quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Vida

Um dia destes, em meados da minha existência, alguém me disse que nada é eterno, nem a morte, já que ela faz questão de ser substituída pela Vida, reencarnando num novo percurso, embora com outras cores, com outros sentires, mas sempre com conteúdos diversos, inclusive na balança que nos repete vezes sem conta a contabilidade das perdas.
E o relógio não pára, não pode parar, por mais silencioso que tenha que ser o seu tic-tac no caminho das decisões, difíceis, dolorosas. Afinal, nunca nada é ou será como dantes, principalmente quando se trata de nós, da nossa Vida.
E a tal Vida, disse-me um outro alguém, também é feita de pequenas lágrimas, aquelas que não se vêem mas que se sentem em dobro, e ficam alojadas para sempre na memória das histórias mil, dos caminhos cruzados num calendário que o tempo ousou secar à custa da saudade.
Não existe o adeus, talvez lhe possamos chamar partida, mas, no fundo, no fundo, o que conta é a Vida, porque é ela que nos obriga a somar na tentativa de não subtrair quem nos ajudou a crescer.
E o relógio não pára, não pode parar, por mais silencioso que tenha que ser o seu tic-tac no caminho das decisões, difíceis, dolorosas. Afinal, nunca nada é ou será como dantes, principalmente quando se trata de nós, da nossa Vida.
E a tal Vida, disse-me um outro alguém, também é feita de pequenas lágrimas, aquelas que não se vêem mas que se sentem em dobro, e ficam alojadas para sempre na memória das histórias mil, dos caminhos cruzados num calendário que o tempo ousou secar à custa da saudade.
Não existe o adeus, talvez lhe possamos chamar partida, mas, no fundo, no fundo, o que conta é a Vida, porque é ela que nos obriga a somar na tentativa de não subtrair quem nos ajudou a crescer.
Francisco Moreira
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6 comentários:
Sim Francisco, a vida é feita de ciclos, de interrupções, de perdas, de vitórias e derrotas... Mas, não pára. E, embora a nossa capacidade, a nossa "fibra" esteja sempre a ser posta á prova, dentro desta "roda" que no "fim" nos leva de novo ao "principio", estamos constantemente a evoluir, a aprender, mesmo através das lágrimas...
Abraço
É a "roda dentada" dos percursos... Mesmo quando a "corrente" sai da "roda".
Abraço, Hélder.
A vida não pára mas notamos que "roda" de uma maneira diferente...
:) Beijinho
Pois, Liamaral, é a tal história da frase dita repetidas vezes: - É a Vida!
Beijos.
É uma ciclovida e é para ser usufruída.
Abraço.
Pois... Que mais posso eu acrescentar, ao que que escrevi?
Abraço, Paulofski.
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