sábado, 3 de julho de 2010

Pois!

Mais palavras para quê?
sexta-feira, 2 de julho de 2010

Todo o tempo do Mundo

Já ouviram falar de Scio? Já ouviram falar de medicina quântica? Já ouviram falar de "scheck-up automóvel"?
Pois bem, imaginem que são um automóvel e que vão à revisão, estejam bem, achando que estão bem ou, e porque não, quando estiverem a sentir que deveriam ou poderiam estar bem melhor. O que acontece? Ligam-vos uns cabos ao corpo, nada de transcendente nem demasiado complexo e, de repente, uma máquina, aquela que está ali em cima, faz um diagnóstico a vários níveis, sejam eles físicos, emocionais e outros...
Como imagino que saibam, somos energia, e, no caso concreto desta máquina, para que o mais comum dos mortais - onde me incluo - entenda, ela tem o "karma" de nos revelar o que está mal, menos mal e bem, assim ao jeito de análises sem recolha de sangue e sem aquelas semanas de espera para ver o que nos saiu na "rifa".
No fundo, e em resumo, esta máquina analisa-nos em tempo real e, melhor ainda, carrega-nos as baterias, nem mais. Como? Vá, isso deixarei para explicar quando entender melhor, principalmente em termos técnicos.
Hoje, em duas horas, sujeitei-me ao Scio e, acreditem ou não, sinto-me melhor, sinto-me mais fresco, mais forte, com mais vontade de melhorar-me de maneira a conseguir manter os níveis de bem-estar que, neste momento, carrego nos ombros, numa sensação de quase alívio que recomendo.
Voltarei a este assunto, mais depressa do que imaginam.
Francisco Moreira
* Em 5 minutos, Maria Augusta, aqui fica uma rápida análise à sua análise, e sem tempo (risos) para reler e corrigir o que acabei de escrever. Em 10 dias, comprometo-me, voltaremos a encontrar-nos. Obrigado.

- Pára Tudo!

Poderemos nós, dadas as responsabilidades que contratualizados com a vida, parar completamente, quase completamente, para prestarmos atenção a nós próprios? Poderemos nós sentirmo-nos melhor connosco, fisicamente falando, espiritualmente sentindo?
Sim, é possível. Mais, é mais fácil do que julgamos, isto, claro, se baixarmos as barreiras que nos impomos, mesmo quando alegamos que essas barreiras nos são impostas pela vida e correspondentes danos colaterais, assim ao jeito de atirar para "debaixo do tapete".
Em resumo, e para que esta "não-clareza" de palavras possa ficar com níveis de percepção perfeitamente entrosáveis, digo apenas que tudo pode parar, desde que assim o decidamos, desde que estabeleçamos que somos a prioridade das nossas prioridades, mais do que qualquer uma outra. Afinal, convenhamos, que nos interessa salvar o mundo quando não nos salvamos a nós para o poder ver e sentir salvo? (já sei, já sei que ninguém encontra resposta para esta pergunta)
Por tudo isto, na expectativa de encarar um novo desafio, muito pessoal, com unhas e dentes, pelo menos pela parte da vontade, para já, escrevo este texto como uma espécie de estalo, para mim e para quem o quiser levar de braços abertos, para ver se, mesmo não parando por completo, aprendo a parar mais e melhor, como se, hoje, o amanhã fosse a coisa mais importante da vida, da minha, claro, porque é à minha vida que ficarei devedor ou, de preferência, com as contas saldadas, assim ao jeito de "ser humano mais exemplar", física e espiritualmente falando.
Francisco Moreira

- Bom Fim-de-Semana!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

É isso, não é?!

Bem, parece que o Mundial acabou, ou se preferirem, parece que o "South Africa" acontece lá longe, do outro lado mundo... Coisa para "estrangeiros". Agora, se se quiser animar as "vistinhas" é preciso olhar para a praia e para as suas "ofertas visuais", que Agosto ainda está longe. E, daí, não! É altura de ler as primeiras páginas do Desporto com contratações e supostas contratações, até ao dia do "Este ano vamos ser Campeões", outra vez, dirá a grande maioria, onde me incluo.
É que, sejamos honestos, isto de viver sem "bola" não tem piada nenhuma, principalmente quando o campeonato do Mundo já acabou, faz hoje 3 dias. É isso, não é?!

