E... Já falta pouco!
Ando há mais de 2 anos sem fazer uma viagem intercontinental, algo que adoro. É uma forma de sentir que estou do outro lado do mundo e que "nada" poderá alterar a agenda desses dias, pelo menos depois de chegar ao destino. Porquê só agora? Porque da última grande viagem, ao México, além das fotografias e recordações, "trouxe" um filho. E, como facilmente se percebe, as viagens intercontinentais não se "dão bem" com as condicionantes geradas pelo nascimento e crescimento de uma criança.
É, tenho saudades! Principalmente daqueles ambientes paradisíacos, aqueles onde o telemóvel e o relógio passam a ter um papel terciário, sem "volta a dar-lhe", e ainda bem.
Em Maio, se tudo correr como espero, lá me reencontrarei num espaço onde, ironicamente, fiz a minha primeira viagem com a Deusa. E o quanto me diverti!
Há muito que estou a precisar de sossego, de distância, calor, mar morno, "dolce fare niente", Paz, da verdadeira... E é isso que, neste momento, merece uma das minhas maiores atenções, viajar, e para longe.
Se houve coisa que aprendi nos últimos 6 anos, foi que viajar é das melhores coisas que a vida nos proporciona, quanto mais não seja para nos ensinar a viver a vida com outros "sabores", gerando aconteceres que, na verdade, se coadunam muito melhor com aquilo que queremos ser.
E... Já falta pouco!
Prenda
Aqui deixo uma flor para quem se dá ao trabalho de me ir lendo, quanto mais não seja para colorir um pouco mais este vosso dia.Banda Sonora FM
Cá está mais uma pequena selecção de Canções que completam a "minha" extensa Banda Sonora.
E, hoje, começo por vos trazer "One night in Bangkok" de Murray Head, um tema de 1984.
Tema que, confesso, comecei a ver e a sentir de maneira diferente desde que estive em Bangkok.
Com esta Banda Sonora, embora ainda recente, começo por perceber que o ano de 1984 foi um ano, pelo menos para mim, marcante, em termos musicais.
Cá está mais uma Canção que ouvi repetidas vezes nesse ano. Trata-se de "We close our eyes" e pertence a um banda, que apareceu e desapareceu, de nome Go West.
Para terminar, por hoje, levo-vos até ao ano do meu nascimento, 1970, e convido-vos a recordarem "Have you ever seen the rain" dos Creedence Clearwater Revival. Uma canção para a qual despertei, provavelmente, no final da década de 80.
Espero que esta "minha" Banda Sonora sirva, não só para vos relembrar grandes sucessos do passado, mas também para vos trazer à memória, e porque não, momentos que possam estar-lhe associados, como acontece comigo, de cada vez que recupero um destes temas.
Pensamento... à minha Maneira
Não é com malabarismos que se endireita a vida, independentemente do circo com que ela se apresente.Saudades de Mim
Tenho saudades de tanta coisa, de tantos lugares e, principalmente, de tanta gente. Há alturas em que me apetece ter o poder de reunir todos os grandes momentos da minha vida e colocá-los num palco, assim, aqui, bem à minha frente, para os reviver vezes sem conta.Apetece-me sentar numa poltrona e voltar a rir de mim e dos outros, voltar a chorar por mim e pelos outros, voltar a sentir por mim e pelos outros.
Não é a primeira vez que assino por baixo do: " - Sou um inconformado romântico." - e o romântico não tem que ter a ver exclusivamente com questões amorosas. Confesso que não me revejo no "hoje" sem os necessários e gratificantes recuos no tempo, não me encontro sem partículas do que fui, do que vivi, e de como aconteci.
Entendo que muito do que somos passou pelo que somamos e subtraímos ao longo do nosso percurso, ao longo desta aprendizagem contínua, desta escola onde, se repararmos, mesmo nos piores momentos, foi vivida sem ausências, sem faltas. (a única altura em que, provavelmente, faltamos às aulas da vida é quando morremos)
E é nestas alturas de balanço, sempre repetidas até à exaustão, que me sinto mais Eu, que me sinto mais próximo de quem quis ser e, já agora, de quem sou, verdadeiramente. Embora, ironicamente e sempre, cheio de saudades de mim.
