Tinta
Se a vida fosse apresentada como: "ponto final, parágrafo", certamente que todos seríamos melhores pessoas, inclusive para os outros, além do para nós. E é isso que me incomoda, principalmente quando, por diversas vezes, ao longo do nosso caminho, mais longo ou nem por isso, equacionamos o que faríamos de morrêssemos AGORA, sem a necessária segunda oportunidade para corrigir pormenores ou "por maiores", sem uma segunda hipótese de dizer o que ficou por dizer, e certamente que ficará muito. Certamente que, neste preciso momento, alguns estarão a pensar nisso: o que têm que fazer e dizer antes de o adeus se vestir de fim. Mas, infelizmente, ou natureza das coisas, essa sensação algo desinteressante, passará para segundas oportunidades, aquelas que nos são dadas todos os dias e que deixamos andar e andar, e andar... até que o ponto final passe a parágrafo, daqueles que acabam por ficar sem mais "tinta".
BIUTIFUL
Nunca mais é 2ª Feira!
Principalmente à 2ª Feira, temos uma triste mania de reclamar de que "nunca mais é sábado". E isto não é de hoje, já tem umas décadas em cima, principalmente desde que se deixou de trabalhar ao sábado, imagino. Notícia
Amanhã, um pouco por todo o mundo, será notícia o baptizado de Cristiano Ronaldo Júnior. E tenho a certeza de que não será notícia apenas na imprensa cor-de-rosa, já que não faltarão carros de exteriores e jornalistas vindos de todos os cantos do planeta "Ronaldo". Obviamente que não devemos estar sempre a ver o mal dos outros, mesmo que, em muitos casos, ele(s) sirva para amortecermos as nossas próprias dores, mas estou em crer de que, amanhã, à hora do baptizado do ano, haverá inúmeras notícias que fariam toda a diferença se o chegassem a ser... E, infelizmente, ficarão no "monte" de muitas outras, aquelas que, por falta de espaço informativo, irão directamente para o balde do lixo.
Link
Gosto de funcionar e de levar a vida num conceito de "teia", mas daquelas que não estão preocupadas com: "o que vem à rede é peixe" nem com as outras - as do "hermeticamente fechadas" em torno de si mesmas. Quando me refiro a "teias", refiro-me ao funcionar em "link", ao usar o que está ao nosso alcance para se ser útil e apoiar quem sabemos que nos apoiaria, independentemente de podermos ou não, um dia, recorrer a uma dessas ligações. O que conta é a forma como nos disponibilizamos, a maneira como nos empenhamos, a vontade com que nos entregamos.
Gosto especialmente de ser útil, ao ponto de ficar feliz (e o termo é mesmo este!) de cada vez que participo ou comparticipo, por pouco que seja, com o meu contributo. Gosto de ajudar, mesmo não encarando a "coisa" com o termo que acabei de enunciar: o tal do ajudar. É que: no meu entender - pelo menos é assim que o assimilo e o sinto, quem coloca as suas "ferramentas" ao dispor dos outros, basicamente, está a desempenhar o papel de amigo. (mesmo sabendo que a "moda" pende para o: "gato escaldado de água fria tem medo)
Todos, todos podemos ser úteis, todos deveríamos sê-lo sempre, e mais ainda nos tempos que correm. E faz-me imensa confusão quando vejo aqueles "torcer de nariz", os "sim, claro, vou tentar" completamente falsos ou, pior ainda, quando quem pede a mão recebe um "não" descarado.
Será assim tão difícil ser-se útil, mesmo que não nos peçam nada? Será assim tão "doloroso" poder fazer-se mais e melhor pelos outros, principalmente quando, ao fazê-lo, de verdade, estamos também a fazer por nós, conquistanto um sentirmo-nos melhor?!
É, gosto de usar os meus "links" - e não se entenda "links" como "cunhas" - em prol dos outros, especialmente daqueles que me dizem muito, aqueles que encaro como "meus", tenham eles laços de sangue ou não, tenham eles a proximidade de uma vida ou a distância de uma hora.
