- Inverte a Marcha.
* Não se limitem a ver a parte inicial, com as palavras incisivas e bem medidas do António Feio. Ganhem ainda mais com o que o todo do "trailer" do Filme "Contraluz" consegue, ou seja, agitar a nossa maneira de ver o hoje e o amanhã, sem esquecer, claro, o ontem.
Se recomendo o filme?! Ainda não vi, mas merece o esforço, quanto mais não seja pela excelente mensagem com que nos brinda, ainda que sob a forma de "trailer", quiçá, refira-se, o "trailer" de muitas vidas, entre as quais, muito provavelmente, se situa a nossa.
E se invertesses a marcha, a tua e a nossa marcha, a começar hoje?!
Francisco Moreira
Férias, ou talvez Não
Pelas mais diversas razões, andarei por cá, talvez para dar razão ao Presidente, que diz para gastarmos o dinheiro (pouco) cá dentro. É o que farei, embora ainda sem destinos definidos.
Hoje, já em fase de despedida de trabalho(s), fico com essa saudade dos outros tempos, em que ir de férias tinha uma sensação muito especial, a de sentir que as férias são muito mais do que uns "míseros" dias sem ter que fazer o que continuaremos a fazer.
Entenderam? Ora leiam lá outra vez, a última frase.
Sim, é isso, as férias de hoje, não só para mim mas para a grande maioria das pessoas, não passam de uns curtos dias ao jeito de fim-de-semana prolongado, onde nos limitamos a fazer menos, sem deixar de fazer o de sempre.
Boas Férias, para mim, também.
"Tesourinho"

Cheguei à conclusão de que os estilistas de calças criaram um "complôt" com as empresas para, em conjunto, à custa de uma coisa chamada "moda", pouparem no tecido. Sim, é tudo uma questão de poupança, dando a ideia de que tudo foi feito para fazer realçar os rabos das mulheres, mas não, embora também.
Contudo, e há que assumir o oposto, essa poupança está a ser gasta nas calças dos homens, com o aumento de tecido, ao ponto de também eles mostrarem mais do que deviam, neste caso: as "cuecas da avó", por serem propositadamente largas, descaindo vários centímetros.
Em resumo, reparem, enquanto nós, homens, ficamos encantados com o espectáculo diário de ver e imaginar rabos femininos, graças à falta de cintura das suas "novas" calças, elas, coitadas, ficam com outras paisagens que, julgo eu, serão menos interessantes, já que, graças às calças masculinas descaídas, vêem-nos deixaram de ter rabo e ainda têm que tentar decifrar as marcas das suas cuecas, as deles, neste caso.
Por tudo isto, cá por mim, os estilistas e respectivas empresas podem manter a "moda" feminina de criarem calças para mostrarem os rabos delas, já que não me importo de ver um ou outro "tesourinho", e sem ter que mostrar a marca das minhas cuecas, já que faço parte daqueles "antiquados" que fazem questão de não mostrar a marca das cuecas.
- Ai, o Calor!




Pelo que pude contabilizar, já foram 6 os dias de temperaturas elevadas, como comprovam estas singelas meninas que, de tão quentes que aparentam estar, já se dão ao luxo de deitar e esperar que o tempo arrefeça.
Coitadas. (risos)
Sudoeste - Festival dos Festivais

É impressionante, verdadeiramente impressionante, as dezenas de milhares de pessoas, na sua maioria bem jovens, que, de repente, em poucos dias, transformam o "deserto" da Zambujeira do Mar num aglomerado de tribos das mais variadas "espécies", sejam elas mais "bizarras" ou mais "sofisticadas". É que, por muito difícil que seja de imaginar, estes largos milhares de pessoas acabam por integrar um mesmo ecossistema em jeito de solidariedade, quanto mais não seja durante cerca de uma semana.
Tuta e Meia

Se víssemos nos "fardos" um processo normal de dificuldades que, no fundo, servem para nos educarmos e termos conteúdos no nosso dia-a-dia, estou em crer que veríamos os "fardos" como jogos aliciantes, nos quais, dessa feita com especial prazer, tentaríamos dar o nosso melhor para os vencer, nem que fosse por "tuta e meia".
É, os "fardos" não passam de jogos, jogos dentro do jogo da vida, uma espécie de entretenimento mais ou menos solúvel que, acima de tudo, além de nos dar assunto, serve para nos fazer brincar, mesmo quando os brinquedos parecem demasiado sérios, tendo em atenção que o parque de diversões é a nossa própria vida, sempre sob a forma de factura, claro.
Morenaços

