sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
UM
Em alturas de eleições, sejam elas mais ou menos "determinantes", tenho esta "mania" de incitar ao voto. E, hoje, no último dia de uma campanha que, no fundo, quanto a "coelhos da cartola", exceptuando a entrevista do "candidato ao poleiro", pouco trouxe de novo, hoje - dizia, faço questão de provocar aqueles que alegam que "não vale a pena", que há coisas mais interessantes para fazer num Domingo, frio.
Sim, não é afirmando que "são sempre os mesmos", mesmo podendo ser, que se mudam as coisas, não é "desertando" do direito e do dever cívico que é ser-se cidadão, em pleno. Cidadão é aquele que tem palavra activa e que, mesmo achando que ela "pouco vale" - dadas as circunstâncias, assume, com actos, o seu papel, de ser UM.
Por isso, Domingo, votem em quem a vossa consciência determinar, inclusive em branco, se caso for, mas não votem na abstenção. Porque, pior do que não participar no mudar ou continuar das "coisas" é relegar para outros o (nosso) ser-se UM.
Querem mesmo que sejam os outros a decidir por vós?! Acham mesmo que são as "conversas de café" que definem e decidem quem nos representa, a cada UM?!
Francisco Moreira
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Charco
Por vezes, mesmo contrariando as minhas convicções e vontades, sento-me e fico quieto, aqui e ali, naquele canto dos instantes, naquela curva da "prova dos nove"... Fico mais ou menos discreto, mais ou menos atento, mais ou menos curioso... E fico, principalmente porque é necessário observar as acções e reacções de terceiros, principalmente quando os desfechos fogem velozmente dos factos ou são invertidos, transformando-se, quase por milagre, numa espécie de tábua de salvação, sem se tentarem salvar, o mínimo exigido em função dos danos... Ao ponto de, em função do que me é dado a ver e sentir, ao momento, e sem actos públicos em contrário, ter (eu!) que reavaliar as minhas próprias acções, principalmente quando se propagandeia o que não fui nem sou, gerando, sem medir consequências, um sentir penoso, permitindo que se inflame ainda mais graças às suas nuances.
Por vezes, sem me agradar, minimamente, lá tenho que agir, lá tenho que erguer as palavras, recordar quem sou e como sou, principalmente quando as cicatrizes são profundas, principalmente quando o pedregulho atirado para o charco de um nome honrado parece querer fazer crer que todas aquelas (tantas) gotas saltitantes continuam a expandir-se num efeito dominó que, no mínimo, e por mais injusto que o seja, ao menos, serve para que se aprenda a valorizar ainda mais o que e quem temos, certos de que isso, sim, isso somos nós.
Francisco Moreira
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Nada
Acho uma tremenda piada a esta imagem, mesmo. Deve ser do tempo, assim para o "todas as estações do ano"... (sorrisos)E estou para aqui a tentar perceber o que ela me "pede" - a imagem - para a poder legendar em termos de pensamento, como sempre faço, há já vários anos, "religiosamente", caprichosamente, tal como a vida.
Para quem não sabe, é curioso mas, normalmente, é escolhendo uma imagem e publicando-a que dou inicio aos meus "Post". Sim, ao contrário da grande maioria, dou sempre inicio a este prazer de escrever com a escolha de uma imagem, sempre sem pensar no que irei dizer, sobre o que irei conjecturar, faço-o pelo instinto, pelo simples gesto de tentar fazer jus ao que, desde o primeiro dia, neste meu "cantinho", escrevi "lá em cima", por baixo do "Essências", ou seja, escrever ao sabor do instante.
Na verdade, e voltando ao ponto de partida, confesso que das 4 ou 5 olhadelas que direccionei para esta imagem - esquisita, baça, sem grande relevo ou aparente interesse, além dos sorrisos de várias cores que já me fez despertar, acho que, desta vez, vou limitar-me a deixá-la, à imagem, falar por si... E, já agora, se alguém se quiser dar ao trabalho de reparar melhor nela, na imagem, espero que, envolto pelo mistério que ela possa gerar, aproveite o tempo despendido para tentar retirar algo de útil em termos de resposta. Isto, claro, para quem procura respostas.
É que, ao contrário do que tantas vezes se diz, nem todas as imagens valem por mil palavras, mas, neste momento, à custa desta imagem - que me apareceu do nada, estou a lembrar-me de algumas palavras "originais", daquelas que tanto dão para a lágrima como para o sorriso, dependendo do lado em que se está. Ou seja, provavelmente, nesta amálgama de "nadas", pensando melhor, se calhar, já nem a imagem se safa.
