- Quanto valem 5 mil contos?

Corações à Lupa

Lady Football
Por vezes, para não dizer quase sempre, acho que as mulheres não "vão à bola" com o futebol. Não sei bem, sinto que elas gostam de festejar as vitórias e... pouco mais, não há uma "religiosidade" idêntica à que sentem quando vêem um "Donas de casa desesperadas" ou uma qualquer novela da TVI.
Mais, acho que as mulheres sentem que no futebol falta aquela emoção que as "lágrimas por dentro" provocam numa ou noutra cena de um qualquer episódio nacional ou estrangeiro, muito além das bandeirinhas, cachecóis e afins.
Cá para mim, e perdoem meninas, acho que as mulheres gostariam muito mais de futebol se ele fosse constantemente retratado na imprensa cor-de-rosa, ao jeito de "aquele penalti meteu-se com uma trivela e deu à luz um golaço de olhos esverdeados".
E tudo isto, claro, só para lembrar que está a chegar o Mundial do vosso "descontentamento", principalmente quando acompanhado no café ou num estádio improvisado, ao sabor de umas "loiras fresquíssimas" e de uns tremoços bem jeitosos.
Francisco Moreira
Jet Lag

Até parece que nunca fiz longas viagens de avião, de tão cansado e dorido que me sinto... Estou para aqui "que nem posso", todo partido, mas bem.
Só ainda não descobri se estou a sofrer pelo "jet lag" ou pelas várias horas que decorreram entre a saída do mar azul e quente e este céu cinzento e frio que não condiz com o meu actual tom de pele. (sorrisos)
Vou e Volto

Francisco Moreira
A Ponte e o Ponto

O Melhor Negócio do Mundo

- Tens 1 Minuto?
Estamos a transformar-nos em autênticos "robots", numa altura em que eles, os "robots", se preparam para tomar conta do mundo, connosco lá dentro, a assistir, impávidos, serenos e felizes por encontrar a "pólvora", aquela que fará as coisas por nós e nos libertará finalmente para o "todo o tempo do mundo".
Mas o mais escandaloso é reparar que, quanto mais facilidades temos, tendo em atenção que essas "mordomias" deveriam servir para nos proporcionar tempo extra, cada vez mais desperdiçamos o tempo que vamos creditando, sempre na procura de mais artefactos que nos permitam ganhar mais tempo, numa espiral de procura enlouquecedora, já que, paradoxalmente, o que mais nos falta é tempo.
Seremos burros? Será necessário voltar à "idade da pedra" para percebermos que devemos parar e respirar, parar e sentir, parar e viver?!
Quando olho para mim, e para nós, fico sempre desconfiado daquela "desculpa" onde o: "depois daquilo e daqueloutro é que vai ser!", esquecendo que no nosso portefólio essa expressão está gasta e desgastada, de tanto a ela termos recorrido, de tanto a usarmos como pretexto.
Porque é que, pelo menos uma ou outra vez, não desligamos os computadores, os telemóveis, as máquinas disto e daquilo, só para acontecermos por e em nós próprios?!
É que, por este caminho, mais tarde ou mais cedo, acabaremos por amar um "aparelhometro", dar carinho a um "robot", abraçar um equipamento e fazer sexo virtualmente.
o quê?! Ai, isso já acontece?!
Phonix! Voltei a ser ultrapassado pela máquina do tempo, aquela que teimo em ultrapassar com o objectivo de ter tempo para mim.
Eu, fila a fila? Não!

O Papa da Desconfiança

Glorioso - Arrepiante
Parabéns aos (bem) Vencidos

O Benfica é inquestionavelmente a equipa que merece ser Campeã. E é bom ver pessoas de "outras cores" que o entendem e aceitam, tal como eu, Benfiquista, o entendi e aceitei ao longo de vários, tantos anos.
Parabéns aos adeptos de outros clubes, que não são cegos à força, por necessidade. E, já agora, Obrigado.
Benfica, inquestionavelmente.
Bombo

E o "bombo" lá continua a ser carregado, com mais ou menos forças, com mais ou menos vontade, com mais ou menos desafinos, com mais ou menos "rombos", no "bombo", claro, que, afinal, é um espelho daquilo que somos.
Obviamente que a música não pode ser sempre a mesma porque, se assim fosse, tentaríamos por tudo mudar de banda sonora, nem que fosse só para sentir outras sonoridades, menos repetitivas. Mas, mesmo assim, mesmo com batidas que diariamente nos tentam ensinar o "compasso" mais acertado, de tão teimosos que somos, passamos a vida a criar desafinos, seja para ver até quanto o "bombo" aguenta ou, na maior parte dos casos, para simplesmente poder reclamar de tudo e de todos, esquecendo-nos de reclamar de nós, aqueles que efectivamente batem no "bombo", ou ainda melhor, os próprios "bombos".
Óculos 3D

