quarta-feira, 8 de julho de 2009

Garra

Há que afiar as garras e partir para a luta da vida com mais vontade, por muitas batalhas que se percam. Afinal, a vida é nossa, e o que dela vier como frutos, é incontornável, dependerá, em muito, da maneira como alavancarmos os nossos objectivos, da maneira como nos entregamos aos propósitos e refrescados sonhos.
Muitas das vezes, convenhamos, somos nós quem recolhe as garras, quem desiste de ir mais longe, de ir em frente, no tal passo a passo, com tropeções, feridas e escaladas gloriosas.
Por vezes, talvez por uma questão de habituação e, porventura, desilusão, optamos por despir a pele de leão, com que tantas vezes nos orgulhamos de ter, optando pelo traje de gato, tímido, adormecido, equidistante... Sempre à espera que um qualquer rugido nos volte a chamar para aquilo que o sonho esqueceu num passado, e que não passa de um ténue reflexo daquilo que acreditamos vir a concretizar.
Hoje, mais do que nunca, às unhas, entregamos os dentes, roendo mais uns quanto degraus na escada que nos pode levar à conquista.

2 comentários:

Natacha disse...

São fases... exige sabedoria determinar a altura de mostrar as garras ou ficar à espera do melhor momento...
Um dia é da caça, outro do caçador...

Desde que haja garra!!

Beijos

FM disse...

Tens razão... Bem pensado.
Beijos.

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