Francisco Moreira

Portugal, o Paraíso

Com a gravação do programa "Foi você que pediu", nas inúmeras abordagens publicas que vamos fazendo, ao "calhas", ficamos com um retrato vivo, sem maquilhagem, daquilo que somos, de quantos somos, de onde somos. E, provavelmente para espanto de muitos, há vários tipos de pessoas a circular pelas nossas ruas, pelas nossas cidades, a começar por um elevado número de estrangeiros, e, atenção, não me refiro aos turistas que vão desgastando as calçadas.
Acreditem que há cada vez mais estrangeiros em Portugal, há mesmo muitos, e de várias nacionalidades, estrangeiros que fazem vida na nossa vida.
Quererá isto dizer que estamos a ser invadidos? E porque razões, já que estamos na cauda da crise?
Cá para mim, e sem termos reparado, Portugal faz parte do Paraíso, razão mais do que suficiente para que os de outros "infernos" vejam em nós uma espécie de "salvação". E nós, sem nos apercebermos, a desejar procurar o Paraíso na casa deles.

Francisco Moreira

Foi você que Pediu - Top Dedicatórias

Cá estão, quanto a mim, as mais originais do dia:
1) Amílcar dos Santos - Santarém - Procuro rapaz trabalhador e sem dívidas para casar com a minha filha Ermelinda. Ela é prendada, veste mais ou menos de corpo e sabe lavar e cozinhar, além de ser boa a ouvir a conversa dos outros. Não aceito devolução.
2) Joana Guimarães - Braga - Paulo, não há dia em que não me lembre de ti... E acredita que, de dia para dia, lembro-me mais, com mais intensidade, mais emoção... Diz-me, por favor, quando é que tens a lata de pagar os 35 euros que te emprestei?!
3) Vânia Caetano - Porto - Alguém me sabe dizer se há alguma loja da "Facebook" no NorteShopping? É que quero comprar essa Internet para falar com o meu Osório que está no Luxemburgo e não sei onde se pode comprar. Obrigado.
4) Soraia Valente - Porto - Vi-te um dia destes nos semáforos da Batalha... Estavas de verde da cintura para cima, e olhaste para o retrovisor... Não sei se me viste, mas a tua matricula termina em 88. Quem me dera conduzir-te sem semáforos.
5) Florentino Cabisbaixo - Sintra - Julieta, até posso não ser um Romeu, mas quero que saibas que tenho os lençóis prontos na mala do carro... Quando quiseres saltar o portão da casa dos teus pais, assobia 3 vezes. Espero-te, sentado, claro.
Cá estão algumas das dedicatórias que podem ver no "Foi você que Pediu", no Porto Canal (Zon - Canal 13 / Meo - Canal 14 / www.portocanal.pt), diariamente, de 2ª a 6ª Feira, às 12H30, 18H00 e 03H30, com "Best Off" ao Sábado, em horário a revelar em breve.

(todas as dedicatórias são inventadas por mim, ou seja, 24 por programa, 120 por semana)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Deusa, Inquestionavelmente

Não é por acaso que a trato por Deusa. Efectivamente, para mim, ela é uma Deusa, uma Deusa maior, uma Deusa única, Especialíssima, egoisticamente só minha.
Hoje, como em todos os outros dias, quando olho para uma qualquer das suas inúmeras fotografias - as quais não me canso de registar e guardar, fico sempre com a certeza de que sou um homem com sorte, muita sorte, e não só por ter uma Companheira que Amo, uma Mãe que Idolatro, uma Mulher que Admiro, uma Pessoa que me Inspira, uma Deusa que Venero, mas principalmente por, ao longo destes vários anos, continuar a sentir que o meu Deus foi generoso comigo, ao ponto de colocar ao meu lado e em mim a Mulher mais Extraordinária que conheci, a única Mulher capaz de ombrear com a "outra" Mulher que mais Amo, a minha Mãe.
Não preciso de olhar "para o lado" para entender quem tenho. Não necessito de refrescar a memória para perceber quem está ao meu lado, por mim, por nós. Não preciso de provas para comprovar que ela é simplesmente cintilante.
Na verdade, se o mundo acabar amanhã, ou daqui a pouco, mesmo não sabendo o futuro, hoje, se há alguém que seria de todo insubstituível, esse Ser - que para mim é um Ser de Luz - seria a minha Deusa. E não só por me fazer tão Feliz e por todo o resto do nosso histórico, mas sim por continuar a demonstrar-me instante a instante que somos feitos um para o outro, por muito que o mundo diga que "isso" não existe. Existe, mas só por dádiva dos Deuses, inquestionavelmente.
T'EU

Não estou desolado, estou Conformado.

