segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cifrões de Latão

Por muito que se diga o contrário, continuamos presos aos luxos, sejam eles bizarros ou de menor peso nos cifrões, mas sempre na perspectiva de os alcançar, nem que seja amanhã, mesmo alegando que se vive bem sem eles.
Chego à conclusão que, mesmo em tempo de crise, com a necessidade de centralizar os "investimentos" no essencial, se houver a ínfima hipótese de avançar para algo menos essencial ou desnecessário, não hesitaremos 1 segundo em corresponder afirmativamente.
É um facto incontornável aquele que diferencia o "olha para o que eu digo" do "olha para o que eu faço", como comprova uma outra frase lapidar, esta: "se me saísse o Euromilhões". E aqui é que todos os argumentos dos ditos "controlados" se desmoronam. É que, mal recebessem as notas de €500 aos molhos, a primeira coisa que fariam seria pensar em que luxos o poderiam aplicar, mesmo que tudo isso seja desnecessário, como tantas vezes o dizem. Ou estarei errado?
Francisco Moreira

2 comentários:

Mize disse...

Olá, já não passava por esta tua CASA há muito tempo. Deixo um beijo e..., sim os luxos passam a prioridade quando a carência do vil metal desaparece. Será licito? Creio que é antes de tudo humano. Assina esta pecadora que vê os luxos, hoje sem a abundância dos euros como uma excentricidade, quem sabe amanhã, com mais metal, como necessidades ímpares.
bjs

FM disse...

Olá Mizé!
Realmente andas desaparecida, e fazem muita falta os teus "prós e contras" (risos).
Não deixo de concordar contigo, claro.
Beijos.

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