Águia noutros Ninhos

Não menos grave é o facto de já ter ido algumas vezes ao Estádio do Dragão e hoje ir ao de Alvalade sem nunca ter tido a honra de ter visitado o novo Estádio da Luz, a catedral da minha equipa de eleição.
Será que é por estas e por outras que dizem que a bola é redonda? É que, nestes meus comportamentos, não encontro "ponta por onde se lhe pegue".
Pensamento... à minha Maneira

Mr. Sábado

A Vida também se Vive

Um dia destes, assim sem me avisar, retiro-me de mim mesmo e decreto uma semana inteira para fazer pequenas-grandes coisas que tanto prazer me dão, de maneira a tentar aprender de uma vez por todas que a Vida também se Vive, além daquela matemática dos créditos e débitos com que os dias nos brindam, em jeito de obrigatoriedade, em jeito de pagamento, em jeito de "tem que ser".
Miss 6ª Feira

Trinaranjus Laranja

Eu sei que, naquele percurso entre a caixa registradora e a mala do carro, não paro de me perguntar o porquê de ter gasto tanto dinheiro, ainda por cima com os descontos do combustível e do tal cartão fidelizador a darem uma de "atenuadores", mas, verdade seja dita, ao fim de apenas 1 minuto, já me arrependi de ter "decorado" o carrinho com este mundo e o outro, e tudo por causa do maldito "Trinaranjus Laranja", aquela garrafa que, para não se sentir só, levou-me a comprar mais 6.
É, vou ter que me virar para a água, e de preferência da torneira, só para evitar aturar este meu cartão multibanco que nunca esteve tão irritante como nos dias que correm. Deve ser por causa da doença que lhe foi diagnosticada, uma tal de anorexia militante.
Miss 5ª Feira

Miss 4ª Feira
Límpido

Que fosse um "Ò gente da minha terra", um "Gaivota" ou mesmo um "Povo que lavas no rio"... Isso sim, seria cantar um fado, seria o espalhar de um turbilhão de emoções, ora cinzentas, ora saudosas, mas sempre sentidas, sempre no acorde da guitarra, a Portuguesa, aquela que é única no desfiar da tristeza, digo eu.
Mas para quê cantar um fado? Para quê ser fadista por 5 minutos se nunca o fui, se nunca o serei?!
É tão simples de sentir - tal como o fado - mas tão complicado de explicar...
Gostava de cantar um fado, uma daquelas letras que entram nas almas mais seguras, que abalam as personalidades mais fortes, que embalam o histórico das lágrimas passadas...
Gostava tanto de saber cantar um fado, nem que fosse por uma noite, por um aceno, por um despejar de todas as mágoas que ficaram, de maneira a, depois daquele último acorde da guitarra, poder olhar para cima, enxugar todas as lágrimas de uma vida, respirar fundo e, límpido, dar início a um caminho, nem que fosse o mesmo, mas desta vez sem xailes.
Mister Sábado

Miss 3ª Feira

Essências

Mas, como referia, nos últimos tempos não me tenho dado a muitos "tempos-extra", razão pela qual, ao escrever isto, tento mentalizar-me de que não posso deixar este Blog - já com 3 anos - arrastar-se pela diminuição galopante do número de "Posts".
Para aqueles que por cá passam há bastante tempo, sabem que chegava a "Postar" 8 e 9 vezes por dia. Hoje, infelizmente, adicionar um novo texto, chega a ser de uma vez de 2 em 2 dias, isto tendo em conta o nível de dedicação com que geralmente me entrego a cada uma das minhas, vamos chamar-lhe, crónicas.
Em resumo, e porque chega de "lenga-lenga", vou tentar regressar à fórmula antiga, aquela em que "Postava" imenso, nem que fosse para deixar um "Pensamento Instantâneo", feito na hora mas com assinatura, a mesma que assume este renovado compromisso.
Só tenho pena é de não me poder comprometer com as visitas que tantos Blogs Amigos merecem... E merecem tanto!
Deixa andar!

