terça-feira, 25 de novembro de 2008
- Já Está!

Entre flash's e cumprimentos "falhados" ou apressados, um "mar" de Gente Amiga fez-nos sentir que, afinal, o Sonho do HOJE pode realizar-se... E é isso que nos deixa verdadeiramente Felizes.
Obrigado a quem nos apoiou neste dia em que "O LIVRO do ANO" foi apresentado à "nossa maneira", embora sem grande parte dos abraços que tanto queríamos ter dado. Sim, já está.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Ser-se... HOJE

HOJE é aquele DIA em que será revelado um Livro Diferente, um manual simples que pretende motivar diariamente quem quer dar mais conteúdo ao seu dia-a-dia, à sua Vida.
HOJE é aquele DIA em que reuniremos no mesmo espaço, à mesma hora, e na presença de Amigos, dois Frutos resultantes da Felicidade de uma "Deusa e de um Sonhador".
HOJE é aquele DIA em que será dado um pequeno mas importante passo para que TODOS pensemos mais em TODOS... Na procura de um Ser-se melhor.
(O Ângelo vai estar presente HOJE no Lançamento de "Íris de Luz - O Livro do Ano", o manual de auto-motivação que, dentro de poucas horas, estará à disposição de TODOS)
Dourado

A vida está efectivamente difícil, há cada vez mais bolso para o dinheiro... E as contas já são feitas ao dia, ao impulso... Esta "coisa" do ter e não poder transformou-se num hábito que encoraja o deixar de ter "palavra". Começa-se a gerar o hábito de pagar quando der porque, afinal, todos fazem assim, e os "graúdos" dão o exemplo... O importante é manter a ideia, manter a pose... E mesmo quando se diz que "está difícil", convém dar (ao de leve) a impressão de que o "mal" só afecta os outros.
Infelizmente, são cada vez mais os exemplos de "dourados falsos" e de "- Que se lixe!"... Sempre na certeza de que "- Amanhã tudo se resolverá!" ou "-Seja o que Deus quiser!"... Mais, enquanto houver "tostão" para o café e para o telemóvel, está tudo bem, ou melhor, está tudo à espera que alguém invente o milagre da "tinta eterna", com "nuances" francamente optimistas, de preferência.
Montras

Lembro o tempo de criança em que as imagens que levava das tardes de domingo passadas entre o autocarro e o centro da cidade vestiam-se de figuras simpáticas, de calor humano, de episódios repetidos vezes sem conta... Era sempre a mesma coisa mas, era assim que tudo se mantinha em "alinho", era assim que regressávamos a casa certos de que o domingo continuava a ser um dia especial, o dia mais especial...
Hoje, quando olho para o "Domingo à tarde" que tantas vezes o Nelson Ned cantou nos "Discos Pedidos", reparo no vazio de gente, no vazio de hábitos, no deserto de emoções.
Os bancos de jardim foram trocados pelos sofás dos centros comerciais e as palavras que mais se ouvem são "berros sociais" que buscam assunto nos preços das montras...
Eu sei que os carros já não são autorizados a estacionar perto dos jardins e que isso torna mais difícil chegar aos bancos mas... Será que temos mesmo que estacionar à porta de montras para e passar por animais domesticados que se limitam a andar em círculos num jardim zoológico com destino obrigatório?
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Respeitinho é Bonitinho

Que invenção milagrosa é essa? Simples, basta proibir o tabaco. É certo que pelo menos metade dos Portugueses deixarão de fumar só para não estarem fora da lei ou passarem pela "vergonha" de ter a polícia com 12 jornalistas à porta de casa...
O quê, estão a rir? Acham assim tão idiota, tão falível?!
Se olharem para as estatísticas, de cada vez que o governo lança uma proibição, a grande maioria dos Portugueses respeita-a "à risca" e de "régua e esquadro".
Lembram-se do uso dos cintos de segurança? Sim, aquela lei que diziam que o Português jamais iria respeitar?!
E dos coletes reflectores? E dos espaços "proibido fumar"? E da outra série de coisas que "engolimos sem pestanejar"?
Ah pois, basta haver uma lei que diga que é proibido fumar para só se ouvir falar das excepções que, sendo tão diminutas, jamais passarão a regra e, por conseguinte, deixarão de ser notícia.
(Vá, não venham com os exemplos contrários.... Estou a tentar remar para a outra maré...)
Defunta Espera
enquanto me alimento de fotografias passadas
neste percalço entre o esperar e a solidão
Estou à tua espera na vontade de sempre,
enquanto me convenço da tua "não partida"
neste pedaço entre a cor e a escuridão
Estou à tua espera no sonho de sempre
enquanto me ouço imitando a tua voz
neste vazio entre a vida e a perdição
Estou à tua espera no chorar de sempre
enquanto me consolo com falsas verdades
neste purgatório entre o morrer e o estar morto.
Cruz Despida

