sexta-feira, 16 de julho de 2010

Frutinha, pois Claro!

Bem, lá terá que ser, a partir da próxima semana farei as pazes com a fruta. Espero é que ela ainda se lembre de mim, pelo menos com o carinho que eu tinha por ela, há uns bons anos atrás. (sorrisos)
quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pão nosso de cada Dia

Custa-me vir para aqui falar vezes de mais da pobreza que, como é visível, mesmo junto de quem a tenta esconder, está a proliferar por este País, outrora classificado como "à beira-mar plantado", e ironicamente porque até o mar já nota a falta de clientela. Hoje, andei pela Feira, aquela espécie de santuário que, aparentemente, é e sempre foi a salvação de muitas carteiras menos abonadas. Afinal, parece que a crise também lá chegou, e muito. O que mais ouvi, principalmente dos comerciantes, é que não "se vende nada, nada", que não há pessoas nem dinheiro e que, se assim continuarem, não terão como pagar os metros quadrados onde recorrem a descontos até 50% para tentar despachar os artigos que estão expostos, alguns, disseram-me, há 12 anos.
E é com estes exemplos que começamos a assistir aos cortes nas "gorduras", aquelas técnicas empresariais que, pelos vistos, já são adoptadas pelos retalhistas, mesmo os feirantes, aqueles de "papel e lápis". E se já não podem cortar nos funcionários, já que são os próprios quem assume essa fução, têm que cortar em algum lado, pelo menos para conseguirem fazer chegar à boca o pedaço de pão que, antigamente, sabia a "geleia".
É, a crise chegou a todos, seja pelas dívidas acumuladas, pelos outros "luxos" contratados ou, pura e simplesmente, pela ausência da "féria", aniquilada por uma tal de taxa de desemprego, aquela que, de repente, passou a aparecer constantemente na televisão, ao estilo de estrela de cinema.
Resumindo, as "gorduras", mesmo com os descontos da praxe, passaram a ser "persona non grata", mesmo para quem estava habituado a não ligar a estrangeirismos ou a essas teorias macro-económicas que, mais do que nunca, fazem lutar pelo "pão nosso de cada dia".

Francisco Moreira

Foi você que Pediu - Feira de Gondomar

É por lá que vou andar esta manhã, finalmente.
quarta-feira, 14 de julho de 2010

Fósforo

Andamos cada vez mais "apagados", cada vez mais "às escuras", como se, de repente, tivéssemos deixado de pagar a conta e o Senhor - presidente de uma espécie de "EDP", embora de plano Superior - entendesse fazer-nos viver sem a luminusidade necessária, porventura para, de uma vez por todas, avaliarmos melhor os nossos passos e - mais ainda - aprendermos a dar valor à luz que esgotamos sem olhar para o lado, fazendo, Ele, vivermos apenas na parte em que o dia se ilumina, porque assim é a naturalidade das coisas, a naturalidade da vida, a naturalidade da humanização. É que, pensará Ele, devido ao excesso de luz (falsa) com que nos "vestimos" e "decoramos" perdemos a noção do brilho natural das coisas, e principalmente dos gestos.
Cá para mim, que até tenho falado com Ele, embora também sem grandes discursos em termos de argumentos da Sua parte, acho que Ele está fazer-nos pagar o que andamos a apagar, enfeitiçados pelos "plins" dos interruptores, aqueles que accionamos por tudo e por nada, esquecendo que este egoísmo sem olhar a meios quando vai para a factura da balança global acaba por nos arrastar a todos para o mesmo "buraco", aquele que, em determinados casos, já daria graças a Deus, ou a Ele, por um fósforo que fosse.