E sabem que mais?! Este é o meu "passatempo" favorito, e é daqueles que não trocaria por nenhum outro, principalmente porque à custa dele sinto-me mais gente, mais completo, mais eu. Por isso, não será de estranhar que a minha resposta a quem me agradece seja muitas vezes: - Obrigado eu!, porque, na verdade, eu é que me sinto grato estar na "ligação".
Francisco Moreira
Vírus
Num mundo onde todos andam aos gritos, inclusive os que não encontram quem os queira ouvir, torna-se cada vez mais necessário reencontrar a própria voz e a daqueles que, noutros tempos, ouvíamos com especial atenção.Portas
Gosto especialmente de "bater à porta" das pessoas. E não me refiro ao literalmente, refiro-me ao ligar-lhes, dizer-lhes que as aprecio, ir além do "eles sabem ou deverão saber". E tenho pena de não o fazer as tantas vezes que deveria ou que tenho vontade, o relógio nem sempre dá para tudo e, muitas das vezes, caio naquele do: "mais tarde, fá-lo-ei", deixando os segundos diluírem-se porque surge "isto" e o "aquilo"... Gosto, gosto especialmente de saber que "fulano" e "sicrano" estão bem, que têm a sua vida encaminhada, que fizerem "isto" e "aquilo" ou que estão a pensar no "aquele outro", gosto de sentir que os caminhos continuam, mesmo quando não os posso ver de mais perto, mesmo quando não consigo estar mais íntimo, gosto de pessoas, e muito, e é esta última expressão que, afinal, resume tudo.
Já agora, e especialmente para aqueles que não vejo ou com quem não contacto à algum ou à muito tempo, permitam que vos dedique aquilo que acabei de escrever, por mais ínfimo que vos possa parecer. Bem hajam!
Divina
Todos procuram justiça, inclusive aqueles que aguardam pelo denominada "Justiça Divina", aquela que, pelos vistos, acontece num tribunal de última instância, mas daqueles que estão acima, muita a cima - consta-se, dos tribunais terrenos.Augúrio

Carreiros
Um dos principais desvios do caminho humano prende-se com a procura incessante de atalhos alternativos, numa espécie de tentativa de melhorar aquilo que eventualmente é apresentado desde a nascença: o destino.(des)Uso
Andamos encantados com o "marketing" dos nossos dias, ao ponto de já não sabermos valorizar o tanto que "saboreávamos" nos outros tempos, aqueles em que tínhamos pouco mas julgávamos que tínhamos muito, ficando felizes por e com isso, o tal do nada, quando "transladado" para o presente. Hoje, embalados pela ribanceira do chegar às novidades, esquecemo-nos do quanto está ao nosso alcance, e sem pagar mais por isso. Chegamos ao ponto de esquecer os "nossos" e o que sempre nosso foi pela necessidade de "parecer", mesmo que a "maquilhagem" não se aguente mais do que o tempo necessário para a "fotografia da praxe".
É, entre outras "doenças", estamos a ficar cegos e surdos, principalmente naquelas alturas em que deveríamos ser chamados à tábua da razão, nem que fosse tão só para percebermos que o mundo não é (somente) aquela montra virtual que a troco de "cêntimos" nos pode dar prazer, principalmente quando (eventualmente) descartável ao fim do rápido (des)uso.
De que é que estou para aqui a falar? Se do cão ou do "pirulito"?!
Não estou a falar de nada, embora me refira a quase tudo.
Troika
Começo por referir que, à décadas, adoro seguir as noites televisivas em dias de eleições, principalmente a "solo" e em eleições legislativas. E hoje, como não poderia deixar de ser, lá estive de "zapping" na mão. Quanto aos resultados, e quando faltam apurar 30 freguesias, permitam que escreva que, no meu ponto de vista, não há um vencedor, pior, há vários derrotados, mas a isso já estamos habituados, embora, quase sempre, "todos" se assumam como vencedores.
