sábado, 3 de abril de 2010

À Prova de Cinzel

Nesta era da imagem, aparentemente, consta-se que o mais importante é manter a "fotografia" saudável e tentar, simultâneamente, percorrer uma vida longe de intoxicações, sejam elas de que tipo forem, pelo menos em termos "visíveis", claro. E pegando no "claro", tantas vezes escuro, tenho que fazer um alerta para o facto de nem tudo ser tão claro como os exemplos que nos tentam enfiar pelos "olhos dentro", nem tudo é tão "saudável" como nos vendem, ou melhor, como se publicitam. Andamos muitas vezes a desejar copiar estratagemas, teses e resultados que, por baixo do tapete, afinal, não são tão "limpos" como imaginamos, chegando mesmo a serem do mais "sujo" que se possa imaginar, embora num conceito "perfumado".
Mas, com isto, refiro-me a quê ou a quem?
Refiro-me à moda de mostrar que se é alguém de sucesso, físico e monetário, quando, em grande parte dos casos, esses "modelos" não passam de falsas imagens de "auto-marketing" que, quando confrontadas com o "cinzel" da vida, com meros grãos de areia retirados dos (nossos) olhos, comprovam que a tese do "mais vale parecer do que ser" continua a ser a via mais usada por quem não consegue ou sabe viver com o que tem, ou com o que realmente é.
Para evitar avaliações por suposição ou à custa de um grau de erro demasiado elevado, recomendo o recurso ao "Cinzel", é que, afinal, não há crosta que sobreviva a tamanha "perfuração", principalmente quando se "deslapida" com verdade.

Francisco Moreira
quinta-feira, 1 de abril de 2010

Bom fim-de-semana... de Páscoa, claro!

Por vezes, e muitas, socorro-me da minha "leiguice", tantas vezes propositada, para fazer perguntas parvas, como é o caso.
- O que é a Páscoa e para que serve, além de me fazer atravessar corredores de hipermercado onde, por "obrigação", tratarei de investir em calorias que, dizem os entendidos, não me farão bem a mim nem aos destinatários?
Ah, e Boa Páscoa!
(desejo que esta provocação não ofenda ninguém, mas por vezes há que fazer estas perguntas, principalmente numa era em que, convenhamos, a grande maioria não sabe o que é a Páscoa, o Natal nem o Carnaval, para pegar apenas nos exemplos mais "visíveis")
quarta-feira, 31 de março de 2010

HD

Se todos fossemos sinceros, honestos, correctos e simples, estou em crer que conseguiríamos ser, finalmente, seres humanos de excepção, ou seja, aquilo que almejamos.
Mas, se todos sabemos isto, porque "carga d'água" é que não o somos?
A esta pergunta, de uma forma demasiado simplista, respondo que "se fosse assim, a vida não teria piada". Contudo, e olhando de uma forma mais pensada, acredito que tal se deve à tal aprendizagem a que tantas vezes me refiro neste Blog e nas conversas que vou tendo por aí, inclusive comigo.
No fundo, e tentando adivinhar, acho que a nossa vida se resume a etapas de aprendizagem, a viagens de limpeza física e espiritual, como se andássemos na escola, com todos aqueles anos lectivos.
Muitas vezes dou comigo, por exemplo, a tentar entender porque é que ajo desta ou daquela forma, quando, na verdade, optaria por atitudes diferentes, radicalmente diferentes. Como resposta, ancoro a minha tese no tal ensino que as leis mundanas se encarregam de nos mostrar com exemplos práticos, com exercícios marcantes, com estalos, tantas vezes fortes e determinantes, na procura de nota que nos permita passar de ano, passar de "vida".
Sim, também estou quase a juntar-me aos "cada vez mais" que acreditam piamente que passamos por várias vidas, que hoje somos "António", pobre e feliz, e que amanhã seremos "Joana", rica e doente, numa espécie de pirâmide de tarefas que, no final, e em jeito de resumo, nos farão alcançar aquilo a que, por diversas razões, não chamarei de Céu, mas sim de "HD", ou seja, "High Defenition", uma definição completa e em versão "3D" do porquê destas aulas todas.
Francisco Moreira
terça-feira, 30 de março de 2010

Top Remember Today



Fire In - "Nowhere Fast"

1984

Serviu de banda sonora a um filme, "Streets of Fire", que, embora interessante, não alcançou o sucesso de outros do género, nem o filme nem as canções, incompreensivelmente.

