Velas & Fósforos

Chuva Chuvinha

É sempre BOM termos como minimizar estes sentires... À custa destas águas que, com mais ou menos precipitação, nos ajudará a ultrapassar estes dias, de todos os anos.
"Prontos"
Foi na tropa que perdi o cabelo, foi na tropa que aprendi a beber cerveja (com bolas de Berlim) logo pela manhã e foi na tropa que aprendi a dizer mais palavrões do que palavras em determinadas frases.
E é acerca dos palavrões que, neste momento, me apetece dissertar, principalmente por já fazerem parte da maioria dos dicionários, independentemente do nível social e cultural que cada um pratique.
Confesso que digo muitos palavrões, e refiro-me aquelas palavras que, neste e noutros cantinhos - embora muito raramente, identifico com "****" (não, não escrevo palavrões, apesar de os dizer). Sim, refiro-me a esses palavrões.
Não sou fã do uso de palavrões, sejam eles ditos ou escritos, sejam eles pensados e sentidos ou nem por isso. Não gosto e ponto final. Nem todos podemos ser adeptos do "Valadares".
Mais, sou um daqueles "crentes" que, mesmo falhando vezes sem conta, tenta eliminar essas "palavras" do vocabulário do dia-a-dia. E como é que faço para me corrigir? Limito-me a ouvi-los das bocas dos outros e, ao assimilá-los, tento dizer-me que: se não gosto de os ouvir nos outros certamente que os outros não gostarão de os ouvir em mim. (Ver as nossas costas nas costas dos outros é das melhores lições que podemos ter, a vários níveis.)
Por isso, vou "ensinar-vos" uma técnica que funcionou muito bem comigo, à umas décadas, pegando num exemplo a que dou o título de: "Prontos".
Uma colega de liceu, exímia aluna, de nome Cristina Vaz, parceira de carteira numa determinada disciplina (talvez Português - risos), passou todo um ano lectivo a corrigir-me de cada vez que eu dizia "prontos", em vez do correcto "pronto". Até me pode ter custado a "engolir" as tantas vezes que ouvi aquele: "não é prontos, é pronto" mas, graças a isso, posso afirmar que só me ouvem dizer "prontos" em jeito de brincadeira.
Assim sendo, embora pareça mais difícil corrigir o "prontos" do que os "****", agradeço que me auxiliem nesta "boa causa", a de falar com todas as sílabas sem ter que recorrer ao palavrão. Porquê? Porque sim. Pronto.
Depois Vê-se

Onde quero chegar? Àquilo que somos, ao adulterar constante da natureza humana (ou não!), à custa daquela tal aula extra que nos ensinou a desviar o olhar sempre que dá "jeito"...
Se os olhos fossem semáforos, como facilmente se imagina, passaríamos grande parte do nosso tempo a ter acidentes e a tentar resolvê-los, aqueles acidentes que provocamos com palavras, fiando-nos na prioridade da esperteza, assim ao jeito do "depois vê-se".
(Re)Conheces-te?

Sim, não ou Talvez?

Aladino

Prato do Dia

Início de Nós

É Natal a 26,5%

Foi preciso eu passar por uma "dessas" lojas e, espantado, ler o pensamento de um Pai Natal - daqueles a subir a escada - que, ao chamar-me de lorpa, porque ainda não tratei de nada, absolutamente nada, me catalogou de "terceiromundista desinformado". Confesso que me senti um "outsider".
Que dia é hoje? Sim, tenho calendário. Sim, sei que é dia 20 de Outubro. E daí?!
Estou chateado porque já tenho pouco tempo para pensar na árvore, ver se o mealheiro continua vazio, imaginar se receberei peúgas ou cuecas embrulhadas em papel do "Lidl" ou, inclusive, se o fato de Pai Natal me serve, para, pela primeira vez, "assustar" o puto, à custa de umas barbas descoloridas.
Estou mesmo chateado com cada um de vós. Já é Natal em algumas montras e ninguém me transmitiu a informação!? Isso não se faz.
Bem, tenho que ir depressa ao banco da esquina, para ver se, por acaso, já está disponível um daqueles créditos fantásticos que nos convidam a pagar uma posta de bacalhau em 12 vezes com juros - também eles fantásticos - a 26,5%, desta feita enfeitados pela irrecusável oferta de 3 batatas cozidas e grelos salteados, isto se não me quiser endividar com um tal de peru.
Francisco Moreira
A Lava e o Vulcão

Costumo dizer que isso, o tal "ar", é uma espécie de defesa, uma defesa feita de ataques, por vezes mudos, que, acima de tudo, visam separar o "trigo do joio", a verdade da aparência, o sentir do fazer de conta. Afinal, como se percebe, a vida ensina-nos a compreender que é demasiado curta, demasiado rápida, demasiado fugaz... mesmo quando intensa e repleta de histórias, de "passados"...
Confesso que prefiro perder uma hora a conversar sobre "nada" do que 1 minuto a dar tempo de antena a quem acho que não merece a minha atenção.
Injusto? Incorrecto? Egoísta? Talvez, e porque não?!? Sou eu quem arcará com os resultados. E, se assim é, porque não ser digno de ter preferências, por mais ocas que possam parecer?!
Mas também sou rochedo, e isso é incontornável. Sou orgulhoso, teimoso, irritante, perseverante... e erro, tantas vezes. Mas, por outro lado, o do ser rocha, também deve ser colocado na balança das contas, já que sou generoso, amigo, conselheiro... e autêntico. E, mesmo querendo e fazendo por mudar em tantas coisas, chego à conclusão que o processo será mais demorado do que eu e os outros (os mais próximos) desejariam. E porquê? Porque, simplesmente, não consigo deixar de ser um vulcão em constante erupção, para o sim e para o não, dependendo da "lava" que me é servida ao minuto, já que o talvez não faz parte do meu vocabulário, principalmente em termos de sentires.
Ponteiros em Desalinho