Como é possível pagar os luxos de outros seres humanos auto-denominados "elos de ligação" quando esses mesmos "pseudo-acessores", na clandestinidade mas com "provas documentais" irrefutáveis, são exactamente o exemplo oposto ao que "vendem" todos os dias? Como é possível aceitar a "ordem" de alguém que comete atrocidades imperdoáveis? Não, não falo só da pedofilia "calada" com dinheiro das esmolas...
Como é possível orar-se e comungar-se na casa de Deus (seja ela qual for) e, dentro da própria casa, cometerem-se os gestos mais horrendos? Não, não falo só das pessoas que são tão respeitadas nos templos e que se governam com a exploração de indefesos...
Não me vou alargar com exemplos... É que existem em todas as religiões, em todos os "rebanhos"... Mas o que me faz mais confusão é facto de os Bons não despirem os Maus, não expulsarem quem mancha a Fé dos autênticos, dos correctos, dos verdadeiros crentes, dos fieis praticantes.
Acreditem que, se existisse vontade e menos "rabos de saia", não faltariam "cruzes" de vergonha, fossem elas "direitas" ou "canhotas".
Necrologia

Sei que as probabilidades de acertar nesse "vaticínio" são elevadas, principalmente por já existir o " a cores" quase desde que nasci mas, acho que a pose - sempre a mesma - reflecte ao fotografado um ar de "defunto"...
Não estou a colocar em causa as fotografias e muito menos quem nelas aparece, tanto mais que também as tenho, inclusive do meu falecido Pai mas, não sei, têm sempre um ar sinistro, um ar "adoentado" controlado, "para a fotografia"... Até parece que, naquela altura, os fotógrafos foram todos metidos dentro de um "saco de treino" e obrigados a dizer algo do género" - Fique sério, imagine-se morto." ou " - Não esqueça que você vai mas a fotografia fica.".
A sério, parece que as fotografias são todas iguais e que a pose semi-institucional dá aos "modelos" um ar de "fugir"... para outro mundo.
Brasil 6 - Portugal 2

É uma pena mas... Só somos verdadeiramente bons enquanto conjunto quando orientados pelos melhores, dependam eles ou não de uma "Santa" que não seja a "nossa".
(Apesar de tudo, confesso que até aprecio a postura de Carlos Queirós. Acho é que o homem é um azarento de primeira enquanto treinador principal. Devem ter-lhe feito "macumba" quando ganhou o Mundial em terras Árabes.)
Equilíbrios

É por estas e por outras que tentamos parecer equilibrados e, quando a nossa vincada atenção e contenção resvalam, lá temos que arranjar como justificação a "maldita medicação" que origina efeitos secundários e desordens emocionais perfeitamente "normais"... O tal do "foi a primeira vez".
No fundo, no fundo, nunca estivemos tão desequilibrados como nos dias que correm, nunca fomos tão "chonés" como efectivamente somos, nunca fomos tão falsos como hoje sabemos que somos... E tudo por causa da maldita vida que teima em pedir mais do que lhe devemos e lhe podemos dar, obrigando-nos a ter certos "desequilíbrios" para sabermos o que é, afinal, "equilibrar".
Minorias com Maiorias

Os princípios, tal como as "modas", já têm variantes de elevado e longínquo grau de "familiaridade" pelo que, com o decorrer do "correr" do tempo, demonstram que, afinal, por muito parecidos que estejamos, em termos de "adereços", pautamo-nos por tentar parecer diferentes, mais diferentes, uns dos outros.
Se colocarmos em fila Indiana 20 pessoas da mesma idade e da mesma classe social, podemos encontrar a mesma "etiqueta" ou as mesmas "músicas predilectas" mas, se repararmos com atenção, há diversos pormenores que, no seu conjunto, nos diferenciam de forma abismal de quem está ao "nosso lado".
Será que é a isto que se chama "diferentes entre iguais"? Ou será que para não "dar nas vistas" aplicamos pequenos sinais que nos identificam como membros de minorias que querem sobreviver dentro das maiorias?
Venha o "pormenor" e escolha.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Esquina do Lado

