Precisa-se de T3+1 no Céu

Malditos Vícios

Barómetro da Fé

Com isto não quero afirmar que os templos estão cada vez mais lotados, pelo contrário. Quero sim dizer que, pouco a pouco, e principalmente graças às catástrofes internacionais ou pessoais que vão emergindo de forma preocupante, as pessoas vão "agarrando-se" mais convictamente ao plano espiritual, tentando com isso amortizar a factura do mal que produzem.
Não é que rezem mais, não é que se penitenciem em dobro, nada disso. Acho que caminhamos para um plano onde o ser humano sente a necessidade de se avaliar com outros sentires, de se melhorar com outros argumentos, de se completar com outras convicções.
Eu, crente num Deus muito pessoal, confesso que tenho cada vez mais fé, cada vez mais vontade de me melhorar enquanto parte de um todo que, convenhamos, não vive de rezas, mesmo que elas sejam uma moleta interessante já que nos obriga a falar com "Ele(a)".
Cá por mim, muito do que nos vai acontecendo é uma forma de nos obrigar a comunicar mais e melhor com os "Santos" e muito à custa das "Cruzes" com que "Eles" nos vão "decorando" o mundo, este pedaço de terra esgotado de erros colossais com uma factura que será paga pelos que ficam.
Ingrediente a Ingrediente

Um mês destes, dei de caras com uma história de amor, e não se tratou de mais uma história romanceada, daquelas que se lêem nas revistas ou mesmo nas conversas do "ouvi dizer". Esta tem vontade própria, tem personalidade, tem episódios, tem interpretes entrosados, tem seres humanos.
Mas, como em todas as histórias de amor, os alunos também têm aulas, daquelas onde se aprende com a experiência, com o sentir na pele, com o fio que nem sempre é de mel, com o tempero que nem sempre pode ou tem que ser "aux point".
Esta é daquelas histórias de amor onde não interessa o fim mas sim o instante, onde tudo o resto pouco conta. Importante é aquele minuto a minuto, aquele sentir e dizê-lo repetidas vezes, aquele apostar sem medo de perder, aquela escolha que não vive de tendências.
Mesmo fazendo do amanhã um esplêndido sonho a dois, há um Amor - este - que não precisa de assinatura. E quando assim é, os espinhos mais não são do que provas disso mesmo, do Amor que, mais do que um sonho, é uma feliz realidade.
Francisco Moreira
(para um casal que me é próximo e me inspira)
Comédias Românticas

Peixinhos

Auto-Motivação

Obviamente que, nessa novela, encontraremos também episódios com vestígios de dor, ou mesmo tropeções de indesejável desequilíbrio, inúmeros juízos errados e algumas nódoas perfeitamente dispensáveis. Mas, na balança, e bem feitas as contas, poderemos chegar ao fim dessa reavaliação e confortarmo-nos com o resultado final, ou seja, o sumo diluído mas autêntico retirado da relação entre os mais e os menos.
Esta técnica, tão fácil e tão disponível, serve principalmente para fortalecermos a opinião que temos sobre nós próprios e, quiçá, servir de argumento para que prossigamos o nosso caminho certos de que, afinal, não somos um vazio, mas sim um poço de aprendizagem constante onde, instante a instante, vamos construindo um Eu sempre Único.
Money for Nothing

Lourdes Maria, a filha mais velha da estrela pop norte-americana Madonna, recebe da mãe todas as semanas 11 mil dólares (cerca de 7 800 euros) para os seus gastos pessoais. Uma mesada considerável de mais de 31 mil euros para que a jovem de 13 anos possa, sem olhar a gastos, comprar produtos de beleza, encomendar as peças que veste a um estilista e andar de limusina para a escola.
De acordo com um jornal italiano, que andou a fazer as contas do que os filhos menores das celebridades supostamente auferem como mesada, Lourdes Maria é a mais bem remunerada, ocupando o topo de um ranking que inclui crianças como Maddox, o filho mais velho de Angelina Jolie e Brad Pitt, que recebe cinco mil dólares (3 500 euros) por semana; Patricia e Walter, os gémeos de Julia Roberts que embolsam, a dividir pelos dois, oito mil dólares (quase 5 700 euros), e Suri, a badalada filha de Tom Cruise e Katie Holmes, que, com apenas três anos, dispõe já de mil euros por semana para os seus caprichos.
in Correio da Manhã
- Yes, we Can!

Gritos Mudos

A TUA consciência dita AGIR?