Existe um outro tema fantástico na mesma banda sonora, trata-se "Tonight is what means to be young", uma balada brilhante.

Ah, como curiosidade, entendo que o "Nowhere Fast" tem tendências suicídas, razão pela qual, se um dia me suicidasse, certamente que recorreria a esta canção como "banda sonora". (sorrisos)

Já Foi!

Mas Obrigado, na mesma! (sorrisos)

Palhaço Pobre, Palhaço Rico

Não são raras as vezes em que visto a pele de palhaço. E faço-o por convicção, principalmente para divertir os outros e, à custa disso, divertir-me a mim mesmo. Porque não?!
Mesmo com esta passagem das décadas, se há algo que mantenho é esse compêndio de humor, umas vezes mais feliz do que outras, é verdade, mas sempre presente, pelo menos interiormente.
Contudo, nesta "banda desenhada" dos dias, e olhando para o espelho, não são raras as vezes em que, em determinadas situações, me arrependo de conjugar publicamente as duas faces da mesma pessoa, principalmente quando os receptores não têm a inteligência suficiente para distinguirem as diferenças abismais que existem entre cada uma das "indumentárias", embora se olhem ao espelho como se fossem portadores de uma "sapiência mor".
Mas, como diria alguém, "prontos", o que se há-de fazer?! Em terra de palhaços, quando surge um "imitador", é natural que os verdadeiros palhaços não reparem em quem e como são. E eu vou rindo, para não chorar, de pena deles, ao jeito de "palhaço pobre, mas rico", claro.
Francisco Moreira

Mais Feitios do que Feitos

Uma das ferramentas de trabalho que, há anos, me passa diariamente pela frente dos olhos é o "Guiness Book do Records" e, ainda hoje, além de, para acreditar, ter que ver algumas das imagens, faz-me confusão o esforço e sacrifício que tanta gente faz só para ter direito a umas míseras linhas no tal livro dos recordes.
Eu sei que se trata do livro mais lido do mundo - sim, vende mais do que a Bíblia, mas, mesmo assim, será que vale tanto esforço?! Pelos vistos sim. Nem que para isso tenha que se ter, como demonstra a imagem, os maiores pelos de orelha do mundo, algo que, convenhamos, dispensaríamos facilmente.
segunda-feira, 29 de março de 2010

Upgrade

Depois de um fim-de-semana intenso, neste "primeiro dia" de uma nova década, resta-me dizer que tenho urgentemente que recuperar energias. (sorrisos)
É que, aproveitando-me do que anuncia o meu cartão único, já não tenho "pedal" para tanta folia, mesmo sendo conhecido como uma espécie de "furacão". (risos)
Assim sendo, vou aproveitar estas primeiras horas para pôr o corpo a "corar" e a mente a fazer uma espécie de "upgrade", de maneira a preparar-me para novas viagens, novos desafios, renovados entendimentos, filamentos ajustados.
Vamos lá ver se o "detergente" do presente ajuda a melhorar as tonalidades com que a vida me vai vestindo.
Francisco Moreira
sábado, 27 de março de 2010

Simplesmente, Obrigado!

O que dizer?

Vá, digam-me!

É que só me ocorre sublinhar um enorme Obrigado.

Obrigado, Luís!

Sim, ao fim de 40 anos ainda fico com aquela lágrima, não no canto do olho, mas no coração.

É tão, mas tão BOM termos Amigos, daqueles que sentimos serem AUTÊNTICOS.