Não me sinto atraído pelos paraísos de panfleto (que tanto aprecio para relaxar) nem pelos roteiros de "low cost" que proliferam por tudo quanto é sugestão. Não, apetece-me ir para longe, sentir o outro lado do mundo, aquele espaço onde não encontrarei o vizinho nem por coincidência...
Apetece-me ouvir outras canções, outras sensações, outros dizeres -mesmo que indecifráveis. Não sei bem explicar mas, sinto-me invadido por uma vontade de ir mais longe, de reparar nos pormenores, de ter mais para contar...
E esta sede persegue-me, e não é de hoje, incomoda-me com sabor a repetição e, por estranho que pareça, sou daqueles que gosta de saber onde está, com quem está, por onde pode ir...
Será que estou à procura de um outro "eu", de outros desafios, de outras paragens? Penso que não. Talvez seja o cansaço de perceber que, afinal, há coisas muito mais interessantes do que debater a "esquina do lado" ou o "golo mal anulado".
Luz ao Luar

A insónia tem o dom de comandar muito do que se produz e, simultaneamente, de evitar muitos dos erros amadores que, sem ela como conselheira, cometeríamos ao "virar" do acordar.
Contudo, entre uma e outra "conselheira", chego repetidas vezes à conclusão que isto de pensar na hora do sono não é tão interessante como se julga... Mais, o silêncio nem sempre é a melhor banda sonora para uma ideia fulminante, mesmo quando se "faz luz" ao luar.
Não há tempo.

Felizmente que existem as "dead lines", aquele relógio com hora certa a quem perguntamos constantemente se nos pode dar mais um ou dois minutos, só para "ajustar" uma letra ou outra... Ainda bem que ele não permite, ainda bem que há outros "envolvidos" que também têm "dead lines" que dependem do cumprimento das nossas e que, queiramos ou não, não há tempo.
O mais difícil de todo o processo, além de inventar "mil e muitas situações" - mesmo quando sentimos que o cérebro não consegue encontrar mais respostas, é olhar para tudo e perceber que poderíamos fazer melhor, que poderíamos ter seguido por aqui ou por ali, com um jeito nisto ou um apêndice naquilo... Mas não, não há tempo, não há como chegar à perfeição.
Hoje, na altura em que as folhas estão a ser impressas, estou certo de que, mal tenha o livro na mão, encontrarei "mil e muitos defeitos" que, se pudesse, corrigiria com o próprio punho em cada um dos 20 mil exemplares.
Viagra Feminino

Concordo com os resultados que as mulheres estão a conseguir, alguns no entanto permitidos pelo antiquado "isto é de homem" ou pelo "elas não conseguem", aqueles slogans masculinos que já quase só servem para "eles" alimentarem o ego.
Estamos a assistir à, dizem muitas, natural inversão dos papeis... E o tempo está do lado delas, inclusive no poder de decisão que, de dia para dia, aglomeram sem grandes manifestações de jubilo.
É bem feito! Numa sociedade equalitária e num mundo de direitos iguais devem sempre vencer os que demonstram maiores qualidades, maior arrojo, maior empenho... E, convenhamos, na grande maioria dos casos, o homem perde por "distracção", por "apatia" e principalmente por "orgulho exacerbado".
Amanhã, parece-me que o "sexo forte" vai necessitar de muito mais do que "Viagra" para conseguir o vigor do "sexo fraco".
Picador de Gelo

domingo, 16 de novembro de 2008
Top Menos

Já agora, para que se conste, há mais gente a olhar para os nossos sapatos do que nós próprios, e não se julgue que a "graxa" apaga qualquer "centímetro" a menos. Quando se "vai a ver", parte-se o "salto" e... lá vai a segurança que julgávamos bem "calçada".
Rock'n'Roll

E nem tudo é álcool, nem tudo são drogas, nem tudo é sexo... nem tudo é rock'n'roll... Há quem se mate por "desespero", quem se arruíne por "desilusão", quem se prejudique por "devoção"... E a vida continua, sempre até àquela paragem que apelidam de "outro lado", aquela barreira que se ultrapassa quando gastos todos os "cartuchos", todas as garrafas de "oxigénio"... E o pior nem está à "luz do dia", não vigora nas estatísticas nem percorre as "páginas" dos noticiários... É a vida - dizem uns, e cada um sabe como a "leva" - rematam outros...
Sim, é a vida, seja ela feita de pedaços de vida ou de fotocópias de morte.
(H)Aja Hoje.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O que é um agasalho?

E depois, em virtude do vestuário não condizente com a estação do ano, apanhamos aquilo a que chamam "mal-estar", aquelas (estas!) dores de cabeça e garganta que nos fazem sentir doentes, fracos, insuportáveis...
Para a próxima já sei, não arrisco... Só é pena que, em todas as "próximas", pelo menos até à data, seja assolado por uma repentina e convincente falha de "memória".
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
- Tenho que fazer!

