Óscar de Plástico
Esta madrugada, já depois de uma longa conversa com a travesseira, uma insónia convidou-me a trocar a cama pelo sofá, com o pretexto de recordar as tantas maratonas que fiz a ver os "Óscar". Indecifrável
Faço parte daquele grande (ou pequeno?!) grupo de pessoas que mal consegue ler o que escreve, à mão. Sim, reconheço que tenho uma letra horrível, indecifrável.Ar

Plim
Todos, ou quase todos, são crentes em conseguirem resolver num ápice todos os problemas e sonhos financeiros, seja à custa de um "Euromilhões", de um site de apostas, de uma herança bem-vinda de um familiar desconhecido ou porventura de um outro golpe de sorte qualquer. Mas sempre com a esperança de que esse minuto da transformação aconteça, que esse alavancar seja uma realidade, porque é justo, porque é mais interessante, no fundo: porque convém.Gato
Não gosto de histórias com "gato" e muito menos de pessoas com "gato". E, atenção, isso não quer dizer que não aprecie o animal, em si. É que gosto de gatos, não destes, dos outros, dos autênticos. (tive uns 20 gatos verdadeiros ao longo da minha vida, e uns 1000 dos "outros")Fim
Se há algo que nem eu nem absolutamente ninguém entende - mesmo dizendo o contrário, é o medo que se tem da morte, pelo menos quando se está perto dela, sejamos nós ou outras vítimas desse inquestionável "tem que ser".Ridículo
Estamos a necessitar urgentemente de voltar a ser românticos. Mas sê-lo com gestos, não apenas à custa do dizer que se é ou pensar que se é. É preciso fazer mais e não estar à espera dos dias de "S. Valentim" e daquelas outras datas que se impõe como obrigação porque é para isso que também existe o calendário. É preciso fazer mais e melhor. É preciso demonstrar o que se sente e fazer "passar a palavra" de que a paixão, o amor e "derivados" não são ridículos.
E se o forem, que mal fará ao mundo?!
É principalmente nestas alturas de cinzentismo colectivo que se deve combater o cambalear dos dias com outras cores, por mais garridas que pareçam aos outros.
Que mal fará demonstrar que se gosta de alguém? Que mal fará agir em função do sentir?
Estamos a necessitar urgentemente de voltar a ser românticos, também fora das salas de cinema, aquelas que, por vezes, nos fazem sonhar com a paixão e com o amor, como se, nessa hora e meia, passando para o outro lado da tela, estivéssemos a cumprir o romantismo, o tal, o que não expomos mas que sentimos - acrescentamos, cá dentro.
Se sabe tão bem, fará assim tão mal?!
Ah! Já sei. Há que manter a postura, além do: " - O outro sabe-o!", já lhe foi dito vezes sem conta, naquela outra altura em que - aí sim! - fazia sentido ser-se e dizer-se que se é(ra) romântico.
Perdoem a correcção, mas este pensar e não agir é que são ridículos. (ponto)
Um Cêntimo
Depois de uma silenciosa mas atribulada guerra de palavras comigo mesmo, quando me impus parar, porque a cama também me chamava, reparei que o relógio do computador acusava proximidade às 6 e meia da manhã deste mesmo dia.. Na verdade, voltando ao cerne da questão, neste minuto, a vontade é a de regressar à primeira sílaba e mandá-la às favas em "correio azul". Mas como - conhecendo-me - sei que isso não acontecerá, lá terei que me sujeitar aos ajustes e reajustes na pior das fases da escrita - pelo menos para mim: aquela em que se tem obrigatoriamente que colocar em pé uma espécie de árvore de natal, começando pelo tronco - a estrutura, aquela tal parte que, assumo com todas as letras, é a menos interessante, a mais feia e irritante, já que prefiro sempre partir do zero, sem fio condutor.
Neste momento, assumo, trocaria esta espécie de tornado por um cêntimo, embora - e permitam que o revele em primeira mão, não seria um cêntimo qualquer.