Obrigado, principalmente pela Felicidade que me proporcionas.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Recomeçar aos 40

A minha Mãe sempre me disse que, ao contrário dos meus irmãos, nasci em casa, e que, apesar da pobreza que nos rodeou, nasci num "berço de ouro". Afinal, sublinhava sempre, eu era o seu Kikinho, aquele menino que iria longe...
Hoje, precisamente 40 anos depois, e tentando situar-me nessas 07H30 de uma manhã de 5ª Feira, em jeito de partida e revendo fotografias mentais, sinto-me impelido a registar a data com algumas palavras que, no fundo, consigam resumir o que, para mim, foram 4 décadas da minha existência, mas, perdoem, não consigo, de todo.
Seria demasiado fácil desfiar as centenas de coisas que fiz e criei. Seria demasiado fácil recorrer às palavras de circunstância. Seria demasiado fácil "passar à frente"... Mas, para que saibam, passei a maior parte destes 40 anos a dizer que "partiria" pouco antes de "cá" chegar e, na verdade, ironicamente, "partiu" uma significativa parte de mim, a minha mãe, faz hoje precisamente 6 meses e 21 dias.
Eu sei, eu sei que deveria estar aqui a falar de feitos ou feitios, de desejos ou planos, de resumos ou balanços, mas, na verdade, olhando para trás, para o tanto que aconteci, sinto uma tristeza imensa em não poder contar-Lhe os meus passos dos últimos tempos, por mais insignificantes que sejam. Efectivamente, sinto uma tristeza imensa em já não a poder ouvir dizer: "O meu Kikinho vai longe!", é incontornável.
E, pegando nessa expressão que sempre me incentivou, que sempre me agasalhou, inclusive nas derrotas, tento compensar a perda com a dádiva, ou seja, aquele Anjo que dorme na divisão aqui ao lado, longe de sonhar que o Pai, neste seu dia de 40º Aniversário, está com o sabor do sal nos olhos.
Eu sei, eu sei que isto passa já, que me vou deitar e acordar com centenas de telefonemas, com centenas de mensagens, com inúmeros cumprimentos e, principalmente, vou poder abraçar pessoas que adoro, que amo, que me fazem Feliz, muitas das quais só vejo neste dia, uma vez por ano, há décadas... Mas - e aqui está uma imagem que não consigo ultrapassar, há precisamente 1 ano, num palco onde mais logo terei que subir, Ela abraçou-me e, de olhos molhados, disse-me: "Tu és o meu orgulho! Tu és o meu Kikinho!"...
E sou-o, sem qualquer dúvida. Só tenho receio é de um dia não conseguir continuar a sê-lo, já que, passados todos estes meses, mesmo omitindo, continuo a sentir-me o mais incompleto dos seres, continuo a "marcar passo".
Mãe, mais daqui a pouco, não terei o prazer de receber aquela prenda que, religiosamente, compravas na ida propositada ao Porto, aquela que embrulhavas pessoalmente em tua casa, na nossa casa, mas estou certo de que, mesmo sentindo tanta falta desse teu abraço, hoje, mais do que nunca, quero que saibas que tenho um orgulho imenso em te ter tido sempre ao meu lado nestes 40 anos de aprendizagem. E, por falar em ironias, repara que me concebeste aos 39 e tiveste-me aos 40. Eu "perdi-te" aos 39 e recomeço aos 40.
Parabéns, Mãe. Principalmente por teres feito de mim quem e como sou, com defeitos e virtudes, mas sempre autêntico, sempre orgulhoso pelo orgulho que tiveste e tens por mim. Obrigado.
Francisco Moreira
(perdoem o conteúdo do texto que aqui vos trouxe mas entendo que os Blogs pessoais também são uma forma de expressarmos quem somos e o que sentimos, sem reticências)
quinta-feira, 25 de março de 2010

O fruto que é a Existência

A Vida, por mais que nos esforcemos por comandá-la, jamais nos cede a plenitude das suas rédeas, jamais nos entrega o papel de "realizador", mesmo quando julgamos ser os autores de toda e qualquer acção.
Na verdade, limitamo-nos a viajar numa espécie de carrocel, onde nos é permitido mudar de "meio de transporte" e, quando muito, rirmos ou chorarmos com aquilo que a sua agenda nos reserva. Há quem lhe chame destino. Eu, mesmo ainda sem ter respostas definitivas para validar o meu pensamento, opto por lhe chamar escola. A escola onde nos "entretantos" vamos corrigindo o que as aulas e os professores nos vão arremessando, onde, disciplina a disciplina, vamos fechando ou abrindo brechas.
Acredito que somos pouco mais do que peões de xadrez, daqueles que, independentemente de serem "Rei" ou "Torre", jogam vidas indefinidamente, até conseguirem lapidar satisfatoriamente as qualidades necessárias para se passar à próxima "fase".
Em resumo, quando nos referimos à Vida, limitamo-nos a ver, a comentar e a avaliar o "balanço" do que ela nos vai atirando para a frente dos pés, em jeito de "toma lá isto e vamos lá ver o que vais ou consegues fazer". Uns dias reprova-se, outros passa-se de ano, até à formatura final, aquela que, já do "outro lado", nos explicará definitiva e claramente o que andamos cá a fazer e porque é que há e haverá sempre melhores e piores alunos do que nós.
Francisco Moreira
terça-feira, 23 de março de 2010

