Testo

Nem todos gostam de loiras, nem todos gostam de morenas, nem todos gostam de magras, nem todos gostam de tanta, tanta coisa... Mas ainda bem que há quem goste, e volto à questão do "testo", nem que seja para frisar uma vez mais que tudo depende de muita coisa.
No entanto, este "post" pretende atingir outros objectivos: aqueles que têm a ver com a falta de sensualidade - e não me venham com a tese da "bela e da monstra", para que não tenha que vos atirar uma vez mais com o "testo".
Entendo que, acima de tudo, a beleza física - que é o mote desta questão, depende do bom gosto e não do que se veste ou, neste caso, despe. E, com poucos dias de calor, infelizmente, já brotam exemplos bizarros um pouco por todo o lado, independentemente do nível cultural, social ou económico das visadas, ao ponto de, em certas alturas, dar graças a "Deus" por andar quase sempre protegido com óculos de sol.
Cartão

Pois.

Jogo

Elos

Asco

Mas é a vida, o tal de: "a minha liberdade termina quando afecta a liberdade dos outros", e esta é, convenhamos, uma frase feliz.
Não acredito em anarquias, sejam elas mais "minorias" ou mais "interesseiras". Acredito que podemos ser melhores e fazer melhor se nos pautarmos por princípios, por valores, por linhas de acção consentâneas com o evoluir dos dias, com o evoluir da raça humana.
Mas neste campo, o das proibições, o que me gera mais confusão e "asco" é a forma sorrateira e mesquinha com que muitos de nós, seres humanos e eventualmente humanizados - já que necessitamos da sociedade e não resistiríamos numa "cabana junto à praia", não se importam nada de ultrapassar as regras e as proibições para chegarem ao seu "paraíso", mesmo que ele, o tal "paraíso", não valha mais do que 1 cêntimo, e muitas das vezes acabe abandonado pelo "comprador".
É que; feitas as contas na balança da vida, mais tarde, ou mais cedo, os prevaricadores acabarão por sentir em dobro o veneno que instalam sorrateiramente pelas vias do bem, mesmo que, no tribunal final, se desculpem com os "vipes" de uma anarquia infectada que, na verdade, nunca foi a deles, ou melhor, só o é ou o foi quando lhes interessa ou enquanto interessou.
Em resumo; enojam-me os comportamentos incorrectos de quem tanto se arvora de correcto, quando, na verdade, vivem à sombra da correcção e do nome que outros criaram, poro a poro, batalha a batalha, sem falsos moralismos. Ou seja: neste mundo de regras, no meu ponto de vista, deveria ser proibido dar ouvidos a "maçãs podres", principalmente quando se tentam promover como "de marca". Mas, por outro lado - e aqui é que está o epicentro da questão!, não há colheita que perdure, principalmente quando a podridão se transforma em lema, mais ainda quando as "frutas" chocam umas com as outras.
Tinta

Certamente que, neste preciso momento, alguns estarão a pensar nisso: o que têm que fazer e dizer antes de o adeus se vestir de fim. Mas, infelizmente, ou natureza das coisas, essa sensação algo desinteressante, passará para segundas oportunidades, aquelas que nos são dadas todos os dias e que deixamos andar e andar, e andar... até que o ponto final passe a parágrafo, daqueles que acabam por ficar sem mais "tinta".
BIUTIFUL
Nunca mais é 2ª Feira!

Notícia

Obviamente que não devemos estar sempre a ver o mal dos outros, mesmo que, em muitos casos, ele(s) sirva para amortecermos as nossas próprias dores, mas estou em crer de que, amanhã, à hora do baptizado do ano, haverá inúmeras notícias que fariam toda a diferença se o chegassem a ser... E, infelizmente, ficarão no "monte" de muitas outras, aquelas que, por falta de espaço informativo, irão directamente para o balde do lixo.
Link

Quando me refiro a "teias", refiro-me ao funcionar em "link", ao usar o que está ao nosso alcance para se ser útil e apoiar quem sabemos que nos apoiaria, independentemente de podermos ou não, um dia, recorrer a uma dessas ligações. O que conta é a forma como nos disponibilizamos, a maneira como nos empenhamos, a vontade com que nos entregamos.
Gosto especialmente de ser útil, ao ponto de ficar feliz (e o termo é mesmo este!) de cada vez que participo ou comparticipo, por pouco que seja, com o meu contributo. Gosto de ajudar, mesmo não encarando a "coisa" com o termo que acabei de enunciar: o tal do ajudar. É que: no meu entender - pelo menos é assim que o assimilo e o sinto, quem coloca as suas "ferramentas" ao dispor dos outros, basicamente, está a desempenhar o papel de amigo. (mesmo sabendo que a "moda" pende para o: "gato escaldado de água fria tem medo)
Todos, todos podemos ser úteis, todos deveríamos sê-lo sempre, e mais ainda nos tempos que correm. E faz-me imensa confusão quando vejo aqueles "torcer de nariz", os "sim, claro, vou tentar" completamente falsos ou, pior ainda, quando quem pede a mão recebe um "não" descarado.
Será assim tão difícil ser-se útil, mesmo que não nos peçam nada? Será assim tão "doloroso" poder fazer-se mais e melhor pelos outros, principalmente quando, ao fazê-lo, de verdade, estamos também a fazer por nós, conquistanto um sentirmo-nos melhor?!
É, gosto de usar os meus "links" - e não se entenda "links" como "cunhas" - em prol dos outros, especialmente daqueles que me dizem muito, aqueles que encaro como "meus", tenham eles laços de sangue ou não, tenham eles a proximidade de uma vida ou a distância de uma hora.
E sabem que mais?! Este é o meu "passatempo" favorito, e é daqueles que não trocaria por nenhum outro, principalmente porque à custa dele sinto-me mais gente, mais completo, mais eu. Por isso, não será de estranhar que a minha resposta a quem me agradece seja muitas vezes: - Obrigado eu!, porque, na verdade, eu é que me sinto grato estar na "ligação".
Francisco Moreira
Vírus