Francisco Moreira
Lamurias
Estamos a precisar de arranjar um banco de jardim que permita que nos sentemos. Um banco de jardim que nos permita voltar aos dias de ontem, aqueles em que nos preocupávamos menos. Um banco de jardim que nos permita ter esperança em vez de desconfiança.Pechisbeque
Sempre que a crise faz questão de assinar com letra maiúscula, não paramos de ver inaugurações daquelas lojas "hermeticamente fechadas aos olhares do povo". Sim, daquelas que, pouco delicadamente, convidam a vender-se os "anéis" e afins, com base no marketing do "dar jeito", em anúncioscom letras geralmente amarelas e... gigantes. S. Negócio
Hoje é dia de S. Negócio, e quase totalmente à custa de milhões que levam o calendário à risca, seja por si, pela outra parte ou pelo que os "outros" também fazem, ou melhor, porque tem que ser! Pirâmides
É bom quando percebemos que, afinal, no topo das "Pirâmides" ainda é o povo quem mais ordena. Mesmo que custe, mesmo que morra, mesmo que tenha que Lutar até conseguir fazer-se notar, fazer-se ouvir...Que pena, que pena que não se formem mais "Egiptos" por este mundo fora... A começar por aquela ainda grande quantidade de países que não ouvem o povo, e que o calam, quando não é o mundo que faz de conta que não os ouve...
Acredito no povo. Acredito no mundo. Acredito que, um dia, seremos iguais.
Francisco Moreira
Abortos
Esta minha cabeça, por vezes, quase rebenta, tamanha é a quantidade de informação que ela gera, tamanha é a fertilidade de "invenções" com que se depara e questiona. E quando se trata de puxar pela imaginação, acreditem, mesmo tendo como base a terra que pisamos, assumo, não são raras as vezes em que me vejo a voar por outros "Céus". Estou numa amálgama de auto-sugestões, mas confuso por não encontrar Aquela, sim, Aquela - a que me diga que "é por ali", inquestionavelmente, e principalmente para mim.
Está tudo "cá dentro", está tudo pronto a avançar, embora as primeiras partidas me façam lembrar aquelas falsas partidas das provas de "Fórmula 1", em que, ao fim de meia volta, lá voltavam todos à linha da partida, certos de que aquela mesma linha também serviria para a chegada.
Confusos?! Pois, compreendo. Também eu me sinto assim. Ao ponto de, nos últimos dias, me perguntar repetidas vezes porque é que não avanço e "pronto"! E logo eu que adoro os "de repente" da mente, a resolução dos "cubos-mágicos" das histórias, neste caso, volto a frisar, ficcionadas.
Bem, como se costuma dizer: "O que tem que ser, tem muita força!", por isso, há algo incontornável, algo decidido, nem que seja para esvaziar parte desta corrente de labirintos, muitos deles verdadeiramente idiotas, que não param de me incomodar. O que está decidido? Simples. Vou começar a escrever o meu segundo livro, abortando os dois a que dei início esta semana. (sorrisos)
Lacinhos
A vida, feliz e infelizmente, nos seus centímetros, vai ensinando-nos que existem laços, lacinhos e laçarotes, seja nas relações para com outras pessoas, seja nas relações para com o resto do mundo, aquela outra parte que não comporta seres humanos.Escapadinha
Ontem, perto das 19H03, aproveitando uma pausa, dei um salto ao Céu, só para ver como andam as coisas por lá. Manicura
Que mania esta, a de andarmos de mãos nos bolsos, ou pior, nos telemóveis, nos maços de cigarros, nos recibos das contas!... Amor em Coma
"Olá! Eu sou o Raul, tenho 40 anos de idade, e estou em coma. O que me trouxe para este lado, contar-vos-ei mais lá para frente... E, confesso, o que mais me preocupa não é saber se, num minuto destes, acordarei deste sonho ou sono - como lhe queiram chamar! O que realmente me move, neste instante, é contar-vos o que vejo, o que sinto, por onde ando, o que me inspira, nestes longos dias com relógio mas sem tempo, e, paralelamente, descrever-vos o amor que sinto pela mulher a quem fiz jurar que continuaria a viver para além de mim, para além da morte, a minha. Ah! O meu Anjo conduzir-me-á, por aqui, por ali e, principalmente, por aí, já que esta história não é apenas minha, é de cada um de vós, também em coma."