Pedro Passos Coelho, apesar de ter tido o maior número de votos, não ganhou como deveria, dadas as circunstâncias politico-económicas do País. No mínimo, para ser considerado um vencedor, deveria ter ganho com maioria absoluta. Recordo que Sócrates, à 6 anos, venceu com maioria absoluta com condições muito menos favoráveis do que as actuais para o líder do PSD. Mais, acho que ainda ninguém percebeu que este será um governo refém de um PP - Paulo Portas ou Partido Popular (será egocentrismo ter escolhido esta sigla?!), que, dada a campanha e o não (aceite) acordo pré-eleitoral, custará bem caro a Passo Coelho, aparentemente com vontade mas sem a "estaleca" necessária para assumir um papel forte e inquestionável, algo que Sócrates sempre conseguiu junto dos seus ministros, todos, mesmo quando as coisas estavam mais "azedas" em termos de popularidade.
Faço uma "vénia" ao PCP, ou CDU, se preferirem, por continuar "estoicamente" a sobreviver, independentemente do envelhecimento do seu eleitorado e da sua "cassete".
Quanto ao BE, ficou provado que, afinal, as "fintas" (apoio a Manuel Alegre seguido de Moção de Censura) deram para o "torto", prevendo-se que, a médio prazo, possa diluir-se, tal como aconteceu com o PRD (um partido que existiu sob a "capa" de Ramalho Eanes).
E para não me alongar muito mais, em jeito de remate, até acho que é "bom" voltarmos a ter uma AD, mesmo com "submarinos" e "torpedos" ao longo de uma nova legislatura que, ou muito me engano, nos bastidores, terá inúmeros episódios, ao jeito da era Durão Barroso. Só espero é que ninguém deserte!
* Ah! Só mais uma nota: espero que os milhões que não foram votar que, pelo menos desta vez, não andem a "gritar" que os políticos são "isto e aquilo", porque foram eles - os cidadãos que só o são quando lhes interessa ou têm que o ser - que também os escolheram, a estes.
Tenho Dito
O assunto em questão, no meu ponto de vista, merece uma aprofundada reflexão e, mais do que isso, um volume de dissertações e opiniões que, confesso, evitarei, principalmente porque, na verdade, tudo o que seja mais do que "duas palavras", geralmente, é interpretado como "seca", já que "ninguém" tem pachorra para ouvir falar de política, quanto mais "lê-la", esquecendo-se de que é a política que dita o nosso amanhã, queiramos ou não, votando ou nem por isso... Porque vai estar um excelente dia de praia no Domingo.Votos

Entrada
Anda "meio mundo" à procura de uma saída quando, no meu entender, o mesmo "meio mundo" deveria andar à procura de uma entrada, de uma nova entrada. É que, para que se perceba, muitas das questões aparentemente "insolúveis" - aquelas que tantas "correntes de ar" provocam -, em termos de resultados, dependem mais de "entradas" do que de "saídas". Nós é que teimamos em continuar a ver pelo ângulo errado, ao jeito do "tudo se resolve por obra de uma Sta. qualquer".Estou em crer de que se fizéssemos mais e melhor por encontrar novas ou renovadas alternativas não teríamos que ficar à espera que a "porta" nos caísse do céu ou do vizinho do lado ou que a janela com vista para a "solução" não se limitasse a ficar entreaberta entre a vontade e o sonho, principalmente naquelas alturas em que o delírio do desejo leva o acreditar para uma espécie de oásis de fantasia. Mais, estou em crer de que procurando novas perspectivas, muito provavelmente, além de contornarmos aquelas que não param de nos incomodar, passaríamos (ou passaremos, melhor dizendo!) a dedicar mais atenção (e tempo) ao verdadeiro avançar.
É que, por muito que procuremos saídas, na verdade, temos mais hipóteses de sair entrando do que de sair esperando. E só não o percebemos e aceitamos de uma vez por todas, porque habituamo-nos ao conforto desconfortável da espera.
