experiências interessantes. Para os que não os "sentiram na pele", recomendo que se divirtam a ver os vídeos e a tentar entender o porquê de terem feito tanto sucesso.

Pensamento... à minha Maneira

Os "amargos de boca" mais não são do que ensinamentos camuflados de "recados" dirigidos à própria consciência.
Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que tiveste um gesto consciente em defesa do planeta?

Miss 2ª Feira

Como, à 2ª Feira, custa um pouco mais a "levantar", a "Miss Essências" de hoje recomenda um dia sereno, e de preferência passado na horizontal.
Quem não puder, por exemplo por justificações profissionais, ela recomenda que se recorra à imaginação, e o mais fértil possível. (risos)
domingo, 14 de março de 2010

Pensamento... à minha Maneira

Em grande parte das vezes, o efeito da pressão, em termos de resultados, funciona em sentido inverso. Daí a necessidade em arranjar sempre uma válvula de escape.
Francisco Moreira
sábado, 13 de março de 2010

Banda Sonora FM - Os Piores

Já que é fim-de-semana, irão apreciar algumas das canções que, envergonhadamente, fizeram parte da minha Banda Sonora, desta feita a mais "pirosa". Não deixando, porém, de servir para recordar bons momentos. (hoje, há canções tão ou mais "pirosas" e há quem as aprecie imenso)
Começo por vos apresentar os Modern Talking com o mega-hit "You're my heart, you're my soul", de 1984.



Samanta Fox, actriz Porno, foi um sucesso gigante graças a este "Touch me", decorria o ano de 1986.
Bem, neste caso, tenho que fazer uma nota. Eu conheci-a pessoalmente e "salvei-lhe" uma conferência de imprensa, algo que ela registou e agradeceu entregando-me uma "Lembrança".



E cá está um péssimo exemplo do que foi um enorme sucesso em 1985. Trata-se de "Tarzan Boy" do Italiano Baltimora.
E eu que até fui fã do Tarzan, e da Jane, claro. (risos)
(o Ricardo, a esta altura, já deve estar aos pulos de contente)
Divirtam-se a ver os vídeos... Vão adorar, no mínimo!

...

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que foste solidário com uma causa?

Pensamento... à minha Maneira

Não há relógio que mande no tempo. Principalmente se não lhe dermos essa oportunidade.
Francisco Moreira

Mr. Sábado

Como as meninas que visitam este cantinho apreciam tanto os "Mr. Sábado", cá está mais um, e em trajes menores. (risos)
Será que as cuecas dele têm bolsos? Será para colocar lá o telemóvel em toque vibratório? (gargalhadas)
sexta-feira, 12 de março de 2010

E... Já falta pouco!

Ando há mais de 2 anos sem fazer uma viagem intercontinental, algo que adoro. É uma forma de sentir que estou do outro lado do mundo e que "nada" poderá alterar a agenda desses dias, pelo menos depois de chegar ao destino.
Há muito que anseio por voltar a "confirmar" o meu lugar numa viagem com várias horas sem fumar, com todas aquelas envolvências que lhe são atribuídas, etc. E, pronto, fui informado de que JÁ ESTÁ.
Sim, vou viajar, e no mês em que mais o aprecio fazer, Maio. É a primeira vez que o faço desde Janeiro de 2008, o que, para mim, e depois das várias viagens que realizei nos últimos anos, tem sido um "sofrimento".
Porquê só agora? Porque da última grande viagem, ao México, além das fotografias e recordações, "trouxe" um filho. E, como facilmente se percebe, as viagens intercontinentais não se "dão bem" com as condicionantes geradas pelo nascimento e crescimento de uma criança.
É, tenho saudades! Principalmente daqueles ambientes paradisíacos, aqueles onde o telemóvel e o relógio passam a ter um papel terciário, sem "volta a dar-lhe", e ainda bem.
Em Maio, se tudo correr como espero, lá me reencontrarei num espaço onde, ironicamente, fiz a minha primeira viagem com a Deusa. E o quanto me diverti!
Há muito que estou a precisar de sossego, de distância, calor, mar morno, "dolce fare niente", Paz, da verdadeira... E é isso que, neste momento, merece uma das minhas maiores atenções, viajar, e para longe.
Se houve coisa que aprendi nos últimos 6 anos, foi que viajar é das melhores coisas que a vida nos proporciona, quanto mais não seja para nos ensinar a viver a vida com outros "sabores", gerando aconteceres que, na verdade, se coadunam muito melhor com aquilo que queremos ser.
E... Já falta pouco!

