sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

(in)Descartável

Não há nada como a amizade. E não vale a pena argumentarem o contrário. Baterei na tecla, espero, até partir, de vez.
A amizade é das coisas que mais prezo, é dos maiores investimentos que faço, e desde tenra idade, mesmo quando aparecem os "boom" da decepção, mesmo quando peco pela ausência, quando não estou tanto quanto quero estar, mesmo quando me engano. Sim, também me engano!
Sou daquelas pessoas que investe na Amizade pelo investir, sem esperar grandes ganhos, ou melhor, limito-me a desejar aprender, a objectivar abraços, dos sentidos, limito-me a desejar ter a oportunidade de poder ser feliz com a felicidade dos outros, e isso sabe tão bem!
Mas, pelo que se consta, anda-se a trocar a amizade - ou a chamar amizade - a algo que pouco mais é do que ser "politicamente correcto" enquanto valer a pena, numa espécie de amizade em "part-time", como se algo tão valioso pudesse ser uma espécie de puzzle descartável.
Francisco Moreira

2 comentários:

marta disse...

Parece que me leste os pensamentos... gostei particularmente da "amizade em part-time...", não diria melhor!

beijo

Jota disse...

Ou é, ou não é.
Em termos de amizade, não gosto de meios termos. Por com isso pactuar, tive algumas decepções.

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