Multa
Não paramos de andar em excesso de velocidade, e não me refiro apenas e tão só aos limites rodoviários, refiro-me aos excessos que transportamos diariamente às costas: a velocidade vertiginosa em que conduzimos a nossa vida.Puzzle
Madrugada dentro, o assunto era "puzzles": aquelas peças que se encaixam umas nas outras ou que se tentam encaixar, seja à força, por conveniência, crença ou alegando uma outra qualquer justificação.Sótão
Por muitos exemplos que a vida me continue a mostrar ao jeito do contrariar, ainda sou daqueles resistentes que dizem em voz alta que as pessoas valem a pena, por maiores que possam ser as hecatombes. Sim, continuo a apostar nas pessoas, mesmo que "às cegas", mesmo que equilibrado no fio do "tudo ou nada".E para justificar a contabilidade, posso recorrer ao simples argumento que frisa que antes das "10" tentativas tinha "0" de acréscimo e que, depois delas, passei a ter mais "1", mesmo que, na "prova dos nove" - aquela que soma as "conquistas" e subtrai os "adeus", se possa manter a balança no "meio-meio", sem grandes alterações, mesmo existindo - já que se vai "apurando os ombros".
Não, não se passa nada. Estava apenas para aqui "encostado" às amizades, a olhar para a minha lista de números de telemóvel... Estava a deslizar o "botão do abecedário" e a reparar naqueles para quem mais ligo e nos que mais me ligam (mesmo que isso não seja um "medidor" - não o é!), e a notar que, como em tudo na vida, o tempo faz questão de nos direccionar ao sabor dos instantes. É, até as listas de números de telemóvel mudam, e muito!
Claro que há números que, infelizmente e pelas mais diversas razões - umas mais normais do que outras, deixaram de se "fazer ouvir", claro que há pessoas que deixaram de se "fazer contar"... Mas, por outro lado, o que realmente interessa, é poder reparar-se que: enquanto uns se transformam em nevoeiro e outros se vestem de sol, dá um gozo tremendo sentir que se pode continuar a ser valorizado e valorizar, independentemente da estação do ano, aquela "ventania" que, de quando em vez, faça chuva ou faça sol, nos ajuda a limpar o pó ao "sótão" da amizade.
Francisco Moreira
Letras
Apesar de nem eu conseguir decifrar a minha própria assinatura, gosto de assinaturas, daquelas que vão muito além das sílabas. Gosto de quem assina com honra, com a certeza de que está a honrar a sua história, o seu portefólio, a sua linha de acção.Conta
Todos temos uma luz natural, uma luz interna, uma luz que, sem nos apercebermos, é mais intensa do que imaginamos, uma luz que consegue melhores resultados do que os "interruptores" a que recorremos regularmente. E é uma pena não acreditemos ou tenhamos a capacidade de a perceber, de a aceitar, de a quantificar e - pior ainda - de a usar mais e mais vezes, ou tantas quanto necessário.Andamos vezes de mais às escuras, e sem nos darmos conta de que somos uma conta que conta e não apenas um caminho a caminho da factura.
Por mais apagados que pareçamos, todos somos iluminados, todos podemos iluminar, todos podemos ser "túnel", todos podemos ser melhores, quer para nós, quer para os outros.
O problema - julgo eu!, passa por não acreditarmos o suficiente no nosso "pavio", não valorizarmos suficientemente a nossa chama, não encandearmos mais do que meros "mínimos exigidos". O problema - afirmo eu!, passa por passarmos demasiado tempo a esconder-nos dentro de uma espécie de lamparina, e daquelas que se "abanam" mais do que iluminam.
Estou certo de que se fôssemos mais crentes na importante "conta" que somos pagaríamos muito menos "conta", principalmente à conta de outros.
Nações Unidas
Fazem-me alguma confusão os alguns exageros cerebrais em função de coisas tão banais como o futebol. Mas começo por fazer notar que esses exageros ainda são uma minoria, pelo menos pelo que vejo. Não estou a tocar em clubes, ou melhor, toco em todos, dos mais pequeninos aos mais "gigantinhos".
E, pior do que embarcar nesses quase fanatismos, julgo eu, é patrociná-los, dar-lhes visibilidade, acrescentar-se-lhes as próprias vozes.
Que bom era o futebol quando não se degladiava tanto em insultos e em agressividade. Que bom era o futebol quando não se fazia do adversário (mesmo quando está fora de jogo) o principal lema para se festejar uma vitória. Que bom era o tempo em que, independentemente dos emblemas que apreciassem, todos ficavam felizes com uma equipa a representar o seu País.