A Tromba

Pode ser que, assim, consigamos finalmente acordar, pelo menos um dia, com a ideia de que nem todos os despertares têm que ser acinzentados, muito graças à tal "tromba" que há anos transportamos da cama para a casa-de-banho, da casa-de-banho para a cozinha, da cozinha para a sala, da sala para o hall de saída, do hall de saída para a garagem e da garagem para o resto do percurso diário.
Estou em crer que, se conseguirmos surpreender o nosso baço espelho, provavelmente, conseguiremos surpreender-nos a nós mesmos, gerando um dia, pelo menos um, com cara de "todos quererem ser nossos amigos" e sem "tromba" armada em "não se aproximem de mim".
Que cor terão as cerejas em Saturno?

Dados e Dardos

Mas, convém gritá-lo, não são raras as vezes em que temos vontade de esquecer as regras da "Federação da Modalidade", expulsar o árbitro e vingarmo-nos com um soco no estômago do resultado, aquele dito destino que nem sempre nos pergunta razões nem nos permite sermos juízes em causa e casa própria.
É a vida! É o jogo! E, aceitemos ou não, mesmo não nos perguntando se queremos ou não ser jogadores, lá teremos que ir a jogo, entendamos ou não as regras, gostemos ou não do "prato", apostemos ou não... em nós, ora dados, ora dardos.
O 1º Susto

Hoje, bem cedo, o Ângelo "decidiu" dar uma forte cabeçada a uma esquina de uma porta, abrindo um lanho que, como a fotografia documenta, na altura, tendo em atenção que era um acontecimento virgem, gerou um imenso pânico, principalmente ao ver o lanho, principalmente por ouvi-lo gritar, principalmente por não saber o que fazer.
Do centro de saúde mandaram-nos para um hospital e deste hospital para outro hospital. Agora, imaginem um pai, já dele "furacão", a dirigir aflito, em hora de ponta, com os sinais de trânsito, as passadeiras e demais obstáculos. Pois, era digno de um filme de acção, embora com um Ângelo calmo, de cabeça aberta, mas bem-disposto.
Quando tudo acaba bem, acabamos por ficar bem, mas o tremer das mãos, uma hora depois de o "assunto estar encerrado", ainda tremem, gerando uma escrita - esta - algo nervosa.
Eu sei que foi apenas um lanho, embora profundo, e que a "cola" usada, se tudo correr bem - como correrá, ajudará a apagar esta cicatriz, mas, na altura, confesso, senti o quanto doí a um Pai ver sofrer um Filho.
Se ele está bem? Está óptimo! E, como curiosidade, nas urgências fez questão de dizer: "-Olá!" a todas as crianças presentes, e uma a uma, pois ele é um Senhor. (sorrisos)
Uma nota: Para que servem as urgências, emergências e "diabo-a-quatro" dos centros de saúde e hospitais centrais se, nestes casos, só podemos ser atendidos em Urgências de Pediatria que, no meio do trânsito, acabam por ficar do "outro lado do mundo", embora pareçam demasiado perto?
Ser ou não ser Monogâmico

E, diz o "sortudo", elas até se dão bem umas com as outras, ao ponto de tomarem o "Chá das 5" juntinhas da Silva. Quanto ao desfazer da cama, acrescenta, pelos vistos, a coisa é mais "discreta".
Bem, por muito que digam o contrário, certamente que já todos os homens da minha rua - e das outras todas - sonharam em poder ter uma "mantinha" extra na cama lá de casa, nem que fosse em jeito de justificação para "colmatar" o frio que se faz sentir nesta altura do ano.
Mas, por outro lado, e ciente de que estou muito bem assim, com uma "manta" que me aquece todos os poros, e há já 6 anos, apetece-me puxar o fio da meada para outro patamar. Qual? Aquele do: - Se aturar uma mulher já é complicado, como será aturar 2, 3, 4, 15, 79, 198, e ao mesmo tempo? Pois, deve ser uma terrível dor de cabeça que não estará ao alcance de uma simples caixa de aspirinas, imagino eu.
Contudo, com esta "modalidade", recente em Portugal mas com décadas, por exemplo, nos Estados Unidos, estou em crer de que se resolveria uma das grandes lacunas dos tempos modernos, ou seja, dar "relação" - e porque não relações - a tanta mulher que anda "solteiríssima", enquanto, por outro lado, patrocinar-se-ia o fim da infidelidade masculina que, segundo a mais respeitada Psicóloga Francesa, deveria ser encarada como normal, já que os homens - assume a senhora, instintivamente, necessitam de ter um ou outro devaneio instantâneo, sem que isso signifique largar a "oficial". Esta mulher, já venerada por muitos "machos" Franceses, vai mesmo mais longe ao sublinhar que o "ter muito amor para dar" faz parte da natureza dos homens e que as mulheres deveriam encará-lo com normalidade, e que umas "facadinhas" fazem sempre bem ao casamento, espevitando-o, diz ela, ela, entenderam?!.
A esta hora, quem me lê, poderá pensar que isto é uma espécie de manifesto onde tento arranjar "água extra para o meu moinho", mas, por acaso e sem acaso, não é, nem por sombras. É que, sempre que, por exemplo, leio artigos como o que referi, pego na balança e, sem demorar mais de 1 segundo, quando faço a normal comparação, verifico que estou muito bem assim, momogâmico assumido e com vontade de o continuar a ser, mesmo quando, pelo olhar - já que, felizmente, não sou cego, passa uma ou outra "manta" que, se eu não estivesse bem "quentinho", até poderia servir, mas para os pés, claro. (risos)
Coitadinhos

