quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010 - O Ano 1

Hoje, neste balanço imposto pelo calendário, a custo, confesso que este 2009 deixa-me triste, principalmente por ter lapidado uma parte extremamente significativa da minha existência, a minha Mãe. É, já lá vão mais de 3 meses desde que Ela "partiu", mas a lembrança é diária, é constante, é repetitiva, é intensa, é carinhosa.
Mas, por outro lado, na tal balança, nem tudo são - nem podem ser, cicatrizes, nem tudo é dor, nem tudo é débito, nem tudo é ausência de nós. Há tanto para celebrar, talvez menos do que "outroras" mas, mesmo assim, não posso despedir-me de 2009 sem dizer que, apesar do tanto que me tirou, este Ano também conseguiu dar-me imenso, razão pela qual, nesta "prova dos 9", me obriga a equilibrar os pratos da balança dos últimos 12 meses.
Jamais esquecerei este 2009, infelizmente, mas, com outro olhar na vontade, quero registar que 2010 até pode não vir a ser o "Ano", aquele "melhor de sempre", mas, pelo menos para mim, será o "Ano 1" de muitas, imensas transformações, como desejo, como preciso, como me imponho. (e mais não digo!)
Muito está para acontecer, muito está para criar, muito está para mudar... E 2010, ironicamente, a "convite" de 2009, será, acredito, o Ano em que TUDO será determinante e diferente, pela positiva, espero.
A todos, sem excepção, votos de um 2010 intensamente Iluminado.

Francisco Moreira
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

6 Anos T'EU

video

Darmo-nos bem com as palavras não implica encontrá-las sempre que o desejamos, menos ainda quando, nós próprios, não sabemos definir com exactidão o TANTO com que a vida nos pode brindar através da essência e qualidade de uma pessoa.

Hoje, nos tais 6 Anos depois, e mesmo sabendo que as datas pouco contam para quem se AMA todos os dias, sem excepção, não posso deixar de agradecer-lhe o TANTO que me dá. É, 6 Anos não é muito, mas a maneira como vivemos é TUDO.

Que seja para SEMPRE!

T'EU

(Foram necessárias 6 horas de quase desespero para conseguir trazer "isto" à tona. Não, não entendo nada "disto" e, sim, sim, é verdade, este é o meu primeiro "slideshow" - podem rir à vontade. Mas como o que mais conta é a força de vontade, e mesmo estando longe da perfeição, cá fica o registo de mais uma das minhas diárias declarações de Amor à Deusa. Não tem legendas, como pretendia, porque ainda não aprendi a colocá-las, embora tentasse, em vão. Mas calma, lá chegarei, nem que seja ao fim de 6 Anos.)

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Em Trânsito

E se um dia destes nos lembrássemos de "graffitar" o quarto, a sala, a cozinha e a casa de banho de todos aquele que poluem as paredes das nossas ruas com "assinaturas" ao estilo da idade média?
Será que os que espalham essa "moda" manteriam o prazer de "borratar" o que é do outros?
Era uma vingança original, não acham?!
Francisco Moreira

Meio Vazio ou Meio Cheio?

São cada vez mais as relações que não resistem às intoxicações dos "novos tempos", àquelas da "vizinha do lado", da "novela das 2 da tarde" ou mesmo do "escândalo do 24 Horas". Não faltam exemplos a entrarem diariamente pelos "poros a dentro" de quem se deixa intoxicar, como que dando a ideia de que o "próximo" pode ser qualquer um de nós.

E é assim, ao sabor do corriqueiro "não ponho a minha mão no fogo por ninguém" que muitas relações sobrevivem, sempre numa espiral de guerra aberta, sempre com novas e velhas armas, respostas na afiada língua, gerando constantemente novas cicatrizes. Muita da intoxicação desta aldeia global faz com que sólidas paredes acabem esmagadas pelo "disse-que-disse", pelo "fez-que-não-fez" em função do receio ao olhar dos outros.

Conheço muitas relações que nem deveriam ter começado porque, no fundo, nunca o foram. E conheço muitas ralações que não fazem sentido, tamanha é a "sintonia" dos laços que as unem. E ainda há as outras, as que se vão aguentando, pelo menos ao olhar dos outros, já que caminham para o "não se podem ver".

Com esta moda das "imagens reais", já não há apenas relações. Há também as ralações e os "apeadeiros", sendo que - ironizando, as relações pertencem aos vivos, aqueles que sabem o que valem. As ralações pertencem aos condenados, os que de "grito e apito" vão ficando surdos aos avisos. Os "apeadeiros", por sua vez, pertencem aos fantasmas, aqueles adeptos do "para o caso de me encornares, encornar-te-ei primeiro".

Há cada vez menos forca e cada vez mais fio de pesca. E é também por isso que se extremam posições, como se valesse a pena o "tudo ou nada" por causa de um simples "copo de vinho" que tantas vezes não passa de um incendiado "copo de água". E, quando se vai a ver, gota a gota, ora se enche, se equilibra ou se esvazia o copo, consoante o tipo de sede.

E quando chega o fim, lá traz ele a sina de combater a consciência com doses de orgulho, tentando ignorar a verdade que a todo o instante dita que o orgulho jamais conseguirá dopar a consciência.

