Eles preferem as...
Consta-se que os homens preferem as... misteriosas. E principalmente quando continuam e sabem continuar a ser misteriosas, independentemente de nós, homens, nos dizermos cansados de tantos mistérios. Assim sendo, e assente nesta base nada científica, fica-se com a ideia de que, na verdade, findos os mistérios, porventura, lá se irá o interesse, lá se irá a relação ou, quando muito, passar-se-á para a indesejada ralação. Será?!Eu acredito que sim. E definitivamente.
Mais do que loiras, morenas, carecas, ruivas ou multicolores, os homens preferem as mulheres, e isto apesar da cada vez maior concorrência de elementos do mesmo sexo. Os homens preferem as mulheres que sabem ser mulheres, as mulheres que gostam de ser mulheres, ou seja: misteriosas.
E o que é uma mulher-mulher? Perguntem-lhes a elas! (sorrisos)
E tem piada. Sim, tem piada esta maneira de se gostar dos mistérios, de se sentir ou achar que é a "brincar às escondidas" que as coisas têm e terão mais sabor, seja ele, em termos de resultados, azedo, agridoce, salgado ou preferivelmente picante.
Os homens preferem as misteriosas, aquelas que, independentemente de outros "atributos", possam mexer-lhes com outros "cordelinhos", aqueles que estão por detrás do olhar, os que agitam o pensamento... E, na minha óptica, há uma forte razão para que tal aconteça, embora, e uma vez mais, sem qualquer base científica. Os homens gostam de sentir que conduzem quando são conduzidos, não pelas mulheres mas sim pelos mistérios delas... (sorrisos)
Quando uma mulher começa a mexer com um homem, na verdade, ela não passa de uma "suposição", algo "pouco definido", uma espécie de imagem em "3D" que, por mais perto que se esteja dela, ela ainda está e estará a uma distância considerável. A mulher, num primeiro impacto, é um autêntico mistério, algo com que os homens não sabem lidar, mesmo que tentem dar um "ar" disso...
Em resumo, se se quiserem dar ao trabalho de ler este meu conselho, de maneira a tirarem o maior partido de uma próxima "situação", recomendo que as mulheres nunca revelem completamente quem são (que é o que já fazem! - risos) e que os homens nunca façam por saber tudo o que anseiam desde o primeiro instante.
Será?! Claro.
Pensem assim: o mistério das mulheres é dos poucos com os quais os cientistas não se metem. (sorrisos)
3 Segundos
Por vezes, fico com a ideia de que aprenderíamos imenso se, de repente, mudássemos todos, e ao mesmo tempo, de país, quanto mais não fosse para aprendermos a valorizar o que temos e a ver por outros ângulos o que não temos.Papel Higiénico
Esta é uma daquelas imagens que, nos dias que correm, graças aos apertos monetários, volta a estar em voga, podendo assim associar-se a falta de "papel higiénico" à falta do outro "papel".Lazer
Gostava de ter paciência para me dedicar a lazeres do tipo do que a imagem documenta. Não sei, acho que devem fazer bem à "cabeça", quanto mais não seja para esfriá-la, esvaziá-la e, acima de tudo, usá-la sem pressão para tomar determinadas decisões, sem esquecer o prazer que determinados desportos devem proporcionar a quem os pratica.Regresso?
Hoje, precisamente 2 meses e 3 dias depois de me despedir de um palco que sempre apelidei de "Santuário", voltarei a cantar, voltarei a apresentar Karaoke, findo que está, para mim, o ciclo Vice Versa.Besouros
Consta-se que, nos dias que correm, todos querem falar mas poucos tem paciência para ouvir, e não me refiro aos "fala-barato" como eu, refiro-me ao todo que somos, envolvidos que estamos - e cada vez mais! - nesta sociedade de ruídos mil, daqueles que nos chegam pelas mais diversas vias, incluindo as que não se propagam pelo som.É triste quando se quer expressar algo e o receptor "faz de conta", para não lhe chamar o típico: "ouvidos de mercador". É triste ver-se e sentir-se a decadente escada do desinteresse geral a transformar-nos em besouros, autênticos besouros.
Mas, na verdade, o maior problema está no não nos apercebermos disso mesmo, continuando a falar sem pausas, inclusive sozinhos, como que teimando em comprovar que alguém nos há-de ouvir, quanto mais não seja pela insistência ou pelo elevar do tom de voz.
Das duas uma: ou estamos a ficar surdos ou, pura e simplesmente, não queremos ser incomodados pelas histórias dos outros, certos de que (apenas) as nossas merecem plateia.
Em que é que isto vai dar? Em silêncio, embora ruidosamente destrutivo, em termos de sociedade, em termos de relações.
