terça-feira, 31 de agosto de 2010

Plumas

É uma terrível pena quando a vaidade dos homens se vende a troco de algumas pétalas, mesmo que, para isso, enquanto pessoa, o pretenso homem, tenha que ficar mais depenado, como o futuro terá o desprazer de ditar.
Sem entrar em pormenores, porque eles não são dignos de pessoas ditas dignas, neste "conto de farpas" dos dias de hoje, apraz-me reflectir sobre a adrenalina da burrice da dita inteligência que, sob falsos e vendáveis moralismos, esventra sem olhar a quê e muito menos a quem... E é uma terrível pena porque, quando tal, bem vistas as coisas, mesmo doendo, seria tão mais simples dizer com todas as sílabas do que escudar-se num (lateral) silêncio de morte, originando um arame de separação, a troco das tais penas... E que penas!
Pensando melhor, acho preferível trocar o termo "penas" por "plumas", algo que, dadas as circunstâncias, consegue um enquadramento menos falso e mais colorido, como são quase todas as histórias onde a homofobia mata, mesmo que não estejamos a falar de sexo, desta feita em posição invertida.

Francisco Moreira
* Se a história é minha? Não, mas não gostaria nada que fosse.

2 comentários:

Mize disse...

Obrigada por tudo AMIGO.
Neste momento não consigo escrever mais nada.Mas é apenas neste momento...

FM disse...

Beijo de Luz.

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