Francisco Moreira

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Isto, garanto, é Natal

Principalmente ao longo deste velho 2009, a vida tem-me reservado experiências realmente marcantes, realmente emocionantes, ora felizes, ora menos felizes. É a vida, claro!
Num breve registo, quero compartilhar convosco que fiquei espantado com os saltos, gritos e gargalhadas expressas em catadupa - e ao longo de longos minutos - por esta criança com pouco mais de 14 meses, aquando da abertura das prendas.
E ainda dizem que não existe Pai Natal. Claro que existe, é exactamente aquele momento em que as crianças ficam extasiadamente Felizes.
É incrivelmente interessante, incrivelmente intenso, incrivelmente único, incrivelmente Natal. Mas, com tantos incríveis, o mais incrível de todos foi, naquele momento, este meu Filho ter feito de mim o pai mais Feliz do mundo, não só por vê-lo assim ou por senti-lo assim mas sim por tê-lo assim.
Francisco Moreira
domingo, 27 de dezembro de 2009

Desafino

O 2009 já está em ritmo de desafino, como que a dar as últimas notas, como que a dar os últimos suspiros, como que a secar as suas lágrimas, como que a tentar sarar as suas cicatrizes. Mas nem tudo foi mau, nem tudo foi "assim-assim". Houve acontecimentos bons, houve momentos para recordar, houve abraços que ficaram, mesmo que afectados pelas partidas e pelos fins precipitados.
O 2009 até pode não deixar saudades, mesmo deixando muitas, mas deixou a sua marca, a sua raiz, o seu detalhe... E, como em todos os finais de ano, este já começa a ser engolido pela vontade de receber o novo ano, aquele - como todos os outros - do: " - Agora, é que vai ser!", aquele do "melhor de todos", mesmo que saibamos que também terá o seu adeus, os seus detalhes, as suas marcas, as suas saudades, a sua raiz.
O balanço, esse, talvez fique para um destes próximos dias, se, entretanto, conseguir fazer as contas, de maneira a que o saldo não seja negativo.
Francisco Moreira
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

- Iluminem!

Bem, como em termos de imagem a capacidade do espaço que me é atribuída nos Blogs que assino está, pelos vistos, no limite, resta-me optar pelo "mais" importante, ou seja, as palavras, sob a forma de voto.
- Que o Vosso Natal, independentemente das crenças ou tradições, seja um Momento de intensa partilha. É que, para que se conste, a Luz da Felicidade não está nas prendas mas sim na partilha sincera de sentimentos e valores. Por isso, nem que seja a propósito de uma data, crença ou tradição, iluminem-se iluminando os outros.
Feliz Natal, e não apenas Hoje e Amanhã.
Francisco Moreira
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Presença Ausente

No últimos dias, embora sempre por aqui, tenho andado algo arredado da escrita por estas e outras bandas. Porquê? Porque há alturas em que sentimos que as palavras não são suficientemente claras para exprimirem o que nos vai na alma, podendo, sem o desejar, rabiscar o próprio pensamento, ora triste, ora menos triste, embora sempre presente e "acutilante".
É que: há "festas", boas ou menos boas, que nos podem marcar, principalmente pela ausência. Mas, como bem poderia dizer o povo, não há rio que estagne, independentemente de nos brindar com margens de tempestade ou de silêncio.
Francisco Moreira
terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Prenda de Natal para as Visitantes

Try JibJab Sendables® eCards today!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Postal de Natal 4

Send your own ElfYourself eCards

Postal de Natal 3

Send your own ElfYourself eCards

Postal de Natal 2

Send your own ElfYourself eCards

Postal de Natal

Send your own ElfYourself eCards
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Somos uns Postais

Cada vez recebo menos postais de Natal, e cada vez mais deixo de enviar postais de Natal. Irónico, não?! Se não se enviam, que propósito há para recebê-los?! Eu sei, eu sei que não sou o único a ficar surpreendido ao encontrar na caixa do correio um postal de Natal autêntico, daqueles sem publicidade, escritos com tinta, daqueles com assinatura, seja ela mais próxima ou mais afastada. Sabe bem, não sabe?!
É, mas com isto das mensagens de telemóvel e o "forward" dos e-mails, chego à infeliz conclusão de que já não nos damos ao trabalho que dava prazer de escrever qualquer coisa num pedaço de cartão com árvores, frases feitas e outras "oldiesses"... Nem que soubesse a repetido ou fosse um decalque, aquele escrever manuscrito fazia a diferença em épocas como esta. Sim, esta.
É, mais velozmente do que se imagina, andamos a apagar o espírito Natalício, andamos quase sorrateiramente a semear um adeus ao Natal que, mais década, menos década, converter-se-á num "bacalhau com batatas" em vídeo-conferência, enquanto as prendas passarão a ser transportadas por renas tridimensionais.
O Pai Natal? O Pai Natal, com tanto desprezo, no mínimo, partirá de férias extra-longas para a Lua. É que, ao menos lá, ele saberá que os "calhaus" têm razões geográficas para poderem andar com a cabeça noutro lugar, já que nem no Natal têm acesso a redes de telemóvel.

