sexta-feira, 5 de junho de 2009

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- Qual é o teu refúgio favorito?

Pensamento... À minha maneira.

Muitas vezes se diz que os melhores momentos da vida estão no passado. Esquece-se é que o passado já teve que ser presente.
Francisco Moreira

E se?

E se... Tivesses que viver 1 ano sem ver ninguém?
O que farias?
quinta-feira, 4 de junho de 2009

Bónus

É tão simples, tão simples regar um "sorriso".
Ainda há poucos minutos alguém travou o fechar da porta do prédio que me obriga a esperar pelo "ok" do intercomunicador todos os dias. Eu sei que parece muito pouco ou mesmo insignificante mas, bem vistas as coisas, esse gesto banal proporcionou um sorriso a quem agradeci e outro sorriso a mim mesmo, pela atitude da outra pessoa e pelo não ter que esperar.
Se "isto" é assim tão significativo?! Se "isto" é assim tão relevante para merecer um escorrer de palavras por estas bandas?! Claro que é. Basta assimilar a "causa-efeito" para servir de exemplo para aquilo que, quando interiorizado como postura, serve para mostrarmos que, afinal, não somos assim tão indiferentes uns aos outros, e neste caso com sorrisos de bónus.

- Silêncio!

Compreendo que é um "trabalho" mas estou cheio dos telefonemas que recebo dos "call-centers". Estou cheio de explicar que já expliquei que não estou interessado no cartão que não paga anuidade e que me pode dar um "porco", estou cheio de ter que interromper vezes sem conta quem, mesmo com sotaques estrangeiros, tenta cumprir o horário laboral à custa de uma conversa negocial comigo e com todo o resto do mundo, pelo menos do primeiro mundo.
Sei que posso recorrer à técnica de não atender os números confidenciais mas, porque "carga d'água" terei que restringir quem atendo por causa daqueles que não autorizei a telefonarem-me?!
O problema, infelizmente, assume ainda mais incomodativas proporções com os "tocar de campainha" à hora do jantar, quando estou com os pés em cima do sofá e de comando na mão a fazer a digestão. Quero lá saber dos "megas" e das "fibras ópticas"?! Sei lá onde anda a factura da concorrência de quem me bate à porta?!
E para além disto tudo - que não é pouco, eu que pouco ando pelos passeios, ainda tenho que ver interrompido o meu sempre apressado passo para ouvir a "palavra" de quem entende que a religião também carece de Marketing. Por favor, deixem-me em paz, no meu canto, na minha "ignorância"! Principalmente quando já o repeti vezes sem conta.

Tagarelas

Faz parte do senso comum que as mulheres falam muito mais do que os homens, muito à custa dos "mexericos" e afins que, convenhamos, são notícia todo o dia, seja à custa da imprensa ou dos folhetins dos cruzamentos de corredor. Com isto não quero dizer que os homens não são dados a uma boa "fofoca", pelo contrário, se tiver sumo erótico-sexual, eles adoram, e pedem mais pormenores. Claro que a "bola", para a grande maioria deles, também é motivo de conversa ou discussão, afinal, os homens consideram-se "experts" nesta matéria.
Por tudo isto e muito mais, feitas bem as contas, somos todos uns "tagarelas", mesmo quando não há assunto. É que, mesmo à custa das condições climatéricas, tudo serve para "meter a colher". Só é pena é que em grande parte das vezes se "meta a faca".

Miss 5ª Feira

(risos) Cá está uma moçoila que aprecia boa música, desta feita vibra com "Se acordo e tu não estás" de Tony Carreira. Mais, para sentir todas as notas até ao arrepio, habitualmente, ela desprende-se da roupa que esteja em excesso, não vá o calor incomodar. (risos)

E se?

E se... Não pudesses movimentar dinheiro durante 1 ano?
O que farias?
quarta-feira, 3 de junho de 2009

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- Que bebida te deixa os cabelos em pé?

Pensamento... À minha maneira.

O sonho pode aparentar ser sempre gratuito mas, muitas das vezes em que serve de colchão para a ilusão, pode transformar-se na mais pesada das dívidas à Vida, à autêntica, à terrena.
Francisco Moreira

Que Chatice!

Estou para aqui a pensar nos "Bonecos" que preenchiam as minhas tardes de criança, e fins-de-semana, e não me ocorre nenhum além da Heidi. Que chatice! Isto parece pouco "másculo", pouco "exemplo a apresentar"... Mas enfim, foi o que a minha memória pescou e quanto a isso não há nada a fazer, só se inventasse.
Se fosse hoje, não faltariam "Bonecos". Basta abrir uma qualquer janela publicitária e lá estão eles com nomes "nacionais" e estrangeiros, e há-os para todos os gostos e feitios.
No meu tempo, azar dos azares, tínhamos que gostar todos do mesmo, era a lei da "consequência" em função do leque de ofertas.
A questão que me arrelia é conseguir explicar ao meu filho como é que a Heidi conseguiu ser o meu "Boneco" preferido, sim, boneco.
Que chatice!
Bem, pode ser que quando ele pegar no "Ipod" e for ao "Google" pesquisar lhe apareça a "Heidi Klum". Caso contrário, lá terei que lhe dizer que o Papá era grande amigo do Marco.
Que chatice!