Mas, se assim é, porque é que continuamos a "deixar andar", porque é que continuamos a "deixar para amanhã", principalmente quando o "amanhã", geralmente, nunca tem a nossa autorização para ver a luz do dia?!
É, somos uns cobardes, uns medrosos, uns pessimistas, uns... Bem, já chega de auto-flagelação, aquela que, não sendo só minha, e se se puser a mão na consciência, serve para todos, sem excepção.
Não menos interessante e preocupante é o facto de, mesmo concordando com o que está escrito, limitar-mo-nos a aumentar timidamente o factor vontade, já que quanto à acção, na maior parte das vezes, só lhe damos vida quando ouvimos o grito da necessidade, o que é uma terrível pena.
Miss 6ª Feira

Pernas para que te Quero

Miss 5ª Feira

Blog em Apuros
Carnaval é todos os Dias
Spoiled
Podes ajudar-me?
Esfiapar em Pijama

Ilhas ao Alto

Bom, porventura, com o facto de já não se passar à porta de entrada dos vizinhos, terão pensado muitos, as coscuvilhices reduziriam substancialmente, principalmente por falta de argumentos visíveis para trocar, como se de cromos se tratasse. Mas, enganamo-nos todos. As conversas deixaram de ser à janela uns dos outros para passarem a ser à porta do prédio de todos, como se houvesse uma espécie de reunião de condomínio com acta mas sem agenda, ou melhor, com agenda sempre aberta a novos capítulos.
Claro que esta mudança toponímica das ilhas levou a que as informações alheias ficassem mais retalhadas, principalmente por já não se viver "para sempre" na mesma rua, por sermos autênticos nómadas distritais, ou seja, uns imigrantes, outros emigrantes.
Mas o que mais me apetece realçar é que, nesta nova forma de habitar, além de se perderem velhos e positivos hábitos, tais como pedir sal emprestado ou ter alguém que socorresse ao primeiro gemido, perdeu-se a identificação, ou seja, todos podem falar de nós - e nós dos outros - mas sem se saber verdadeiramente quem são ou o que fazem. Estamos na era da coscuvilhice por suposição, aquela que não deixa de ter "pano para mangas" mas que carece de "documentação" visível, a tal do: "- Eu vi com os meus próprios olhos", sim, os tais que a "terra há-de comer".
São os tempos, estas modernices de ter que aprender a usar a Internet para se estar devidamente informado, devidamente documentado. É que, bem vistas as coisas, sabe-se mais do vizinho no "Google" do que na soleira da porta do prédio, o que faz entrar em desespero, principalmente quem não tem "banda larga".
Francisco Moreira
Estalo de Deus

Por outro lado, não há ninguém que nunca tenha parado 1 segundo para pensar no que o outro lado lhe "reserva" mas, "como quem não quer a coisa", atiramos o pensamento para trás das costas e continuamos com os nosso erros, virtudes, pecados e afins.
Mas, neste caso concreto, o que me leva a escrever sobre isto é, provavelmente, mais interessante ainda. O que acontecerá quando "partimos" em termos de revelação? O que é que nos dirão logo na cara quando lá chegarmos? Estará à nossa espera um recepcionista com um prospecto, onde poderemos ler o que nos calhou na "rifa"? Teremos um contabilista das almas que, puxando-nos pelas orelhas, nos dita a "conta" a pagar?
Cá por mim - e pensava nisto um dia destes, acho que levamos logo um estalo, e daqueles que não doem mas que explicam num raio o que, afinal, andamos e porque é que andamos neste intitulado planeta terra. Ou seja, e em resumo, acho que, quando lá chegamos - se é que chegamos ou voltamos à estaca zero, é-nos apresentada uma "palavra" que explica com total clarividência porque é que nos comportamos desta ou daquela maneira, sem que haja azo a equacionarmos contra-argumentar.
É, acredito que somos logo esclarecidos e que, numa espécie de suspiro, passamos imediatamente ao: " - Ah, então é por isto que fizemos isto e nos fizeram aquilo!?!", seguido de um: " - Compreende-se. Tinha mesmo que ser assim.", e por ali andaremos, melhor do que sempre, e certos de que, afinal, aquilo a que chamam vida, pouco mais não é do que uma aula em jeito de reprimenda oferecida por Deus, seja Ele quem ou como for.
Prendas Ejaculativas