Francisco Moreira

Prenda

Aqui deixo uma flor para quem se dá ao trabalho de me ir lendo, quanto mais não seja para colorir um pouco mais este vosso dia.
Muito Obrigado!

Banda Sonora FM

Cá está mais uma pequena selecção de Canções que completam a "minha" extensa Banda Sonora.

E, hoje, começo por vos trazer "One night in Bangkok" de Murray Head, um tema de 1984.

Tema que, confesso, comecei a ver e a sentir de maneira diferente desde que estive em Bangkok.


Com esta Banda Sonora, embora ainda recente, começo por perceber que o ano de 1984 foi um ano, pelo menos para mim, marcante, em termos musicais.

Cá está mais uma Canção que ouvi repetidas vezes nesse ano. Trata-se de "We close our eyes" e pertence a um banda, que apareceu e desapareceu, de nome Go West.



Para terminar, por hoje, levo-vos até ao ano do meu nascimento, 1970, e convido-vos a recordarem "Have you ever seen the rain" dos Creedence Clearwater Revival. Uma canção para a qual despertei, provavelmente, no final da década de 80.

Espero que esta "minha" Banda Sonora sirva, não só para vos relembrar grandes sucessos do passado, mas também para vos trazer à memória, e porque não, momentos que possam estar-lhe associados, como acontece comigo, de cada vez que recupero um destes temas.

Pensamento... à minha Maneira

Não é com malabarismos que se endireita a vida, independentemente do circo com que ela se apresente.
Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que andaste de táxi?

Miss 6ª Feira

Cá está a "Miss Essências" de hoje, preparada para um fim-de-semana relaxado. Espero e desejo que lhe sigam a intenção. Afinal, não é pelo fim-de-semana que todos aguardam durante a semana? E olhem que, disse-me a moça, a 2ª Feira não está assim tão longe, por isso, há que aproveitar. (risos)
quinta-feira, 11 de março de 2010

Saudades de Mim

Tenho saudades de tanta coisa, de tantos lugares e, principalmente, de tanta gente. Há alturas em que me apetece ter o poder de reunir todos os grandes momentos da minha vida e colocá-los num palco, assim, aqui, bem à minha frente, para os reviver vezes sem conta.
Apetece-me sentar numa poltrona e voltar a rir de mim e dos outros, voltar a chorar por mim e pelos outros, voltar a sentir por mim e pelos outros.
Não é a primeira vez que assino por baixo do: " - Sou um inconformado romântico." - e o romântico não tem que ter a ver exclusivamente com questões amorosas. Confesso que não me revejo no "hoje" sem os necessários e gratificantes recuos no tempo, não me encontro sem partículas do que fui, do que vivi, e de como aconteci.
Entendo que muito do que somos passou pelo que somamos e subtraímos ao longo do nosso percurso, ao longo desta aprendizagem contínua, desta escola onde, se repararmos, mesmo nos piores momentos, foi vivida sem ausências, sem faltas. (a única altura em que, provavelmente, faltamos às aulas da vida é quando morremos)
E é nestas alturas de balanço, sempre repetidas até à exaustão, que me sinto mais Eu, que me sinto mais próximo de quem quis ser e, já agora, de quem sou, verdadeiramente. Embora, ironicamente e sempre, cheio de saudades de mim.

Francisco Moreira

Miss 5ª Feira

A "Miss Essências" de hoje, como facilmente se depreende, é uma moça singela, pouco dada a exuberâncias, pelo menos nesta versão "light". (sorrisos)
Contudo, e para que se conste, através desta sua apresentação, ela pretende oferecer-se para companhia numa visita à pradaria mais próxima. (eu disse pradaria!)
Os candidatos, ou candidatas, terão que saber, entre outras coisas, rebolar no feno, sem encorrilhar a roupa, a dela, claro. (risos)

Banda Sonora FM

E porque todas as vidas têm uma "Banda Sonora", tentarei, nos próximos tempos, apresentar-vos canções que atravessaram "melodiosamente" a minha vida, principalmente a minha adolescência e juventude.

Muito provavelmente, muitos dos que por cá passam indentificar-se-ão com as escolhas apresentadas ou, por curiosidade, terão a oportunidade de ouvir o que, muitas vezes sem perceber porquê, era ouvido em repetição centenas e centenas de vezes.