E se?

E se... Ficasses preso 24 horas sozinho num elevador?
O que farias?

Maizena's

Estamos a precisar de voltar às origens, de regressar aos "bons tempos", aqueles em que os "pós" da vida passavam por outras "esquinas", outras maneiras de "botar corpo", de ganhar energia para aguentar o quase inexistente stress.
Estamos a precisar de os fazer apanharem uns valentes estalos, uns raspanetes e uns puxões de orelhas daqueles que davam direito a lágrimas autênticas, daquelas que ensinavam mesmo, e sem necessidade de recorrer à informação global.
Não sei se funcionaria nos dias de hoje, mas que uma reguada ou um chinelo no rabo poderia fazer toda a diferença, lá isso poderia. É que estou cheio de passar por "crianças" armadas em crescidas que se divertem a brincar aos "médicos e enfermeiros" com seringas de última geração, aquela geração dos silicones que ajudam a prostituir os vícios concorrentes à Maizena.

Miss 4ª Feira

(risos) Obviamente que esta é uma imagem que incomoda. Onde já se viu darem apenas um lenço branco a uma moçoila tão tímida para se vestir por completo?! São estas coisas que fazem com que sintamos que este mundo é repleto de injustiças, algumas das quais "despidas" de sensibilidade. (risos)

Pensamento... À minha maneira.

Muitas vezes, o principal problema da comunicação passa pelo muito tempo que se perde com o ruído que rodeia as ligações.
Francisco Moreira

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- A quem poderias libertar um sorriso hoje?

Impressão Digital

É completamente natural que encaremos a nossa vida, a nossa experiência e o nosso mundo como o mais importante de tudo o resto. O que não é natural é acharmos que somos os únicos a pensar dessa maneira, que somos os únicos a dar o verdadeiro valor ao peso dessa nossa existência. Sem a auto-egoísta-cegueira, basta olharmos uns segundos à nossa volta para entendermos que o tal "nosso mundo" é apenas uma minúscula partícula do verdadeiro mundo, da imensidão de experiências que acontecem nos biliões de janelas que temos como vizinhos, ainda por cima em simultâneo.
Provavelmente, se encarássemos o nosso "tamanho real" em função do que efectivamente ele representa no todo, chegaríamos à conclusão que perdemos demasiadas energias e tempo com pormenores que, ao fim e ao cabo, não fazem a diferença. Isto, logicamente, sem se perder a identidade, a impressão digital.
terça-feira, 2 de junho de 2009

Boa Pessoa

Muito, muito raramente uso este espaço para Parabenizar alguém que complete mais um Aniversário. Entendo que se o fizer constantemente, por falha minha, irei gerar "mal-estares" junto de pessoas que aprecio e que, por não as evidenciar como merecem (sem dúvida!) neste "cantinho", poderão ficar tristes por pensarem que aprecio mais ou menos esta ou aquela pessoa. Contudo, hoje, abro essa excepção para vos apresentar Alguém que tenho vindo a conhecer, degrau a degrau, conversa a conversa, gesto a gesto, presença a presença.
Não é a melhor pessoa do mundo, pelo menos ainda não lhe detectei a quantidade de feitos que já encontrei noutras pessoas que aprecio imenso, mas tenho que sublinhar que o Luís Lemos é, por estranho que possa parecer a quem me conhece e lê, a pessoa que mais se aproxima daquilo que todos nós almejamos; ser uma Boa Pessoa, uma melhor Pessoa. E digo-o sem falsas modéstias, sem qualquer tipo de "encomenda"... É que, como facilmente se lê por estas bandas, procuro todos os dias ser uma melhor Pessoa, e esta luta "entre mim e mim" é de uma dificuldade por vezes "agonizante".
Hoje, ao transmitir-lhe o meu Voto de Parabéns, depois de desligar o telefone, dei comigo a dizer " - Aqui está uma Boa Pessoa!", e é a mais pura das verdades.
Acreditem que se o mundo fosse composto por mais Luís Lemos, seríamos todos pessoas muito melhores, mesmo continuando a ter na nossa composição os defeitos e virtudes que fazem com que sejamos pessoas únicas.
Parabéns Luís! Invejo-te.

Figurinhas

Todos fazemos figuras tristes, alegres e, porventura, figuras de anormais, inclusive aqueles que são ou se julgam pessoas normais. Mas o mais triste destas "caretas" e "caricaturas" são as figurinhas encarnadas com convicção, sobriedade e orgulho. E não faltam figurinhas em constantes figurinhas, não há como fazê-las abandonarem o palco das nossas vidas, nem fugindo para outros "passeios".
Faz-me confusão que estas figurinhas não se vejam ao espelho e, pelos vistos, quando se "miram", ainda sorriem do destaque com que conquistam as atenções dos outros com esta ou aquela palhaçada, com esta ou aquela idiotice.
Deveria haver um imposto pesado para todos aqueles que não entendem que ser engraçado não implica ser engraçadinho ao quadrado e que, mesmo não "atingindo", não têm que nos importunar com as suas figuras de idiotas mal resolvidos.
Ele há cada uns!

