Coxia

E tem piada, muita piada, decidir e agir na procura do final mais feliz, como se todos caminhássemos para o mesmo "grand finale", que é, acredito, o que acontece sem excepções, pelo menos até prova em contrário.
Não menos interessante, mesmo quando não conseguimos aparecer nos melhores "retratos", é quando nos investimos de "experts", quando se trata de avaliar ou criticar os filmes dos outros, naquela vertente sempre em voga do "se fosse comigo"...
Mas, concluindo, há que perceber que a vida é um ensaio, provavelmente para outra ou outras vidas, assim ao jeito de treino, assim a jeito de "de passagem", com mais ou menos gafes, com mais ou menos público, mas sempre com um bilhete que tantas vezes parece extraordinariamente caro, principalmente quando nos remetem para a "coxia".
Carro, o meu Carro

Snus

Os "Snut", antes de mais, que têm nicotina, são uns pequenos sacos com erva de tabaco que são colocados junto à gengiva, deixando, desta forma, libertar a mesma dose que um vulgar cigarro proporciona. (não confundir com tabaco de mascar)
Não, não há fumo. Sim, sim é na mesma viciante.
O "Snus" apareceu na Suécia, onde já é um dos melhores meios para se poder fumar em qualquer local, sem restrições de qualquer espécie, e é responsável por transformar aquele País no País Europeu com a mais baixa taxa de fumadores "per capita".
Mas, convenhamos, mais impressionante, segundo cientistas e institutos de referência Internacionais, é o facto de os "Snus" reduzirem em 90 a 99% os males provocados pelos cigarros comuns, além, claro, de permitir que se melhore as condições de saúde em geral (prejudicando menos, entenda-se).
Não sei se já existem "Snus" em Portugal, mas percebi que estão a ser um sucesso nos Estados Unidos, não só por reduzirem os males mas principalmente por darem mais hipóteses de, com o tempo, poder-se deixar de lado não só os maços de cigarros como as próprias latas de "Snus".
Em breve, com uma viagem intercontinental que farei, tentarei adquiri-los e, logicamente experimentá-los, quanto mais não seja para poder testar "in locco" e dar o meu testemunho, também por estas bandas.
* Recomendo a procura de informação detalhada na Internet.
É já a seguir!
Poderia falar do tráfico de órgãos, como tão bem (mal!) representa a triste imagem que aqui publico, mas o que me traz para este Post, essencialmente, tem a ver com aquela tese de andarmos a juntar dinheiro, desgastando a saúde, para o gastarmos em medicamentos e afins naquela altura em que o deveríamos usar para nosso lazer e prazer.
Porque carga de água temos esta necessidade de lutar como felinos por uns míseros tostões, sejam eles em cifrões ou em pequenos poderes, quando - e está comprovado, se por aqui andamos, deveria ser para melhorar o nosso bem-estar, o nosso bem-viver, de acordo com os desejos que vamos coleccionando desde pequeninos?!
Eu sei, eu sei, que o dinheiro ajuda, mas não haverá prazeres muito mais valiosos do que a exaustão, depressão, preocupação e demais danos colaterais que coleccionamos ao longo dos dias? Não haverá maneira de percebermos que as células que desgastamos (e matamos!) impedem-nos de aproveitar o que de melhor elas nos podem proporcionar!?
Sim, também sei que se estivermos parados que não poderemos conquistar muitos dos prazeres a que nos propomos, mas isso implica termos que ser tão egoístas, tão competitivos, tão "sem escrúpulos" só para conseguir um "pedaço" maior do que o do vizinho?!
Voltando à triste imagem, e exagerando, para que pensemos um pouco melhor, na verdade, embora de outra forma, menos óbvia, passamos os nossos dias a vender parcelas do nosso corpo em troca de alguns "bens", quando, infelizmente, aquilo que alegamos sempre em nossa defesa é o conseguir ter uma vida melhor. Mas que vida melhor?! Alguém conhece algum morto (mesmo dos que ainda estão vivos) que se tenha rejubilado com a troca de órgão por bens?
E a venda continua, até que a cegueira nos explique com todas as letras que não é a tapar os olhos que veremos uma vida melhor, pelo contrário, mesmo que as aparências nos iludam de maneira tridimensional.
Francisco Moreira
Os meus Cromos

Hoje, e porque não hoje, dou início a uma colecção de cromos que, espero eu, divirta os que estão sempre habituados a ganhar e, principalmente, aqueles que, como eu, andavam sempre a lamentar-se do "arrastar" pelos estádios de uma equipa que, queiram ou não, é a mais emblemática do País e uma das mais emblemáticas do Mundo.
Digamos que esta é uma forma bem-disposta de celebrar um campeonato que, coloquem-lhe os túneis que quiserem, vai ser ganho sem espinhas, ou melhor, com uma forte espinha dorsal.
Estou (estarei!) Feliz pelo facto de um (meu!) Benfica ser, este ano, um digno Campeão, um merecedor Campeão, um inequívoco Campeão, um Glorioso Campeão.
Saudações Benfiquistas, inclusive para os adeptos dos outros Clubes.
?Fim-de-Semana!