Portas

Gosto, gosto especialmente de saber que "fulano" e "sicrano" estão bem, que têm a sua vida encaminhada, que fizerem "isto" e "aquilo" ou que estão a pensar no "aquele outro", gosto de sentir que os caminhos continuam, mesmo quando não os posso ver de mais perto, mesmo quando não consigo estar mais íntimo, gosto de pessoas, e muito, e é esta última expressão que, afinal, resume tudo.
Já agora, e especialmente para aqueles que não vejo ou com quem não contacto à algum ou à muito tempo, permitam que vos dedique aquilo que acabei de escrever, por mais ínfimo que vos possa parecer. Bem hajam!
Divina

Augúrio

Carreiros

(des)Uso

Hoje, embalados pela ribanceira do chegar às novidades, esquecemo-nos do quanto está ao nosso alcance, e sem pagar mais por isso. Chegamos ao ponto de esquecer os "nossos" e o que sempre nosso foi pela necessidade de "parecer", mesmo que a "maquilhagem" não se aguente mais do que o tempo necessário para a "fotografia da praxe".
É, entre outras "doenças", estamos a ficar cegos e surdos, principalmente naquelas alturas em que deveríamos ser chamados à tábua da razão, nem que fosse tão só para percebermos que o mundo não é (somente) aquela montra virtual que a troco de "cêntimos" nos pode dar prazer, principalmente quando (eventualmente) descartável ao fim do rápido (des)uso.
De que é que estou para aqui a falar? Se do cão ou do "pirulito"?!
Não estou a falar de nada, embora me refira a quase tudo.
Troika

Quanto aos resultados, e quando faltam apurar 30 freguesias, permitam que escreva que, no meu ponto de vista, não há um vencedor, pior, há vários derrotados, mas a isso já estamos habituados, embora, quase sempre, "todos" se assumam como vencedores.
Pedro Passos Coelho, apesar de ter tido o maior número de votos, não ganhou como deveria, dadas as circunstâncias politico-económicas do País. No mínimo, para ser considerado um vencedor, deveria ter ganho com maioria absoluta. Recordo que Sócrates, à 6 anos, venceu com maioria absoluta com condições muito menos favoráveis do que as actuais para o líder do PSD. Mais, acho que ainda ninguém percebeu que este será um governo refém de um PP - Paulo Portas ou Partido Popular (será egocentrismo ter escolhido esta sigla?!), que, dada a campanha e o não (aceite) acordo pré-eleitoral, custará bem caro a Passo Coelho, aparentemente com vontade mas sem a "estaleca" necessária para assumir um papel forte e inquestionável, algo que Sócrates sempre conseguiu junto dos seus ministros, todos, mesmo quando as coisas estavam mais "azedas" em termos de popularidade.
Faço uma "vénia" ao PCP, ou CDU, se preferirem, por continuar "estoicamente" a sobreviver, independentemente do envelhecimento do seu eleitorado e da sua "cassete".
Quanto ao BE, ficou provado que, afinal, as "fintas" (apoio a Manuel Alegre seguido de Moção de Censura) deram para o "torto", prevendo-se que, a médio prazo, possa diluir-se, tal como aconteceu com o PRD (um partido que existiu sob a "capa" de Ramalho Eanes).
E para não me alongar muito mais, em jeito de remate, até acho que é "bom" voltarmos a ter uma AD, mesmo com "submarinos" e "torpedos" ao longo de uma nova legislatura que, ou muito me engano, nos bastidores, terá inúmeros episódios, ao jeito da era Durão Barroso. Só espero é que ninguém deserte!
* Ah! Só mais uma nota: espero que os milhões que não foram votar que, pelo menos desta vez, não andem a "gritar" que os políticos são "isto e aquilo", porque foram eles - os cidadãos que só o são quando lhes interessa ou têm que o ser - que também os escolheram, a estes.
Tenho Dito

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- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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