quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Falta pouco...

...para as Férias. Curtas mas Boas, certamente.

7 Meses...

...e tudo continua muito bem, felizmente.

"Janela"

É uma casa Portuguesa e fica bem, como reza a cantiga.
Pena é que as transformações comecem a notar-se cada vez mais, a começar pela "janela" da qual espreitamos a "rua".
É uma casa Portuguesa e ficaria bem melhor, se voltasse a ser "cantiga"... independentemente da "janela" e da " rua.

Pensamento... À minha maneira

" A vida é um autêntico circo no qual nos resta tentar manter o equilíbrio, mesmo quando nos empurram para o lado errado."
quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Intimidade

A intimidade tem muito que "se lhe diga", não achas?
Bem, se calhar tem mesmo muito, mas em silêncio...
É que se a intimidade passar a ser "discutida"
deixa obrigatoriamente de ser "intimamente" íntima.

Pensamento... À minha maneira

" Parar não tem obrigatoriamente que ser o oposto do andar. Mas pode ser uma forma silenciosa de morrer em desespero."

?

- O que te faz verdadeiramente feliz?

Até Já - Tenda



Para que não coloquem mais em causa o tamanho do meio que utilizei como albergue de alojamento na minha presença no Sudoeste, deixo duas imagens da tenda T2 onde me instalei desconfortavelmente. Confesso que me senti algo "sufocado", principalmente devido à falta de equipamentos que me auxiliassem no "passar do penoso tempo". Foi difícil mas, vi tendas piores... e meios de transporte menos económicos.
* A parte vermelha da tenda é a bicicleta que usei para circular nas deslocações feitas em terra-batida.
terça-feira, 12 de agosto de 2008

Até Já! - Frases Marcantes

" - O dono do Sudoeste anda de carrinho de golfe e eu é que pareço o dono, de BMW série 5."
" - Não se importam de virar ao contrário para podermos lavar as partes intimas?!"
" - Ai que tenrinha!"
" - Lá vem mais um grupo de três."
" - Não quero acordar com um carro em cima da tenda."
" - Quando é que cantam o The Story?"
" - Não consigo dormir com esta moca. "
" - Tu ressonas certinho. "
" - A água do chuveiro sabe a água choca."
" - Não vou para ali porque tem tarântulas."
" - Estou todo roto."
" - Não aguento as minhas pernas."
" - Olha, enrola aí um."
" - Reggae é que está a dar. Eu quero é o Reggae!"
" - Queres entrar no Campeonato do Enrola?"
" - Ai se eu não fosse casado?"
" - Olha, olha ali!"
" - Não dormi nada e estou cheio de sono."
" - Desculpa, por onde é que se vai para o Sudoeste?"
" - O GPS está a dizer que não é por aqui mas vamos indo... "
" - Emprestas-me o gel de banho?"
" - Vamos ao Reggae?"
" - Joana, és sempre a última."
" - Filha da P... da Moto 4!"
" - Caga...Caga...Caga..." (em coro)
"- Edu, fala lá com o Moço."
" - Oh, Menina! Tem adoçante?"
" - Joana. Cala-te!"
" - Menina, pró ano vimos ver se tem adoçante."
" - Queres lumes?" (Exibindo chama no IPhone)
" - Até nem bebi muito... Só bebi 3 cervejas!"
" - Oh Nuno, as cervejas são de 750 ml!"
" - Tenho Tupperware's maiores em casa!"(comentando a tenda do Francisco)

Até Já! - Oh, Elsa!