O vírus sou Eu

Está aqui a razão para a falta de escrita por estas bandas nos últimos dias. Aparentemente, o "Santo dos Computadores" decidiu nos últimos dias virar-se contra mim. (deve ser por eu teclar muito depressa ou por escrever mais do que muito!) Das falhas intermináveis na Internet ao "rebentar" de 1 dos discos do meu portátil, entre outras e muitas peripécias, tudo tem contribuído para que o meu "espírito Blogueiro" tenha sofrido um feroz ataque, ao ponto de me retirar a vontade de escrever com a atenção que aprecio entregar-me.
Mas, como se diz, para grandes males, grandes remédios. Por isso, e porque não sou de perder muito tempo, entendi atacar em duas frentes: comprar um novo computador e aumentar substancialmente a minha "banda larga". É que o tal "Santo" até pode não apreciar o que escrevo ou como escrevo mas para "Santo", "Santo e Meio".
Ainda estou à espera das "armas" que me vão trazer para o caminho que desejo, e não falta muito, por isso, mais dia, menos dia, cá estarei como quero e, principalmente, como aprecio.

Francisco Moreira
sexta-feira, 19 de março de 2010

Fã do Filho

Sou um Pai ainda recente e, olhando para o calendário que dita esta espécie de efeméride, apetece-me dizer aquilo que todos os Pais dirão neste e em todos os dias.
Ser Pai pode não ser a coisa mais maravilhosa da Vida - ou, se calhar, até o é - mas, sem dúvida nenhuma, é a mais marcante das experiências, a mais intensa revelação de inúmeros sentidos, porventura adormecidos, e a todos os instantes. Sei, já hoje, que não conseguirei ser o melhor Pai do Mundo, por mais que me esforce, por mais que o queira ser. Mas, em termos de consciência, e tal como, acredito, todos os Pais, estou certo de que tento sempre dar o meu melhor para que o meu filho possa sentir que, mais do Pai, terá em mim o seu maior Fã, sejam quais forem as modas, sejam quais forem as alegrias ou tormentas.

Francisco Moreira
quarta-feira, 17 de março de 2010

- Ò tempo, volta p'ra trás!

Andamos sempre atrapalhados com o tempo, ou melhor, com a falta dele, com o trânsito, as contas para pagar, os jogos de futebol das equipas adversárias, as catástrofes em letras garrafais publicadas nos jornais, as filas intermináveis com apenas 2 pessoas à nossa frente, as escutas dos vizinhos acerca de outros vizinhos, os comprimidos para a tensão arterial e todas as infindáveis outras coisas que, no fundo, se virmos bem, preenchem e sobrecarregam os nossos dias, os nossos relógios, a nossa vida.
Até parece que não sabemos viver sem estas coisas, aquelas das quais estamos sempre a reclamar. E, se calhar, pensando bem, não saberemos mesmo, pelo menos durante muito tempo seguido.
Por isso, a pergunta que me ocorre fazer-nos é: - Como ocupávamos o tempo quando não tínhamos carro, telemóvel, cartão multibanco e tudo o resto? Ou, melhor ainda, como ocupávamos o tempo quando não tínhamos sequer para onde ir?
Provavelmente, imagino eu, éramos obrigados a socializar, a parar, a compartilhar, a inventar ou, numa única palavra: viver.
É por isso que tanta gente recorre ao passado para reviver bons momentos. É que, muitas das vezes, quando se procuram bons exemplos de vivências, encontram-se muito mais depressa naquelas alturas em que se vivia, sem agenda.
Francisco Moreira