Faço parte daquele grande grupo que, mesmo torcendo sempre, nunca acreditou muito no desempenho desta selecção, e, perdoem, continuo com saudades do Scolari, com saudades de ver Portugal a atacar... mas contra uma Holanda, contra uma Inglaterra, contra uma Espanha... e não contra uma Coreia do Norte (nem sabia que tinham selecção!).

Hoje, mesmo com a vã esperança sempre à espreita, incluindo aquela primeira parte em que defendemos e nos aguentamos, como se fossemos uma equipa daquelas que leva o "autocarro" na expectativa de vencer em contra-ataque ou nos penaltis, dei por mim a ver aquilo que, de verdade, pensava: não temos equipa, mesmo tendo jogadores, não temos raça, mesmo tendo tantos milhões a torcerem por nós.

Não estou desolado, estou conformado. E, em 4 jogos, conseguir ser uma das melhores equipas em termos de ataque, graças a um jogo contra a Coreia do Norte (têm mesmo selecção?), e ter a melhor defesa graças a um guarda-redes que nos salvou (aqui o meu único "mea culpa", ele finalmente convenceu-me), convenhamos, é sinal de que passar a fase de grupos (era o mínimo, certo?!) era o melhor que poderíamos merecer, já que, e perdoem os que discordam, chegamos ao Campeonato do Mundo sem convencer, ou melhor, sem nunca convencer, ao ponto de ainda estarmos gratos aos (coitados) dos Dinamarqueses.

Vá lá, ao menos desta vez, não voltamos para casa com o título de "patinhos feios", ou melhor, os desordeiros que não sabem perder. Perdemos bem, algo que, isso sim, me convenceu, por muito que me digam que o golo do adeus deveria ter sido invalidado por 22 centímetros. É que estivemos a quilómetros do Euro 2004 e do Mundial 2006.

Bem, força Brasil! É que já há uns anos que não em lembrava de ter que torcer por outra equipa que não a minha...

Francisco Moreira

terça-feira, 29 de junho de 2010

Não costumo acertar... Mas...

Portugal 2 - Espanha 0
(mas se for por meio a zero, já aceito com agrado)

24 Horas - O Jornal que eu Lia

Certamente que muitos ficaram espantados com o título deste Post, principalmente porque o jornal "24 Horas", em termos de imprensa escrita, não ser considerado uma referência jornalística, muito pelo contrário. Mas, de facto, o "24 Horas", ao longo dos não muitos anos em que existiu, era aquele jornal que eu lia de "lés a lés", e em apenas 10 minutos, conseguindo ficar minimamente informado acerca de tudo: política, curiosidades, fofoquices, desporto, etc.
Eu, assumo, era um dos pouco mais de 16 mil leitores que o procurava regularmente nas bancas dos postos de combustível, eu era um daqueles que ficava efectivamente "chateado" quando não o encontrava, ao ponto de o procurar noutros lugares. Gostava do "24 Horas", conhecia-o por "tu" desde o primeiro dia, ao ponto de ter tido uma amiga que, num aniversário meu, sendo ela ex-jornalista do "24 Horas", ter feito um exemplar a falar de mim, só para mim, claro.
Hoje, dia 29 de Junho de 2010, o "24 Horas" apresenta o seu último fôlego, a sua última página "escandalosa", mas ao seu jeito, ao seu estilo, à sua maneira de conseguir ser notícia, à sua maneira de tentar diariamente conquistar mais leitores, embora sem o conseguir, é um facto.
Obviamente que este diário, considerado uma espécie de parente pobre da imprensa Portuguesa, também morre em função da curva da crise, aquela que o fez perder leitores dia após dia, mês após mês, ano após ano. Mas, mesmo assim, neste seu último exemplar, que tentarei encontrar daqui a pouco, não deixa de dar um ar da sua graça, não deixa de provocar principalmente quem o criticava, com uma primeira página visivelmente "guerreira", embora, e infelizmente, em jeito de último suspiro. (Estará muita gente feliz com o seu fim?)
De facto, o dia de amanhã já não será o mesmo, pelo menos para mim, que fui um dos que sempre encarou o "24 Horas" como um jornal interessante, principalmente para quem não gosta de ler as secas que os outros jornais habitualmente nos dão, e dão muitas, só para político ver.
Neste momento, não estou de "baba e ranho", mas confesso que já tive despertares melhores e, já agora, leituras mais positivas do que a primeira página que aqui adiciono.
Francisco Moreira

- Vamos a isto!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Foi você que Pediu