Além de razões profissionais, um dos principais motores de incentivo para a minha ida ao Sudoeste era ver ao vivo a Brandi Carlile, famosa em Portugal graças ao spot da Superbock que usa o seu "The Story" como banda sonora do mais recente anúncio. Mas, por incrível que pareça, nenhum de nós sabia a que horas actuaria. Ao sair do parque da produção, fiquei com a sensação de que era ela que seguia em direcção à parte de trás do palco numa das carrinhas que transportam os artistas.
Já num lotado restaurante da Zambujeira, optei por telefonar a um dos responsáveis da Produção do Sudoeste para perguntar a que horas era o concerto. Fiquei incrédulo quando me disse que a Brandi estava já a caminho do palco. Fiquei sem a Brandi e vinguei-me numa espetada mista. Vá lá, senti-me recompensado com a actuação dos Australianos Cut Copy que, devido ao vibrante concerto, fizeram com que atrasássemos a nossa partida, quer uns para o Porto, quer de outros para Lisboa.
É realmente interessante ver o que acontece no parque de campismo do Sudoeste. Milhares e milhares de tendas, algumas dispostas em condomínios semi-privados, albergam durante quase duas semanas gente de todas as cores, feitios e crenças. Só mesmo o tremendo cansaço permite dormir num espaço com um imenso barulho "social" que se faz sentir 24 horas por dia.
Nós, por não termos arranjado alojamento num raio de 50 km, acabamos também por recorrer ao campismo. Mas, graças a "Deus", ficamos "comodamente" sediados numa herdade privada propriedade do organizador, situada a 1 km do Festival. Nós não conseguimos dormir devido ao calor, agora imaginem adormecer no meio da circulação constante de 20 mil campistas, uns encostados aos outros... Nem com Xanax, imagino eu.
Durante todo o dia (dia), vê-se um corre-corre despreocupado entre os chuveiros e as tendas. Trata-se de um espectáculo digno de ser visto. Em qualquer canto vêem-se pessoas a lavar os dentes com água engarrafada, outras a cozinharem a 10 centímetros da estrada em terra-batida e, mais interessante ainda, vêem-se autênticos desfiles em "tolha enrolada". Aparentemente, absolutamente ninguém se importa com a vizinhança literalmente colada nem com os que passam ao lado (como nós) e ficam espantados a olhar para cenas dignas de uma qualquer comédia de terceiro escalão. Tudo isto, claro, sempre ao "cheiro" de um aroma típico dos festivais de verão e arredores.
A parte da animação é, provavelmente, a melhor. O Sudoeste, em parceria com os inúmeros patrocinadores preocupa-se em criar um sem número de entretenimentos que, por sua vez, garantem com que haja sempre o que fazer, que haja sempre mais do que concertos em três palcos diferentes. Da roda gigante com filas intermináveis à máquina de tomar-banho em público, passando pelas corridas de sapos e pelo campeonato de enrolar cigarros, encontra-se sempre algo original e apelativo para "desanuviar" de um cartaz musical, também ele, variado.

A generalidade das pessoas que frequentam o Sudoeste veste corsários e chinelos mas, há que referir que, na grande maioria, todos se preocupam em estar minimamente apresentáveis, principalmente as mulheres. O Sudoeste é o Festival mais "Queque dos Festivais de Verão". Basta circular pelo parque de estacionamento para perceber que, ao contrário do que se possa imaginar, a marca que mais abunda é a BMW e não a Fiat, sem desprimor para nenhuma das marcas referidas.
Não sei explicar porquê mas, sente-se que as pessoas que passam pelo Sudoeste são ou, por obra divina, ficam mais bonitas.
Factor determinante, há que dizê-lo, é o bronzeado que se "conquista" ao longo destes dias, seja no parque de campismo enlatado, na hiper-lotada praia da Zambujeira ou na praia, menos Sudoestizada, de Vila Nova de Milfontes.

Este é um daqueles acontecimentos em que, a grande maioria, vai pelo convívio e não pelas bandas em cartaz. Há pessoas que nem vão aos concertos, que se limitam a aproveitar a animação, a praia, o campismo gratuito, enfim.
O Sudoeste é muito mais do que um Festival de Música, é um Festival de Convívio que, mesmo com as quantidades imensas de "erva a arder", não deixa de ser o mais "clean" e agradável dos Festivais. Por incrível que pareça, muito graças à excelente organização, não se vê confusões nem discussões. Está sempre tudo bem, pede-se desculpa e... tudo bem.

Logicamente que não é fácil organizar um evento desta envergadura, menos ainda num espaço tão grande como aquele onde se instala o Sudoeste e com uma equipa que faz o maior número de Festivais de Verão do País. É uma equipa oleada, profissional e... extremamente atenta aos pormenores que fazem a diferença.
Logicamente que há erros e pormenores que merecem ser revistos mas, num evento como este, pode dizer-se que se está num hotel de 5 estrelas, com as devidas reticências, é claro.
Tudo é pensado. Há de tudo, desde o tabaco ao multibanco, passando pela gigante e variada área de alimentação e convívio.
Nem os preservativos são esquecidos... De tamanho médio, lamentou o meu amigo Ricardo...