Miss 3ª Feira

(risos) Hoje trago-vos uma moçoila com dotes de cantora. Basta olhar para o "perfil" com que encarou esta sessão fotográfica. A acreditar no resultado da fotografia, muito provavelmente chegaria a "disco de ouro" sem necessitar de cantar uma única nota. (risos)

Prateleiras

Todos sabemos que a vida faz com que interpretemos cada um dos percursos como únicos, como irrepetíveis, imperdíveis. Até aí, tudo bem! O problema é quando, em determinados percursos, se esquecem aqueles que acompanharam noutros caminhos, aqueles que fizeram questão de estarem presentes e de afirmarem o seu apoio incondicional. Não falta quem, por interesses maiores, se esqueça que o "A" já foi "A" e que não deve passar para "Z" apenas pelo facto de, naquele "virar de esquina" poder ser dispensável.
É incrível a leveza de ânimo com que muitos trocam o "imprescindível" pelo "prescindível", como se tudo valesse pelo resultado imediato ou, pior ainda, pela importância que se tem ou não neste ou naquele momento.
E o número cresce, multiplica-se vezes sem conta... Sim, o número daqueles que, em jeito de banda sonora descartável, passam de personagens principais a figurantes de terceiro escalão, e de preferência à distância. É que, mais tarde ou mais cedo, acabaremos por ser encostados numa prateleira qualquer sem que os "A" aceitem "limpar-nos o pó", talvez por passarmos a "Z".

Pensamento... À minha maneira.

Os auxiliares de apoio, no máximo, conseguem adiar os problemas, e na maioria das vezes fazem-se pagar com juros ainda mais altos, aqueles que se atiram para trás das costas.
Francisco Moreira

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- Quando foi a última vez que oraste?
segunda-feira, 1 de junho de 2009

- Não era?!

- Assim é que estarias bem, não era?!

Miss 2ª Feira

(risos) Aqui está uma moçoila que já vem preparada para responder às meninas que, por estas bandas, possam comentá-la com termos mais "despidos". Como facilmente se percebe, esta "Miss 2ª Feira", mesmo em tons rosa, não deixa os seus créditos por "luvas" alheias. (risos)

Baratas Tontas

O telemóvel, há que assumi-lo com todas as letras, transformou-se no maior invasor e destruidor do nosso "doce fare niente".
É incompreensível o valor que damos ao telemóvel, a "devoção" com que o transportamos, o novo apêndice em que permitimos que ele se transformasse, ainda por cima a todo o instante. Creio que até para a "ilha deserta dos sonhos" o transportaríamos, mesmo que só pudéssemos levar 1 objecto.
Logicamente que todos concordamos com o "vivíamos bem sem ele" mas, hoje, se formos honestos, sem telemóvel, além de nos sentirmos despidos, chegamos a desempenhar o triste papel de "barata tonta", é como se não conseguíssemos respirar sem telemóvel, como se não fossemos cidadãos normais sem telemóvel, como se não existíssemos para o resto do mundo sem número e respectivo telemóvel.
Mais o mais triste desta questão, como sabemos mas não assumimos, prende-se com o facto de nos darmos ao luxo de trocarmos a nossa presença por uma série de letras, por vezes mal escritas, que enviamos para outros telemóveis como sendo nossos dignos e quase exclusivos representantes, como se uma mensagem escrita fosse suficientemente capaz para nos substituir, inclusive nos momentos mais importantes da nossa vida e da vida dos nossos destinatários.
Se repararmos bem, passamos a ser "transportadores de telemóvel" pois, na verdade, passaram a ser eles, os telemóveis, a terem a vida própria que, há uns anos atrás, era vivida por nós, com outras "redes" com outras "baterias", bem mais interessantes, valiosas e autênticas.

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- Qual foi o teu mais recente gesto romântico?

Pensamento... À minha maneira.

Na Vida, a crença e o empenho são o sal e a pimenta que melhor podem condimentar os resultados, dependendo em muito das metas a que nos propomos atingir.
Francisco Moreira

Mr. Sábado

(risos) Para compensar as tantas meninas que, desde sábado, procuram pelo "Mr. Sábado" da semana passada, cá está ele, em formato "novelo". E, já agora, pela pose e traje que usa, estou crente de que agradará bastante a quem, sábado após sábado, anseia pela publicação de mais um moçoilo sexy em trajes reduzidos. (risos)

Pausa

Alguns dos visitantes do "Essências" estranharam a minha ausência ao longo de quase 3 dias, algo normal na grande maioria dos Blogues mas não neste. Isso deveu-se exclusivamente a trabalho. Foram 72 horas em ritmo "non-stop" no Vice Versa Bar. E para o perceberem, pelo menos em parte, basta ler a imprensa cor-de-rosa e de outras cores... (sorrisos)
Já cá estou! Exausto, mas satisfeito por mais uma série de objectivos cumpridos.

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Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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