Francisco Moreira
* Aproveito para dedicar este texto "vazio" a todos os Blogers que, tantas vezes, deixam de escrever pura e simplesmente porque não sabem por onde começar ou, inclusive, porque têm vontade de escrever mas, em determinados momentos, não lhes ocorre sobre o quê. Com vêem, é possível pegar no nada e escrever muito, ou nem por isso. (sorrisos)
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Silêncio...
Hoje, estou calmo. Tento saborear o silêncio do pensamento...
E brinco com o meu filho, certo de que honro o seu nome.
Tudo o resto é "ruído".
Francisco Moreira
Pormenores
Há imagens que não necessitam de grandes comentários. E, neste e noutros casos, não custa assim tanto provocar o olhar daqueles que podem sorrir à custa de uma imagem - vamos chamar-lhe - diferente.Quem é amigo? (sorrisos)
Francisco Moreira
(in)Descartável
Não há nada como a amizade. E não vale a pena argumentarem o contrário. Baterei na tecla, espero, até partir, de vez.A amizade é das coisas que mais prezo, é dos maiores investimentos que faço, e desde tenra idade, mesmo quando aparecem os "boom" da decepção, mesmo quando peco pela ausência, quando não estou tanto quanto quero estar, mesmo quando me engano. Sim, também me engano!
Sou daquelas pessoas que investe na Amizade pelo investir, sem esperar grandes ganhos, ou melhor, limito-me a desejar aprender, a objectivar abraços, dos sentidos, limito-me a desejar ter a oportunidade de poder ser feliz com a felicidade dos outros, e isso sabe tão bem!
Mas, pelo que se consta, anda-se a trocar a amizade - ou a chamar amizade - a algo que pouco mais é do que ser "politicamente correcto" enquanto valer a pena, numa espécie de amizade em "part-time", como se algo tão valioso pudesse ser uma espécie de puzzle descartável.
Francisco Moreira
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
- Empanturrem, empanturrem-se.
Investindo-me de poderes que não tenho, declaro o dia de hoje como o dia em que se deve distribuir guloseimas indiscriminadamente, mesmo junto dos mais "azedos", dos que temem que façam mal e, já agora (!), àqueles que dizem que tal pode ajudar a engordar.Vá, aproveitem os minutos do hoje e distribuam abraços, beijos, carinhos, alegria, felicidade e todas aquelas coisas que fazem parte do Ser-se Gente mas que, devido à tanta "contra-informação", são distribuídos a conta-gotas, como se tal fosse uma espécie de pecado.
Francisco Moreira
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Giros e Ridículos
Olhando para trás no tempo, chego à triste conclusão de que me fartei de dar "prendas de lixo" a muita gente, da qual estimo uma grande parte, ainda hoje. Pessoas que, certamente, aquando da recepção daquelas minhas "lembranças", devem ter pensado qualquer coisa deste género: - Para que quero eu isto?!
Mas, pelo cuidado de serem simpáticamente correctas, ter-me-ão respondido o seguinte:
- Que giro. Muito obrigado, vou tratar com imenso carinho.
Para tirar este peso da consciência, assumo, abasteço-me com o facto de, também eu, também todos, todos ter-mos estado vezes sem conta do outro lado, o do receptor com "cara de parvo".
Mas, por que carga de água gastamos dinheiro, e por vez muito, em artefactos que merecem ir directamente para o lixo?!? Daqueles que não servem para nada e que, no máximo, gerarão duas situações: um sorriso na recepção e o pensar em como se livrarem disso, o quanto antes, e sem que ninguém se aperceba?!
É, lembro-me principalmente das viagens entre "Benidorm" e "Bangkok", passando por "S. Paulo" e "Punta Cana", de onde trouxe tantas "lembranças", muitas delas ainda estacionadas nos "arrumos" lá de casa, sem terem cumprido a sua missão, a de "registar" que, àquela distância, nos lembramos de alguém, porque sim.
Hoje, quando olho para esta "tralha", embora comprada com carinho, pergunto-me: - Onde estava eu com a cabeça para ter comprado tanto por tanto para resultar em tão pouco, pelo menos no que diz respeito à utilidade?!
Estas "prendas de lixo" fazem-me lembrar aqueles adereços que se dão aos noivos em despedidas de solteiro, adereços que passam de giros a ridículos em menos de 24 horas e que, ainda por cima, ficam sempre "encrostados" à assinatura do personagem, aquele que se lembrou de os escolher.
Mas, pelo cuidado de serem simpáticamente correctas, ter-me-ão respondido o seguinte:
- Que giro. Muito obrigado, vou tratar com imenso carinho.
Para tirar este peso da consciência, assumo, abasteço-me com o facto de, também eu, também todos, todos ter-mos estado vezes sem conta do outro lado, o do receptor com "cara de parvo".