Maquilhando o Essências

Ando já há duas semanas a correr com o "Bloguinho" para o atelier de maquilhagem. Entendi que era a altura de lhe dar "roupa nova".
E logo eu, que não entendo nada, "rien de rien", destas "novidades" da programação, "templates", e mais "palavrões" que trabalhei ao "calhas".
Ainda não é definitivo que fique com estas cores, estas imagens, este "estilo", ainda não está como desejo apresentá-lo. Mas, imagino, para lá vai caminhando, a custo... E sempre com persistência, com repetições e mais repetições, com erros e mais erros, com tentativas e mais tentativas.
Não tem sido nada fácil, confesso, mas aqui está mais uma prova do quanto sou teimoso, ou seja, muito, mesmo muito.
Hei-de conseguir "vesti-lo" como pretendo, nem que seja na próxima reencarnação do "Essências".
E, já agora, pelo menos para já, parece que não desapareceu nenhum "pedaço" dos 3 anos em que por cá ando.

Ah, digam-me, por favor, se está a demorar mais ou menos a abrir. É que tenho medo de, com estas minhas invenções, arranjar maneira de as visitas terminarem por "desistência". (risos)
terça-feira, 16 de março de 2010

Lavrador de Quem?

Sim, e se fosses Deus, por onde começarias a lavrar?
É que, como se sabe, falar é fácil. Difícil é lavrar, e de preferência sem agitar as terras erradas, sem cometer as injustiças de que o "outro lado" se poderá queixar!
Diz-me lá! Por onde começarias? A quem darias o papel secundário?
Dá que pensar, não dá?! Se dá!
E, então, em que é que ficamos? Aceitarias mesmo o emprego? Esse, o de ter plenos poderes para tudo alterar, para resolver os males do teu mundo e do mundo dos outros?
E que ordenado te atribuirias? Que leis laborais imporias ao teu "chefe"?
Qual "chefe"? Pois, também acho que é uma boa pergunta, embora não me atreva a dar a resposta.
Afinal, diz-me lá, ainda tens vontade de gritar contra Ele, contra o "lavrador" desta terra agreste? Ainda tens vontade de ter tamanho poder, de conseguir fazer o que te der na "real gana", o poder de resolver tudo num ápice?
Ah, convém não esqueceres que as tuas boas decisões serão péssimas constatações para outro meio mundo. Alerto apenas para que, quando accionares a ignição do "tractor" não ficares surpreendido com os tantos acidentes que irás gerar, mesmo que, a todo o custo, tentes levar o "código" à risca.
Boa Sorte, e que Deus te ajude, quanto mais não seja com o Seu "arado".

Francisco Moreira

Banda Sonora FM

Hoje, em termos de vídeoclips, convido-vos a ficarem atónitos com o que ouvíamos na década de 80. E, para ser mais "expressivo", nos "80's", vou mesmo do "8 ao 80", começando pelo "80".
Avaliem o que considerávamos muito futurista em termos musicais à custa de uns tais de Sigue Sigue Sputnik, desta feita em "Love Missile F1-11", de 1984.
Trata-se de uma banda Britânica que, para infelicidade minha, não pude ver ao vivo no Porto, salvo erro, no "Teatro Sá da Bandeira", há para aí uns 10 anos.
(merece ser visto com especial atenção)


Outro tema que marcou a década de "80" foi "True Faith", também graças ao vídeo que o acompanhou. Estranho, bizarro, provocador.
Refiro-me aos New Order que, convém dizê-lo, aguentaram-se uns bons anos. O tema é de 1987 e continua actual.



Por último, por hoje, recordo um tema que me marcou bastante. Pertence a uma Banda Britânica já extinta com o nome singular de Kajagoooo. Quanto ao tema, de 1983, "Too shy", posso acrescentar que, para quem viveu naquela época, continua a ser uma verdadeira pérola.

E assim se fazem interessantes e bizarras recordações musicais, principalmente para quem por lá passou.
Divirtam-se!