Os vídeos, muitas vezes mais do que as próprias músicas, também faziam a diferença, razão pela qual recomendo a sua (re)visualização.

Sabe tão bem recordar!



PAUL HARDCASTLE - "19"

1985

Cheguei a comprar a versão Máxi deste tema, mesmo sem perceber porquê. (risos)



JIM DIAMOND - "I should have konown better"

1984

Tantas vezes derramei lágrimas à custa desta balada, e sem saber porquê. Enfim, foi uma espécie de "sofrer por amor", mesmo sem saber o que era o amor, ou se calhar sem o ter, na altura, claro. (risos)



DEAD OR ALIVE - "You spin me round (like a record)"

1984

Eu era fã, fã incondicional deste tema. Quem não o foi, na flor da adolescência? (risos)

Pensamento... à minha Maneira

Nenhum relacionamento sobrevive à rotina, muito menos os que são percorridos em silêncio.
Francisco Moreira

Miss 4ª Feira

Sim, já reclamei com ela! Afinal, não são horas de chegar.
A "Miss 4ª Feira" esteve quase para ser despedida, principalmente por aparecer hoje, 5ª Feira.
Contudo, e depois de ouvir as suas explicações, entendi dar-lhe mais uma hipótese.
Parece que a moça, não muito habituada a viajar, perdeu-se num engarrafamento em pleno mar. Diz ela que nunca viu tantas ondas por metro quadrado. E isso fez-lhe confusão, ao ponto de confundir as marés. Enfim! (risos)
quarta-feira, 10 de março de 2010

Comando de Celofane

Estou cheio de ouvir reclamações acerca das grelhas televisivas, cheio inclusive das minhas próprias reclamações.
Ali dentro, na sala, diz o aparelhómetro, tenho perto de 200 canais e, vá-se lá saber porquê, desde que inventaram o comando, nunca mais dei descanso a nenhum deles, aos canais e aos botões.
E quando só havia a RTP 1? Sim, quando a RTP 2 abria em versão "part-time"?! Como era? Sim, como era? Era Lindo!
Pois! Não havia comando, e com a preguiça de levantar o rabo da cama ou da cadeira, não era necessário recorrer às audiências melimetricamente medidas para perceber que canal se via mais. Era sempre pico de audiência, fosse qual fosse o "prime-time".
Mas agora, e cada vez mais, reclamamos da conta da "Zon", do acréscimo da "SporTV" e ainda
nos damos ao luxo de "empandeirar" os gravadores, sejam eles de DVD ou de Vídeo, isto para não falar dos PC, graças à tal da Box que nos permite gravar o que estamos ou não estamos a ver. (Por falar nisso, já alguém sabe como "copiar" as gravações da Box para DVD? - risos)
É, agora, temos tudo e estamos insatisfeitos. Mais, ainda reclamamos do facto de "não dar nada de jeito"... E antigamente, dava?! Claro que dava, o importante era dar, "comíamos de tudo", principalmente naquela época do colar o papel de celofane azul para, armados em "3D" do futuro, acreditarmos que a televisão estaria a dar a cores. E estava! Estava a dar a preto, a branco, aos "risquinhos", com ruído e, com a tal invenção ultra-revolucionária, também dava a azul, se a fita-cola que suportava o celofane se mantivesse "firme e hirta".
Bem, vou mas é mudar de comando. Está visto que este que faz tudo não faz o mais importante, ou seja, não me põe a ver televisão. Atira-me é para os seus "irmãos" para que eu insista em ver as gravações de televisão ou séries em DVD, como que a sublinhar que tenho razão (Não tenho nada!) quando digo que "não dá nada de jeito" nos tais quase 200 canais.
Cheira-me que a culpa é da fibra, ou da falta dela!

Francisco Moreira

17 Meses é Muito Tempo?

Faz hoje 17 meses que ele nasceu. Assim, simples, como uma flor.
E, hoje, quando olho para tudo o que já viveu, sinto que o brotar é uma das mais maravilhosas experiências da vida, principalmente pelas lições que nos dá, principalmente pelos sentires que, provavelmente, já tínhamos esquecido.
Faz hoje 17 meses que se fez LUZ e que um ÂNGELO fez questão de me fazer reaprender a VIVER.
E a Luz, essa, continua a Iluminar os meus dias, a minha mente, a minha vontade, o meu Ser, como se o tempo voltasse a ter outros ponteiros, outra VIDA.
Francisco Moreira

Pensamento... à minha Maneira

A liberdade não é propriedade de uma qualquer constituição, já que as asas do pensamento não têm leis, principalmente para sonhar.
Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que jogaste à bola?