E é assim que funciono, como uma espécie de fósforo... ou, pensando melhor, como uma caixa de fósforos, tantos são os "incêndios" que alimento.
Não consigo viver sem concretizações, sem sonhos, sem objectivos, sem "milhentas" coisas ao mesmo tempo. Claro que a grande maioria fica pelo caminho ou à (des)espera de dias melhores... Mas é assim que me entendo, é assim que me defino , é assim que aprecio viver... Sem pausas, sem paragens, sem interrupções.
Às vezes acho que um dia destes vou dar em doido, que não conseguirei inventar maneiras de me auto-surpreender, de me auto-motivar.
Quando olho para trás, tenho pena de não ter escrito o tanto que já fiz, o tanto que já inventei, o tanto em que já aconteci... É que, por estranho que possa parecer, depois do "feito", em mim, segue-se sempre o "tenho que fazer".
domingo, 9 de novembro de 2008
Pensamento... À minha maneira

Francisco Moreira
"Sala de Jantar"

Mas, permitam que vos fale do caminho, o tal "andar devagar" que corta em pedaços uma existência a "vários" e arrasta esse conjunto para "estradas" aparentemente distantes, por mais próximas que se digam estar.
Não é fácil, não deve ser nada fácil... perder um ou outro lugar na "mesa de jantar"... Não é fácil, não deve ser fácil... substituir um "olhar" por um "telefonema"... Não é fácil, não deve ser fácil ultrapassar uma perda tão próxima...
Claro que há coisas piores, claro que o "destino" também prega "partidas", claro que tudo tem solução. Mas... é neste caminho entre a "mesa de jantar" e o "telefonema" que, a dada altura, percebemos que (afinal!) as relações não são perfeitas e que, queiramos ou não, a vida prossegue com mais ou menos desalinho.
Força e... Há sempre como compensar as "perdas". Sou daqueles que acredita que "basta" dar mais conteúdo aos "ganhos".
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
"Despido" Vermelho

É interessante como, na mulher, o vermelho assume contornos verdadeiramente "apelativos"... Logicamente que depende do vermelho e, claro está, da mulher que o enverga... Isto sem esquecer a hora e o local, além das "concorrentes". Mas, pensando bem, na mulher o Vermelho consegue sempre ultrapassar o "De preto não me comprometo" e, dependendo da personalidade, o resultado tem muito mais hipóteses de ser esplêndido quando "vestido a vermelho" do que "despido de cor".
Picuinhas me Assumo

Sim, sou "picuinhas", preocupado, stressado, protector, enfim... Agora também sou Pai, algo que o tempo me ensinará a ser, principalmente quando se tratar de aceitar que, afinal, o mundo está "lá fora" e não dentro das quatro paredes de um "berço".
Obviamente que estou a exagerar mas, que serei um Pai atento, lá isso serei... Coitado dele, vai ficar cheio de me ouvir, e logo a apartir dos 2, 3 meses...
A verdade do Pingo

Seja pelo ruído que nos obriga a escolher áreas mais isoladas ou pelo aumento significativo da parcela "lenços de papel" nas compras do dia, não há volta a dar-lhe, ao "pingo".
E, verdade seja dita, há os mais variados tipos de "pingos", uns mais molhados do que outros, uns mais ruidosos que os demais e ainda há lugar para os "pingos falsos", aqueles que tentam ser "pingos" mas que nunca o chegam a ser, pelo menos tecnicamente.
Não é que, com este Post, pretenda criar uma tabela de "pingos" ou uma linha de avaliação cientificamente comprovada... A minha dúvida, no momento, é tentar decifrar que tipo de "pingo" é este que há já três horas me anda a irritar.
Invenções
Há invenções que merecem prémios, principalmente pela originalidade e pelo "jeito" que podem "facilitar.
Atentem nos exemplos que vos trago...



- Dou-te o arroz, dou-te!

Desejo 1 - Transformar o arroz em ouro
Desejo 2 - Comprar tudo o que mais se deseja
Desejo 3 - Anular os dois desejos anteriores
É, é melhor assim... Não vá haver quem tenha mais sacos de arroz do que eu e seja obrigado a comer o "ouro" que também me falta.
Ah, se encontrarem o "Aladino" verdadeiro, peçam-lhe para redistribuir o arroz, a felicidade, a solidariedade, a amizade, o amor, a paz, enfim... a Vida. Ele que fique com o ouro todo...!
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