Francisco Moreira
* Mais logo, começarei a dar palavras a esta história que, hoje, entendeu assumir um papel principal, embora, há que sublinhá-lo, de completa ficção.
Sete
Devo ser um daqueles largos milhares de "ET's" que almoçam em velocidade "TGV", tão só por não apreciarem estar em locais públicos, apertados, com muitas conversas cruzadas em simultâneo, sem conseguir ouvir o som do que o "Canal 1" vai tentando noticiar à hora do almoço.ET
Eu já tinha avisado há uns tempos atrás, que não somos deste planeta, e que andamos a ser "bronzeados" pelo sol errado. Sim. (com ironia, muita, excessiva, delirante, provavelmente) Claro que, com esta revelação, muitas das nossas dúvidas, daquelas questões que trazemos encrostadas na pele - tipo: de onde somos, para onde vamos, quem somos? - passam a estar devidamente respondidas, com estas "novidades", ou nem por isso, dirão muitos.
Como?!?
Então, olhando para o que somos e como nos comportamos, uns com os outros, não dá para perceber imediatamente que somos de outro planeta e que andamos a levar com sol na moleirinha que, afinal, não é aquela que condiz com o "chapéu" que usamos?!
Um dia destes, acreditem, descobriremos que, afinal, aqui na Terra, os ET's somos nós.
Teclas
Não, não vos estou a beijar, mesmo podendo, e em alguns casos, justificando-se. Mas, hoje, sem querer ir pelos caminhos habitualmente mais "sérios" deste "cantinho", opto por vos provocar, por vos recomendar beijos, e de todos os tipos, dependendo dos personagens e, claro, do "plateau" em que se encontrem.Ocos
Ontem surpreendi-me com pouco, mas surpreendi-me. É que já inventaram os cigarros ocos, iguais aos que não param de aumentar mas que, com a ajuda de uma "maquineta" - o "maior investimento - dizem, transforma-os em cigarros normais, daqueles que andamos para aí, infelizmente, a fumar, por falta de juízo, falta de vontade de os eliminar ou, talvez, por comodidade, o que ainda é pior, em termos de desculpa esfarrapada. (contra mim falo!) E, quem me falou disto, enquanto assisti-a ao seu "trabalho" de "fazer cigarros", ele acrescentava que achava estranho como as tabaqueiras (ainda) não escrutinaram uma forma de encarecer este método, bem diferente daquele de juntar mortalhas a tabaco solto, provocando sempre a ideia - em quem assiste - de que poderão estar a fazer "outros" cigarros.
Com estes, os "pré-fabricados", convenhamos, tudo parece mais normal, menos trabalhoso e, acima de tudo, acrescentam, muito, muito mais barato. Sim, a crise "aguça" o engenho.
Se vou aderir a esta nova técnica de fumar mais barato? Julgo que não. Sou demasiado comodista, ao ponto de, um dia destes, acomodar-me ao certo, ou seja, ao deixar de fumar.