É. Perdoem a fraca qualidade dos textos dos últimos tempos aqui tenho publicado mas, quando o relógio manda mais do que devia, há sempre algo que acaba por sofrer com o esticar da corda... dos ponteiros, sempre em desalinho para com o que faço dos meus dias, inclusive quando páro para não fazer rigorosamente nada.
Aparecer v. Parecer

Ruas de Ontem

Brincalhões

Pois. É a isso que me refiro. A esta triste troca de jogos a que a idade e - diz-se (!) - a realidade dos dias nos impôs, trocando um qualquer "labirinto" por um "saldo bancário".
Claro que há quem continue a jogar, nos intervalos (ou não!), aproveitando o "fato e gravata" para brincar às "escondidas", por exemplo, num qualquer "Facebook", como se isso permitisse voltar ao tempo em que se ia ver a resposta na penúltima folha do jornal.
Inferno a Nu

Escuras v. Claras

Burrice

Se nos déssemos ao trabalho de pintar os nossos dias com cores mais coloridas, estou em crer que seríamos mais sorridentes, menos cinzentos. Mas não, todo e qualquer cinzentinho serve para pintarmos a manta de negro, e do mais escuro que há. Manias, dirão muitos. Modas, dirão outros tantos. Burrice, digo eu.
Rio da Atenção

Parabéns, Filho!
Ver Navios

Mais do que ficar a "ver navios", sem os ver, é importante embarcar, de preferência com rumo traçado, mesmo que se ancore, porventura, em praias menos paradisíacas, menos "familiares".
Nós de Nós

Porquê?
É que caso ainda não tenhamos reparado, são as pontas soltas que nos presenteiam com os caminhos directos aos futuros e presentes nós, e que nós!
Onde pára?

República dos Feriados

O que vem à rede

Obrigado.

Passou-se esta madrugada, numa apertada e escondida curva de saída de auto-estrada. Envolto pelo mau tempo, o carro conduzido pela minha Deusa despistou-se, acabando milagrosamente por ficar "depositado" entre uma valeta e o muro de terra dessa curva, ali, tipo filme de acção... E com a chuva a cair intensamente, em posição perigosa, também para quem usava o mesmo trajecto, àquela hora, madrugada dentro...
Naquele susto que me fez sair disparado de onde estava, tudo terminou bem, entre sorrisos e agradecimentos, principalmente ao Deus que, e ainda bem, nos protege nestas horas, nestes minutos de sufoco...
Mas, voltando ao que me leva a escrever este texto, prefiro direccionar a atenção para dois desconhecidos que passaram e pararam, enfrentando o desconforto daquele mau tempo, oferecendo-se para ajudar a tirar o carro daquela posição perigosa - porque o reboque iria demorar, argumentaram.
E assim, com a ajuda de dois desconhecidos, lá se conseguiu tirar o carro da valeta, de uma posição que parecia difícil, já com a presença de um carro da polícia, a assistir, sereno, àquela missão aparentemente espinhosa, numa curva onde regularmente vejo "caputanços", e daqueles com danos superiores à "chapa".
E da mesma forma que apareceram, os dois "anjos" foram embora, fulminantemente, simpaticamente encharcados, mas, acredito, certos de que tinham feito a boa acção do dia. E fizeram, deixando-me sem palavras, ou melhor, com tempo para uma única palavra: Obrigado.
Abalos da Alma

Hoje, um recente amigo, aceitando a minha "provocação", resolveu dar o primeiro passo... E que seja o primeiro de muitos, para bem de muitos, inclusive do próprio. Porque, convenhamos, por muitos "Facebook", "Hi5" ou "Twiter" que se inventem, cá para mim, e para muitos, o Blog continua a ser o melhor diário do pensamento, que fica... no tempo, independentemente dos abalos que a alma posso sofrer.
Vá lá, recebam BEM o novo Blogger visitando-o em http://abalosdaalma.blogspot.com/ a que faz referência este Post de boas-vindas ao "Jota".
Francisco Moreira
Always Somewhere
E neste dia mundial da música, este ano, apeteceu-me fazer uma singela referência que, estou em crer, fará sentido junto de todos, bastando para tal referir que "a minha vida não faria sentido sem música", razão pela qual, também como todos, tenho uma vasta e meticulosa "banda sonora".
Do primeiro disco que comprei (FR David - "Words") à escolha dos temas que, dentro de minutos, farão parte da minha playlist de rádio, passando, mais logo, pelo que ouvirei na minha "sala de estar" (Bar), com demais intromissões ao longo do dia, não posso deixar de assinalar a efeméride, principalmente eu, eu que entendo a música como uma espécie de bandeja dourada para as emoções.
Quem é a canção da minha vida? Não sei bem, mas há uma que me ficou desde há décadas: "Always Somewhere" dos Scorpions. E, já agora, apenas como curiosidade, tive o prazer de lhes dizer pessoalmente, a eles, aos Scorpions, que essa sua criação fazia parte da minha banda sonora, ao que eles responderam, sem bem me lembro, "Obrigado pela honra".
Porquê? Ainda não sei responder, mas hoje, na tal efeméride, apetece-me dizer que a música está sempre, estejamos onde e como estivermos, como se fosse o mais fiel dos companheiros.
Piorio


- FM
- Portugal
- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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