Estilhaços? Esperemos que não!

Por vezes, mesmo num cantinho onde contamos sentires ao longo de quase 3 anos, é necessário mudar os "ares", quanto mais não seja para olharmos com "outros olhos".
A ver vamos se, graças à minha inexperiência e falta de bases, não faço do "Essências" um estilhaço sem cura. (sorrisos)
terça-feira, 9 de março de 2010

Nesgas

E porque a vida é um jogo, baseado em aulas de aprendizagem, não é de estranhar que tantas vezes percamos, inclusive por uma "nesga". É assim!
Mas, por outro lado, se esta vida fosse só feita de vitórias, provavelmente, estaríamos todos a apelar a uma ou a várias derrotas, nem que fossem por uma "nesga". Assim seria.
É que, se a vida não fosse percorrida em "salto alto", que piada teria? Que sabor daria? Como se poderia chamar caminho a algo sem curvas, sem buracos, sem stop, sem exames de condução?
Mas, mesmo reflectindo sobre o assunto, e entendendo que assim seja, continuamos e continuaremos a queixarmo-nos de tudo e de todos, como se fossemos, e, se calhar somos (!), uns eternos insatisfeitos, daqueles que saltam barreiras e transpiram só para manifestarem a sua insatisfação. Mas, quando se trata de saltar barreiras e transpirar para chegar a uma meta que não seja a do lamento, aí, convenhamos, já vamos com mais calma, com todo o tempo do mundo, ou limitamo-nos a "deixar andar", como se se tratasse de um assunto versão "café solúvel".
A vida é um jogo, e contra isso não há argumentos. A vida é uma escola, e contra isso ninguém ousa erguer a voz. Mas, quando se trata de fazer pela vida, na maior parte das vezes, optamos por nos desculparmos com as tais "nesgas", transformando-as automaticamente em "negas".

Francisco Moreira

Pensamento... à minha Maneira

Nenhuma âncora resiste à ferrugem do "deixar andar". Há sempre uma maré que a faz ceder, por mais forte que esteja presa à estagnação.
Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que reclamaste?

Miss 3ª Feira

Esta "Miss Essências" é daquelas meninas que leva a sério o "deitar cedo e cedo erguer", razão pela qual, e apesar de ser feito, ainda se estar a espreguiçar. Mas a pergunta que aqui deixo é esta:
- Será que com o frio que tem estado, ela não se poderá constipar?
Atchim! (risos)

Revolta do Planeta

video

Não sei se têm reparado nos noticiários, naquelas mortes todas, naqueles sismos e intempéries que têm sido notícia por todos os cantos do planeta... Pois!

E ainda há quem julgue que não é o planeta a fazer-nos pagar a factura do mal que lhe temos feito.

Onde está este planeta? Para onde vai?

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia de Todos

Já falei sobre isto, mas como, todos os anos, o calendário teima em dizer à sociedade que existe um "Dia da Mulher", quero, uma vez mais, revelar que sou contra o "Dia do Homem". Porquê, se o "Dia do Homem" não existe?! Simplesmente porque se, hoje, é "Dia da Mulher", terei que presumir que todos os restantes dias do ano serão "Dia do Homem". E como sou contra esta diferenciação, pelo menos por, felizmente, não se justificar na era em que vivemos, e na qual as mulheres já nos superam, a nós, homens, em tanta, tanta coisa, não faz sentido nenhum ter um calendário que nos obrigue a homenageá-las neste dia.
É que, sejam anjos ou demónios, as mulheres são seres especiais que, tal como os homens, não necessitam de um calendário para se afirmarem ou serem elogiadas, presenteadas, aclamadas, respeitadas e... por aí fora.
Em resumo, neste "Dia da Mulher", desejo a todos, inclusive aos "indefinidos", um Bom Dia, um dia como todos os outros, pelo menos no meu calendário.

Francisco Moreira

- Quando?


- Quando... Foi a última vez que olhaste com especial atenção para a cidade onde vives?