Francisco Moreira
Carrocel
Gosto de ler o mundo, de aprender com as tantas histórias que ele nos conta, instante a instante, ao virar de uma página, ao canto de um noticiário, aqui, bem ao nosso lado, na esquina de uma rua.Óscar de Plástico
Esta madrugada, já depois de uma longa conversa com a travesseira, uma insónia convidou-me a trocar a cama pelo sofá, com o pretexto de recordar as tantas maratonas que fiz a ver os "Óscar". Indecifrável
Faço parte daquele grande (ou pequeno?!) grupo de pessoas que mal consegue ler o que escreve, à mão. Sim, reconheço que tenho uma letra horrível, indecifrável.Ar

Plim
Todos, ou quase todos, são crentes em conseguirem resolver num ápice todos os problemas e sonhos financeiros, seja à custa de um "Euromilhões", de um site de apostas, de uma herança bem-vinda de um familiar desconhecido ou porventura de um outro golpe de sorte qualquer. Mas sempre com a esperança de que esse minuto da transformação aconteça, que esse alavancar seja uma realidade, porque é justo, porque é mais interessante, no fundo: porque convém.Gato
Não gosto de histórias com "gato" e muito menos de pessoas com "gato". E, atenção, isso não quer dizer que não aprecie o animal, em si. É que gosto de gatos, não destes, dos outros, dos autênticos. (tive uns 20 gatos verdadeiros ao longo da minha vida, e uns 1000 dos "outros")Fim
Se há algo que nem eu nem absolutamente ninguém entende - mesmo dizendo o contrário, é o medo que se tem da morte, pelo menos quando se está perto dela, sejamos nós ou outras vítimas desse inquestionável "tem que ser".Ridículo
Estamos a necessitar urgentemente de voltar a ser românticos. Mas sê-lo com gestos, não apenas à custa do dizer que se é ou pensar que se é. É preciso fazer mais e não estar à espera dos dias de "S. Valentim" e daquelas outras datas que se impõe como obrigação porque é para isso que também existe o calendário. É preciso fazer mais e melhor. É preciso demonstrar o que se sente e fazer "passar a palavra" de que a paixão, o amor e "derivados" não são ridículos.
E se o forem, que mal fará ao mundo?!
É principalmente nestas alturas de cinzentismo colectivo que se deve combater o cambalear dos dias com outras cores, por mais garridas que pareçam aos outros.
Que mal fará demonstrar que se gosta de alguém? Que mal fará agir em função do sentir?
Estamos a necessitar urgentemente de voltar a ser românticos, também fora das salas de cinema, aquelas que, por vezes, nos fazem sonhar com a paixão e com o amor, como se, nessa hora e meia, passando para o outro lado da tela, estivéssemos a cumprir o romantismo, o tal, o que não expomos mas que sentimos - acrescentamos, cá dentro.
Se sabe tão bem, fará assim tão mal?!
Ah! Já sei. Há que manter a postura, além do: " - O outro sabe-o!", já lhe foi dito vezes sem conta, naquela outra altura em que - aí sim! - fazia sentido ser-se e dizer-se que se é(ra) romântico.
Perdoem a correcção, mas este pensar e não agir é que são ridículos. (ponto)
Um Cêntimo
Depois de uma silenciosa mas atribulada guerra de palavras comigo mesmo, quando me impus parar, porque a cama também me chamava, reparei que o relógio do computador acusava proximidade às 6 e meia da manhã deste mesmo dia.. Na verdade, voltando ao cerne da questão, neste minuto, a vontade é a de regressar à primeira sílaba e mandá-la às favas em "correio azul". Mas como - conhecendo-me - sei que isso não acontecerá, lá terei que me sujeitar aos ajustes e reajustes na pior das fases da escrita - pelo menos para mim: aquela em que se tem obrigatoriamente que colocar em pé uma espécie de árvore de natal, começando pelo tronco - a estrutura, aquela tal parte que, assumo com todas as letras, é a menos interessante, a mais feia e irritante, já que prefiro sempre partir do zero, sem fio condutor.
Neste momento, assumo, trocaria esta espécie de tornado por um cêntimo, embora - e permitam que o revele em primeira mão, não seria um cêntimo qualquer.
Francisco Moreira
Lamurias
Estamos a precisar de arranjar um banco de jardim que permita que nos sentemos. Um banco de jardim que nos permita voltar aos dias de ontem, aqueles em que nos preocupávamos menos. Um banco de jardim que nos permita ter esperança em vez de desconfiança.Pechisbeque
Sempre que a crise faz questão de assinar com letra maiúscula, não paramos de ver inaugurações daquelas lojas "hermeticamente fechadas aos olhares do povo". Sim, daquelas que, pouco delicadamente, convidam a vender-se os "anéis" e afins, com base no marketing do "dar jeito", em anúncioscom letras geralmente amarelas e... gigantes. S. Negócio
Hoje é dia de S. Negócio, e quase totalmente à custa de milhões que levam o calendário à risca, seja por si, pela outra parte ou pelo que os "outros" também fazem, ou melhor, porque tem que ser! Pirâmides
É bom quando percebemos que, afinal, no topo das "Pirâmides" ainda é o povo quem mais ordena. Mesmo que custe, mesmo que morra, mesmo que tenha que Lutar até conseguir fazer-se notar, fazer-se ouvir...Que pena, que pena que não se formem mais "Egiptos" por este mundo fora... A começar por aquela ainda grande quantidade de países que não ouvem o povo, e que o calam, quando não é o mundo que faz de conta que não os ouve...