Mas, por que carga de água gastamos dinheiro, e por vez muito, em artefactos que merecem ir directamente para o lixo?!? Daqueles que não servem para nada e que, no máximo, gerarão duas situações: um sorriso na recepção e o pensar em como se livrarem disso, o quanto antes, e sem que ninguém se aperceba?!
É, lembro-me principalmente das viagens entre "Benidorm" e "Bangkok", passando por "S. Paulo" e "Punta Cana", de onde trouxe tantas "lembranças", muitas delas ainda estacionadas nos "arrumos" lá de casa, sem terem cumprido a sua missão, a de "registar" que, àquela distância, nos lembramos de alguém, porque sim.
Hoje, quando olho para esta "tralha", embora comprada com carinho, pergunto-me: - Onde estava eu com a cabeça para ter comprado tanto por tanto para resultar em tão pouco, pelo menos no que diz respeito à utilidade?!
Estas "prendas de lixo" fazem-me lembrar aqueles adereços que se dão aos noivos em despedidas de solteiro, adereços que passam de giros a ridículos em menos de 24 horas e que, ainda por cima, ficam sempre "encrostados" à assinatura do personagem, aquele que se lembrou de os escolher.
Francisco Moreira
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Tempo de Antena
Por estes dias, tenho andado a ouvir os "tempos de antena" afectos às "Precidênciais 2011", aquelas que nos levarão às escolas para colocar um "pepelinho" dentro de uma urna, com o objectivo de escolher um árbitro para o actual e próximo governo. Não, não vou fazer campanha, nem tão pouco revelar para que lado tombará o meu voto. Prefiro opinar sobre aqueles minutos em que, cada candidatura, pode dizer o que quiser, tentando "vender a sua publicidade", porque, quanto a ideias, pelo menos para já, tenho ouvido muito poucas. (também, e há que sublinhá-lo, são eleições para escolher um presidente e não um governo)
Cá para mim como - imagino - para a maioria dos Portugueses, estes "tempos de antena" são uma verdadeira "seca", ao ponto de, a mesma grande maioria, "passar à frente", como se aqueles minutos fossem uma espécie de "ruído".
O que fazer então? Ou melhor, o que deveriam fazer os responsáveis pelos "tempos de antena", independentemente do "esquerdismo", "centrismo" ou "direitismo"?
Cá para mim como - imagino - para a maioria dos Portugueses, estes "tempos de antena" são uma verdadeira "seca", ao ponto de, a mesma grande maioria, "passar à frente", como se aqueles minutos fossem uma espécie de "ruído".
O que fazer então? Ou melhor, o que deveriam fazer os responsáveis pelos "tempos de antena", independentemente do "esquerdismo", "centrismo" ou "direitismo"?
Não sei bem, mas arriscaria em recomendar que, pelo menos, fizessem chegar a sua mensagem ao povo, coisa que, por muito que tentem, nestes moldes, não conseguem, mesmo.
Francisco Moreira
Voz da Solidão
Farto-me de ler rostos que andam a deambular pelos becos de "outras histórias", vestidos de um "cinzento-não-me-toques".
E, não, nem toda a falta de cor se prende exclusivamente com problemas trazidos pela tal "crise". Refiro-me aos tantos que sentem falta de vida, falta de gente, mesmo neste mundo do: "todos mais perto de todos", que a globalização fomenta virtualmente.
Incomoda-me, e muito, assistir ao olhar vazio de quem gostaria de ver e ser mais além, de viver (mesmo!) naquele metro quadrado que, tantas vezes timidamente, pisa. Sim, naqueles centímetros que chegam a estar mais distantes do que os outros do outro lado do mundo, e que, noutros tempos, não precisavam de "banda larga".
Há cada vez mais solitários que já não "sabem" viver naquele metro quadrado onde as coisas acontecem mesmo, sejamos um "zero" ou não, à esquerda ou à direita.
Incomoda-me imenso sentir que há tantos ímpares rodeados de milhares sem encontrarem pares, e muitas das vezes por falta de "visão", algures naquela desculpa enferrujada de quem já levou muitos "estalos" dos outros, dos "vivos"... E que, talvez por isso - e por ser mais fácil, prefere ser invisível na rua das quedas e visível na "web" dos sonhos, onde as surpresas são menores e os estalos doem menos...
Faz-me confusão, ainda mais hoje, com todas estas "ofertas", com todas estas oportunidades, com todas estes "truques" (simples), que nos permitem chegar a todo o lado, a toda a gente, acabar por se estar, afinal, cada vez mais só.
- Já repararam que há cada vez mais solitários, sem se aperceberem de que o são?!
- Estarei com isto a dizer que os solitários somos nós?
Que parvoíce! Temos familiares, amigos, conhecidos, para não falar do "Facebook"... Até somos o "Rei" do café!