Francisco Moreira

Jogo de Imagens

terça-feira, 13 de julho de 2010

Anti-Sociais

Andam para aí muitas cabeças a precisar de mudar de chapéu, isto para não recomendar uma guilhotina social.
Não sei se será por causa do sol que, com a chegada do verão, bate na "moleirinha" com mais raios do que aqueles que certos cérebros conseguem aguentar, mas fico, inúmeras vezes, com a sensação de que há cabeças que fazem de tudo para não ancorar, em termos de juízo, tendo em consideração certos comportamentos (caprichosamente) anti-sociais que agitam como bandeira.
Será assim tão difícil enquadrar comportamentos numa sociedade que, por necessidade e evolução, se rege, cada vez mais, por uma espécie de ordem global, por mais plástica que possa ser?
Será assim tão difícil conseguir os "mínimos olímpicos" para se atingirem as metas do que é um ser humano numa sociedade que se pretende mais humanizada?
Estou em crer que, até com esta tal informação priveligiada das "Internetes", é possível adoptar ou "alugar" comportamentos cívicos minimamente condizentes com o que se deseja e se impõe, quanto mais não seja por respeito ao próximo.
A que é que me refiro, afinal?
Refiro-me a tantas e tantas coisas que, se me desse ao terrível trabalho de as enumerar, estou em crer, apetecer-vos-ia enlouquecer por duvidarem de que não faltam loucos que se fazem passar por sãos, só para poderem enlouquecer-nos com as suas atitudes provocatórias.
Como corrigir ou evitar o alastrar dessa epidemia?
Talvez fazendo de conta que o anti-social, por mais bizarro que seja, poderá ser difícil de internar mas não é impossível de ignorar, sem o ignorar, claro.
Francisco Moreira

Pérolas Negras

Fico espantado, ainda infelizmente espantado, com a quantidade de pérolas que saem das bocas de determinados filhos, ensinados pelo "cardápio de rico palavreado" dos pais e de quem os educa.
Ainda ontem, num parque infantil, apeteceu-me tapar os ouvidos ao meu filho, tantos foram os exemplos negativos que ouvi sair da boca de algumas crianças, assim ao jeito de "adultos embalados de super-putos traquinas".
Mas, confesso, mais escandalizado fiquei quanto vi os adultos a corrigirem os palavrões, dando-lhes os sinónimos correctos, quando, na verdade, via-se perfeitamente que os tais sinónimos eram para "Inglês ver", já que as crianças em questão fartavam-se de corrigir o certo com o errado.
E, hoje, fico-me apenas pelas palavras, ou melhor, pelos palavrões, já que, se pegar nos exemplos gestuais e comportamentais, tenho receio de que todos fiquem "corados" com os "pequeninos que tão bem torcem o pepino".
Francisco Moreira

Roldanas

Já ouviram falar de roldanas? Aquele aparelhómetro criado há séculos que ajuda a que as "cordas da vida" consigam ter mais força e menos barreiras do que tinham à partida, quando estavam, cada uma, separadas nos seus cantos?
Hoje, mesmo sem aprofundar muito o assunto, apetece-me sublinhar que o meu pensamento está com essas pessoas, aquelas que não se importam de ser roldanas para permitirem que as tais "cordas" possam segurar e tantas vezes catapultar aquilo que não é nada fácil: o dia após dia.
Ainda bem que as roldanas existem. É sinal de que, afinal, a sociedade não é feita exclusivamente de seres que se dizem humanos mas que, ao menor desequilíbrio de um outro, desatam os "nós" para se salvarem a "eles".
Bem hajam todos aqueles que pensam nos outros sem a necessidade de consultarem o seu umbigo, porque é desses exemplos que necessitamos para acreditar num futuro melhor.
Francisco Moreira
segunda-feira, 12 de julho de 2010

Fresquinho, Fresquinho

Hoje, não sei se por ser 2ª Feira, e por ter dormido umas míseras três horas, estou com uma vontade terrível de deixar as responsabilidades no baú do esquecimento e deslocar-me para um cantinho com pouco barulho, muita água e deixar-me lá estar uma série de horas, para compensar o débito que tenho às costas.

Não me parece possível mas, mesmo assim, pode ser que, refrescando o pensamento, consiga, ao menos, melhorar este cansaço que me assola.

Bem, para já, pelo menos, vou dar mais um mergulho no trabalho, claro, que está um pouco mais fresquinho, à custa do ar condicionado.