Equilíbrio
Há quem diga, e eu assino por baixo, que o equilíbrio dos seres humanos depende de vários factores, inclusivamente dos efeitos colaterais que, de quando em vez, lá vão funcionando como uma espécie de vendaval, tentando destabilizar o que e quem assenta em vértices devidamente incutidos, profundamente enraizados.Puzzle
A vida, afinal, é tão simples, tão simples! E passamos nós os dias a complicá-la, a arranjar maneiras de, alegando exactamente o contrário, adicionar cada vez mais condimentos complicados de gerir, quanto mais não seja, julgamos (!), para lhe dar sabor, à vida, que, por muito que nos convençamos do contrário, nunca chega a ser o que sonhamos, quando éramos crianças.Tertúlia
Raramente aceito, em vão, ter conversas comigo mesmo, daquelas com abraços e puxões de orelhas, com perguntas e respostas, daquelas com mais do que o trivial "pensar", daquelas conversas com tudo e com nada, mas com vontade, com convicções, com decisões. Embora, apetece-me dizê-lo, sejam poucas as vezes em que aprecio "defrontar-me", ao tipo de "Gladiadores", daqueles que usam todas as armas, embora assente na correcção, há alturas em que lá me encontro comigo, sendo que o Eu tem um outro Eu, um que me defende e outro que me questiona.Não, nestas disputas, não é permitida a entrada de terceiros, por maior que possa parecer a "colher". Limito-me a lançar os temas, a ouvir e a falar, a justificar e a pôr em causa, limito-me a fazer contas à vida, e a tudo o que a envolve, a minha, claro.
Com isto, também há que dizê-lo, não significa que vá a uma espécie de confessionário, nem tão pouco entrar num ringue, onde o meu bom se gladiará com o meu mau. Nada disso.
Aligeirando o teor deste "post", na verdade, quando tenho estes reencontros comigo, basicamente, chamo-lhe tertúlia, um espaço temporal sem horário limitado, no qual me avalio e avalio o que me rodeia, de maneira a cimentar quem sou e quero ser, com recurso aos ajustes que esta troca de galhardetes, no final, nos impuser, a mim e a mim, com o acordo de ambos, num só.
Inocência
Não, não me vou referir aos Bebés "Índigo" e às demais conjecturas que, pelo que se consta, ajudarão a transformar este planeta num mundo melhor, em termos de princípios e, já agora, de fins, enquanto seres humanos, que, pelos vistos, somos. Mas sou crente, crente numa nova geração de valores, numa nova "maternidade" de seres que, se vier a acontecer, limpará de vez - espero e desejo, estas nódoas com que nos poluímos nos dias que correm, há anos, há décadas... Acho mesmo que esses novos seres, muitos deles já em acção, nos obrigarão a passar, um a um, por uma espécie de máquina de lavar (por dentro, principalmente), com recurso a um forte e intransponível detergente, daqueles que, acredito, nos obrigarão a voltar ao "zero", àquela inocência que, mesmo sendo-a, fará com que, a partir desse momento, as nossas acções sejam mais puras, mais sinceras, autênticas.
"Multas"? "Expulsões"? Certamente que também haverá lugar para ambas, mas, mesmo assim, estou em crer que seremos salvos, inclusive de nós próprios, se efectivamente o quisermos, se efectivamente o pudermos.
Delírios
Estamos na era dos delírios, muito graças ao, acredito, excesso de informação e desinformação com que somos abalroados no nosso caminho, aquele que deveria ser de procura de equilíbrio, aquele que deveria ser de concórdia e confiança. E, com isto, não me quero referir a um tema específico, acho que se delira por tudo e por nada, provavelmente por se acreditar em tudo e não se acreditar em nada, sempre ao sabor do vento, ao sabor dos noticiários, vindo eles de meio vierem: televisões, jornais, etc. E, em parte, compreende-se o porquê de se viver, cada vez mais, numa amálgama de confusões, da mais variada ordem, na tentativa, acrescente-se, de fugir à desordem, ao racional, ao correcto, ao que deveria ser. No fundo, queremos fugir aos delírios, sem nos apercebermos que, tantas vezes, somos o próprio, mesmo não o desejando, mesmo tentando evitá-lo.O delírio gera perigos, gera coisas do "arco da velha"... E nós, vítimas ou retransmissores de delírios, porque também somos vírus de "transporte colectivo", acabamos por, infelizmente, ser o melhor meio para os propagar, aos delírios, mesmo julgando que os estamos a evitar ou, porventura, a combater.