Francisco Moreira
(este foi um postal auto-critico, e bem merecido)

Pétalas de Sede

É no epicentro dos espinhos que damos o devido valor ao cheiro de uma flor, seja qual for, seja ela quem for. Sentir aquele aroma de fé, nem que seja naquele preciso instante, pode assumir a maior importância, principalmente quando, com ele, se tenta reencontrar o olfacto que possa levar a uma nova luz, a novos carris.
Nenhum túnel é demasiado imenso ou estreito para conseguir iludir por completo a vontade de prosseguir, nem que seja pelo meio das pedras que lançam para a nossa calçada.
Com mais, ou menos, pisaduras, há sempre o tal perfume, a tal gota que purifica o nosso querer, a tal essência que consegue vingar no mais denso dos azedumes.
De espinhos, está a história de cada um cheia. De flores falsas, estão inúmeros cemitérios lotados, principalmente os dos vivos. E de luz? Haverá quem a consiga apagar de vez? Duvido, definitivamente.
É triste, mas tão triste, quando tentam fazer de alguém um jardim sem nome, sem referências, sem continuação... E, vai-se a ver, afinal, murcham mais flores por falta de fé do que propriamente por alguém tentar deixar-nos morrer à sede.
Mas, há sempre um perfume sem marca que nos marca, e ainda bem.
Francisco Moreira

...

Há sempre uma forte rocha que nos ilumina e, mais do que isso - sentimos, ampara-nos de todas as tempestades, inclusive da pior de todas, a inconsolável saudade.
Francisco Moreira

Cérebro de Galinha

Será que perdemos demasiado tempo a pensar? Ou melhor, será que perdemos demasiado tempo a pensar naquilo que não merece o uso daquelas partículas ditas cinzentas?
Pois, é a tal história do "ovo e da galinha". Se não pensamos, perdemos por não o ter feito, se pensamos em demasia, perdemos por excesso de zelo, e por aí fora.
Como em tudo, o que é "demais é moléstia", e é por essa e por outras que passamos os dias a fazer contas ao resultado dos nossos constantes pensamentos. É que, caso não reparemos, passamos a vida a pensar, passamos os segundos a pensar, seja sobre um fio de cabelo ou sobre a 3ª e 4ª guerras mundiais. Mas, e não é para isso que temos o cérebro, para o usar? Pois, também assino por baixo mas, o que trás para este texto é basicamente o seguinte: - Seríamos mais felizes sem cérebro? (agora é que ficaram a pensar, e eu também!)
Não sei, trata-se apenas de uma suposição, tendo em atenção que, uma grande parte das vezes, como referia no início, pensemos "demais" ou "demenos", acabamos sempre por não ficar plenamente satisfeitos. É só por isso que, uma vez mais nos pergunto: - E se não tivéssemos no que pensar, seríamos mais felizes? (agora já todos temos resposta na ponta do pensamento.)
É, dizem os cientistas que, sem cérebro, infelizmente, não poderemos ser felizes pois, é ele que nos dá e retira essa e outras "sementes". Por isso, não há meio de dar folga ao cérebro. Mas, se assim é, como fazer com quem não o usa? É que, muitas vezes - mais do que desejaria, fico com a certeza de que não faltam "cérebros de galinha", ou seja, daqueles que continuam a irritar mesmo depois de lhe deceparem a cabeça, à galinha, "claro".
Francisco Moreira
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

"Nositos"

Um dia destes encontrei um amigo, daqueles que, sem a menor dúvida, seriam para sempre, daqueles com quem só me faltou fazer um pacto de sangue e a quem, sem reservas, dei um cheque vitalício em branco para ele usar quando quisesse.
Sim, falo daquele amigo, amigo, o tal do "tirar a camisa no meio do gelo" e perfeitamente disponível para me seguir "até ao fim do mundo" só para me dizer que era mesmo, mesmo, mesmo, meu amigo.
É, um dia destes vi-o, passeava-se num passeio, por sinal na minha direcção. Ia entretido com uma série de novos amigos, cheio de abraços e numa cumplicidade tal que, pelas minhas contas, deveriam ser amigos, amigos, ou mais do que isso, assim como nós.
Se me deu um abraço de saudade, quando, de soslaio, trocou de olhar comigo?
Não, por acaso não, devia estar com pressa. É que, mal me viu, apressou-se a atravessar a rua... Provavelmente para tirar a "camisa" prometida ou então para comprar uma viagem para "o outro lado do mundo", aquele tal lugar onde estrategicamente terá finalmente a coragem de assumir que deixou de o ser.
É uma pena. É que éramos mesmo amigos, quase irmãos, até ao dia em que percebi que eu continuaria aqui, sozinho no passeio, já sem o amigo, e cheio de frio, ainda por cima a pagar as prestações do cheque que ele jamais iria usar.
Francisco Moreira

(história ficcional inspirada numa "moda" que, infelizmente, está cada vez mais em voga)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pés ao Caminho

Muito se ouve dizer que é "preciso meter os pés ao caminho" e que "nada cai do céu" mas, uma verdade é certa: não falta quem ande, ande e ande, e não encontre um caminho, como se certos percursos fossem feitos de círculos sem saídas, não de emergência, mas atalhos para o mesmo. Logicamente que cada carreiro é um carreiro, "cada cabeça, sua sentença", "cada ás, seu duque", e por aí fora...
Com isto, e objectivando, apenas quero sublinhar que, mais do que desistir de andar às voltas, o mais importante é acreditar que não há "volta sem senão", e que, mesmo quando tudo parece demasiado "mais do mesmo", há sempre uma janela de oportunidade que decide fazer-nos arejar. E é aí, nesse instante, que tudo se pode alterar, numa curva que pode operar milagres, mesmo junto do que não têm fé.