É, mas sem dar por isso, ano após ano, vamos perdendo os brilhantes da "coroa", trocando-os por "enfeites" virtuais, e, sem nos apercebermos, deixando cair os abraços e a voz....
Francisco Moreira
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Balas e Medalhas
Os sorrisos de outrora andam, cada vez mais, a transformar-se em "ranger de dentes". Dizem que tal tem a ver com a luta constante, aquela que é associada aos dias que correm, pelos vistos feitos quase exclusivamente de batalhas sem fim, numa selva nunca vista, vestida da cabeça aos pés com as "balas" e "medalhas" de um percurso feito de desconfianças. É a vida - grita o coro dos alinhados.
Quem não vai à guerra, morre. Quem vai à guerra, também morre.
Mas, se assim é, poderíamos, ao menos, mesmo entre "inimigos", sorrir, não acham?!
Francisco Moreira
sábado, 8 de janeiro de 2011
Ironia Dourada
A propósito da notícia do dia, que milhares de páginas oferecerá gratuitamente à imprensa cor-de-rosa - e não só, apesar de serem páginas bem cinzentas, apetece-me levantar uma questão: - Estará na moda "netos" apaixonarem-se por "avós" e, com eles, brincarem a jogos sexuais a troco de algo mais, ou o amor tem mesmo destas coisas, por mais bizarras que possam parecer ao comum dos cidadãos?
Não conheço pessoalmente nenhum dos envolvidos, nem quero tecer grandes considerações sobre factos que, pelo menos para já, registam uma morte, um castramento e um suspeito de homicídio, todos com direito a destaque nos próximos dias, em versão "worldwide"... Mas, e pegando apenas no lado da "natureza" das coisas, que me perdoem, faz-me confusão esta moda cada vez mais em voga de relacionamentos com "mais do triplo da idade". É que não faltam, principalmente na "passarela do social"!
Sim, já sei que serei bombardeado com o tal: "o amor não escolhe idades", e por aí fora... E, reparem, nem me estou a referir ao lado homossexual da questão, que respeito, mas que estas relações me fazem alguma confusão, lá isso fazem. Fico com a sensação de que se tratam de relações interesseiras, quer de um lado, quer do outro... E contra isso, no que me toca, nada, mesmo não conseguindo abstrair-me ao "de leve" daquilo que a grande maioria pensa, ou seja, que algo correu mal naquele ninho de "interesses" ironicamente dourado pela não menos irónica "Big Apple".
* Este texto não pretende, de maneira nenhuma, ferir susceptibilidades. Limitei-me a dar corpo àquilo que, nesta altura, acredito, fará quase tanta confusão como o próprio e triste acontecimento em si, ou seja, o relacionamento amoroso entre um idoso de 65 anos e um jovem de 21.
Não conheço pessoalmente nenhum dos envolvidos, nem quero tecer grandes considerações sobre factos que, pelo menos para já, registam uma morte, um castramento e um suspeito de homicídio, todos com direito a destaque nos próximos dias, em versão "worldwide"... Mas, e pegando apenas no lado da "natureza" das coisas, que me perdoem, faz-me confusão esta moda cada vez mais em voga de relacionamentos com "mais do triplo da idade". É que não faltam, principalmente na "passarela do social"!
Sim, já sei que serei bombardeado com o tal: "o amor não escolhe idades", e por aí fora... E, reparem, nem me estou a referir ao lado homossexual da questão, que respeito, mas que estas relações me fazem alguma confusão, lá isso fazem. Fico com a sensação de que se tratam de relações interesseiras, quer de um lado, quer do outro... E contra isso, no que me toca, nada, mesmo não conseguindo abstrair-me ao "de leve" daquilo que a grande maioria pensa, ou seja, que algo correu mal naquele ninho de "interesses" ironicamente dourado pela não menos irónica "Big Apple".
Francisco Moreira
* Este texto não pretende, de maneira nenhuma, ferir susceptibilidades. Limitei-me a dar corpo àquilo que, nesta altura, acredito, fará quase tanta confusão como o próprio e triste acontecimento em si, ou seja, o relacionamento amoroso entre um idoso de 65 anos e um jovem de 21.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Fôlego
Como?
Simples. A vida vai-nos dando "truques" e "matreirices" que, com o decorrer dos anos, nos transformam em pessoas menos interessantes - enquanto conceito de humanidade, em termos de essência, embora´- há que assumi-lo (!), anunciemos exactamente o contrário, e achemos que somos cada vez melhores, como, dizem, o "Vinho do Porto".
Simples. A vida vai-nos dando "truques" e "matreirices" que, com o decorrer dos anos, nos transformam em pessoas menos interessantes - enquanto conceito de humanidade, em termos de essência, embora´- há que assumi-lo (!), anunciemos exactamente o contrário, e achemos que somos cada vez melhores, como, dizem, o "Vinho do Porto".