Imaginem um típico programa de discos-pedidos feito na televisão. Em traços reduzidos é assim que se define o "Foi você que pediu". Mas ele tem mais, muito mais, ou melhor, não muito mais mas algo mais, a começar pelas entrevistas, todas feitas na rua, nos locais mais emblemáticos do Grande Porto (já estivemos em Stª Catarina, Batalha, Praça D. João I, Matosinhos, Gaia, Ribeira do Porto, Boavista, Areosa... e preparamo-nos para ir a mais locais) com o pormenor que faz a diferença: abordamos quem vai passando por nós, ao ponto de corrermos atrás dos "entrevistados".
Quanto às entrevistas, elas são bem-dispostas e cheias de perguntas parvas, embora, convém referi-lo, o mote é a escolha de videoclips nacionais para emitirmos nos programas, os quais têm obrigatoriamente que ser dedicados a alguém, seja a um político, um futebolista, à vizinha do 3º esquerdo ou a quem o "apanhado" quiser.
Nas cerca de 100 entrevistas já realizadas, apanhamos um pouco de tudo, ao ponto de, por exemplo, termos entrevistado um "homem-estátua vestido de lama"... Mas temos personagens ainda mais interessantes... Mesmo.
Em resumo, o "Foi você que pediu" é um programa de verão que promete momentos bem-dispostos e muita música sem esquecer as dedicatórias inventadas que passam em rodapé e que, pelo menos para mim, que as estou a criar, são especialmente engraçadas, ou tentam sê-lo.
Se virem o programa, atirem para cá os vossos comentários. É sempre bom saber o que pensam de algo que fazemos, mesmo que seja por puro prazer.
Ah, já me esquecia de referir que o mais importante é que cada programa é uma miscelânea de excertos de várias entrevistas, de "pop-up's" provocatórios, dedicatórias ridículas e mais uma série de parvoíces, umas mais felizes do que outras, claro.
Francisco Moreira
* Para quem não sabe, já apresentei diariamente ao longo de 3 anos um programa de televisão num registo mais sério, razão pela qual este "foi você que pediu" sabe a algo experimental.

Programa de Televisão

A grande maioria das pessoas não imagina o trabalho que dá fazer um programa de televisão, seja ele em directo ou montado.
Hoje, 2ª Feira, quem tiver a curiosidade de espreitar (ou num outro dia, ao longo dos próximos dois meses, já que o programa é diário) pode, desde já, ficar a saber que para cada 25 minutos de programa foram despendidas várias horas de gravação, edição, grafismo e prós-produção. Como exemplo, para que saibam, para um único programa, só em termos de montagem, são necessárias cerca de 3 horas de edição, isto graças ao facto de o nosso editor ser alguém que já tem uma vasta experiência na área, o Paulo Gonçalves.
Para que saibam também, eu e o meu parceiro em termos de apresentação, o Alberto Rocha, já estamos na "rua", a recolher entrevistas, desde o início de Maio, e ainda vamos a meio do que temos que gravar. Em termos de produção do próprio programa, como imaginam, pelos exemplos que já referi, ainda temos muitas horas de trabalho pela frente, muitas mesmo, já que ainda só estão editados os 3 primeiros programas e temos mais 45 para fazer.
Se é divertido? Se é divertido ver a sinopse no papel e, uns meses depois, compará-la com o "bebé" (lá chegará a "adulto" daqui a umas semanas, espero)? Sim, sim é divertido, mesmo "roubando-nos" tempo num calendário já dele imensamente apertado.
Não pensem que vão ver o melhor programa da televisão Portuguesa, longe disso, nem tão pouco vão ver algo de muito original, mas, acreditamos, terão a oportunidade, se assim o desejarem, de abrir alguns bons sorrisos graças ao produto que pretendemos e vamos apresentar a partir de hoje no Porto Canal, uma canal que, mesmo sendo regional, emite para toda a Europa através a Zon e da Meo, isto sem esquecer que em qualquer parte do mundo pode ser visto através da Internet, em www.portocanal.pt .
Está a dar muito trabalho, confesso, mas será positivo, desejo, principalmente para quem o chegar a ver, seja às 18H00 ou às 03H30, em repetição.
Francisco Moreira
sábado, 26 de junho de 2010

Foi você que Pediu?

* Cá está o genérico oficial do programa, e em primeira mão, só para vocês.

Arranca esta 2ª Feira, às 18H00, com repetição de madrugada, às 03H30, no Porto Canal (Zon > Canal 13 / Meo > Canal 14 ou através da Internet > www.portocanal.pt ).

O que é? Bem, no mínimo, uma miscelânea de música e micro-entrevistas feitas nas ruas do Grande Porto.

Espero que gostem, inclusive das dedicatórias inventadas.

