quinta-feira, 24 de julho de 2008

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Já experimentaste olhar-te como te olham os outros?

Perseguição

Esta tal "coisa" a que apelidam de crise, veio lançar um trauma esquisito; a mania da perseguição. Com a falta de trabalho, dinheiro e outros que tais, sente-se no ar uma espécie de "caça às bruxas" do género "cuidado, tu tem cuidado que aquele e a outra...".
Por vezes, até parece que somos de ouro e que todos os outros são bandidos... É verdade que não os faltam, mas daí até ao "trancas à porta", por quase nenhum e por nada, ainda vai uma distância, embora "nunca fiando".

"Paraíso"

Há tanta gente que para quem os nossos piores pesadelos são o melhor dos seus sonhos... Mas nós continuamos a achar que, por ser nosso, "aquele" problema é mais importante do que qualquer tragédia à escala mundial.
Infelizmente, esta é uma das formas de provar o quão somos egoístas... e que, se calhar, o que avaliamos como problemas não passa de "fogo de vista".

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- Tens o teu mundo nas tuas mãos?

Fumos

É sempre uma pena quando as ideias se "esfumam" em cores que não condizem com a "palete" de tintas que seleccionamos. É sempre uma pena quando o quadro que vemos, apesar de semelhante, não condiz com a forma e o feitio que lhe tínhamos desejado.
É sempre uma pena ver o fumo que "sai" de cada vez que o nosso objectivo não "entra". Não faz mal, há sempre novas fogueiras para "acender".

Pensamento... À minha maneira

Porque há palavras que ficam, é preciso "ouvi-las" bem antes de as dizer.
quarta-feira, 23 de julho de 2008

Os Cortas

Há quem fale pelos "cotovelos" e quem ouça pelo mesmo "diapasão". No entanto, o que mais incómoda nesta lei instalada do "disse-que-disse", e mais do que o resultado do assunto ou das ilações da balança, é o crescente número de pessoas que adoptam a "profissão" de "cortar na casaca" de quem nem conhecem, de quem, embora pudesse, não lhes faz o mesmo.
Tristes daqueles que, mais do que não darem assunto à sua própria sobrevivência, passam "todo o tempo do mundo" armados em "opinion experts" de personagens que, se soubessem como, não hesitariam em lhes morder os "calcanhares". E com toda a razão!

Desgarradas

Está perfeitamente instalada a era da competição, principalmente na versão feminina.
Sem esquecer o poder da imagem e o valor elevado que se lhe atribui, nem que seja à custa de mais ou menos "costuras", é no mistério que, hoje em dia, mais assenta o poder da provocação. O mistério ganha cada vez mais pontos na "guerra aberta" entre "elas". Parece uma arma de arremeço que é lançada quase ao "Deus dará" com o intuito de alimentar o próprio ego e, não menos comum, convencer os "arredores" de que se pode ter se se quiser.
A provocação feminina, mais do que estar na moda, transformou-se em conduta do "dia-a-dia" levada a extremos, mesmo quando os extremos não passam de meras hipóteses e sem resultados práticos.
O que conta é dar a entender que se conseguiria... É a selva felina a mostrar as garras, sejam elas postiças ou não.

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- Onde te refugiarias durante 24 horas?
terça-feira, 22 de julho de 2008

Depende da hora...

Teimosos ponteiros
que me perseguem sempre
e me tentam esconder de mim
quando ditam que urge correr.
Vingativos ponteiros
que traem por tudo e por nada
e me infernizam no dia
porque a noite é sagrada.
Malditos ponteiros
que me varrem da luz
e secam toda a inspiração
porque é preciso parar.
Amigos ponteiros
que me silenciam na paz
e me servem como ombro
quando estou atrasado.
Benditos ponteiros
que me dão doses de energia
e me brindam com prazer
quando não dou por eles.
Magníficos ponteiros
que me abraçam ao sempre
e me pedem perdão
sempre que é preciso parar.

Já faltou mais... de metade.

O "Pseudo", contrariamente ao que muitos possam pensar, ainda não está enterrado. Continua a dar-me muito trabalho. Há semanas que ando, para trás e para a frente, à caça de erros, falhas de pontuação e, ainda mais difícil, incongruências. Isto sem esquecer o "encher" da história com mais histórias e mais "sumo". Confesso que nunca imaginei que, tentar escrever um livro, desse tanto trabalho diário. E, principalmente para quem acompanhou o seu processo de criação e publicação aqui no Essências, acreditem que por vezes "tira-me do sério".
Só há uma coisa que ele ainda não conseguiu; fazer-me desistir de o concluir, mas que tem tentado, lá isso tem, e quase todos os dias.