Ou seja, só com o tempo aprendemos aquilo que, aparentemente, é do mais simples possível: por muito que, ao longo da vida, metamos na cabeça e nas acções que vamos evoluindo - e vamos, acabamos sempre por desejar voltar ao início, ao "renascer", só para se poder voltar a ser boas pessoas, mesmo que isso, no fim, implique trocar todas as "medalhas" do percurso pelo simples ser-se, ser-se o mais puro possível.
E porquê? Porque é isso que mais desejaremos no tal "último fôlego". Têm duvidas?!
E porquê? Porque é isso que mais desejaremos no tal "último fôlego". Têm duvidas?!
Francisco Moreira
Bem-Bom
É sempre BOM quando sentimos que um dos nossos "filhos" ficam BEM entregues. E, logicamente - para quem tem andado menos atento, refiro-me ao "meu" Bar, o Vice Versa, uma casa que ajudei a criar e que, hoje, mais de uma década e meia depois, transferi para duas pessoas Amigas. Fiquei feliz, ainda há pouco, ao ver nos olhos deles a vontade, o gozo e o orgulho em poderem passar a conduzir o destino de uma casa que faz BEM a tanta gente, uma casa daquelas que todos gostariam de ter, enquanto bar, daquelas que "já não existem" e que, acima de tudo, comprova, ano após ano, que, mais do que diferente, é verdadeiramente especial, uma casa que, também convém sublinhar, sempre foi deles, dos novos "condutores".
E é assim que a entrego: Especial, Especialíssima, como tanto desejei, como sempre sonhei, como BEM consegui, sem falsas modéstias.
Hoje, na tal "passagem de testemunho" simbólica, senti-me BEM comigo mesmo, senti-me confortável com as pessoas a quem entreguei as chaves e, não menos importante, senti-me bem acompanhado, algo que o Vice Versa sempre me proporcionou, nos tantos bons momentos e, claro, nos poucos menos bons instantes.
Não, não me apetece falar do "pós", pelo menos para já. Permitam que saboreie esta excepcional sensação de BEM-BOM, porque, afinal, a Vida também é feita de sabores... E que BOM que é sentirmo-nos BEM.
E é assim que a entrego: Especial, Especialíssima, como tanto desejei, como sempre sonhei, como BEM consegui, sem falsas modéstias.
Hoje, na tal "passagem de testemunho" simbólica, senti-me BEM comigo mesmo, senti-me confortável com as pessoas a quem entreguei as chaves e, não menos importante, senti-me bem acompanhado, algo que o Vice Versa sempre me proporcionou, nos tantos bons momentos e, claro, nos poucos menos bons instantes.
Não, não me apetece falar do "pós", pelo menos para já. Permitam que saboreie esta excepcional sensação de BEM-BOM, porque, afinal, a Vida também é feita de sabores... E que BOM que é sentirmo-nos BEM.
Francisco Moreira
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Tico e Teco
Não são raras as vezes em que me canso de pensar, em que me canso de explicar ao "tico e ao teco" - se é que eles existem (!?), que não têm que fazer horas extra nem tão pouco mostrar serviço, principalmente naquelas alturas em que o "sumo" pouco mais será do que um "azedo gasto por repetidamente estar fora de prazo". Mas eles, os tais "tico e teco" - que raio de nomes (!) - continuam a tirar-me horas ao corpo, dias ao descanso, anos à vida, como se esse acto, pensar e voltar a pensar, encontrasse sempre respostas... Sim, eu sei, também as encontra. Mas, no caso concreto, refiro-me ao pensar por pensar, ao debater por debater, ao não dormir porque ali fica aquela incerteza, aquela falta de resposta...
E assim são muitas das minhas noites, ali, entre o sentir e o pensar, numa espécie de recreio onde o "tico e teco" alegam que se divertem, e pelos vistos muito, infelizmente à custa de um corpo que também precisa de mais tempo, inclusive para sonhar.
E assim são muitas das minhas noites, ali, entre o sentir e o pensar, numa espécie de recreio onde o "tico e teco" alegam que se divertem, e pelos vistos muito, infelizmente à custa de um corpo que também precisa de mais tempo, inclusive para sonhar.
Francisco Moreira
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
- Já tenho onde ir!
Muitos saberão que o Vice Versa Bar, durante mais de década e meia, foi a minha segunda casa, o palco que mais apreciei respeitar. Sim, escrevi bem, respeitar, tal como um Santuário. É que, a meu ver, os palcos, quando sentidos, não se pisam, erguem-nos, a nós, comuns mortais. Há um mês que anunciei a difícil (de digerir e de gerir) decisão de sair. E fi-lo tal como prometi, tal como anunciei, tal como sempre quis, com a certeza de missão cumprida, e bem cumprida. É, tenho este defeito, o de sentir em grande, tal como se sente o Vice Versa, uma casa aparentemente pequena mas Enorme, principalmente graças pessoas que a ergueram tijolo a tijolo. Refiro-me, logicamente, à equipa, clientes e amigos.