Miss 5ª Feira
A "Miss Essências" de hoje, como facilmente se depreende, é uma moça singela, pouco dada a exuberâncias, pelo menos nesta versão "light". (sorrisos)Banda Sonora FM
E porque todas as vidas têm uma "Banda Sonora", tentarei, nos próximos tempos, apresentar-vos canções que atravessaram "melodiosamente" a minha vida, principalmente a minha adolescência e juventude.
Muito provavelmente, muitos dos que por cá passam indentificar-se-ão com as escolhas apresentadas ou, por curiosidade, terão a oportunidade de ouvir o que, muitas vezes sem perceber porquê, era ouvido em repetição centenas e centenas de vezes.
Os vídeos, muitas vezes mais do que as próprias músicas, também faziam a diferença, razão pela qual recomendo a sua (re)visualização.
Sabe tão bem recordar!
PAUL HARDCASTLE - "19"
1985
Cheguei a comprar a versão Máxi deste tema, mesmo sem perceber porquê. (risos)
JIM DIAMOND - "I should have konown better"
1984
Tantas vezes derramei lágrimas à custa desta balada, e sem saber porquê. Enfim, foi uma espécie de "sofrer por amor", mesmo sem saber o que era o amor, ou se calhar sem o ter, na altura, claro. (risos)
DEAD OR ALIVE - "You spin me round (like a record)"
1984
Eu era fã, fã incondicional deste tema. Quem não o foi, na flor da adolescência? (risos)
Miss 4ª Feira
Comando de Celofane
Estou cheio de ouvir reclamações acerca das grelhas televisivas, cheio inclusive das minhas próprias reclamações. E quando só havia a RTP 1? Sim, quando a RTP 2 abria em versão "part-time"?! Como era? Sim, como era? Era Lindo!
Pois! Não havia comando, e com a preguiça de levantar o rabo da cama ou da cadeira, não era necessário recorrer às audiências melimetricamente medidas para perceber que canal se via mais. Era sempre pico de audiência, fosse qual fosse o "prime-time".
Mas agora, e cada vez mais, reclamamos da conta da "Zon", do acréscimo da "SporTV" e ainda nos damos ao luxo de "empandeirar" os gravadores, sejam eles de DVD ou de Vídeo, isto para não falar dos PC, graças à tal da Box que nos permite gravar o que estamos ou não estamos a ver. (Por falar nisso, já alguém sabe como "copiar" as gravações da Box para DVD? - risos)
É, agora, temos tudo e estamos insatisfeitos. Mais, ainda reclamamos do facto de "não dar nada de jeito"... E antigamente, dava?! Claro que dava, o importante era dar, "comíamos de tudo", principalmente naquela época do colar o papel de celofane azul para, armados em "3D" do futuro, acreditarmos que a televisão estaria a dar a cores. E estava! Estava a dar a preto, a branco, aos "risquinhos", com ruído e, com a tal invenção ultra-revolucionária, também dava a azul, se a fita-cola que suportava o celofane se mantivesse "firme e hirta".
Bem, vou mas é mudar de comando. Está visto que este que faz tudo não faz o mais importante, ou seja, não me põe a ver televisão. Atira-me é para os seus "irmãos" para que eu insista em ver as gravações de televisão ou séries em DVD, como que a sublinhar que tenho razão (Não tenho nada!) quando digo que "não dá nada de jeito" nos tais quase 200 canais.
17 Meses é Muito Tempo?
Estilhaços? Esperemos que não!
Por vezes, mesmo num cantinho onde contamos sentires ao longo de quase 3 anos, é necessário mudar os "ares", quanto mais não seja para olharmos com "outros olhos".Nesgas
E porque a vida é um jogo, baseado em aulas de aprendizagem, não é de estranhar que tantas vezes percamos, inclusive por uma "nesga". É assim! É que, se a vida não fosse percorrida em "salto alto", que piada teria? Que sabor daria? Como se poderia chamar caminho a algo sem curvas, sem buracos, sem stop, sem exames de condução?
Mas, mesmo reflectindo sobre o assunto, e entendendo que assim seja, continuamos e continuaremos a queixarmo-nos de tudo e de todos, como se fossemos, e, se calhar somos (!), uns eternos insatisfeitos, daqueles que saltam barreiras e transpiram só para manifestarem a sua insatisfação. Mas, quando se trata de saltar barreiras e transpirar para chegar a uma meta que não seja a do lamento, aí, convenhamos, já vamos com mais calma, com todo o tempo do mundo, ou limitamo-nos a "deixar andar", como se se tratasse de um assunto versão "café solúvel".