Francisco Moreira
terça-feira, 15 de dezembro de 2009

- Faça-se Natal!

A época de Natal, pelo menos para mim, começa hoje. E este será, talvez, o Natal mais difícil de todos. Confesso que não sei como assimilarei a insubstituível falta da minha mãe, a começar por aquele ritual de sempre, que talvez um dia aqui contarei, ou talvez não.
A época de Natal começa com o "fazer" do Pinheiro e o "espalhar" dos demais enfeites, começa com os jantares de grupo diários, com as trocas de lembranças, com a evidente simpatia no trânsito, com a lista de compras... e com a despedida de mais um ano, desta feita um ano marcante, e potencialmente determinante.
Hoje, embora algo relutante, sinto que já não posso adiar mais o início da versão 2009 do Natal. Afinal, está definido que hoje é dia do "Pinheiro", é o dia do primeiro jantar, é o dia, também, de trazer pela primeira vez o assunto para este espaço...
Hoje, embora algo triste e com vontade de passar já para 2010, vou tentar vestir o "fato" que, mesmo não sendo de Pai Natal, tentará ser de Luz, aquela em que, todos os dias, o meu filho me lembra que ele, ele sim, é Natal.

Francisco Moreira

Precisa-se de Espantalhos

Sou daqueles que entende que a grande maioria de nós não olha para si mesmo com a necessária atenção. Mais, se o fizesse, nem que fosse uma vez por ano, e se, com isso, afinasse comportamentos, certamente que todos seríamos seres com menos imperfeicções.
No fundo, o percurso a que chamamos vida mais não é do que uma escola de aprendizagem, e daquelas em que as notas são afixadas na pele ou na consciência, ano lectivo após ano lectivo, chumbo atrás de chumbo. Por isso, se nos déssemos mesmo ao trabalho de sair de dentro de nós para avaliarmos sem auto-interferências os nossos comportamentos ao longo do último ano, estou em crer de que nos arrependeríamos de muito e que, com um estalo bem dado na própria cara, retiraríamos desse auto-retrato lições extraordinárias, quanto mais não fosse para, no ano seguinte, não cometermos as mesmas "alarvidades".
Contudo, poucos de nós o fazem, e quando se trata de aprender, infelizmente, somos uns "teimosos do caraças" pois, achamos que já sabemos tudo e que voltar atrás mais não é do que tingir o nosso orgulho. Assim sendo, preferiremos sempre fazer de palhaço ignorando a todo o custo que deveríamos ser um espantalho dos nossos inúmeros defeitos.

Francisco Moreira
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Plim!

O "Plim" é a tradução daquele instante em que, inesperadamente e sem hipótese de controlo, passamos de pessoas a seres humanos. É que, uma pessoa é o resultado provocado pela sociedade dos interesses pessoais. Um ser humano é a essência que o percurso de cada um ensina a valorizar. Todos nós, pessoas, temos um lado humano, embora, geralmente, só o usemos em sensações produzidas pelo "efeito estalo", aquele que vem sem se contar.
O "Plim" é isso mesmo, aquele "nó na garganta", aquele "doer por dentro", aquele "murro no estômago" que fere mas limpa, e que nos deixa imensamente tristes por perdermos "todo o tempo do mundo" com coisas tão insignificantes. Em resumo, é aquele momento em que faríamos tudo para voltarmos a ser puros, em que daríamos tudo para voltar a ter a essência das crianças...
É bom levar com um "Plim" na cara, mesmo quando só o "cumprimentamos" em vivências - ficcionadas ou não, nossas ou dos outros - que nos colocam naquele quase insuportável "final da linha", na finita "balança da vida".
- E se eu morrer amanhã? Que parte quero deixar de mim?
O "Plim" tem esse dom, o de vir do "nada" e levar-nos num ápice ao "tudo", como se, naquele instante, nos exigíssemos ser mais honestos, mais condescententes, mais perdulários, sermos apenas "o melhor de nós"...
O "Plim" é aquela lágrima que vem bem lá do fundo e que nos deixa quase sem palavras. Aquela lágrima, tantas vezes seca, que nos incendeia de tal forma que temos vontade de perdoar e esquecer tudo em função de um único propósito: salvar a nossa alma, seja lá ela o que for.
Quando um "Plim" sobe à tona, sentimo-nos finalmente Gente com Coração, Gente que finalmente entende o que é a razão.
Geralmente, o "Plim" surge naqueles filmes de "baba e ranho", nas reportagens televisivas do mesmo género ou, pior ainda, quando somos nós a própria ferida. É aí, e apenas aí, infelizmente, que sentimos perder a armadura da inviolabilidade e passamos a perceber que, afinal, todas as outras dores não passam de meras dores de cabeça. É que, dor, da autêntica, só mesmo a provocada pelo "Plim", aquele que, mais do que sublinhado com um ponto final, faz questão de nos alertar com um ponto de exclamação.
Francisco Moreira

