Equilíbrio

Puzzle

Tertúlia

Não, nestas disputas, não é permitida a entrada de terceiros, por maior que possa parecer a "colher". Limito-me a lançar os temas, a ouvir e a falar, a justificar e a pôr em causa, limito-me a fazer contas à vida, e a tudo o que a envolve, a minha, claro.
Com isto, também há que dizê-lo, não significa que vá a uma espécie de confessionário, nem tão pouco entrar num ringue, onde o meu bom se gladiará com o meu mau. Nada disso.
Aligeirando o teor deste "post", na verdade, quando tenho estes reencontros comigo, basicamente, chamo-lhe tertúlia, um espaço temporal sem horário limitado, no qual me avalio e avalio o que me rodeia, de maneira a cimentar quem sou e quero ser, com recurso aos ajustes que esta troca de galhardetes, no final, nos impuser, a mim e a mim, com o acordo de ambos, num só.
Inocência

Acho mesmo que esses novos seres, muitos deles já em acção, nos obrigarão a passar, um a um, por uma espécie de máquina de lavar (por dentro, principalmente), com recurso a um forte e intransponível detergente, daqueles que, acredito, nos obrigarão a voltar ao "zero", àquela inocência que, mesmo sendo-a, fará com que, a partir desse momento, as nossas acções sejam mais puras, mais sinceras, autênticas.
"Multas"? "Expulsões"? Certamente que também haverá lugar para ambas, mas, mesmo assim, estou em crer que seremos salvos, inclusive de nós próprios, se efectivamente o quisermos, se efectivamente o pudermos.
Delírios

O delírio gera perigos, gera coisas do "arco da velha"... E nós, vítimas ou retransmissores de delírios, porque também somos vírus de "transporte colectivo", acabamos por, infelizmente, ser o melhor meio para os propagar, aos delírios, mesmo julgando que os estamos a evitar ou, porventura, a combater.
Toque

É nas salas de espera, neste caso de uma clínica, com umas 20 pessoas, que, de repente, o pensamento pode, automaticamente, virar-se para um lado oposto àquele que nos leva para aquele espaço. Sim, refiro-me ao tocar de um telemóvel, e mesmo num espaço onde não se vêem aqueles "autocolantes" que tentam impedir que o som alheio incomode alguns, muitos ou todos. Refiro-me, sim, ao toque, ao toque especial de um telemóvel normal, um toque e "retoque" que, acreditem, não deixou ninguém indiferente, um toque que retirou peso a todos os exames, resultados de análises e... por aí fora.
Mas, afinal - perguntam todos em coro, que bizarrice é esta que merece um "post", que merece que lhe dedique algumas das células que "escravizo" de cada vez que cá venho lançar uns "bitaites"?! Bem, esperem mais um pouco. Permitam que diga que, nos meus sucessivos telemóveis, ainda não aderi a canções nem a toques intitulados diferentes, provavelmente por, amiúdas vezes, ter tido a oportunidade de ver o ar incomodado, para não dizer envergonhado, de muitos que optaram por ser "radicalmente" diferente.
Ora bem, estava eu a ler a página 3 do gratuito "Oje" quando, naquela sala imensa, decorada com estilo, composta por muitos "fatos e gravatas" e "maquilhagem de fino recorte", ouço o toque de um telemóvel que era, nada mais nada menos, do que o som que anuncia ou inicia as Corridas Tauromáquicas. Isso.
Como facilmente imaginam, durante largos 30 segundos, todos os olhares "scanearam" a sala, à espera de ver com os seus próprios olhos quem tinha escolhido aquele toque tão, tão... Bem, depende das perspectivas, mas, para mim, é, no mínimo, estranho.
Claro que, dos olhares, passou-se logo para os pensamentos, principalmente daqueles que, como eu, são contra esta tradição. Outros, provavelmente, tiveram vontade de rir à gargalhada, sem o fazer, claro, e, porque não (?!), certamente que também houve quem tivesse vontade de pedir o toque "emprestado".
Em resumo, e esquecendo o toque, por mais que tentássemos fazê-lo, lá estivemos a ouvir a conversa entre o dono do toque e o seu interlocutor, na esperança de que, ao menos, aquela conversa pública, não se transformasse numa tourada.
Francisco Moreira
Via-Lenta

Grão

Na verdade, julgamos todos, será o tempo a ensinar-nos o porquê de determinados passos, o porquê de ter que "ser assim", o porquê de não termos que saber "tudo e mais alguma coisa" no tempo pretendido, isto para não recorrer ao mais fácil, ou seja, afirmar que, é depois de partirmos, de vez, que nos é dado o tal molhe de chaves que nos abre definitivamente o mundo, aquele pedaço de terra e gente do qual somos um grão, mais um grão, ou nem por isso.
UM

Charco

Nada

Silêncio...