O Sudoeste é uma experiência única, principalmente para os mais jovens. E mais do que experiência, transforma-se de ano para ano, e já lá vão 12, num destino obrigatório a ter lugar sempre nos 4 ou 5 dias que acertam no primeiro fim-de-semana de Agosto.
Há quem vá acampar com duas semanas de antecedência... e quem vá um único dia.
Não é por acaso que a quantidade de Estrangeiros aumenta consideravelmente. Os Espanhóis já representam 10% dos "Sudoesteiros"... e prometem continuar a aumentar, principalmente por encontrarem algo que dizem fantástico e a preços nunca vistos do outro lado da ex-fronteira.
Não sei quando voltarei ao Sudoeste... E tenho pena de não ter "idade" para me juntar`ao "maranhal" do campismo mas, que vale a pena, lá isso vale.
Para o ano, antes de pensarem em férias, pensem em Sudoeste. Pode ser que a bússola vos surpreenda de uma maneira extremamente agradável.


* Ah, é verdade. O meu amigo e descomprometido Ricardo andou à procura da Elsa mas também não a encontrou.

Até Já! - Tenrinhas

O meu amigo Ricardo ficou estupefacto com a enorme quantidade de raparigas, acima dos 16 anos de idade, que circulavam em pequenos bandos (principalmente de 3 elementos) por todos os espaços do Sudoeste. Ele fez questão de sublinhar que jamais encontrou tanta "mulher" tão bem feita de cara e corpo, principalmente de corpo, por hectare.
O número de raparigas que esteve no Sudoeste foi impressionante. E o mais impressionante, apesar de estarem acampadas em espaços onde as tendas estavam coladas umas às outras, foi vê-las quase despidas de dia e "todas produzidas" à noite.
No Alentejo, nunca se viram tantos decotes generosos nem tão aguerrida competição entre "elas", disse o meu amigo e solteiro Ricardo.
Ah, quase me esquecia de destacar aquilo que o meu amigo e descomprometido Ricardo mais me pediu. Falo dos desfiles em cima de "passarelas" de terra, entre os chuveiros e as tendas, onde as "Tenrinhas" faziam questão de se mostrarem enroladas em toalhas, deixando "escapar", para o olhar de quem por elas passava, partes do corpo ainda "molhadas".
* O meu amigo Ricardo não se cansou de nos "dar as horas" durante todo o Sudoeste. Estava sempre a dizer: "meio-dia", "duas horas", "três menos um quarto"... Até parecia que, em vez de dizer as horas, estava a fazer de bússola, de tão desorientado que parecia estar.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Até Já! - Campeonato do Enrola

Não é novidade para ninguém que um dos incontornáveis aromas dos festivais de verão existe graças aos "cigarros de enrolar" com "pedras derretidas". O Sudoeste não é excepção.
Mas o mais interessante, de forma a que mereça ser contado, foi a existência de um stand patrocinado por uma marca de mortalhas com o surpreendente Campeonato de Enrolar Tabaco.
Foi espantoso ver dois amigos, já (visivelmente) treinados na arte de "enrolar" tabaco com "especiarias", a competirem, um com o outro, na presença de uma equipa que, de cronómetro na mão, assinalava os melhores tempos. Inimaginável, pensei eu.
Cheguei à conclusão que, por toda a parte - inclusive em pé em cima de uma mesa na área de alimentação e no meio de cerca de 500 pessoas, muitos eram os milhares que treinavam para este Campeonato de Enrolar Tabaco.
Afinal, em vez de fumarem "erva", e numa altura de Jogos Olímpicos, estes atletas profissionais davam azo ao seu empenho de maneira a conseguirem um resultado digno de poder representar o nosso País em qualquer Festival Internacional. O cheiro? Bem, o cheiro era, certamente, para dar mais veracidade à "coisa", ou seja; ao "enrolanço".
Esqueci-me de perguntar qual era o prémio para o mais rápido "enrolador" deste Sudoeste. Aposto que era uma tonelada de mortalhas, para descontentamento do vencedor.
* Uma nota: Apesar de tudo, é incrível a forma civilizada como decorre o Festival. É mesmo "Peace, Love... and Other Things"...