Pois, já que estás sem tempo este fim-de-semana, para a próxima semana é que será, certo?!
AVC

Autoclismo
É importante dialogarmos connosco, sermos só nós a fazer as perguntas e, logicamente, sermos só nós a dar as respostas, visando, porque não, uma espécie de "reset", uma espécie de recarregar de energias mentais que, quando em equilíbrio, nos permitam entrar novamente no mundo onde os outros também estão, desta feita, já com mais hipóteses de poder decidir por conta própria.
Eu, como muitos, certamente, gosto de me "fechar" na minha casa-de-banho, minutos sem conta, uma ou duas vezes por semana, sempre com o mesmo objectivo, o de me reencontrar com aquele que sou, aproveitando para me despir de toda e qualquer interferência, principalmente naquele instante em que carrego com convicção no autoclismo e regresso à vida.
Amigos sem Fato

Umbigo

Cubo Mágico

Catotas Pálidas

Aparentemente, as pessoas andam com menos vergonha e mais lata mas, simultâneamente, com mais receios, provavelmente de serem apanhadas nas "cobranças difíceis" ou nos erros que, porventura sem o desejarem, cometeram. Ou será que a culpa é desta observação microscópica global, aquela que nos filma inclusive dentro do nosso próprio carro, com a tal justificação do controle do fluxo do "trânsito" ou para evitar atentados terroristas?!
Cá por mim, andamos todos com mais medo de sermos capa de jornal por fazermos algo que vá contra as directrizes sociais dos tempos modernos. Temos receio de ver uma catota nossa aparecer "escarrapachada" na edição "online" (que ainda não existe!) do "24 Horas", onde expliquem que o ADN recolhido pertence ao fulano tal que esteve aos beijos com a fulana tal e que, na altura de se despedirem, tiveram a lata de atirar a coitada da catota para cima de um passeio público, pelo que devem ser incriminados pelo Ministério Público.
É, como isto das novas leis, que permitem ver com "zoom" todas as nossas catotas, talvez não seja má ideia pintar um pouco os lábios, para que, se aparecermos na primeira página do jornal, ao menos, os vizinhos possam perguntar-se se "seremos mesmo nós", já que tinham a ideia de que éramos mais pálidos.
Porquê os lábios? Porque são eles que ficam mais próximos do nariz, e cheira-me que não nos faltam catotas para "disfarçar".
Francisco Moreira
Café vs Cevada

Vidinha de Tostões

Mas, mesmo acreditando piamente no que acabei de escrever, lamentavelmente, passamos a quase totalidade do nosso tempo a tratar de enriquecer, seja essa riqueza traduzida em cifrões ou em notoriedade.
Andamos sempre, minuto a minuto, à procura de aumentar o património sem repararmos que, quando partirmos, seremos automaticamente despidos dessas pérolas, desses títulos, desses NIB's.
E, de vez em quando, a própria vida puxa pelos galões e explica-nos directamente como é ter essa experiência, a de perder tudo, ou melhor, a de se poder perder tudo num ápice, num desses minutos que dedicamos religiosamente ao nosso próprio engrandecimento, deixando para os "descontos" a verdadeira essência da nossa existência, enquanto seres humanos, enquanto sociedade.
Imaginem que nos apontam uma arma e nos exigem ficarmos sem nada a troco de uma bala não disparada. Imaginem que somos atacados por uma doença fulminante na qual a consciência nos pergunta se preferimos trocar o tudo que temos por esse "fio", nem que seja apenas de uns minutos de prolongamento.
O que faríamos? Sim, naquele instante, naquele segundo, qual seria a nossa opção? Manter tudo o que conquistamos ou mantermo-nos "deste lado"? Pois, não tem lógica! Manter o quê, se não poderemos usufruir disso, mesmo que o adicionemos ao caixão?!
Estou em crer que mesmo aqueles que tudo têm optariam por ficar sem nada só para poderem ter quem mais querem ou mesmo para se poderem ter a eles próprios, de volta.
Contudo, mesmo sabendo disto, mesmo encaixando cada uma destas palavra, estou certo de que no minuto seguinte ao lermos este texto passaremos a tratar da "vidinha", aquela que pouco mais é do que o coleccionar de bens e poderes, nem que seja para tapar os buracos que fomos abrindo, ou mesmo as dívidas que fomos contraindo para embelezarmos o tal património.
E, já agora, por falar em dívidas, elas, à prior, também ficarão do lado de cá, por isso, não faz sentido andarmos tão preocupados com essa "desculpa". É que, se repararem bem, nesta "vidinha" que levamos, no fundo, andamos a aprender o quão mal tratamos a vida, aquela a que só damos verdadeiro valor quando ela decide apresentar-se em jeito de "queres-me ou não?!", e sem meias-palavras.
Glock
Orquestrada

Testos Ímpares
Porque será?

Bem, como tenho que falar de outras coisas, é melhor ficar-me por aqui, deixando as razões ao critério da vossa imaginação, ou constatação, se preferirem.
Dá-me um Abraço

Maltrapilhos de Deus

Ovos Numerados

À Prova de Cinzel

Mas, com isto, refiro-me a quê ou a quem?
Refiro-me à moda de mostrar que se é alguém de sucesso, físico e monetário, quando, em grande parte dos casos, esses "modelos" não passam de falsas imagens de "auto-marketing" que, quando confrontadas com o "cinzel" da vida, com meros grãos de areia retirados dos (nossos) olhos, comprovam que a tese do "mais vale parecer do que ser" continua a ser a via mais usada por quem não consegue ou sabe viver com o que tem, ou com o que realmente é.
Para evitar avaliações por suposição ou à custa de um grau de erro demasiado elevado, recomendo o recurso ao "Cinzel", é que, afinal, não há crosta que sobreviva a tamanha "perfuração", principalmente quando se "deslapida" com verdade.
Bom fim-de-semana... de Páscoa, claro!


- FM
- Portugal
- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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