Miss 2ª Feira

A "Miss Essências" de hoje, como facilmente se depreende, é uma brincalhona. E ainda bem! Há sempre quem prefira as brincadeiras em detrimento dos afazeres do dia-a-dia. Por isso, quem tiver vontade de brincar com ela, nem que seja a fazer de "ursinho", faça o favor de se "chegar à frente". (risos)

Pensamento... à minha Maneira

Há palavras que, quando bem servidas, conseguem extrair o melhor néctar, inclusive nos momentos considerados mais inoportunos.
Francisco Moreira

Mr. Sábado

Com 2 dias de atraso, cá está o "Mr. Sábado" da semana passada. E, meninas, reparem que me esforcei em vos trazer alguém que, acredito, possa encantar-vos, principalmente devido às cuecas "tigrezas", parecidas com as que um nosso visitante e amigo usava quando era mais jovem.

Que tal?! (risos)

sexta-feira, 5 de março de 2010

Muito mês para pouco Dinheiro

Se há coisa que muito me incomoda, é sentir que cada vez mais gente evita cair na tentação de ir aos hipermercados. Não é que eles estejam vazios, mas já estiveram muito mais cheios, principalmente de euros.
Será impressão minha ou, nos tempos que correm, os pequenos supermercados estão a ganhar aos pontos, em termos de afluência, aos grandes hipermercados? Parece-me que "descobri a pólvora"!
E eu entendo, como entendo! Entendo que, com um menor número de corredores, além de se ter menos tentações no que diz respeito à oferta, acaba-se por evitar olhar para o "carrinho" do lado. E, neste caso preciso, por duas razões: se o nosso crédito permite, custa-nos ver que há créditos de outros que não o autorizam e, no oposto, se o nosso crédito não autoriza, custa-nos ver que há créditos de outros que o permitem. Fiz-me entender?!
Em resumo, e é aqui que quero chegar, é muito "melhor" ir aos supermercados. Limitamo-nos a comprar o que a carteira aceita e evitamos fazer avaliações tristes.
E, acreditem, este é um pensamento que me assola, me entristece e irrita profundamente de cada vez que vou ao "Continente", o de sentir que, das várias vezes que lá vou, trago sempre o carro vazio gastando o que muitas famílias têm para "encher o seu mês", e de uma vez.
Francisco Moreira

Reaprender

Faz dentro de poucos dias 17 meses que a minha vida, aquela da agenda sempre lotada, se alterou, e significativamente.
As manhãs já não são o que eram, as tardes já não são o que eram, as noites já não são o que eram e as madrugadas, por vezes, ainda tentam ser o que eram.
E hoje, num dia sem calendário a assinalar, apeteceu-me compartilhar convosco um retrato do que são os meus dias, com Ele.
Mais, apetece-me deixar uma pergunta:
- Será que chegou a altura de eu voltar a brincar?
Pois, também me parece! E neste reaprender que não é só de brincadeiras mas também de paciência, dedicação, empenho e tantas outras coisas boas, cá vou crescendo, instante a instante, sorriso a sorriso, vida a vida.

Francisco Moreira

Rede ao Milímetro

Adorava ter o poder de atirar a rede a uma grande parte das pessoas que me cumprimentam, uma daquelas redes que só deixasse passar quem merece, uma rede ao milímetro. Só para ver se são autênticas, como desejo que sejam, pelo menos comigo.
Entendo que esses "comprovativos" poderiam ser uma excelente oferta para quem não gosta nem sabe viver no dito "paraíso" das aparências.
Porquê a falsidade? Será que o interesse vale assim tanto esforço?
Porquê tanta "palmadinha"? Será que as costas do visado não lêem?
Sou daqueles que não desconfia, mesmo fazendo-se passar por "mal-disposto", em jeito de protecção. Sou daqueles que, pelo menos até à data, ainda opta por desagradáveis surpresas com o desejoso objectivo de "ganhar" mais alguém.
Entendo que a vida é feita de relações, mesmo com a quantidade de ralações que elas, as relações, nos apresentam, assim ao jeito de convite à desistência, em termos de investimentos sociais.
Entendo que devemos acreditar quase sempre, mesmo quando o fosso, aparentemente, está ali ao lado, mesmo quando "sabemos" que "aquilo" vai valer-nos pontuação negativa na escala dos depósitos da amizade.
E é por isso que, como referia, gostava de ter o poder de atirar a rede a uma grande parte das pessoas que me cumprimentam, a tal rede que avaliaria ao milímetro, sem grandes margens de "fuga".
Para quê? Para, de uma vez por todas, parar de me cansar em perder tempo com quem não devo, roubando essa preciosidade (o tempo) a quem dele tanto precisa, a quem tanto o merece, a quem tanto quero e devo dar.

Francisco Moreira

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