Até Já! - Cut Copy



Sudoeste 2008 - O Melhor Concerto

Foi no meio do "preparar para ir embora" que o cérebro e responsável pelo Sudoeste sugeriu que não perdêssemos a actuação da banda-revelação do momento. Segundo ele, os "Cut Copy" já estão a "fazer estádios" e prometem ser uma das bandas de maior sucesso em todo o mundo. Para já, foram apresentados no "palco terciário" mas, certamente que no próximo Sudoeste vão ser figura de cartaz no "palco principal". Foi a mais agradável surpresa a que tivemos acesso. Um concerto onde a excitação do público mostrou o porquê de tanto "corropio" de pessoas ligadas à música como foi o caso de Tim que saiu directamente do palco principal, onde deu concerto com os Xutos, para esta "tenda" completamente lotada, inclusive do lado de fora.

* Não menos interessante, foi saber que a Banda ofereceu 3 vezes mais do que ganhou para não actuar pois, pelos vistos, tinha uma proposta com números mais condizentes com a procura do momento. Como a organização não aceitou, cumpriram o contrato, para gáudio de quem teve oportunidade de os ver ao vivo e "a cores". Voltarão em breve a Portugal, quanto mais não seja no Sudoeste 2009.

Até Já!







Para já, apenas algumas das imagens que fazem parte da história de um fim-de-semana no Sudoeste. Mais daqui a pouco... o relato de algumas das histórias que ilustraram os três dias em que por lá andei com um grupo de amigos.

Até Já!

Cheguei Agora e... tenho muito para contar.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008

8 Estrelas

Já lá vão os anos em que me perdia em horas infindáveis a ver aberturas de eventos. Comecei a perder a paciência para tanto fogo de artifício e coreografias com cores berrantes... Hoje, surpreendentemente, dei comigo a ver a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. Fiquei pasmado e agradavelmente surpreendido.
Foram 7 anos a preparar uma abertura guardada a "oito chaves" com o pormenor dos, sempre presentes, 2008 figurantes em perfeita e ritmada coordenação.
Sei que os Chineses queriam (e querem!) surpreender o mundo, principalmente numa altura em que tentam chegar com ainda mais força ao "resto do planeta" e, convém não esquecer, de parte do universo.
Obviamente que a fortuna incalculável gasta com a abertura desta "janela" teve que "escorrer" para as "contas bancárias" estrangeiras daqueles que idealizaram e concretizaram este espectáculo incomparável. Alguém disse que teve que haver mão de um cineasta desciplo de Spilberg para conseguir tamanhos efeitos especiais. Mas, não menos impressionante, foi a forma como os tempos mortos se evaporaram e foram transformados em tempos verdadeiramente apaixonantes. Para se ter uma ideia, uma das "ideias" foi ensaiada ao longo de 10 meses seguidos.
Apesar de todos os erros humanos e ambientais que, infelizmente, continua a meter para debaixo do "tapete", a China provou que não vive apenas de força humana e que tem muito para mostrar ao mundo, provavelmente a partir de hoje, dia da tripla sorte, ou seja; dia 8 do mês 8 do ano 8.

Pausinha

Este fim-de-semana não vão andar por aqui as habituais "bocas"... Mas não "desesperem", é que, 2ª feira, estarei de regresso para contar os episódios que os meus sentidos registarem ao longo destes dias.
A ver vamos se as "tribos" que encontrar pela Zambujeira do Mar darão ou não "muito que contar"...
quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Pré-Reforma

Ainda não sei o que é descansar à sombra de uma bananeira mas, estou certo que não me importaria nada de descansar, nem que fosse à sombra de uma palmeira.
Será este um apelo às férias? Será este o resultado do ciúme das férias dos outros?
É um facto que já faltou mais... No entretanto, vou contando os anos que darão o "metro de chão" que me permita dizer e sentir o "não me tirem daqui". É que há dias em que, até de mim, quero descanso, até de mim, quero distância.
Por outro lado, o oposto, o problema será aguentar esse "dolce fare niente" por mais do que duas semanas... É que, por estranho que pareça, não consigo estar muito tempo de "papo para o ar". Não consigo estar muito tempo sem arranjar algo que me motive, que me "entretenha". Manias.