Também por isso, nesta madrugada, entendo ser importante destacar que, enquanto um dos Pais do conceito Vice Versa, estou FELIZ por passar o testemunho a pessoas que gostam do Vice Versa tal como ele o É, ou seja, único, autêntico e muito especial.
É bom, incontornávelmente bom, sentir que o que ajudamos a criar, com o apoio e contributo de tantos, se manterá fiel aos seus princípios. É bom sentir que pessoas que nos são queridas continuarão o que semeamos e que farão tudo para manter a chama bem viva... Tão simplesmente porque o espírito ViceVersiano também lhes tocou, também os viciou, tal como a mim, como a tantos, tantos.
Hoje passei o testemunho do Vice Versa a pessoas que também vestem Vice Versa, a Amigos, a pessoas que querem muito lutar e trabalhar em nome de algo que só existe no Vice Versa, a autenticidade.
E para não me alongar muito mais, faço questão de expressar publicamente o meu apoio incondicional às pessoas que passam a tomar conta do nosso Vice Versa, a Maria José Guedes e o Pedro Ferreira, a quem desejo o Melhor naquele que, pelo menos para mim, é o Melhor Bar do País.
Francisco Moreira
* Finalmente, vou poder estar do "outro lado", aquele onde sempre sonhei poder estar, o do público, ou melhor, o da família ViceVersiana. Sim, eu vou estar no e com o Vice Versa.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Votos de Luz
Anda para aí cada vez mais gente a dar atenção à LUZ, e eu incluo-me nesse grupo, nesse gigante grupo, mesmo sendo (ainda!) um inculto no que à matéria diz respeito.E porquê LUZ?! Será esta uma campanha consertada com uma qualquer "EDP" deste mundo de tanta gente muito, pouco ou nada iluminada? Claro que não.
Para mim, sempre que desejo LUZ a alguém, na verdade, e bem no fundo, pretendo apenas transmitir aquilo que desejo para cada um de nós, ou seja, que possamos ultrapassar o nevoeiro dos dias, certos de que há algo bem melhor ao fundo do túnel, algo que nos poderá iluminar ao ponto de percebermos que podemos e devemos ser muito melhores, connosco e com os outros, enquanto partes de um todo.
Francisco Moreira
Como quem não quer a coisa...
Este mundo anda cheio de fazedores de opiniões perigosas, daquelas que são vendidas e/ou emprestadas como se fossem originárias do povo, numa espécie de "apêndice iluminado" saído de uma qualquer conversa de esquina ou fila de hipermercado, ali para os lados de um qualquer televisor.E - como dizia o outro - eles "andem aí", vangloriando-se nos seus salões dourados de mofo do que conseguem, quase sempre sem dar a cara, protegidos por um grupo de "pares" que, tal como eles, pouco se importam se o que jorra é sangue, suor e lágrimas... Desde que não seja o deles!
Por vezes, muitas - refira-se, chego à conclusão que somos umas autênticas marionetas, daquelas que acham que sabem tudo e que, verdadeiramente, não sabem nada. Ou melhor, que só sabem o que os outros - esses donos do saber levar, leviana e matreiramente, lhes incutem, como quem não quer a coisa...
Francisco Moreira
sábado, 1 de janeiro de 2011
Sábado à Noite
E este é o meu primeiro sábado à noite...
Para aqui... Entre o sentir e o desejar... Entre o estar e não estar... Estando.
Francisco Moreira
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Hora da Humanidade

O mundo está a desmoronar-se, ou melhor, as máscaras vão diluir-se, palidamente, ingloriamente, sem brilho, sem grande hipótese de chegarem a bom porto, e provavelmente sem se poderem redimir, por mais "Pai's Nosso's" públicos que apresentem como penitência.
O mundo vai mudar, as pessoas vão transformar-se em pedras de dominó, sem apelo nem agravo, infelizmente.
A que me refiro? Qual 2012?!
Persinto que estamos a mudar de era, que estamos a transformar-nos enquanto pessoas, enquanto seres de um mesmo espaço, tão cansado, tão estreito, tão vazio de Gente...
E que bom que assim será! Que bom será deixar-mos de usar máscaras para, finalmente, dar-mos rosto ao que somos: Seres Humanos, aquilo de que sempre falamos mas que pouco ou nada temos sido.