...

sábado, 12 de dezembro de 2009

O Corpo é que Paga

Há dias em que o cansaço faz das suas, dias em que o corpo parece estar a fazer-nos pagar mais do que a factura que estipulamos. Não sei se é o bilhete de identidade, ou cartão único, a chamar-nos à razão, dizendo que já não temos a idade do "tudo", os famosos 22 anos, ou, porventura, se é mesmo o acumular de horas a menos para afazeres a mais, sempre, também, com a tal da cama a reclamar por falta de "companhia". Mas, que se há-de fazer, o que tem que ser, dizem-me, tem muita força, por isso, cá vamos nós, umas vezes mais depressa, outras mais devagar, mas sempre com o objectivo de cumprir o que está previsto, embora com o corpo sempre a reclamar por horas extras de "paragem".
Hoje, cá para estes lados - e o dia ainda vai a meio, apesar de já ser noite, sinto-me assim para o "KO", desejoso de que este mês de Dezembro vire depressa a sua própria folha no calendário. É, é que a "coisa", para não lhe chamar outra "coisa", ainda tem muito para "vergar", inclusive com tarefas que, há que dizê-lo, não sempre são as mais prazerosas do mundo. Mas, na balança final, estou em crer, tudo se ajustará àquela frase de sempre: tudo está bem quando acaba bem.

Francisco Moreira
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Contas ao Amor

Anda para aí muito amor com ar de "fora de prazo de validade", como se isso alguma vez pudesse acontecer. Sim, refiro-me àquele amor que tem tanto para dar e que, vá-se lá saber porquê, não encontra parceria à altura, pelo menos em termos da necessária, porventura óbvia e conhecida convergência, em termos do simples e objectivo: " - Vamos conhecer-nos?!"...
Cá para mim, a culpa é da modernice da publicidade, daquela maneira errada de promover a procura sem procurar. Alguém conhece um amor que tenha caído do céu? Ou, então, se quisermos ser mais "modernos", podemos sublinhar que a culpa é da maldita porcaria dos telemóveis, que, vai-se a ver, têm mais caracteres do que o necessário: " - Vamos a isto!", nem que, ao se "ir", seja para ver se "dá ou não dá" o tal "alguma coisa".
Não sei, acho que há demasiada gente a precisar de dar amor e outra tanta gente a precisar de o receber. E, se assim é, valham-me as contas da matemática, para que me encha de razão. É que, aparentemente, seria muito simples juntar o "ímpar" com o "ímpar" e arranjar de imediato um "par", digo eu.
Sim, eu também sei que as coisas não são assim tão lineares, e que não se diz: " - Queres ou ficas?", mas, voltando à matemática, nem que seja a dos testos, não me venham com a história do: " - Ninguém quer nada comigo!" ou, pior ainda: " - Não tenho sorte ao amor!", porque - e sejamos minimamente razoáveis, não falta quem queira ter alguma ou muita coisa com alguém, andam é todos, muito provavelmente, a tirar a "prova dos 9" sem fazer a "conta", ou melhor, anda muita gente a fazer "de conta", quando o que é preciso é... Dar e receber, e, depois sim, fazer a "conta".

Francisco Moreira
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Direitos Humanos 15

DIREITO A UMA NACIONALIDADE

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

"Escritório"

Nós, homens de barba rija, ou nem por isso, gostamos de passar bastante tempo no "escritório". Mas, convém dizê-lo desde já, não passamos esse tanto tempo a puxar por uma sobrancelha mais desatinada ou a colocar um pó avermelhado nas bochechas. Nós, homens de barba rija, gostamos de ler o mundo longe das interferências laterais, seja o mundo do Português ou o mundo do futebol, já agora, também Português.
Com isto, não quero dizer que só lemos notícias de "caca" - embora também lhes passemos os olhos por cima. Não sei bem porquê mas, as notícias lidas no "escritório" parecem fazer mais sentido, parecem ser mais objectivas, mais verdadeiras... Ok, os argumentos que acabei de apresentar podem não parecer suficientemente válidos mas, uma coisa é certa, de cada vez que estamos no "escritório", há muito menos hipóteses de sermos interrompidos, não pelo que fazemos mas sim pelo que os outros imaginam que estejamos a fazer. Até parece que lhes "cheira" que não nos devem interromper, seja qual for a "notícia". E, quando assim é, porque carga de "papel higiénico" deveremos nós mudar de assento?!

Francisco Moreira

Infelizmente

Por falar em vídeos, daqueles com mensagens impossíveis de ignorar, já "leram" este? Em Português? Estou a falar de "ler" com olhos de "sentir".
Nunca é demais repetir o que Michael Jackson gritava em 1996, já lá vão 13 anos, 13 anos. É, o vídeo continua muito actual, ou melhor, continua cada vez mais actual,... Infelizmente.