Francisco Moreira

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Foi você que Pediu?



Esta 2ª Feira, 19H00, regresso ao Porto Canal, e muito bem acompanhado, num programa diário que se chama "Foi você que pediu?".
Se valerá a pena ver? Vocês o dirão,... certamente. (sorrisos)

Francisco Moreira

11 que não namoram com Mundialistas


Olhos nos próprios Olhos

Continuo a achar que olhamos pouco para os olhos, inclusive para os nossos próprios olhos e olhares. E, acrescento, aprenderíamos muito mais sobre nós e sobre os outros se víssemos um pouco melhor, com mais atenção, disponibilidade mental, com poder para alterar o que quer que seja em função do observar, em função do perceber, do interiorizar, do avançar sem ser "à sorte" ou "porque ouvi dizer". Pode parecer uma estupidez de vão de escada, mas acho que não olhamos nos olhos as vezes necessárias, entendo que "vemos" muito à custa do que ouvimos ou julgamos sem ver (direito) e não daquilo que deveria ser uma percepção verdadeira, uma percepção "in loco", uma constatação inequívoca.
Andamos demasiado ocupados com o que nos dizem, demasiado ocupados com o que imaginamos e, na verdade, a realidade vive daquilo que se vê e se sente e não daquilo que se julga ver naquele "piscar de olhos" constante com que assumimos olhar para os nossos dias, principalmente os dias de amanhã.

Francisco Moreira

- Vamos a isto!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Cama, Precisa-se

Hoje, na ressaca de uma noite que, por razões diferentes, durou até perto das 10H30 desta manhã, confesso, estou exausto, cheio de sono... na expectativa de que as várias horas que devo à cama sejam creditadas rapidamente, mesmo sabendo que este "dia 23" só terá o seu epílogo lá para as 00H30 de um dia que já será 25.
Será que estou a ficar velho? (sorrisos)

Francisco Moreira
quarta-feira, 23 de junho de 2010

Alho-Porro... Murcho

Já lá vai o tempo das caminhadas de horas, desgastantes, mas sempre com roteiro definido pelo "final", o descanso do "guerreiro", ou outros objectivos, numa das praias do grande porto, uma espécie de destino do "sim ou sopas" antes do regresso a casa, já em plena manhã.
Hoje, pelo menos para mim, as coisas já vão sendo diferentes, já não se encontram as filas de 50 e 60 pessoas a cantarem o "a minha é a maior" ou o "dois chapéus aos quadradinhos"... Tudo é mais prático, com carros estrategicamente estacionados a anteciparem o regresso, cada vez mais apressado, cada vez mais "plastificado", como se, nos dias que correm, ir ao S. João fosse uma espécie de ritual obrigatório, ao jeito do poder dizer que se foi, que foi bom, com as frases repetidas dos últimos anos.
Hoje, num autocarro de dois andares, circularei pelas principais festas do Porto, tentando "beber", "gerar" e reportar o S. João dos outros, sem descurar o meu próprio S. João, o meu tempo-extra, com os meus, ou parte deles, já que muitos - se calhar pela "idade", idêntica à minha, já optam por assar as "sardinhas" em casa, evitando desta forma o "alho-porro" ou, se preferirem, infelizmente, o próprio S. João.
Francisco Moreira
terça-feira, 22 de junho de 2010

A Minha Selecção

E destas 23 "Jogadoras" que seleccionei, quais colocariam em "campo"?

Aqui está uma boa razão para se dar um "desconto" ao Carlos Queiroz. É que nem sempre é fácil escolher o "11" ideal. (risos)

Brincar, Brincar

Temos que parar mais, temos que olhar mais para nós, para as nossas brincadeiras, para a criança que somos, embora cada vez menos, em função da agenda das obrigações, também intituladas de preocupações. A aprendizagem, ou melhor, a reaprendizagem pode começar naquele olhar atento para o mundo das crianças, aquele mundo em que elas se isolam do nosso mundo e fazem das nossas coisas coisas de criança, brincadeiras de gente grande.
É uma pena, de quando em vez, não invertermos os papeis, é uma pena não andarmos todos a brincar, já que quando são as crianças a brincar aos adultos, convenhamos, tudo tem um ar menos sério, uma preocupação menor, principalmente por saberem que, quando lhes apetecer, colocam de lado os brinquedos dos adultos dedicando atenção exclusiva às suas "ferramentas", aquelas que não provocam depressões nem danos colaterais e que, no seu todo o tempo do mundo, dão muito mais vida à vida.

Francisco Moreira

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Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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