Francisco Moreira
Uma Deusa e um Sonhador
Madrugada de 29 para 30 de Dezembro de 2003... O relógio do carro "deu" 15 minutos para que uma decisão fosse tomada... E ela, a decisão de uma vida, mantém-se firme, convicta, reluzente, viva... e com fé num futuro sempre melhor, intenso, degrau a degrau...Sete anos volvidos, o caminho continua a dar frutos, assente no respeito, na amizade e no amor que nos une, sempre, como sempre.
Francisco Moreira
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
O nosso Queixo
De cada vez que (re)conheço alguém com a vontade cabisbaixa (esqueçam lá a expressão!) dá-me uma enorme vontade de lhe dar um estalo, mesmo quando vejo essa pessoa ao longe. Sim, sou daqueles tantos que acreditam em dias melhores, daqueles que tentam pintar a manta - mais ou menos rota - com cores encomendadas à força interior do "sabe-se lá onde", sou daqueles que grita e esperneia com todas as razões e mais algumas, porque sim, porque assim deve ser, porque temos que perceber e aceitar que há sempre soluções, provavelmente até para a morte (!?)... E, se assim é, há que erguer a cabeça, há que tentar, cair e levantar, perder e ganhar, sofrer e querer... Para vencer!
De cada vez que (re)conheço alguém com a vontade cabisbaixa (esqueçam lá a expressão, liguem mas é ao que se pretende!) dá-me uma enorme vontade de lhe dar um estalo, mesmo quando vejo essa pessoa pelo retrovisor ou, pior ainda, quando em frente a mim, insiste em baixar os olhos, como se mais ninguém no mundo tivesse passado, esteja a passar ou venha a passar por... Tal.
É que, caso não saibam ou se apercebam, quando alguém que apreciámos baixa o rosto é sinal de que, provavelmente, (nós) não estaremos suficientemente atentos ou a fazer o que devemos para lhe erguer o queixo, aquele queixo que, seja por amizade ou solidariedade, também é o nosso.
De cada vez que (re)conheço alguém com a vontade cabisbaixa (esqueçam lá a expressão, liguem mas é ao que se pretende!) dá-me uma enorme vontade de lhe dar um estalo, mesmo quando vejo essa pessoa pelo retrovisor ou, pior ainda, quando em frente a mim, insiste em baixar os olhos, como se mais ninguém no mundo tivesse passado, esteja a passar ou venha a passar por... Tal.
É que, caso não saibam ou se apercebam, quando alguém que apreciámos baixa o rosto é sinal de que, provavelmente, (nós) não estaremos suficientemente atentos ou a fazer o que devemos para lhe erguer o queixo, aquele queixo que, seja por amizade ou solidariedade, também é o nosso.
Francisco Moreira
Ásperas Aspas
Há quem ache e pense que os "Palhaços" não choram, ou melhor, que eles não podem nem devem chorar. Afinal, acrescentam - em pensamento imediato, os "Palhaços" nasceram para rir e fazer rir, inclusive quando, para isso, têm que chorar. Mas será que os "Palhaços" destas vidas não têm outras cores que não apenas as que se vêem nos palcos blindados a "Arco-Íris"?! Será que os "Palhaços" não têm espinhas e espinhos?! Será que os "Palhaços" não podem ser Gente, principalmente no "recolher do pano"?!Claro que sim - gritará o coro, depois destas perguntas básicas.
E como choram os "Palhaços"? Sim, onde choram, porque choram? Quando choram?
Confesso que não estou com grande vontade de explanar as respostas que todos reconhecerão ao despoletar das primeiras sílabas, principalmente porque, quando se é "Palhaço", mesmo sem aspas, cada "roupa" seu "desenlace", cada "gargalhada" sua "lágrima", cada "sopro" seu "saldo"... Sempre na certeza de que, por mais palhaçadas que cada um de nós represente, não há "Palhaço" sem choro, independentemente dos "risos" que se julguem ouvir.
Francisco Moreira
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Portas
Há alturas em que se torna difícil escolher a melhor porta... E não pensem que estou a pensar "nisto" ou "naquilo", não estou. Não estou a pensar em nada em concreto. Estou, pura e simplesmente, a lançar a questão: - Será a vida é mesmo um conjunto de portas que, em função das nossas escolhas, define o que iremos encontrar para lá delas? Claro que sim - dirão todos em coro.
Obviamente que também terei que puxar a alavanca para o outro lado, aquele a que chamam de destino, aquele que está, acreditam tantos, previamente determinado.
Não sei se será assim, mas também não sei se não será.
Confuso?! Claro, como tanto na vida, mesmo quando, ao olhar dos outros, tudo parece tão fácil, tão límpido. É tão mais fácil decidir pelos outros...