Hoje, infelizmente, as coisas são mais "guerrilheiras". E de quem é a culpa? Dos outros e, claro, de nós, aqueles que se riem dando a ideia de que tais atitudes "têm piada", por mais infelizes que o sejam e independentemente de quem as protagonize.
* Já agora, e fugindo um pouco do tema, confesso que fiquei algo triste ao ler um jornal de hoje que chamava a atenção (demonstrando-o) para o facto de na celebração da vitória do FCP em Dublin não se terem visto jogadores com a Bandeira Portuguesa (exceptuando o Beto com uma micro-bandeira) e de, ironicamente, se ver um jogador da selecção Portuguesa com a Bandeira do país onde nasceu, que não é Portugal. Exagerando, quem visionou o jogo por este mundo fora, provavelmente pensou que quem ganhou a Liga Europa não foi uma equipa Portuguesa mas sim uma equipa das Nações Unidas.
Gosto
Quantas serão as vezes em que quem se dá ao prazer de escrever neste aparelhómetro a que chamam teclado desiste a meio de um ou outro pensamento?*Ah, e o melhor é fazer como eu (ou talvez não!): escrever sem reler, para que não nos sintamos impelidos a fazer "não gosto", ou melhor, "delete".
Cotovelos
Uma das principais questões dos "dia de hoje" prende-se com a falta de comunicação, com a falta de "percebas", isto apesar da sufocante globalização, principalmente em termos de comunicação e informação.Recreio
Anda meio mundo à procura de respostas e outro meio mundo a tentar vendê-las, mesmo que de borla, ou nem por isso.Todo
Tal como a imagem que aqui apresento, a vida tem dois lados, apesar de pensarmos que vivemo-la predominantemente num estado intermédio, ora com raios de sombra, ora com raios de luz.Colecções
Todos temos fragilidades por mais musculado que esteja o nosso acontecer, por mais inquebrável que pareça o nosso caminho. Todos, sem excepção, são demasiado frágeis, demasiado vulneráveis.Ponto
No meio de tantas lágrimas, tantas delas escondidas por detrás da maquilhagem dos dias, é inspirador ver um ou outro sorriso, sentir uma ou outra alegria, por mais simples, por mais ténue que pareça.Primavera
Gosto especialmente desta imagem. Faz-me lembrar imensas ideias e ideais, daqueles que floriram, mesmo em ambientes, aparentemente, pouco dados a "verdura", mesmo envoltos em "arame farpado" ou em muros anunciados como impossíveis de ultrapassar.É bom, mesmo bom, de cada vez que se assiste ao romper da "primavera", por mais "invernos" que se movimentem em prol de um qualquer "desassossego". É bom, muito bom, quando vemos ramos a ramificarem no cinzento de uma auto-estrada cinzenta.
E esta imagem, esta ideia, estas palavras, dirijo-as a quem tem coragem de continuar, quem não se associa ao "tem que ser" ou ao "é a vida", a todos aqueles que fazem do seu querer um novo dia, independentemente dos percalços e rasteiras que possam atrasar os seus passos...
Acreditar na bandeira do Viver e Vencer e fazer dela o mote para um caminho melhor é sempre de enaltecer, mesmo quando a derrota teima em anunciar que (também) faz parte de todo e qualquer resultado final.
Francisco Moreira
Intervalo
Estou a precisar de dar descanso às teclas, principalmente porque sinto que, mais dia, menos dia, elas se soltarão do teclado para me darem uma valente "porrada".O melhor mesmo, acredito, será dar-lhes umas "pontes" ou um fim-de-semana prolongado numa secretária paradisíaca, de maneira a, como quem não quer a coisa, ter justificação para o próximo "embate", um daqueles que, pelo que prevejo, será ainda mais cansativo do que agora chegou ao fim, ou melhor, ao intervalo.
Instantes
O calendário tem sempre o engenho de nos fazer rever memórias, principalmente aquelas que não queremos esquecer, que nunca devemos deixar abandonadas num qualquer baú. Acerca de mim
- FM
- Portugal
- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.
Outros Dizeres
Porto Canal
O Livro do Ano
Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo
...Sempre...
A Visitar...
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