Acredito no povo. Acredito no mundo. Acredito que, um dia, seremos iguais.
Francisco Moreira
Abortos
Esta minha cabeça, por vezes, quase rebenta, tamanha é a quantidade de informação que ela gera, tamanha é a fertilidade de "invenções" com que se depara e questiona. E quando se trata de puxar pela imaginação, acreditem, mesmo tendo como base a terra que pisamos, assumo, não são raras as vezes em que me vejo a voar por outros "Céus". Estou numa amálgama de auto-sugestões, mas confuso por não encontrar Aquela, sim, Aquela - a que me diga que "é por ali", inquestionavelmente, e principalmente para mim.
Está tudo "cá dentro", está tudo pronto a avançar, embora as primeiras partidas me façam lembrar aquelas falsas partidas das provas de "Fórmula 1", em que, ao fim de meia volta, lá voltavam todos à linha da partida, certos de que aquela mesma linha também serviria para a chegada.
Confusos?! Pois, compreendo. Também eu me sinto assim. Ao ponto de, nos últimos dias, me perguntar repetidas vezes porque é que não avanço e "pronto"! E logo eu que adoro os "de repente" da mente, a resolução dos "cubos-mágicos" das histórias, neste caso, volto a frisar, ficcionadas.
Bem, como se costuma dizer: "O que tem que ser, tem muita força!", por isso, há algo incontornável, algo decidido, nem que seja para esvaziar parte desta corrente de labirintos, muitos deles verdadeiramente idiotas, que não param de me incomodar. O que está decidido? Simples. Vou começar a escrever o meu segundo livro, abortando os dois a que dei início esta semana. (sorrisos)
Lacinhos
A vida, feliz e infelizmente, nos seus centímetros, vai ensinando-nos que existem laços, lacinhos e laçarotes, seja nas relações para com outras pessoas, seja nas relações para com o resto do mundo, aquela outra parte que não comporta seres humanos.Escapadinha
Ontem, perto das 19H03, aproveitando uma pausa, dei um salto ao Céu, só para ver como andam as coisas por lá. Manicura
Que mania esta, a de andarmos de mãos nos bolsos, ou pior, nos telemóveis, nos maços de cigarros, nos recibos das contas!... Amor em Coma
"Olá! Eu sou o Raul, tenho 40 anos de idade, e estou em coma. O que me trouxe para este lado, contar-vos-ei mais lá para frente... E, confesso, o que mais me preocupa não é saber se, num minuto destes, acordarei deste sonho ou sono - como lhe queiram chamar! O que realmente me move, neste instante, é contar-vos o que vejo, o que sinto, por onde ando, o que me inspira, nestes longos dias com relógio mas sem tempo, e, paralelamente, descrever-vos o amor que sinto pela mulher a quem fiz jurar que continuaria a viver para além de mim, para além da morte, a minha. Ah! O meu Anjo conduzir-me-á, por aqui, por ali e, principalmente, por aí, já que esta história não é apenas minha, é de cada um de vós, também em coma."
Francisco Moreira
* Mais logo, começarei a dar palavras a esta história que, hoje, entendeu assumir um papel principal, embora, há que sublinhá-lo, de completa ficção.
Sete
Devo ser um daqueles largos milhares de "ET's" que almoçam em velocidade "TGV", tão só por não apreciarem estar em locais públicos, apertados, com muitas conversas cruzadas em simultâneo, sem conseguir ouvir o som do que o "Canal 1" vai tentando noticiar à hora do almoço.ET
Eu já tinha avisado há uns tempos atrás, que não somos deste planeta, e que andamos a ser "bronzeados" pelo sol errado. Sim. (com ironia, muita, excessiva, delirante, provavelmente) Claro que, com esta revelação, muitas das nossas dúvidas, daquelas questões que trazemos encrostadas na pele - tipo: de onde somos, para onde vamos, quem somos? - passam a estar devidamente respondidas, com estas "novidades", ou nem por isso, dirão muitos.
Como?!?
Então, olhando para o que somos e como nos comportamos, uns com os outros, não dá para perceber imediatamente que somos de outro planeta e que andamos a levar com sol na moleirinha que, afinal, não é aquela que condiz com o "chapéu" que usamos?!