Com tudo isto, em jeito de provocação, o que proponho a todos os que namoram é que usem o calendário para tentarem perceber se namoram ou coexistem, se namoram ou coabitam, se namoram ou fazem por não estarem sozinhos. É que, pelo que vou vendo, principalmente naqueles jantares do desespero, anda para aí muita gente "enganada", sem saber o que está ali a fazer, além de contribuir para que o "Dia de S. Valentim" seja um dos mais lucrativos do ano, em termos económicos, claro, já que, em termos de amor - e perdoem-me a triste mas extremamente explicita expressão - não faltam casais do "vou ali e venho-me já".
É.

É com as aulas dos anos que aprendemos a valorizar o tempo, mesmo quando a consciência continua a fazer contas na balança do existir e nos repete vezes sem conta que continuamos a desperdiçá-lo, minuto a minuto, abraço a braço, gesto a gesto, ruga a ruga.
Será que não aprendemos?!
Aprender, aprendemos, principalmente naquelas alturas em que a "prova dos 9" nos vai explicando que estamos errados, que estamos no limite do desperdício, que chegará o dia em que nos arrependeremos, e muito.
O que fazer? Aqui está a resposta que todos conhecemos: viver mais e melhor, viver pela vida, e porque a vida existe para que desfrutemos dela, para que, com ela, aprendamos a valorizar o que realmente vale a pena.
E, ao género de "pescadinha de rabo na boca", regresso ao início, ao tal do: É. Porquê? Porque se nos déssemos ao trabalho do "ponto final, parágrafo", certamente que veríamos o tempo que desperdiçamos nos argumentos que nos levam a adiar o viver, principalmente justificando sempre com outra bengala, uma tal de: " - É a vida!". Pois É.
Figuras e Figurinhas