Pensamento... À minha maneira

A vitória, mais do que um instante, é a soma de pontos. Sejam eles mais ou menos "cardeais".

?

- Qual é a peça de vestuário mais sensual?

Linhas

Chamemos-lhe teia
sorte ou destino,
é no "rendilhar"
que está o proveito.
É no completar
que está o "sumo".
Há quem lhe chame vida.
E, seja qual for a "linha",
o mais importante
é evitar ser-se "farrapo".

"Camioneta"

Muito nos queixamos da quantidade excessiva de "areia" que carrega a nossa "camioneta"... Ele é o passado, são as contas, os contratos, enfim, a vida.
Mas, de que servem as lamurias se, com mais ou menos combustível, a "camioneta" não pára e, queiramos ou não, só nos resta continuar?!
O importante é tentar não "derrapar" nas curvas e esperar que, depois delas, venha uma infindável recta que nos conceda a sorte de seguir em frente, com poucos "furos".
quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Zambujeira do Mar


Este fim-de-semana, para variar, vou andar por lá.

Pensamento... À minha maneira

Mesmo quando a ponte parece longa demais, há sempre forma de encurtar a distância. E, por vezes, basta uma palavra.

?

- Qual foi a fotografia que mais te marcou?

Reflexos

Gosto das pessoas que não ficam diferentes com o caminho dos anos, com as rugas do calendário. Gosto especialmente de saber com o que e com quem conto. Também sei que há sempre exemplos que "dão cabo" desta estatística e, pelo outro lado, há lugar para agradáveis surpresas que valorizam o mesmo caminho.
Como em tudo, há sempre dois lados na mesma moeda. Mas, neste caso, sabe bem perceber que os anos passam e os elos mantêm-se, mesmo quando os "argumentos" passam a ser mais "adultos". É que há características inimitáveis, características que mais parecem impressões digitais, pessoais e intransmissíveis.

Antídoto

Há sempre um palavra a mais
um pensamento que se ausenta
aquele pormenor da discórdia
e o desalento que se apodera.
Há sempre um berro maldito
uma opção desalinhada
aquele fazer sem querer
e o amanhã que não supera.
Mas também há o outro lado.
E é nele que está o antídoto.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Resultados... de "Hoje".

3º "Estrelas do Público"
Clas. - Diogo Alvarenga
"Your song"
Clas. - Filomena Gomes
"Piece of my heart"
Clas. - Miguel Fernandes
"Don´t let the sun go down on me"

Sem direito a Repetição.

Nem sempre interessa quem ganha, nem sempre interessa ser-se a "estrela" da noite... É isto que me apetece dizer depois de mais um grande concurso de karaoke no Vice Versa Bar. É isto que convém sublinhar sempre que tentam comentar resultados na minha presença.
E, uma vez mais, o resultado foi justo. Uma vez mais houve brilho no olhar de quem sentiu e de quem deu a sentir.
Hoje, pouco importa o nome com que se assinou vitória. Hoje, pouco importa quem ganhará amanhã. Mas, por outro lado, convém nunca esquecer que os "hoje" e os "amanhã" só acontecem quando o todo é visto com a excelência de uma casa inconfundível, um público incomparável e um leque de "personagens principais" dignos de um espectáculo único.
Se o hoje se repetirá amanhã? Duvido. É que, naquele palco, são poucas as repetições. E as únicas semelhanças que vou encontrando ao longo de 15 anos reportam-se ao espírito com que quase todos se entregam, independentemente do papel que estejam a representar.
sábado, 2 de agosto de 2008

Obrigado Mãe.

A minha mãe completa hoje 79 anos de uma vida nem sempre fácil, mas sempre recheada daquele saber que os livros não ensinam.
Sei que me basta "gritar" que ela é a melhor mãe do mundo para que todos entendam o que quero dizer. Basta-me senti-lo desta forma tão intensa para que não arrisque em palavras o tanto que há para dizer.
Mas mãe, permita que acrescente que, sem si, sou absolutamente... ninguém. É que, por muito que a vida me ensine a "pescar", o cordão umbilical vai muito além da árvore geneológica, e eu sinto que não consigo viver sem essa entrega com que me brinda todos os dias.
Parabéns Da. Ilda. E, por favor, permita que eu continue feliz por sentir que a terei para sempre, sempre perto de mim.

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A minha foto
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Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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