E é talvez por isso que, dia a dia, tento não pensar muito nas ditas opções, escolhendo abrir muitas das portas que me surgem ao "Deus Dará", à custa do tal "feeling" que, a medir pelos resultados, mesmo não sendo brilhante, tem saldo bastante positivo.
Assim sendo, e especialmente para quem tem várias portas à sua frente e sérias dúvidas quanto a qual delas abrir, recomendo que, mais do que pensar, se recorra ao sentir. É que aí, mesmo que "do outro lado" não se encontre o que se deseja ou espera, consegue-se sentir que somos quem escolhe por nós, mesmo que o tal destino continue a dizer o contrário, ou seja, que todas as portas irão dar ao mesmo resultado.
Francisco Moreira
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Galeria
Sempre tive a ideia de que na galeria da vida não há espaço para todos os quadros, independentemente de serem feitos de lindas paisagens ou de sarrabiscos mais desalinhados. Não é preciso ser mestre para perceber e aceitar que todas as "pinturas" dependem da inspiração dos momentos e da aguarela de pessoas que nos inspiram... E que bom é emoldurá-los - aos quadros - para sempre, sendo que o "sempre" depende da intensidade com que os sentimos, daquela intensidade que os faz (ou não) perpetuar na memória, na nossa e na dos outros...
E assim vamos, e assim vou, pincelada a pincelada, pintando o caminho... Muitas vezes sem dar tempo ao tempo para contemplar o que ela nos oferece, tantas vezes do nada, ou quase nada...
Hoje, olhando para alguns dos quadros que pintei, chego à conclusão que sempre dei demasiada cor às telas, às minhas e às dos outros, independentemente do garrido ou do cinzento das cores, mas certo de que pintei e continuo a pintar, que vou afixando pormenores à parede do passado... Mas - e note-se bem (!), certo de que a Vida, por mais quadros que possa ter na sua galeria, não vive de pinceladas emolduradas mas sim das cores que são usadas a cada instante.
Francisco Moreira
sábado, 25 de dezembro de 2010
HOJE... Para SEMPRE!
O Adeus ao meu palco predilecto, a um dos grandes palcos da minha vida, a um AMOR inigualável, indescritível, apaixonante, viciante... Simplesmente ÚNICO.
Mais de uma década e meia depois, olhando para trás, revendo rostos e resultados, sinto-me repleto, sinto-me confuso e, simultâneamente, triste, mas ciente de que FUI EU em cada instante, inclusive naqueles em que deveria ter sido diferente, inclusive junto de tantas pessoas a quem não "cheguei"...
Se mudava algo? Acho que não. Se valeu a pena? Sinto que sim. Se vou sentir falta? Isso pergunta-se?!
HOJE lá terá que ser... Certo de que a memória estará de braço dado com o SEMPRE.
E se as fotografias que registo são inúmeras, imaginem a quantidade de emoções que estão cravadas em MIM...
Francisco Moreira
(Um dia destes, se tiver coragem, descreverei o que é para mim o Vice Versa. É que é tão, mas tão difícil, que até receio atrever-me... Mas tentarei, prometo.)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Brasas
Um colega meu de trabalho disse-me ontem para não usar esta imagem porque, sublinhou, está demasiado gasta... Mas como, nesta altura, tanto se fala de Pai Natal, achei por bem referir-me à Mãe Natal, se é que ela existe. Existe? Vá, respondam! Existe?Bem, voltando ao termo "gasto", cá para mim, se há imagem gasta é a do Pai Natal, já que tantas vezes é proferido o seu nome... Nome?! Mas, digam-me lá, que nome tem o Pai Natal... S. Nicolau? S. Jorge? S. Bernardo? S. Júlio?
Já sei, para o caso, não importa nada o nome. É que, na verdade, à custa de uma imagem que, imagino, prenderá por 3 segundos o olhar de alguns(mas), consegui aquilo que pretendia: sublinhar que é BOM ser-se Pai Natal ou Mãe Natal, nem que seja (apenas) naquele instante em que saboreamos o prazer que o "menino Jesus" tem em rasgar o papel, aquele que envolve os sonhos de criança.
Estou em "pulgas". Perdão, estou em "brasas". (risos)
Francisco Moreira
(Reparei que muitos dos que estiveram os tais 3 segundos a olhar para a imagem pareciam autênticos meninos, e com vontade de receber prendas de uma qualquer Mãe Natal. Acertei? - risos)
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Mudanças
Este ano, tudo indica, contrariando décadas de "sempre assim", decidi que vou comprar as prendas de Natal um dia antes do habitual. É, loucura, e das grandes. Vou reservar a manhã de amanhã para ver o a inspiração me sugere...
Espero é não irritar-me com as montras, já que estarei sem tempo para entrar nas lojas, se não for para comparar. (risos)
Francisco Moreira
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