Francisco Moreira

Português Campeão Mundial

'Super-herói' português escolhido como adepto do Mundial

O 'Super-herói' português Dino Supremo foi eleito este domingo como o Adepto do Mundial, numa votação que decorreu no site da FIFA.
Equipado a rigor, com chuteiras, fato branco, cueca vermelha, símbolo ao peito com as cores portuguesas e um bigode de meter respeito, Dino
Supremo, um sul-africano de ascendência portuguesa, teve direito a aparecer nos ecrãs do Estádio Soccer City no intervalo da final deste domingo.
O esforço deste super-adepto foi recompensado com um automóvel.
in Correio da Manhã
domingo, 11 de julho de 2010

Ganhou o Maradona

Pronto, até daqui a 4 anos, para mais ilusões, reclamações, suspiros e suposições, isto sem esquecer os mesmos ingredientes no "Euro 2012", que começará já daqui a poucas semanas, aparentemente com Queiroz.
É verdade que ganhou a Espanha, e mereceu, mesmo com golos determinantes em fora de jogo. Sim, mereceu, foi quem mais fez efectivamente por ganhar os jogos, menos naquele primeiro em que perdeu, e que eu não vi.
De Portugal, vá lá, levamos a "bicicleta" da maior goleada, aquela que nos atirou areia para os olhos levando-nos a imaginar chegar à final, o que poderia acontecer mas só em sonhos, ´tendo em atenção aquela "fantástica" fase de qualificação.
Da França, Itália, Brasil e Inglaterra... pode dizer-se que não surpreenderam, com os seus maus resultados, em função do que jogaram e também nas suas fases de qualificação, exceptuando os Ingleses.
De resto, e tirando o folclore do costume, que também sabe bem, apetece-me destacar a equipa de Maradona que quase convenceu, que chegou mesmo a sonhar e a Alemanha, sempre fria e eficaz, a quem só lhe faltou um "bocadinho assim".
Para mim, dadas as expectativas, desempenhos e resultados, já que, vá-se lá saber porquê, não sou grande fã do que vem de Espanha, apesar de achar que têm o melhor futebol do mundo, no campeonato, apetece-me dar a "bicicleta" ao Maradona. Porquê? Gostei dele, gostei da forma como tratou os seus, gostei da humildade na derrota, gostei de vê-lo a regressar aos grandes palcos, e desta vez sem a "mão de Deus" mas com muito coração.
Francisco Moreira

Uvas Passas

Já se cumpriu metade de um ano em que, tal como em todos os outros, assumimos demasiados compromissos, dos quais nos vamos esquecendo com o deslizar do calendário, propositadamente ou não.
É sempre assim, chegamos ao primeiro dia de cada novo ano e temos sempre uma lista de vontades auto-impostas que, infelizmente, acabamos por deixar na "valeta" do "amanhã, talvez".
Este 2010 já completou a curva da "meia-idade" e do tempo que lhe resta. Convenhamos que já há pouco tempo de sobra para agir, embora ainda estejamos dentro do prazo de validade que estabelecemos para as tais e tantas vezes repetidas prioridades.
Se assim é, porque não pegar neste dia, redefinir os tais desejos, vontades e compromissos e dar corpo ao pensamento das "uvas passas"? É que, entre o "mais vale tarde do que nunca" e o "amanhã, talvez", é bom, por vezes, optarmos pelo verbo concretizar em detrimento do "deixar andar", aquela expressão que teimamos em usar em 364 dias de cada novo ou velho ano.


Francisco Moreira

Foi você que Pediu - Matosinhos

sábado, 10 de julho de 2010

Enfeites

Anda tudo a tentar tapar o negro dos dias com recurso a maquilhagem e adereços em forma de enfeite, só para desviar atenções, com receio, porventura, de que o vizinho do lado descubra mais do que deve por "debaixo dos panos".
No fundo, no fundo, o que mais continua a contar é o que se vai vendo e/ou demonstrando, como se, com isso, se conseguisse manter vivo o sonho, aquele que não condiz com a verdade nua e crua e que, infelizmente, vai afundando cada vez mais o nome de quem faz do "social" o refúgio perfeito para enganar os outros enquanto se engana a si mesmo.
Um dia destes, a corda rebentará e, quando isso acontecer, será pior a "emenda que o soneto", sem margem de manobra para salvar a "honra ao convento", por mais enfeites que se tenham por debaixo da manga.
Francisco Moreira

Jogo de Imagens

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Corações de Latão

Há alturas em que avalio alguns dos corações humanos que me rodeiam, ou com os quais me vou cruazando, e chego à conclusão que anda para aí muito coração de latão, daqueles que teimam em fazer-se passar por muralhas, quando, na verdade, não passam de metal da pior espécie, pelo menos em termos de acção, já que, por outro lado, acredito, devem ter muito melhores vasos sanguíneos do que aqueles que infelizmente publicitam, por convicção e sem a necessária auto-avaliação.