Radical Wear

Muitas vezes me pergunto como se mede o grau de "ser-se radical", em termos de desportos, se é que me faço entender.
Fico sempre na dúvida se a medição é feita pela quantidade de nódoas coleccionadas ou pelo número de radiografias que se emolduram na parede lá de casa.
Também não entendo se se é radical pela denominada adrenalina ou pelo fazer-se algo que, normalmente, os outros arriscam em alturas de férias. Até aqui, tudo bem. É a sensação da experimentação, o "perceber o sentir".
Esta questão do "ser-se radical" faz-me confusão, principalmente por vir acoplada a marcas das quais nunca ouvi falar mas com preços do tamanho de outdoors. Não sei, parece ser "fixe" (Ainda se usa a expressão?) esta "cena" de "regar" mais do que o outro só para gerar alguns pontos de exclamação da reduzida assistência. Sim, porque, se repararmos bem, há mais assistência no café do Sr. António em dia de "Varzim-Rio Ave" do que num qualquer hiper-mega-promovido evento radical.
Não duvido que haja quem efectivamente se interesse e que dê o litro e uns "ossos" por um prazer mais "arriscado", mas daí ao "gozo colectivo" vai uma grande distância, se vai, inclusive na roupa que, tantas vezes, serve para dar a ideia que se faz aquilo para que não se tem "legumes" para fazer.

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- Quanto pesa o verdadeiro amor?
segunda-feira, 21 de julho de 2008

"Luxinhos"

Ninguém sabem muito bem porquê nem para quê, mas perde-se cada vez mais tempo ao telemóvel. Penso mesmo que há jovens que não sabem o que é um telefone, aqueles com fio e que, por norma, eram de cor preta.
O tempo tem destas coisas, inverte o caudal de conhecimentos e dá diferentes valores - monetários ou outros, com o passar dos anos, com o passar das reinvenções e das modas.
Enquanto, há duas décadas, muitos não sonhavam com possibilidade da Internet e entendiam que telefonar era um luxo, actualmente, os "novos", entendem que telefonar é uma necessidade vital, mesmo que não haja nada para dizer, e que a "banda larga" é que é um luxo.
Pois, mudam-se os tempos, mudam-se os luxos, mesmo quando as marcas se mantêm, embora refugiadas em nomes mais ou menos "avant garde".

Pensamento... À minha maneira.

Há que reaprender a pintar os dias, procurar outras tintas e, provavelmente, recorrer a novas técnicas, sem esquecer que somos sempre a tela ideal.

Como uma força...

A vida é pródiga em criar elos que, queira-se ou não, se partem ao "virar da esquina" mais próxima, sejamos mais ou menos fortes, sejamos mais ou menos persistentes e/ou resistentes. Penso mesmo que esta foi a forma que "Alguém Superior" encontrou para nos testar, fortalecer ou, por outro lado, nos fazer pagar por "passados" menos rectilíneos.
Gosto de saber de pessoas que, graças à sua perseverança, empenho e fé, conseguem atingir os mais impensáveis resultados. Não sou fã dos "´partidários" do pessimismo nacional e, muito menos, das invejas patrocinadas por um "umbigo" que, no íntimo, não passa de uma tremenda falta de auto-estima, de uma completa inoperância.
Seja à custa de razões divinas ou terrenas, gosto do sabor da vitória, mesmo daqueles "estranhos" que, embora não sendo notícia de primeira página, fazem história numa banda desenhada cada vez menos "colorida".
sábado, 19 de julho de 2008

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- O que não mudarias em ti?
sexta-feira, 18 de julho de 2008

É teu!

Pega lá no barquinho
e vai dar uma volta.
Pára lá com a teimosia,
podes levá-lo. É teu!
Sabes remar, não sabes?