Um dia destes, acreditem, descobriremos que, afinal, aqui na Terra, os ET's somos nós.
Teclas
Não, não vos estou a beijar, mesmo podendo, e em alguns casos, justificando-se. Mas, hoje, sem querer ir pelos caminhos habitualmente mais "sérios" deste "cantinho", opto por vos provocar, por vos recomendar beijos, e de todos os tipos, dependendo dos personagens e, claro, do "plateau" em que se encontrem.Ocos
Ontem surpreendi-me com pouco, mas surpreendi-me. É que já inventaram os cigarros ocos, iguais aos que não param de aumentar mas que, com a ajuda de uma "maquineta" - o "maior investimento - dizem, transforma-os em cigarros normais, daqueles que andamos para aí, infelizmente, a fumar, por falta de juízo, falta de vontade de os eliminar ou, talvez, por comodidade, o que ainda é pior, em termos de desculpa esfarrapada. (contra mim falo!) E, quem me falou disto, enquanto assisti-a ao seu "trabalho" de "fazer cigarros", ele acrescentava que achava estranho como as tabaqueiras (ainda) não escrutinaram uma forma de encarecer este método, bem diferente daquele de juntar mortalhas a tabaco solto, provocando sempre a ideia - em quem assiste - de que poderão estar a fazer "outros" cigarros.
Com estes, os "pré-fabricados", convenhamos, tudo parece mais normal, menos trabalhoso e, acima de tudo, acrescentam, muito, muito mais barato. Sim, a crise "aguça" o engenho.
Se vou aderir a esta nova técnica de fumar mais barato? Julgo que não. Sou demasiado comodista, ao ponto de, um dia destes, acomodar-me ao certo, ou seja, ao deixar de fumar.
Acerca de mim
- FM
- Portugal
- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.
Outros Dizeres
Porto Canal
O Livro do Ano
Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo
...Sempre...
A Visitar...
- Facebook ViceVersaBar
- Tentem, Tentem Ser Felizes!
- Vice Versa Bar
- Talvez
- Tábua de Safira
- Abalos da Alma
- Quatro Elementos
- ÂNGELO
- Pingos de Amarelo
- Tatuagens
- O Caos das Teorias
- A alquimia das palavras
- Amor Infinito
- Amor ou Consequência
- Palavras Cruzadas
- Amorita
- Era uma vez...
- Anjo e Demónio
- Ares da minha Graça
- As coisas que eu acho...
- Blog da Ka
- Blue Velvet
- Coisas de Vidas
- Comum Mortal
- Da Vida e outras Piruetas
- Em banho Maria
- Equilíbrio
- Escolhas Múltiplas
- Happy even when it rains
- Joana
- Keep your mind wide open
- Lagoa Real
- Livro de Reclamações
- Lua de Sonho
- Maçã com Canela
- Miauxrabiscos
- Mimo-te
- No Gabinete
- Não sou um Blogger
- Opinas ou Não
- Palavras de Vidas
- Por entre o luar
- Pensamentos de uma Garota Normal
- Penso Visual
- Pérola
- Rafeiro Perfumado
- Sexualidades, Afectos e Máscaras
- Shiuuuu
- Simplesmente... Eu
- Sisters
- Som do Silêncio
- Sunshine in the Morning
- Tertúlia Lilás
- This Planet Says
- Ás de Copas
Quem visita
Blog Archive
- maio (1)
- abril (6)
- março (3)
- fevereiro (9)
- janeiro (7)
- dezembro (8)
- novembro (12)
- outubro (13)
- setembro (2)
- agosto (3)
- julho (2)
- junho (15)
- maio (9)
- abril (11)
- março (15)
- fevereiro (5)
- janeiro (3)
- dezembro (2)
- novembro (11)
- outubro (12)
- setembro (13)
- agosto (9)
- julho (14)
- junho (21)
- maio (16)
- abril (18)
- março (21)
- fevereiro (22)
- janeiro (28)
- dezembro (25)
- novembro (24)
- outubro (30)
- setembro (41)
- agosto (55)
- julho (71)
- junho (46)
- maio (23)
- abril (32)
- março (80)
- fevereiro (39)
- janeiro (30)
- dezembro (45)
- novembro (62)
- outubro (37)
- setembro (39)
- agosto (56)
- julho (181)
- junho (159)
- maio (122)
- abril (77)
- março (91)
- fevereiro (103)
- janeiro (85)
- dezembro (54)
- novembro (60)
- outubro (54)
- setembro (72)
- agosto (54)
- julho (159)
- junho (95)
- maio (108)
- abril (120)
- março (80)
- fevereiro (75)
- janeiro (74)
- dezembro (77)
- novembro (129)
- outubro (142)
- setembro (175)
- agosto (124)
- julho (1)