É oficial. Começou o verão do contentamento de uns e descontentamento de outros, pelas mais deversas razões ou opiniões, o que conta é ficar moreno, nem que seja à custa de um tal "pacote" de bronzeado comprado por encomenda, inclusive num shopping qualquer.
Mas ficamos melhor, efectivamente, ficamos com a pela mais bonita, com um ar mais saudável e tal.
Por isso, e muito mais, toca a pegar nos calções e fatos-de-banho e trabalhar para o bronze, quanto mais não seja para podermos dizer que fomos à praia, aquela coisa que todos apreciam mas que, na verdade, cada vez mais está à distância. Sim, à distância. Não me digam que ainda não repararam que vai cada vez menos gente para a praia, e se analisarmos os gráficos que ditam o número de vezes que cada Português vai à praia, comparando com o "há 10 ou 20 anos atrás", verificaremos que ficamos mais bronzeados pela "conversa" do que pela exposição ao sol, daquela com toalha, biquíni e bronzeador, isto sem esquecer de frisar a quantidade de tempo em que lá ficamos, a qual diminui a cada ano que passa.
- Não voltes, Salazar.

É por isso que, de cada vez que me falam no regresso do Salazar, exceptuando, claro, o devido "desconto" àqueles que com ele "viveram", dá-me vontade de lhes dizer que são uns ingratos de meia-tigela, principalmente para com os que lutaram para que eles, hoje, sim, hoje, pudessem dizer essa barbaridade sem terem que ir ali para os lados da Cordoaria.
Dos Salazares deste mundo, acreditem, mesmo sem os conhecer, e mesmo podendo ter sido excelentes seres humanos, quero distância, e muita. Por isso, sempre que alguém disser que deveria voltar o tempo do Salazar, se não se importarem, recomendem que vão para Cuba, Ruanda, Somália, Togo, Zimbabué, Irão, Burundi, Costa do Marfim, Líbia, ou quiçá, se esses humanos exemplares preferirem, para a "esplendorosa" Coreia do Norte.
Ouvi dizer que, por essas bandas, goste-se mais do calor ou de frio, não faltarão regimes para todos os gostos, principalmente para emagrecer, física e intelectualmente falando, claro.
Pensamento... à minha Maneira

Com Pés e Cabeça

Sudoeste - Festival dos Festivais

- O Rolo?

Já repararam que nunca tiramos tantas fotografias na vida e que, incompreensivelmente, olhamos para elas muito menos vezes do que antigamente, percentualmente falando?
Já repararam que não nos reunimos para ver fotografias, das férias, por exemplo, e, quando muito, "afixámo-las" num qualquer sítio na Internet ou enviámo-las por e-mail, como um mero anexo?
É verdade, as fotografias, nos dias que correm, apesar de terem muito melhor resolução, infelizmente, já não são o que eram, pelo menos ao nosso olhar, seja ele individual ou colectivo.
É uma pena que, em poucos anos, tenhamos passado dos retratos às fotografias, e tudo por causa de um rolo, sim, um rolo.
Sudoeste - Festival dos Festivais

- Rezo, sim Senhor.

Como dizia, rezo bastante, e, actualmente, rezo mais do que nunca, mesmo mantendo as minhas crenças "livres de instituições". Para mim, e que me perdoe quem pensa o contrário, Ele não está na Igreja "A", "B" ou "Z", Ele está em toda a parte, daí eu continuar a achar que não é um templo que consegue veicular melhor as minhas mensagens, as minhas orações, por mais pretensos emissários que possam ter, ou julgar ter.
Mesmo sem nunca frequentar a igreja, nenhuma delas, no ensino preparatório, eu era um dos melhores alunos da turma em religião e moral, e as aulas nem eram obrigatórias, mas eu gostava de lá ir.
Na altura, mesmo sem lhe dar o devido valor, rezava bem melhor do que hoje, pelo menos tinha algumas das orações na ponta da língua, mesmo só lhe dando uso nas aulas. Hoje, trinta e muitos anos depois, limito-me ao "Pai Nosso", aquele "conjunto de frases" que vou dizendo em voz alta em muitas das minhas viagens de carro, quase exclusivamente.
Por que é que o faço? Não sei bem, mas faço-o convictamente, talvez para que Ele me ouça mais depressa e com mais atenção.
Se acredito no seu poder? Não sei, mas sinto que não perco absolutamente nada em fazê-lo.
O que é rezar? Também não sei, mas sinceramente, (mesmo correndo o risco de poder ser insultado ou gozado) acho que rezar é aquela parte em que Lhe digo o que penso e o que desejo, imediatamente após - ou nem sempre - ao "Pai Nosso".
Para perceberem melhor, para mim, mais do ler ou citar orações, rezar é dirigir-Lhe a palavra e o pensamento com a certeza de que serei ouvido, independentemente dos resultados.
Pensamento... à minha Maneira

Última Romã

Já não como romãs há bastante tempo. A última, se bem me lembro, foi antes da Sua partida, uns meses antes. E, tal como todas as romãs que me "souberam pela vida", ao longo deste percurso de 4 décadas, certamente que aquela também foi especial, mesmo continuando no pódio à espera que a destronem.
Não sei se está na "altura" delas, das romãs, mas tenho que "tratar disso", e com urgência, quanto mais não seja para avaliar o prazer daquele jogo, grão a grão, sabor a sabor, instante a instante, naquele minúsculo pedaço de tempo, afastado do resto do mundo.
Pensamento... à minha Maneira