Pormenores

(in)Descartável

- Empanturrem, empanturrem-se.

Giros e Ridículos

Mas, pelo cuidado de serem simpáticamente correctas, ter-me-ão respondido o seguinte:
- Que giro. Muito obrigado, vou tratar com imenso carinho.
Para tirar este peso da consciência, assumo, abasteço-me com o facto de, também eu, também todos, todos ter-mos estado vezes sem conta do outro lado, o do receptor com "cara de parvo".
Mas, por que carga de água gastamos dinheiro, e por vez muito, em artefactos que merecem ir directamente para o lixo?!? Daqueles que não servem para nada e que, no máximo, gerarão duas situações: um sorriso na recepção e o pensar em como se livrarem disso, o quanto antes, e sem que ninguém se aperceba?!
É, lembro-me principalmente das viagens entre "Benidorm" e "Bangkok", passando por "S. Paulo" e "Punta Cana", de onde trouxe tantas "lembranças", muitas delas ainda estacionadas nos "arrumos" lá de casa, sem terem cumprido a sua missão, a de "registar" que, àquela distância, nos lembramos de alguém, porque sim.
Hoje, quando olho para esta "tralha", embora comprada com carinho, pergunto-me: - Onde estava eu com a cabeça para ter comprado tanto por tanto para resultar em tão pouco, pelo menos no que diz respeito à utilidade?!
Estas "prendas de lixo" fazem-me lembrar aqueles adereços que se dão aos noivos em despedidas de solteiro, adereços que passam de giros a ridículos em menos de 24 horas e que, ainda por cima, ficam sempre "encrostados" à assinatura do personagem, aquele que se lembrou de os escolher.
Tempo de Antena

Cá para mim como - imagino - para a maioria dos Portugueses, estes "tempos de antena" são uma verdadeira "seca", ao ponto de, a mesma grande maioria, "passar à frente", como se aqueles minutos fossem uma espécie de "ruído".
O que fazer então? Ou melhor, o que deveriam fazer os responsáveis pelos "tempos de antena", independentemente do "esquerdismo", "centrismo" ou "direitismo"?
Francisco Moreira
Voz da Solidão
Balas e Medalhas

Francisco Moreira
Ironia Dourada

Não conheço pessoalmente nenhum dos envolvidos, nem quero tecer grandes considerações sobre factos que, pelo menos para já, registam uma morte, um castramento e um suspeito de homicídio, todos com direito a destaque nos próximos dias, em versão "worldwide"... Mas, e pegando apenas no lado da "natureza" das coisas, que me perdoem, faz-me confusão esta moda cada vez mais em voga de relacionamentos com "mais do triplo da idade". É que não faltam, principalmente na "passarela do social"!
Sim, já sei que serei bombardeado com o tal: "o amor não escolhe idades", e por aí fora... E, reparem, nem me estou a referir ao lado homossexual da questão, que respeito, mas que estas relações me fazem alguma confusão, lá isso fazem. Fico com a sensação de que se tratam de relações interesseiras, quer de um lado, quer do outro... E contra isso, no que me toca, nada, mesmo não conseguindo abstrair-me ao "de leve" daquilo que a grande maioria pensa, ou seja, que algo correu mal naquele ninho de "interesses" ironicamente dourado pela não menos irónica "Big Apple".
* Este texto não pretende, de maneira nenhuma, ferir susceptibilidades. Limitei-me a dar corpo àquilo que, nesta altura, acredito, fará quase tanta confusão como o próprio e triste acontecimento em si, ou seja, o relacionamento amoroso entre um idoso de 65 anos e um jovem de 21.
Fôlego

Simples. A vida vai-nos dando "truques" e "matreirices" que, com o decorrer dos anos, nos transformam em pessoas menos interessantes - enquanto conceito de humanidade, em termos de essência, embora´- há que assumi-lo (!), anunciemos exactamente o contrário, e achemos que somos cada vez melhores, como, dizem, o "Vinho do Porto".
E porquê? Porque é isso que mais desejaremos no tal "último fôlego". Têm duvidas?!
Bem-Bom