O calor, embora ainda frio, tem esta particularidade interessante: faz com que o mistério provocado pela roupa em demasia passe, numa espécie de passe de mágica, para o ainda mais misterioso, embora em franca e fervilhante evidência. (não me peçam para explicar melhor, não posso! - risos)
Se sou contra ou a favor dos "corpos quase ao léu"?! Sei lá, acho que sim, dependendo, como em tudo, dos exemplos, claro!
Mas uma coisa é certa: a partir de hoje, como sempre que o Sol o autoriza, passaremos a ter as ruas e afins com muito mais para ver do que cartazes a anunciar espectáculos ou cromos a justificarem mais do que 3 segundos da nossa atenção. Só por isso, bendito calor, mesmo que, e repito, ainda frio, para nos mostrar que a praia está ali ao virar da esquina, numa espécie de "GQ" sem necessidade de recurso a "3D", embora, para auto-protecção, necessite de óculos, de sol, claro. (sorrisos)
E... Obrigado!

Por vezes, ou melhor, na grande parte das vezes, um simples Obrigado - dito de forma convicta e expressiva, consegue resultados interessantíssimos, desbloqueando eventuais barreiras, inclusive dependentes do estado emocional dos interlocutores.
No fundo, um Obrigado é uma extraordinária ferramenta que devemos usar constantemente, por muitas vezes que nos digam que tal é desnecessário, que isto ou aquilo não depende de um agradecimento. Até pode não estar dependente, mas, garantidamente, o resultado será outro, principalmente no que sente quem recebe essa palavra, essa convicção.
Imaginemos usar a palavra Obrigado em todas as abordagens que fazemos, principalmente junto de desconhecidos... A via de comunicação, seguramente, será muito mais proveitosa ou, no mínimo, jamais terá resultados menos positivos do que os que teria à partida, sem o tal agradecimento.
Além disso, agradecer, se existe, é uma forma de darmos valor à educação que contraímos e gerar a mesma ou idêntica educação, nem que seja por obrigação, junto de quem abordamos.
Se existem exemplos contrários ao que aqui digo? Claro que sim, e muitos! Mas o facto de existirem "uvas podres" não implica que devemos deixar de acreditar em "uvas doces", ou melhor, "uvas que se vão adocicando" em detrimento da forma como podamos as "videiras" da Vida.
Cartolas & Fechaduras, SA

A porta do emprego tem uma fechadura cada vez mais estreita e estudar é uma forma de se ir mais tarde para o desemprego ou para o mercado de trabalho paralelo. Afinal, não há vagas para tanta procura, e a concorrência é feroz, inclusive junto das ocupações menos desejadas, menos recompensadas, em termos de salários.
Mas, mais logo, na altura do tal desfile das "cartolas", estou certo de que todos terão uma perspectiva (mínima!) em forma de sonho, em forma de "cunha", em forma de alternativa, embora, na verdade, muitas dessas perspectivas não passarão disso mesmo, de hipóteses por validar.
Onde pára a generalidade dos "cartolados" do desfile do ano passado? Não estarão por acaso a fazer algo que não imaginaram? Não estarão por acaso a engrossar as filas nos centros de desemprego?
Mas, se assim é, para que estudaram? Para que investiram tanto tempo? Para que serviu o dinheiro dos pais?
Bem sei que, estando ocupados uma série de anos, entre livros e copos, atrasam o processo de "lutar por uma vaga" quase inexistente. Bem sei que o governo não pode empregar todos na função pública, cada vez mais magra. Bem sei que mais vale serem "cartolados" do que "analfabetos", numa altura em que uma licenciatura nem sempre garante lugar como caixa num super-mercado.
Mas, no fundo, para que serve a "cartola"? Para tapar o sol nas infindáveis filas da procura de emprego ou para estar exposta em cima do "guarda-vestidos" das recordações?
Boa queima, quanto mais não seja para alimentar o sonho, mais alguns dias, e à custa do álcool que desinfecta o veneno de palavras como estas, as que para a grande maioria dos casos se transformarão numa triste e penosa realidade.
Mãe, o Braga ganhou!

Obrigado, Mãe.
Que posso eu dizer além deste aperto contínuo que é sentir a Sua falta, que posso eu descrever além da longa história que me assalta constantemente e à qual terei obrigatoriamente que chamar passado, como forma de aceitar que o percurso continua?
Este é o primeiro "Dia da Mãe" em que não a tenho em Vida, embora a sinta sempre presente, como sabe, e como sei que sente.
Os dias? Os dias vão correndo, sempre na procura de um consolo insubstituível, este que fez de mim Pai, e que tenta com toda a perseverança provar que tudo tem que ser assim, com diferenças abismais, inclusive de lugares.
Eu sei que todas as mães são as melhores mães do mundo, mas, digam o que disserem, para mim, Você foi e será sempre a melhor das melhores mães do universo. Por isso, não apenas hoje, como sei que também sabe, a melhor forma de o expressar é agradecer-Lhe pelo tanto, pelo tudo, por quem sou.
Olá, Mãe! Obrigado, Mãe.
Francisco Moreira

- FM
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- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.


Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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