Francisco Moreira

Costuras Deslizantes

Se pudesse, se pudesse mesmo, pegaria numa régua e num esquadro, tirava as medidas a algumas pessoas que conheço e tentava explicar-lhes que funcionariam melhor com outras "linhas", com outras costuras, bem diferentes daquelas com que se cosem.
É que há tanta gente boa que teima em fazer o papel de "menos interessante", que até me dá dó.
Francisco Moreira
quinta-feira, 8 de julho de 2010

Palhaço

Há quem diga que isto de se ser palhaço deve ser sempre uma alegria do tamanho do mundo. E eu completo a frase com o seguinte: é uma alegria para o público, já que, grande parte das vezes, o palhaço também tem dores de cabeça, indisposições, contas para pagar, mau feitio e as demais consequências dos efeitos provocados por baixo daquela "pele pintada".
Mas é bom ser-se palhaço, é bom sentir que influenciamos os outros positivamente ou que, pelo menos, tentamos, seja em dia bom ou em dia menos bom, para nós, palhaços, e para os outros, não menos palhaços, embora noutros palcos.
Há décadas que visto o meu fato, umas vezes mais apertado, confesso, mas sempre pronto para entreter nos mais diversos meios, sejam eles um palco, uma rádio, uma televisão, um blog ou um outro foco de evidência qualquer, e não me faltam, é verdade.
No entanto, mesmo gostando do tal "foco", convém não esquecer que o mesmo palhaço tem muitas vezes vontade de despir o fato, de tirar a maquilhagem e vestir umas "calças de ganga" com o intuito de passar para o outro lado, o lado mais fácil, aquele em que se aplaude, se apupa ou se é completamente indiferente ao que o espectáculo tenta transmitir.
Isto de se ser palhaço não é assim tão fácil, mesmo quando a experiência se transforma na melhor das "muletas", mas, mesmo assim, com os tais altos e baixos, sinto que no dia em que me despedir dele, do outro eu, sentirei uma imensa falta de mim, principalmente quando estiver a contar as histórias que atestam uma grande parte da minha vida, a de palhaço, por gosto e convicção.

Francisco Moreira

Foi você que Pediu - Bolhão

As entrevistas de rua continuam, sempre bem-dispostas, sempre descontraídas, sempre únicas... E, hoje, vou andar no "Bolhão". Como será? Especial, como sempre, certamente.

Francisco Moreira
* Quanto ao programa, é para ver todos os dias, de 2ª a 6ª Feira, no Porto Canal (ZON + MEO + www.portocanal.pt ) às 12H30, 18H00 ou 03H30. Aos Domingos, 10H00, há o "Best Of" da Semana.
quarta-feira, 7 de julho de 2010

"Morre num Minuto"

Um dia destes, e muito provavelmente sem contares ou desejares, irás partir, sim, irás morrer. Perdoa se te choco, se te escrevo aquilo que já sabes mas que, todos os dias, evitas, romanceando o "quando tiver que ser será, mas ainda tenho tempo", como se o tempo fosse controlado por ti, como se o tempo fosse uma agenda que trocas a cada 31 de Dezembro.
Um dia destes, já o sabes, irás morrer, e contigo morrerá uma quantidade imensa de ligações, de ideias e ideais, de gestos por cumprir, de missões nunca iniciadas, morrerão contigo inúmeros sentires, alguns deles fechados a "sete chaves" no baú dos segredos, por mais banais que pareçam ao comum dos vivos, ainda não mortos, mas mortais.
Com isto, acredita, não quero que penses na morte, na tua morte, ou na dos que te são queridos.
Com isto, e por favor acredita, quero apenas que penses naquilo que não alterarás nunca, mesmo prometendo, mesmo dizendo que o tentas "quase" todos os dias. Quero que penses em ti, em ti na relação contigo, em ti na relação com os outros, inclusive com os estranhos, aqueles a quem não dizes "Olá" porque simplesmente não conheces, ou preferes não conhecer. Afinal, mais tarde ou mais cedo, todos eles irão morrer e isso passar-te-á despercebido, não é?!
Mas para que esta "corda", a do pensamento, não fique ainda mais esticada, provocando-te um eventual sufoco indigesto por antecipação, recomendo que, se tiveres um pouquinho de vontade, pares 1 minuto, apenas 1 minuto, para pensares naquilo que já pensaste inúmeras vezes ao longo de toda a tua existência: - E se morreres daqui a pouco, o que deixaste de fazer que deverias ter feito, em ti e nos outros?
Vá, aproveita, já passou o tal minuto e tu ainda estás vivo, só ainda não te deste ao trabalho de agir, antes que a morte te surpreenda, ao jeito de desculpa, a tua.

