quinta-feira, 16 de abril de 2009

Caretas

A conjectura, a tal das aparências, faz com que muitos gritos sejam exclusivos das quatro paredes que encerram confidências que, nesta época, mais parecem máquinas de calcular sem pilhas, aquelas com muitos zeros e menos que zeros para dividir pelos dias do gigante mês.
Cá fora, entre o sol das montras e o vazio dos saldos bancários, continuam a sorrir os sonhos, projectos e afins que, na verdade, não passam de fugazes tentativas de enganar o estômago da vontade no querer urgente de sair daquele poço de fundo sem fim.
E é assim que muitos vão sobrevivendo, entre o murro da necessidade e a penitência dos erros gastadores do passado das tentações.
Tudo terá melhores dias, e há que acreditar, mesmo quando as "caretas" do "quarto" não condizem com as "máscaras" do Carnaval de outros tempos.

2 comentários:

Natacha disse...

A "coisa" não está nada fácil...
Mas vai melhorar, olaré!!

Beijos crentes

Maurício disse...

A verdade é que cada vez sobra mais mês no fim do dinheiro...
Mas a coisa há-de melhorar. Só pode.

Abraço

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