A vida é um jogo, e contra isso não há argumentos. A vida é uma escola, e contra isso ninguém ousa erguer a voz. Mas, quando se trata de fazer pela vida, na maior parte das vezes, optamos por nos desculparmos com as tais "nesgas", transformando-as automaticamente em "negas".
Revolta do Planeta
Não sei se têm reparado nos noticiários, naquelas mortes todas, naqueles sismos e intempéries que têm sido notícia por todos os cantos do planeta... Pois!
E ainda há quem julgue que não é o planeta a fazer-nos pagar a factura do mal que lhe temos feito.
Onde está este planeta? Para onde vai?
Dia de Todos
Já falei sobre isto, mas como, todos os anos, o calendário teima em dizer à sociedade que existe um "Dia da Mulher", quero, uma vez mais, revelar que sou contra o "Dia do Homem". Porquê, se o "Dia do Homem" não existe?! Simplesmente porque se, hoje, é "Dia da Mulher", terei que presumir que todos os restantes dias do ano serão "Dia do Homem". E como sou contra esta diferenciação, pelo menos por, felizmente, não se justificar na era em que vivemos, e na qual as mulheres já nos superam, a nós, homens, em tanta, tanta coisa, não faz sentido nenhum ter um calendário que nos obrigue a homenageá-las neste dia. É que, sejam anjos ou demónios, as mulheres são seres especiais que, tal como os homens, não necessitam de um calendário para se afirmarem ou serem elogiadas, presenteadas, aclamadas, respeitadas e... por aí fora.
Em resumo, neste "Dia da Mulher", desejo a todos, inclusive aos "indefinidos", um Bom Dia, um dia como todos os outros, pelo menos no meu calendário.
Pensamento... à minha Maneira
Há palavras que, quando bem servidas, conseguem extrair o melhor néctar, inclusive nos momentos considerados mais inoportunos.Mr. Sábado
Com 2 dias de atraso, cá está o "Mr. Sábado" da semana passada. E, meninas, reparem que me esforcei em vos trazer alguém que, acredito, possa encantar-vos, principalmente devido às cuecas "tigrezas", parecidas com as que um nosso visitante e amigo usava quando era mais jovem.Que tal?! (risos)
Muito mês para pouco Dinheiro
Se há coisa que muito me incomoda, é sentir que cada vez mais gente evita cair na tentação de ir aos hipermercados. Não é que eles estejam vazios, mas já estiveram muito mais cheios, principalmente de euros.Reaprender
Faz dentro de poucos dias 17 meses que a minha vida, aquela da agenda sempre lotada, se alterou, e significativamente.Rede ao Milímetro
Adorava ter o poder de atirar a rede a uma grande parte das pessoas que me cumprimentam, uma daquelas redes que só deixasse passar quem merece, uma rede ao milímetro. Só para ver se são autênticas, como desejo que sejam, pelo menos comigo.Entendo que esses "comprovativos" poderiam ser uma excelente oferta para quem não gosta nem sabe viver no dito "paraíso" das aparências.
Porquê a falsidade? Será que o interesse vale assim tanto esforço?
Porquê tanta "palmadinha"? Será que as costas do visado não lêem?
Sou daqueles que não desconfia, mesmo fazendo-se passar por "mal-disposto", em jeito de protecção. Sou daqueles que, pelo menos até à data, ainda opta por desagradáveis surpresas com o desejoso objectivo de "ganhar" mais alguém.
Entendo que a vida é feita de relações, mesmo com a quantidade de ralações que elas, as relações, nos apresentam, assim ao jeito de convite à desistência, em termos de investimentos sociais.
E é por isso que, como referia, gostava de ter o poder de atirar a rede a uma grande parte das pessoas que me cumprimentam, a tal rede que avaliaria ao milímetro, sem grandes margens de "fuga".
Para quê? Para, de uma vez por todas, parar de me cansar em perder tempo com quem não devo, roubando essa preciosidade (o tempo) a quem dele tanto precisa, a quem tanto o merece, a quem tanto quero e devo dar.
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- Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.
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