Acrescento uma única pergunta: - Será que a Terra não se andará a revoltar e a fazer-nos pagar o mal que continuamos a fazer-lhe, ao jeito de "lixo para debaixo do tapete"?! (uma boa resposta que é dada também neste vídeo, mais lá para o meio)

Francisco Moreira

Happy Christmas by FM

É, pronto, é isto que ando a ensaiar para cantar na "Festa de Natal" do Vice Versa. Vai ser Lindo, principalmente pelas "vestes" exóticas. Eu disse: exóticas. Não, não troquei o "x" pelo "r". (risos)

* Não, não haverá direito a gravações áudio ou vídeo. Serão proibídas. Já bastará o leque de "testemunhas" para que eu, mesmo antes de subir ao palco, tenha uma vontade imensa de me "auto-flagelar". (risos)

CARLOS COSTA - DIÁRIO no ÍDOLOS

Especialmente para quem tem curiosidade em acompanhar o Carlos Costa na fase final do "Ídolos 2009", ficam a saber que, a partir de hoje, ele comprometeu-se a enviar-me mensagens diárias com o relato do que vai vendo e sentindo ao longo da prova. Essas mensagens serão publicadas em http://viceversabar.blogspot.com .
Não quero que vos falte nada! (sorrisos)
Francisco Moreira

Corta e Cose

São muitos, ou melhor, inúmeros, aqueles que chegam a adormecer no remendar dos casos da vida, uns mais "rasgados" do que outros - é verdade, mas sempre de remendo em remendo, lá se "vai indo", como se todos fossemos costureiros da alma, da nossa, está claro.
Mas, quando a vida é dos outros, aí é mais fácil, levando-nos a vestir a autoridade de potencial cozinheiro da poção mágica, em versão "se fosse comigo, eu fazia e acontecia".
Não há dia em que não nos lamentemos das linhas com que a vida nos cose. Mas, quando se trata de cozinhados, aí, damo-nos ao entretenimento de mudar rapidamente de divisão e "cozinhar" à custa dos ingredientes dos outros.
No fundo, usamos a "cozinha" dos outros para esconder os nossos "pontos-cruz", como se tal servisse para desvalorizar os "fiapos" que o nosso espelho reflecte.
Nem sempre é fácil encontrar a melhor lã, mas daí a cuspir no "prato" dos outros, convenhamos, não é digno de elevação.
Em resumo, e exagerando, quando a vida é dos outros somos uns excelentes cozinheiros, com todas as receitas na ponta da língua. Mas, quando se trata da nossa própria vida, limitamo-nos a ser uns tristes costureiros, a quem nem o dedal salva de uma ou outra gota de sangue, desculpando-nos constantemente desviando a atenção para o "esturricado" de terceiros.
Cozinhar em cozinha alheia é sempre mais fácil do que coser com linhas desalinhadas, seja qual for a manta de retalhos que utilizemos como "toalha de mesa".

Francisco Moreira
terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Há Futuro

Fala-se muito mal da juventude dos "dias de hoje", e eu faço parte dessa lista que equaciona vezes sem conta como serão os "amanhã's" dos jovens de "hoje", aqueles das "playstation" e afins. Mas, por outro lado, talvez para ver se aprendo a não tirar conclusões precipitadas, não param de me aparecer (outros) jovens com idêntica data no bilhete de identidade, os tais que, por aqui e por ali, vou "incriminando" amiúdas vezes, numa espécie de tentativa de lhes fazer abrir os olhos, aqui, no lugar onde se encontram sempre, no computador.
Mas, felizmente, nos últimos tempos, tenho tido a "pontaria" de encontrar seres de "menor idade", como os tais que andam sempre por aqui, no computador, que, pelos vistos, além do computador, gostam de coisas normais, tipo: contacto humano, tipo: aprender com os que, consta-se sabem mais, e por aí fora... É, pela sua postura, respeito e maneira de olharem para a vida, estes, sim, fazem-me acreditar num futuro que não seja tão desprovido de responsabilidade, tão dependente dos valores materiais, que não seja tão fútil ou exclusivamente "high-tech", tão "rede".
Sim, é verdade, afinal, ainda há jovens com cabeça, com sentido de orientação, com âncoras perfeitamente definidas, com gema, raízes e personalidade. E, só por isso, hoje, vou deitar-me mais descansado. É que, podem não acreditar, mas; gostaria imenso de ver o meu futuro e o dos "meus" entregue a quem tenha mais do que um "gigabite" de memória, entregue a quem não esteja dependente de uma única "fonte de alimentação" que pode ser desligada por um "esperto qualquer"... a troco disto e daquilo. E como, nos últimos tempos, os jovens só me falam de "net-persons", feitas as contas, naquele "meter tudo no mesmo disco rígido", a dada altura, cheguei a pensar que teria que fazer "control alt delete" vezes sem conta, na expectativa de encontrar no recipiente do lixo do computador, claro, um programa mais humanizado e menos "humanizoide", um programa que me permitisse berrar-lhes que a vida também se faz, que a vida também se vive, e com muito mais do que os 3D de um ecrã de 19 polegadas.

Francisco Moreira

...

domingo, 6 de dezembro de 2009

Os "meus" Ídolos

Carlos Costa
Diogo Alvarenga

Isto de ter um Bar onde uma boa parte das vozes se destacam, sendo muitas delas convidadas para actuarem em (todos os) programas de televisão, faz com que, nestas alturas, nos sintamos uns privilegiados por vê-los a concretizarem sonhos e a brilharem numa escala superior.

Não é a primeira, nem a décima, nem será, certamente, a última vez que as vozes "Vice Versa" brilharão fora do palco de todos os fins-de-semana. Mas, convém dizê-lo, cada um desses tantos exemplos é sempre especial, principalmente quando gostamos, não só da voz, mas, acima de tudo, das pessoas, como é o caso.