E é assim que a entrego: Especial, Especialíssima, como tanto desejei, como sempre sonhei, como BEM consegui, sem falsas modéstias.
Hoje, na tal "passagem de testemunho" simbólica, senti-me BEM comigo mesmo, senti-me confortável com as pessoas a quem entreguei as chaves e, não menos importante, senti-me bem acompanhado, algo que o Vice Versa sempre me proporcionou, nos tantos bons momentos e, claro, nos poucos menos bons instantes.
Não, não me apetece falar do "pós", pelo menos para já. Permitam que saboreie esta excepcional sensação de BEM-BOM, porque, afinal, a Vida também é feita de sabores... E que BOM que é sentirmo-nos BEM.
Tico e Teco

E assim são muitas das minhas noites, ali, entre o sentir e o pensar, numa espécie de recreio onde o "tico e teco" alegam que se divertem, e pelos vistos muito, infelizmente à custa de um corpo que também precisa de mais tempo, inclusive para sonhar.
- Já tenho onde ir!

Votos de Luz

E porquê LUZ?! Será esta uma campanha consertada com uma qualquer "EDP" deste mundo de tanta gente muito, pouco ou nada iluminada? Claro que não.
Para mim, sempre que desejo LUZ a alguém, na verdade, e bem no fundo, pretendo apenas transmitir aquilo que desejo para cada um de nós, ou seja, que possamos ultrapassar o nevoeiro dos dias, certos de que há algo bem melhor ao fundo do túnel, algo que nos poderá iluminar ao ponto de percebermos que podemos e devemos ser muito melhores, connosco e com os outros, enquanto partes de um todo.
Francisco Moreira
Como quem não quer a coisa...

Sábado à Noite

- FM
- Portugal
- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

- Facebook ViceVersaBar
- Tentem, Tentem Ser Felizes!
- Vice Versa Bar
- Talvez
- Tábua de Safira
- Abalos da Alma
- Quatro Elementos
- ÂNGELO
- Pingos de Amarelo
- Tatuagens
- O Caos das Teorias
- A alquimia das palavras
- Amor Infinito
- Amor ou Consequência
- Palavras Cruzadas
- Amorita
- Era uma vez...
- Anjo e Demónio
- Ares da minha Graça
- As coisas que eu acho...
- Blog da Ka
- Blue Velvet
- Coisas de Vidas
- Comum Mortal
- Da Vida e outras Piruetas
- Em banho Maria
- Equilíbrio
- Escolhas Múltiplas
- Happy even when it rains
- Joana
- Keep your mind wide open
- Lagoa Real
- Livro de Reclamações
- Lua de Sonho
- Maçã com Canela
- Miauxrabiscos
- Mimo-te
- No Gabinete
- Não sou um Blogger
- Opinas ou Não
- Palavras de Vidas
- Por entre o luar
- Pensamentos de uma Garota Normal
- Penso Visual
- Pérola
- Rafeiro Perfumado
- Sexualidades, Afectos e Máscaras
- Shiuuuu
- Simplesmente... Eu
- Sisters
- Som do Silêncio
- Sunshine in the Morning
- Tertúlia Lilás
- This Planet Says
- Ás de Copas
- maio (1)
- abril (6)
- março (3)
- fevereiro (9)
- janeiro (7)
- dezembro (8)
- novembro (12)
- outubro (13)
- setembro (2)
- agosto (3)
- julho (2)
- junho (15)
- maio (9)
- abril (11)
- março (15)
- fevereiro (5)
- janeiro (3)
- dezembro (2)
- novembro (11)
- outubro (12)
- setembro (13)
- agosto (9)
- julho (14)
- junho (21)
- maio (16)
- abril (18)
- março (21)
- fevereiro (22)
- janeiro (28)
- dezembro (25)
- novembro (24)
- outubro (30)
- setembro (41)
- agosto (55)
- julho (71)
- junho (46)
- maio (23)
- abril (32)
- março (80)
- fevereiro (39)
- janeiro (30)
- dezembro (45)
- novembro (62)
- outubro (37)
- setembro (39)
- agosto (56)
- julho (181)
- junho (159)
- maio (122)
- abril (77)
- março (91)
- fevereiro (103)
- janeiro (85)
- dezembro (54)
- novembro (60)
- outubro (54)
- setembro (72)
- agosto (54)
- julho (159)
- junho (95)
- maio (108)
- abril (120)
- março (80)
- fevereiro (75)
- janeiro (74)
- dezembro (77)
- novembro (129)
- outubro (142)
- setembro (175)
- agosto (124)
- julho (1)