Francisco Moreira

(entendam que não estou triste, apenas decidi provocar-vos um pensamento, como tantos outros que aqui trago, que não deve ser descurado, já que a morte, como sabemos, faz parte da vida, embora em cápsulas que, se víssemos bem, permitem-nos continuar o tratamento, embora com uma surpresa a que chamamos tempo, sem sabermos o que é)

Jogo de Imagens

A este "quadro" vou baptizá-lo de "Fado".

E, para chegarem onde cheguei, basta observar com especial atenção cada uma das imagens que escolhi e, claro, respectiva relação entre elas.

terça-feira, 6 de julho de 2010

A Mola da Salvação

Há muita gente presa ao equilíbrio mental por uma espécie de mola, uma mola já dela bastante desgastada pelos efeitos dos danos sociais, sejam eles económicos ou emocionais. Por isso, nem que seja com a desculpa da "boa acção do dia", devemos estar mais atentos, mais "ouvintes" e mais amigos para podermos intervir com o mais forte dos "tranquilizantes": a entreajuda.
A depressão e o desistir são duas palavras que, cada vez mais, convivem mal com o ritmo das coisas, sejam elas provocadas pelo endividamento, desemprego ou pelos desgastes inerentes a este auto-isolamento aparentemente forçado, numa sociedade demasiado exclusiva, na qual, aparentemente e erradamente, parecem só poder existir aqueles que se "aguentam".
A entreajuda nem sempre cura as feridas, muitas delas provocadas pelos próprios personagens, mas pode sempre amenizar a dor e funcionar como ponte entre o fim e o oxigénio, por mais rarefeito que aparente estar.
Cabe a cada um de nós dar o ombro e as melhores palavras para tentar "salvar" aqueles que, pé ante pé, se encaminham para as areias movediças dos dias de hoje, à custa das perguntas que já não encontram respostas.
E tu, já "salvaste" alguém, hoje?

Francisco Moreira
segunda-feira, 5 de julho de 2010

Moda Verão 2010-2011

Um conhecido meu, aparentemente ligado à mais alta costura nacional, enviou-me alguns trapinhos que, na sua opinião, poderão ser bastante úteis, principalmente às meninas que necessitam de mudar o guarda-roupa deste verão.
Entendi que, ao publicar estes belos exemplos, poderei estar a fazer uma espécie de serviço público. Por isso, meninas, aproveitem... Quanto mais não seja pela marca campeã. (risos)
(recomendo que ampliem as imagens - basta clicar em cima - para perceberem bem melhor a qualidade da indumentária que aqui é apresentada)

Cifrões de Latão

Por muito que se diga o contrário, continuamos presos aos luxos, sejam eles bizarros ou de menor peso nos cifrões, mas sempre na perspectiva de os alcançar, nem que seja amanhã, mesmo alegando que se vive bem sem eles.
Chego à conclusão que, mesmo em tempo de crise, com a necessidade de centralizar os "investimentos" no essencial, se houver a ínfima hipótese de avançar para algo menos essencial ou desnecessário, não hesitaremos 1 segundo em corresponder afirmativamente.
É um facto incontornável aquele que diferencia o "olha para o que eu digo" do "olha para o que eu faço", como comprova uma outra frase lapidar, esta: "se me saísse o Euromilhões". E aqui é que todos os argumentos dos ditos "controlados" se desmoronam. É que, mal recebessem as notas de €500 aos molhos, a primeira coisa que fariam seria pensar em que luxos o poderiam aplicar, mesmo que tudo isso seja desnecessário, como tantas vezes o dizem. Ou estarei errado?
Francisco Moreira
sábado, 3 de julho de 2010

Foi você que Pediu - Póvoa de Varzim

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Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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