A partir de hoje, à noite, no "Ídolos 2009" - SIC, serão 2 os concorrentes que merecerão o meu incondicional apoio. Se, porventura, também sentirem vontade de o fazer, não hesitem e telefonem para os seguintes números:

Diogo Alvarenga - 760 300 509

Carlos Costa - 760 300 508

(votação de Domingo a 2ª Feira à noite)

Se, por acaso, ainda não os conhecem, acreditem, vejam e ouçam-nos. Ficarão a gostar, acredito eu.

Francisco Moreira

Dolce Fare Niente

O "dolce fare niente", pelo menos para mim, é o melhor momento que o tempo me pode oferecer, pelo menos no campo da normalidade da anormalidade do meu dia-a-dia. Não é que seja um período de extrema felicidade ou um pico de alegria. É mais aquele instante em que retiro todas as "máscaras", visto-me de "como estiver" e tento dar tempo ao fazer o que me apetecer ou, pura e simplesmente, aproveito para não fazer absolutamente nada.
Hoje, se o "anjo" deixar, a partir deste instante, entro em "dolce fare niente", nem que seja durante 2 minutos, aqueles que sabem muito, muito bem.

Francisco Moreira
sábado, 5 de dezembro de 2009

Muito BOM

É tão BOM quando vemos e sentimos que um grupo de pessoas - composto por "seres e sentires" diferentes - se diverte a valer com algo que proporcionamos, por mais simples que o seja, por pouco que o valha.
É tão BOM perceber que essas pessoas, sim, pessoas autênticas, não se poupam as esforços e ultrapassam intempéries, se necessário for, para levarem a cabo uma tarefa "menor", de uma forma "desinteresseira"...
E, depois, no fim, percebe-se, com prazer, que, quando existe essência, sejam quem forem as pessoas, há algo que as une, nem que seja o conceito de um espaço que visitam com regularidade. Afinal, há vida para além das "4 paredes"... E, só por isso, vale sempre a pena.
Gostei muito da postura, vontade, empenho e disponibilidade de todos os que participaram no 1º Rally-Paper Vice Versa Bar. Foi tão BOM, desta vez, descer do palco para ver os "artistas", ao vivo num espectáculo que poderia ser baptizado de: "necessário repetir". Foi Muito BOM.
Francisco Moreira
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Guitarra

E porque esta cor acinzentada parece querer manter-se ao longo de mais um fim-de-semana - desta feita, e para muitos, bem alargado, sugiro que aproveitem os próximos dias para juntarem no recipiente da vontade aquelas tarefas que mais apreciam e, ao jeito de salada de frutas, saborearem da melhor maneira o bom que a vida tem.
Afinal, aquilo a que muitos chamam de "tempo de qualidade", existe e, em grande parte, a tal qualidade só depende da forma como preparamos ou usamos o tempo que temos disponível, porque o temos, sejam quais forem as "desculpas". Se assim é, além da receita, o sabor da vida, por muito que ignoremos, está nas nossas mãos. E, quem tem "ingredientes", pode sempre "tocar guitarra".
Bom fim-de-semana.
Francisco Moreira

Sexo Mudo e Surdo

Não sei bem porquê mas, feitas bem as contas, chego à conclusão de que, apesar de gostar muito dele, do sexo, poucas vezes me atrevo a "esmiuçá-lo" por estas bandas. Por isso, e porque nunca se deve "fazer tarde", hoje e agora, apetece-me expressar que, para mim, o sexo é algo realmente interessante e entusiasmante. E que, nem que seja apenas por estas duas razões, o sexo deveria estar muito menos "murcho" ou "flácido" no dia-a-dia dos afazeres que a vida nos confere, permitindo-se sair, pelo menos de quando em vez, do noite-a-noite, assim ao jeito de "25 de Abril de 74", com "cravos" e sem "espinhos".
Quem não gosta de sexo? Quem nunca o experimentou.
Quem sente que o sexo é uma das mais óbvias fontes de prazer que a vida oferece? Quem já o experimentou.
Ou seja, nesta matemática das relações - exceptuadas as ralações, porque eu não embarco nessa do "amor próximo do ódio", o sexo, por si só, deveria ser uma das mais aclamadas e "explícitas" formas de (con)viver, tanto mais que, convenhamos, é ele que nos põe aqui, neste mundo, o mesmo mundo do sexo mudo e surdo, o mesmo mundo do sexo "ausente", mesmo quando o interlocutor, talvez para atirar "preliminares" para o lado, se diz "virgem" de todo e qualquer "pecado".
Quem nunca fantasiou? Quem nunca o experimentou.
Quem sente inúmeras vezes vontade de ter sexo? Quem já o experimentou.
Mas, se assim é, então, porque é que continuamos a esconder o sexo enquanto que, ao virar de uma qualquer "cortina", o que mais nos apetece é "sexualizar"?!
Não, não sou apologista do "tudo o que mexe é... ", mas, daí a fazer do sexo uma espécie de "revista pornográfica", julgo eu, vai uma gigantesca distância, por muito que, aos ouvidos dos outros, essas inúmeras vozes "gemam" em silêncio.
Ah, e, já agora, não se digam ou digam aos outros que o sexo é amor. É que, se forem verdadeiramente verdadeiros, terão que assumir que o sexo e o amor são tipo "água com azeite", embora com "toques" interessantes, parte a parte, e que, quando assumido, quer um, quer o outro, dão-se muito bem nas diferenças e nas similaridades, tanto em género como em estilo, claro.