Toque

É nas salas de espera, neste caso de uma clínica, com umas 20 pessoas, que, de repente, o pensamento pode, automaticamente, virar-se para um lado oposto àquele que nos leva para aquele espaço. Sim, refiro-me ao tocar de um telemóvel, e mesmo num espaço onde não se vêem aqueles "autocolantes" que tentam impedir que o som alheio incomode alguns, muitos ou todos. Refiro-me, sim, ao toque, ao toque especial de um telemóvel normal, um toque e "retoque" que, acreditem, não deixou ninguém indiferente, um toque que retirou peso a todos os exames, resultados de análises e... por aí fora.
Mas, afinal - perguntam todos em coro, que bizarrice é esta que merece um "post", que merece que lhe dedique algumas das células que "escravizo" de cada vez que cá venho lançar uns "bitaites"?! Bem, esperem mais um pouco. Permitam que diga que, nos meus sucessivos telemóveis, ainda não aderi a canções nem a toques intitulados diferentes, provavelmente por, amiúdas vezes, ter tido a oportunidade de ver o ar incomodado, para não dizer envergonhado, de muitos que optaram por ser "radicalmente" diferente.
Ora bem, estava eu a ler a página 3 do gratuito "Oje" quando, naquela sala imensa, decorada com estilo, composta por muitos "fatos e gravatas" e "maquilhagem de fino recorte", ouço o toque de um telemóvel que era, nada mais nada menos, do que o som que anuncia ou inicia as Corridas Tauromáquicas. Isso.
Como facilmente imaginam, durante largos 30 segundos, todos os olhares "scanearam" a sala, à espera de ver com os seus próprios olhos quem tinha escolhido aquele toque tão, tão... Bem, depende das perspectivas, mas, para mim, é, no mínimo, estranho.
Claro que, dos olhares, passou-se logo para os pensamentos, principalmente daqueles que, como eu, são contra esta tradição. Outros, provavelmente, tiveram vontade de rir à gargalhada, sem o fazer, claro, e, porque não (?!), certamente que também houve quem tivesse vontade de pedir o toque "emprestado".
Em resumo, e esquecendo o toque, por mais que tentássemos fazê-lo, lá estivemos a ouvir a conversa entre o dono do toque e o seu interlocutor, na esperança de que, ao menos, aquela conversa pública, não se transformasse numa tourada.
Francisco Moreira
Via-Lenta
Provavelmente, quando chegar à idade, se é que a há (!?), de ser classificado como "condutor de Domingo", vou tentar que as autoridades deste nosso País criem uma via - tipo ciclo-via - para condutores como os que vou apanhando pela frente, principalmente em horários que não são de ponta, embora, com esta "mistura de horários laborais", convenhamos, ninguém pode dizer com toda a certeza de que há horas de ponta. Grão
Podem ser raras as vezes, mas todos nós, em determinados momentos, perguntamo-nos pelo paradeiro das chaves que podem e deveriam revelar certos mistérios, as chaves das respostas para certos "porquês"... E, muito provavelmente - especulando, é nesses "desconhecer sem volta a dar-lhe" que está o tempero da vida, o tentar perceber, o tentar entender, o tentar saber... Na verdade, julgamos todos, será o tempo a ensinar-nos o porquê de determinados passos, o porquê de ter que "ser assim", o porquê de não termos que saber "tudo e mais alguma coisa" no tempo pretendido, isto para não recorrer ao mais fácil, ou seja, afirmar que, é depois de partirmos, de vez, que nos é dado o tal molhe de chaves que nos abre definitivamente o mundo, aquele pedaço de terra e gente do qual somos um grão, mais um grão, ou nem por isso.
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- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.
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