segunda-feira, 9 de março de 2009

Ondas

Confesso que tenho um mau relacionamento com a espera, mesmo quando a vida me prova que, por vezes, "é na espera que está o ganho"... Não sei bem, acho que é esta impulsividade que herdei da minha mãe que não pára de me atazanar, que não pára de me provocar, de me empurrar, de me gritar "-Vá, estás a perder tempo! É agora, agora!".
Enfim, manias que não se conseguem limar, nem com o passar dos anos, com aquelas lições que sabemos de cor mas que, incompreensivelmente, não conseguimos levar à letra. É o tal do "olha para o que eu digo e não para o que eu faço"...
Já perdi muito por não ser parceiro da paciência, já errei ainda mais por não conseguir sentar na cadeira ou, pior ainda, já resvalei vezes sem conta pelo simples facto de não "me" ouvir sempre que a acção me convida a não perder tempo, inclusive naquelas alturas do "dar um passo maior do que as pernas" ou do "não esperar para ver".
E assim prossigo, em velocidade de cruzeiro, ao sabor das ondas,... com mais ou menos tempestades.

3 comentários:

macaw disse...

como te entendo... na perfeição...

FM disse...

Então Macaw, vamos dar início ao grupo... (risos)
Beijos.

Juliana disse...

Esperar também não é de todo o meu forte, sou demasiado impaciente para ficar a espera que algo aconteça, prefiro agir embora nem sempre isso dê resultado mas peciência. . .

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