Bolas de Sabão

Os sonhos são como as bolas de sabão. Dependendo do objectivo a que se proponhem, mesmo quando aparententemente irrealisáveis, aumentam ou diminuem, nascem e partem vezes sem conta. E ainda bem que assim é. É graças aos sonhos e ao acreditar nos sonhos que muitos deles se realizam, mesmo quando inundados por uma avalanche de exemplos contrários.
E entre a meninice e a idade das concretizações, apesar da distância, eles continuam a sobreviver, embora sem a força de vontade que as crianças tão bem transportam.
Os sonhos são como as bolas de são, mas de cor dourada, claro.

Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que escreveste uma carta a alguém?

Miss 3ª Feira

A "Miss Essências" de hoje, tal como muitas outras, provavelmente devido ao frio do qual as suas vestes não protegem convenientemente, é um pouco tímida. Contudo, mesmo parca em palavras, não deixou de repetir que deseja a todos uma 3ª Feira muito positiva e, se possível, muito divertida. (risos)

Pensamento... à minha Maneira

A vida nunca desiste das pessoas. As pessoas é que, por vezes, desistem delas mesmas.
Francisco Moreira
segunda-feira, 15 de março de 2010

Banda Sonora FM

Hoje, como tem vindo a ser habitual, trago-vos mais 3 canções que fizeram parte da minha (e de muitos!) Banda Sonora.
Começo pela arrepiante balada do Alemão Falco, o famoso "Jeanny", de 1986, que levou muita gente às lágrimas.



Uma outra balada que marcou a década de 80 foi, sem dúvida, aquela que lançou os Whitesnake para a ribalta. Refiro-me, logicamente, a "Is this love", um tema originalmente escrito para Tina Turner que, em 1987 foi, convenhamos, Banda Sonora de muita gente por este mundo fora.



Por último, e por hoje, uma canção pertencente à Alemã Nena que, em 1983, sem se perceber muito bem porquê, marcou muitas pistas de dança, ou melhor, muitos bailes de domingo à tarde. Cá está "99 Red Baloons".

Espero, sinceramente, que estes temas vos tragam à memória algumas experiências interessantes. Para os que não os "sentiram na pele", recomendo que se divirtam a ver os vídeos e a tentar entender o porquê de terem feito tanto sucesso.

Pensamento... à minha Maneira

Os "amargos de boca" mais não são do que ensinamentos camuflados de "recados" dirigidos à própria consciência.
Francisco Moreira

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que tiveste um gesto consciente em defesa do planeta?

Miss 2ª Feira

Como, à 2ª Feira, custa um pouco mais a "levantar", a "Miss Essências" de hoje recomenda um dia sereno, e de preferência passado na horizontal.
Quem não puder, por exemplo por justificações profissionais, ela recomenda que se recorra à imaginação, e o mais fértil possível. (risos)
domingo, 14 de março de 2010

Pensamento... à minha Maneira

Em grande parte das vezes, o efeito da pressão, em termos de resultados, funciona em sentido inverso. Daí a necessidade em arranjar sempre uma válvula de escape.
Francisco Moreira
sábado, 13 de março de 2010

Banda Sonora FM - Os Piores

Já que é fim-de-semana, irão apreciar algumas das canções que, envergonhadamente, fizeram parte da minha Banda Sonora, desta feita a mais "pirosa". Não deixando, porém, de servir para recordar bons momentos. (hoje, há canções tão ou mais "pirosas" e há quem as aprecie imenso)
Começo por vos apresentar os Modern Talking com o mega-hit "You're my heart, you're my soul", de 1984.



Samanta Fox, actriz Porno, foi um sucesso gigante graças a este "Touch me", decorria o ano de 1986.
Bem, neste caso, tenho que fazer uma nota. Eu conheci-a pessoalmente e "salvei-lhe" uma conferência de imprensa, algo que ela registou e agradeceu entregando-me uma "Lembrança".



E cá está um péssimo exemplo do que foi um enorme sucesso em 1985. Trata-se de "Tarzan Boy" do Italiano Baltimora.
E eu que até fui fã do Tarzan, e da Jane, claro. (risos)
(o Ricardo, a esta altura, já deve estar aos pulos de contente)
Divirtam-se a ver os vídeos... Vão adorar, no mínimo!

...

- Quando?

- Quando... Foi a última vez que foste solidário com uma causa?

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Portugal
Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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