E é nesta base que, hoje, quando olho à minha volta, fico escandalizado com a tamanha falta de respeito que há pelas regras, pelas idades, pelos deveres, pelas obrigações, pela vida, principalmente dos outros.
E não, não é necessário pegar nos jornais para encontrar exemplos de agressões sociais de todo o tipo. Basta olhar para os discursos de inúmeros "putos" que, entre uma ameaça e um comportamento aceite como radical, ou da idade, vão, principalmente em grupo, fazendo-se passar por adultos, donos do saber e do poder que a falta de educação lhes deu. E nós, espantados e indignados, calamo-nos, como se aquele exemplo fosse ímpar, excepcional, uma influência acidental de um qualquer problema familiar vindo conjuntamente com o berço. Mas não, não há exemplos ímpares, há é cada vez mais magotes de pares, há cada vez mais insurrectos, há cada vez mais vândalos, há cada vez mais criminosos, há cada vez mais "putos", e daqueles a quem as tais regras deveriam dar uns valentes estalos, em vez de se preocuparem em fazer cumprir as lacunas da lei, a mesma que os trata por coitadinhos, esquecendo-se dos verdadeiros, ou seja, os coitadinhos de nós.
Terra Comprometida

Guerreira

Repleta de mistérios mil, de histórias e fantasias por contar,
Sempre ao sabor das lições que o tempo lhe ousou cobrar,
O tal relógio que também lhe exigiu aprender a esperar.
Entre uma palavra, um silêncio cortante e um intenso sentir
Lá vai deixando escorregar uma frase, uma vontade contida,
Um grito de ordem em desalinho, uma certeza sem dó.
Ali, no espontâneo, como se a escola só fosse feita de passado.
A Guerreira não vive de espadas, mas sim de elmos de aço.
E naquele serpentear alinhado, lá segue o seu caminho,
Sem dúvidas, sem interferências, sempre firme e segura,
Naqueles: degrau a degrau, gesto a gesto, olhar a olhar.
Nada é suficientemente intransponível ou impossível,
Muito menos o amor, aquele que junta duas pessoas,
O mesmo que se transformará em varanda sorridente,
Mais tarde ou mais cedo, mais devagar ou já amanhã.
E é mesmo ali, naquele refúgio do canto, que ela se mantém
Confiante, indomável, bela e significativamente presente,
Sempre em si, sempre por si, na conquista daquele sonho,
Que também é feito de outro ser, aquela sua luz principal.
E porque nenhuma guerra jamais se vence sem batalhas,
A Guerreira sabe bem como jogar, sabe como não perder,
Sabe onde e como pode controlar o afiar dos argumentos,
Aqueles que, sente, podem levá-la ao epílogo da felicidade.
Uma Guerreira nunca está só, ela tem sempre o seu castelo.
E é dele, seja qual for a vista, que ela cria o seu futuro simples,
Tenha ele o pavio que tiver, seja ele quente ou um imenso desafio.
É que, degrau a degrau, ninguém – e nunca - a conseguirá parar.
Francisco Moreira
Um ser inteligente nunca ousa defrontar uma Guerreira. Ela nunca perde, por mais que lhe acenem com a hipótese de derrota.
- Alguém precisa de um Táxi?

Vidinhas

Enquanto não somos adultos, queremos sê-lo urgentemente. Quando somos adultos, muitas vezes, queremos deixar de o ser.
Afinal, em que altura da vida nos sentimos realizados? Será que o nunca é a única resposta?
Pois, também sou daqueles - todos - que continuam à procura de uma resposta diferente, de uma resposta mais condizente com os tais sonhos, ora acordados, ora visualizados nos "vizinhos" ou nos filmes de outras vidas.
Quatro Paredes Estanques

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- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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