Francisco Moreira

A ver vamos...

Já ando a anunciar há algum tempo que vou dar a machadada final no (meu) tabaco. E esta é a fórmula que encontrei para me convencer de que não haverá como voltar atrás.
Mas, para que saibam que sou mesmo de ideias fixas, registem que nunca prometi nem deixei momentaneamente de fumar, daí ter tantas, ou algumas, esperanças em mim e neste, suponho, difícil passo. A ver vamos se consigo...
Para já, em jeito de "forca", vou anunciando aos "sete ventos" que a data expira no final deste ano. Quererá isto dizer que este será um dos 12 votos (desejos) que me exigirei a partir da, já próxima, meia-noite?! Talvez sim, talvez sim. A ver vamos... Se me envergonharei ou orgulhar-me-ei de mim.

Francisco Moreira

...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Cruzes Credo"

Todos temos aqueles dias em que poucas coisas parecem correr bem. E, hoje, vá-se lá saber o que fiz aos Deuses, eles decidiram irritar-me. Manias!
E o que mais me espanta, é não saber em que é que os irritei para eles me andarem a irritar... Terei dito um palavrão a mais?! Terei ultrapassado algum limite que não deveria? Terei tido pensamentos mais negativos?
E, depois, porque temos que dar um nome a estes "fait diveres" menos positivos, de maneira a tentar calçar a "bota com a perdigota", aproveitamos para apelidar, estes acontecimentos menos bem-vindos de pequenos azares.
A ver vamos, se me fico por aqui e, já agora, por agora. ("cruzes credo")

Francisco Moreira

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Imagens que inspiraram um Livro

Por esta altura, há 3 anos atrás, uma viagem de 18 dias pela Tailândia, composta por 6 voos e 7 hotéis, levou-me, num 26º Andar de um Hotel em Banguecoque, a prometer escrever um livro, mais concretamente um romance. Por isso, agora que ele, finalmente, está terminado, e especialmente para aqueles que tiveram a oportunidade e me deram o privilégio de o ler, aqui ficam algumas das fotografias tiradas em Banguecoque, Koh Samui, Koh Tao e Koh Phangan. No fundo, esta viagem está retratada no "Amor com Amor se Paga" e muito do que lá escrevi aconteceu nos lugares que podem, agora, passar a conhecer melhor.
(sugiro que cliquem em cima das fotos para verem os pormenores)

A famosa "Shinga Beer"
Árvore de Natal no Aeroporto de Banguecoque

Chave do último quarto onde estive

Imagem do Rei a ocupar todo um lado de um "arranha-céus"

Banguecoque tem milhares de "arranha-céus"

Os polícias de trânsito usam máscara

A presença do Rei é "obrigatória"

Árvores de Natal para agradar aos turistas

O autocarro dos mais pobres

Banguecoque vive 24 horas por dia

Os "outdoors" são sempre gigantes

Transporte para o avião em Koh Samui

Avião para voos internos

Um dos melhores hotéis em Koh Samui
A bandeira Tailandesa está sempre presente

As Tailandesas andam "de lado" nas "Scooters"

Moto-Táxi muito comum nas ilhas

O paraíso existe, mesmo

O marisco é do melhor do mundo

Táxis nas ilhas. Os passageiros vão sempre na "caixa".

A paz é uma garantia sempre presente

Indianos vendem fatos de marca em todas as esquinas

Interior de um "Katamaran"

Os bares não perdem as características Tailandesas

Peixes de todas as cores e feitios

Comida Tailandesa, para quem gostar. (ughh!)

As Tailandesas vão à praia vestidas

Não faltam "bungalows" para todos os preços

O pôr-do-sol é sempre fantástico

Os Resorts de luxo são impressionantes

As chaves de hotel são sempre originais

Os bares de hotel passam música ocidental

Os "bungalows" são extraordinários

Os barcos que transportam os locais entre ilhas

Os turistas são sempre aos milhares, ou milhões

Nos Resorts a vegetação cuidada é uma constante

"Fullmoon Party", uma das mais desejadas festas no mundo

"Ice Tea" em Tailandês

Táxis nas ilhas. Só arrancam quando estão lotados.

Resort em Koh Phangan

Pode dormir-se encostado à praia

Uma encosta "exclusiva" para turistas

Há sempre um cão abandonado, mas cuidado

Na Tailândia os turistas preferem usar mochilas

Os barcos vão sempre apinhados de estrangeiros

O requinte é uma constante nos Resorts

Há sempre proximidade com a natureza

Qualidade de vida, levada ao pormenor

Há concertos fantásticos em bares

Cama "king-size" num quarto fantástico

Todos os Resorts seguem uma linha

O trânsito em Banguecoque é sempre complicado

Os "tuk-tuk" mostram a cidade de maneira "intensa"

Os aviões e pessoal da "Thai" são 5 Estrelas
Francisco Moreira

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