Tem que Ser

Hoje, talvez porque me deparei com esta imagem, apetecia-me pegar na máquina do tempo, que tenho bem guardada na minha mente, para uso em situações de emergência, e recuar uns 34 anos, para aquela altura em que entrei para a vida, ou seja, para a escola primária. É que foi precisamente aí que a vida passou a ter calendário, e sempre em crescendo, de automóvel em automóvel, nesta autoestrada do "tem que ser", sempre em excesso de velocidade, com curvas e contra-curvas.
NewOptimism
Cliquem e leiam a Revista Virtual que tem a colaboração de um Amigo.
Diálogos entre Mim e Mim

Pensamento... à minha Maneira

O Algodão não Engana

Sim, eu sei que se costuma dizer que "quanto mais se sobe a escada dos sonhos maior é o tombo"... Não sei se será bem assim mas, mesmo que seja, sou sempre a favor do construir, do avançar, do acreditar, do apostar, do ser-se autêntico, com vontade própria, expressa com todas as letras, com todos os gestos, por mais que nos possam tentar dizer o contrário. E, já agora, há que sublinhá-lo: estas duas pessoas são pelo "em frente".
Dão-se muito melhor do que o comum dos casais, apesar das tais diferenças que, num determinado dia, talvez por magia, eles - que eram uma espécie de cubos de gelo - conseguiram transformar-se em autênticos flocos de algodão, tamanha é a transparência com que evoluem, tamanha é a vontade com que (se) constroem.
E, hoje, mais daqui a pouco, ao brindar com ele, sabendo bem qual o seu objectivo de vida, tentarei recordar mentalmente aquele início de noite, há pouco mais de 12 meses, em que me contava que queria "assentar", que queria estar em casa e crescer, mas que para isso necessitava de ser família, de ser parte da semente...
A ela, que sei ser mais "difícil", apetece-me dar-lhe um abraço envolto em Parabéns, por aceitar e entender que a vida também se vive, mesmo quando as coisas andam mais depressa do que imaginávamos ou dizíamos desejar. (morder a língua não tem que ser negativo, como se comprova - risos)
Sim, estou feliz por ambos, e até por mim, que tanto apostei e aposto neles. Afinal, nestes novos tempos, não é todos os dias que temos o prazer de ser Feliz com a Felicidade dos outros, por mais que o desejemos a toda a hora, principalmente junto de quem apreciamos.
Ah, e por falar em casamento, perdoem-me mas, dada a crise e pelo conceito de originalidade com que sempre tento acontecer, no dia 25 de Junho de 2011 presentear-vos-ei com "Sonasol", pura e simplesmente porque merecem.
Pensar Calado

É, "morro" demasiadas vezes por falar, por não acatar as auto-proibições que a vida me ensina a usar como instrumento de defesa, para evitar os denominados "males maiores", tais como: maldade, aproveitamento, descontextualização e "diabo a quatro".
E vou tentando, mesmo, aprender a conter-me, mas é tão, tão difícil, tão incomodativo, tão falso.
Amo-te, Sempre

Voz às Palavras

F*** e Mal Pago, sem Acentos

Arreganhar a Taxa

Multa Boa, Boa Multa

Por isso, como imaginam, em mais de 20 anos de "encartação", felizmente, contam-se pelos dedos de uma mão as multas que já recebi.
Hoje, juntei mais um "dedo" a essa mão, sendo multado num local com placa de "estacionamento pago" adornado, claro, por uma daquelas maquinetas que, geralmente, ficam a dever-me o "troco", já que insisto em pagar sempre mais do que o estritamente necessário.
No para-brisas do meu automóvel, devidamente acondicionada num envelope personalizado, estava uma daquelas multas escritas em computador portátil, com a matrícula, hora e demais dados sem a tradicional tinta de caneta usada nos espaços em branco dos blocos de multas. (A isto é que se chama evolução!)
Pois bem, cá está comigo a agradável multa. Agradável? Sim, agradável.
É que, depois de ler toda a informação detalhada, percebi que me estavam a informar de que tenho 15 dias para liquidar o seu montante, caso contrário, a empresa que gere aquele estacionamento de rua, sublinha, informará as autoridades policiais acerca da minha "falha", originando "males" maiores.
Porque é que estou contente? Bem, por esta simples razão: tenho que pagar €1,40, isso, €1,40, valor inferior ao que, provavelmente, pagaria num normal estacionamento.
Sim, fui multado, e soube bem, depois do "susto", ver quanto é que tenho que tirar da conta bancária para, da próxima vez, não me "esquecer" de meter as moedas na tal maquineta.
Francisco Moreira

- FM
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- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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