Degraus

São degraus, são degraus...
E a vida é mesmo assim
copiada de cicatrizes e olheiras
veste a fome com que engana o sonho.
E esperas que o tempo a tempere.
São degraus, são degraus...
É de luta esse correr gasto e repetido
com que viciaste o costume do perder
numa falsa luz cravejada no teu olhar.
E esperas pelo mudar que não chega.
São degraus, são degraus...
É vil essa sede que nunca mais te sacia
escondes-te no medo da noite sem ter dia
e inventas saudade do passado perdido.
E esperas poder decifrar a alegria.
São degraus, são esperas... sem fim.

"Lua-de-Mel"... no Porto Canal

Quando for 01H00 da madrugada, irá para o "ar" no Porto Canal (TV Cabo) o último "capítulo" da "season" 2007/2008 de um "casamento" perfeito entre a informação e os tabus de cariz sexual. Falo, obviamente, do programa "Sexualidades, Afectos e Máscaras" que, mais logo, encerrará a primeira de muitas temporadas na televisão Portuguesa.
Assim sendo, não posso deixar de expressar o meu especial contentamento pelos extraordinários resultados conseguidos pela Maria José Guedes e pelo Manuel Damas. Não só superaram as melhores expectativas, como provaram que é possível conseguir muito respeitáveis audiências com assuntos tão polémicos como os abordados ao longo de 43 programas. Parabéns e... Até breve, numa qualquer televisão, perto de todos nós.
A "Lua-de-Mel", com toda a certeza, continuará depois do verão... com mais ou menos "picante", dependendo das perspectivas.
Boas Férias "Sam TV"!

Pensamento... À minha maneira.

É uma pena não olharmos para o que pisamos. Evitaríamos inúmeros dissabores, inclusive a nós próprios.

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- O que te apetece fazer neste momento?

"Cegos"

Seremos nós completamente honestos com o olhar ou, por vezes, e dependendo das circunstâncias, fingimos uma cegueira instantânea para não ter que intervir?
Falo de tudo ou de quase tudo o que o quadro do dia-a-dia nos atira para os olhos, daquilo que, com custo, evitámos presenciar, mesmo quando sabemos que esse comportamento é errado, o nosso e o da parte em questão.
Falo dos falsos moralismos que passam cada vez mais "ao lado" do nosso "ver" e, por conseguinte, são filtrados pelo nosso próprio sentir. Quase ficamos imunes às "irregularidades alheias"...
Estamos cada vez mais "inseguros", cada vez mais "medrosos", cada vez menos "seres humanos". O que mais vigora é a politica do "não vi", a prova do "se fosse visto por outra perspectiva, talvez...".
É incrível a rapidez com que somos "moldados" por uma sociedade da qual todos fazemos parte mas, provavelmente, e devido ao uso "obrigatório" de "lentes de contacto", trocamos o "uno" por uma ausência momentânea e "interesseira" no "todo".

Âncora

Sejas dia ou sejas noite,
agarra-te ao hoje
sem descurar o amanhã
nem esquecer o teu ontem.
Sejas calor ou sejas frio,
prende-te firme ao viver
sem evitar o abraço
nem descurar a emoção.
É que uma vida sem porto
é o mesmo que uma âncora
sem o pulsar do coração.
quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pensamento... À minha maneira

Quem não sabe valorizar o pormenor, jamais entenderá o conteúdo.

Boa Viagem!

Tens vento?
É suficiente?
Onde o vais buscar?
Então continua,
sempre na proa,
sempre por ti.
E... Boa Viagem!

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- Em que é que te achas único?

Connosco

Infelizmente, o conceito "família" deixou de estar na moda, deixou de ser respeitado. Pior ainda é deixar de se fazer parte do "nós" na procura desenfreada do "eu" sem reparar que as ligações não se "limitavam" ao apelido.
É triste ver tanta desunião familiar, tanta reunião feita quase exclusivamente à custa do "convénio" denominado Natal ou graças ao casamento de alguém distante mas "logisticamente" próximo.
Já não se discutem opiniões em família nem se valoriza a sabedoria da árvore geneológica. Já quase não se encontram famílias mas sim familiares que, por sinal, estão sempre distantes, nem que seja no número reduzido de quilómetros.
É uma pena que o "bacalhau com batatas" tenha mais peso na aproximação familiar do que a necessidade de um conselho, de um apoio ou, pura e simplesmente, de um "connosco".
quarta-feira, 16 de julho de 2008

Ouvir e... Repetir.

Quem é Amigo?

Com pensão completa...

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A minha foto
Portugal
Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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