quinta-feira, 23 de abril de 2009

Descrédito

Estamos numa altura em que se confundem os créditos, metendo-os a todos no mesmo saco.
Eu sou daquelas pessoas que dá imenso valor ao crédito conquistado, ao crédito consolidado, ao crédito sem taxas ou prazos de cobrança. Prefiro aquele sem prestações, sem fiadores, sem spreed's e "diabo a quatro". No entanto, numa altura em que o crédito bancário chega a percentagens do tipo "dás-me um touro que eu ofereço-te um terço de fava", preocupa-me os efeitos "semi-solidários" de colocar as desconfianças monetárias no mesmo plano do investimento pessoal.
É tão bom quando damos crédito a alguém e quando sentimos que somos merecedores do crédito dos outros...
É pena que, por causa do descrédito provocado pelas dívidas financeiras, haja cada vez menos abertura para um abraço, aquela espécie de "palavra de honra" que, noutros tempos, tinha mais valor do que o "papel desbonificado".

2 comentários:

Natacha disse...

Grata pelo crédito que me deste!
Eu ainda sou do tempo (risos) em que a palavra vale muito, e continuo crente nas pessoas que escolho, ou que me escolhem, para fazer parte das suas vidas - seja de que forma for...

Beijos "jovens" bonificados (risos)

FM disse...

(sorrisos)
Eu gosto de ser do tempo, sabia?! Dá-me assim o ar mais sério... (risos)
Concordo contigo.
Beijos.

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