Não há "bota" que consiga dar um pontapé no "Vitinho", na altura, da nossa irritação ou no "Topo Gigio" da nossa incontestável devoção. Há sempre uma caderneta de slides que ficam para sempre, e refiro-me ao disco do FR David com o "Words" - o primeiro que comprei, ao gelado "Dedo", ao "Espaço 1999", ao "Vai-Vem" que inundou as praias, ao treino do "Breakdance" e, claro, aos "Jogos sem Fronteiras" da nossa militância.
Bem vistas as coisas, o nosso passado está recheado de "Bombocas", daquelas que eram "só para mim", sendo que o "para mim" era um vício de todos, tal como os "tubinhos" de líquido "Fa" que faziam as delícias gustativas de qualquer "jovem" que se prezasse como tal. Obviamente que terei que enunciar muito mais coisas, tais como: os cromos do Benfica e dos outros, sem esquecer os do "Sandokan", as sapatilhas "Le coq sportif" brancas - que sucesso fizeram - e, não menos importante, os blusões "Kispo" com carapuço de pêlo e os originais "Viauto" que, sendo usados pela BT, eram a peça de vestuário de todos os dias, tal como as "Texanas" com protectores barulhentos e as calças que ficavam estrategicamente a 5 centímetros dos sapatos, assim ao "estiloso azeiteiro", quando, claro, coadjuvadas pela volta em prata bem visível por cima de uma camisa aos quadrados.
Da laca e das horas em frente ao espelho, talvez não valha a pena falar, mas não posso deixar de me debruçar sobre as "chiclas" com vestidos para recortar e colar, os "calquitos" de guerras decalcáveis sem fim, as "caricas" em pistas de areia a imitar o Mario Andretti, os "cubos-mágicos" e o "yô-yôs" dos campeões, assim como as partidas de futebol de rua, sempre com pedras a marcarem os postes da felicidade de criança, crescida, claro.
Já lá vão uns valentes anos, e nalguns casos, umas interessantes décadas, mas, mesmo assim, não consigo esquecer aquele coleccionar escrito de matrículas de automóveis que originavam o carregar-se com o material escolar de quem não tinha apostado nas letras certas, e era por isso que eu me safava com as "MX", já que os veículos do exército andavam por outras "terras" que não a Escola de Valadares, a mesma do "trinca-cevada", do "Bolycao" e do professor que ia de "fato-macaco" para as aulas com testes de "cruzinhas" onde a maioria reprovava.
Claro que me lembro da "Gina", e quase vomitei, lá para os 10 anos de idade. Claro que me lembro daquele beijo em que quase parti um dente, claro que me lembro do anel retirado às máquinas de 2$50 que dei àquela rapariga da sala ao lado, na 3ª classe, e de qual deixei de passar à porta durante todo o resto do ano escolar.
Sim, também houve as histórias dos "médicos e enfermeiras", do "cair ao poço" com direito a beijo e, claro, dos "Kentucky" que, quando faltavam, eram trocados por barba de milho enrolada em papel, inclusive higiénico.
Mas, convenhamos, não foram só figuras tristes. Houve também momentos de glória, como aquela tarde nas dunas da praia da Madalena em que... Pois!
Enfim, o passado tem muito mais figuras e figurinhas do que imaginamos, principalmente quando, hoje, somos ofuscados por tudo e mais alguma coisa, quando hoje, convenhamos, podemos ver todas estas coisas num tal de "Google", como se, assim, pudéssemos regressar àqueles tempos num micro-segundo, o que não é verdade, de todo.
As "Bombocas" e o "Specktrum" já não são o que eram, e já nem o "Coelhinho vai com o palhaço ao circo", muito menos em alturas em que o "Tulicreme" deixou de ser moda e, mais triste ainda, acabaram com o "Tom Sayer", com a "Heidi", com a "Gabriela" e com o "Pão com Leite" que nos davam na primeira classe, sim, naqueles tempos em que não haviam infantários, em que jogávamos ao Peão, ao Berlinde e ao "Pica", sem esquecer o "por trás do pavilhão" ou as faltas à quarta-feira à tarde para ir ver o Benfica ir a Roma dar 2 a 0 num café sem nome investido de "Taça dos Campeões", tal como se lia na "Gazeta dos Desportos".
É, saudades, muitas. E mudam-se os tempos, mudam-se os cromos, assim como se fosse ridículo ter vivido com todas aquelas "caretas", as que nos faziam sentir verdadeiramente especiais, embora iguais a todos, ou quase todos.
As insignificâncias da Vida

Até Já, com sabor a passado, com sabor a Vida.
"Ídolos"
Isto de se ter uma Deusa que, ao Domingo, gosta de ficar "colada" ao "Ídolos", quando temos o nosso próprio "Ídolos" para apresentar, mas noutro espaço, por vezes, obriga-nos a ter que recorrer a tácticas extremas, de maneira a que, no "meu palco", ela sinta que pode ter dois em um. (sorrisos)
Vai daí, sem "meias-medidas", e com recurso a amigos comuns, em plena final do melhor Concurso de Karaoke do País, entendi presenteá-la publicamente com esta pérola encomendada. Afinal, quando o "Maomé não vai à montanha", com imaginação, há sempre maneira de levar a "montanha" ao Vice Versa. (risos)
Francisco Moreira
Slides por Revelar

Mas, está na hora de virar de vez a página do calendário que me diz já ser 2ª Feira, aquele que dita que este tanto em que penso e sinto "já lá vai", mesmo sabendo que este impiedoso calendário que teima em me fazer sublinhar marcos, momentos e transições, jamais deixará que os instantes se assumam como pormenores "em vão".
Não, não estou a ser objectivo, nem talvez o esteja a ser propositadamente, muito à custa do cansaço de que os meus ombros, neste preciso momento, reclamam, mas apeteceu-me escrever, sem fio mas com novelo, apeteceu-me riscar na agenda mais um pequeno passo que, mesmo sem revelações concretas, não deixará de ser único, não deixará de ser dele, tal como este (escondido) calendário que, mais do que nunca, insiste em fazer história, a minha história.

- FM
- Portugal
- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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