terça-feira, 8 de julho de 2008

Talvez... "Aprender"

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- Em que personalidade encontras algumas parecenças?
segunda-feira, 7 de julho de 2008

Perspectivas...

Tudo depende das perspectivas, inclusive o tempo, seja ele um eterno minuto ou um interminável segundo.
É incrível esta questão das perspectivas, a forma como "elas" conseguem fazer-nos mudar de opinião a cada instante, a cada pormenor, a cada palavra.
Claro que também há as perspectivas pessoais e intransmissíveis que nos fazem manter o "modus operandi" independentemente dos resultados que possamos prever ou colher. Mas, o mais interessante é a relação entre o acontecer e a perspectiva de quem efectivamente acontece ou quem assiste.
Por acaso já repararaste que nenhuma perspectiva consegue o pleno em termos de opinião, que há sempre quem encontre razões suficientemente válidas para reprovar o mais óbvio e o mais correcto?! Pois, é aqui que as tais perspectivas assumem o comando e mandam "à fava" o mais brilhante dos gestos, a mais acertada das decisões, o mais correcto dos caminhos.
E é por estas e por outras que, antes de soltar os "foguetes" da concórdia, convém precaver eventuais "canas" que possam ter sido lançadas por outros, sejam eles uma melhor ou pior minoria.
É que até ao "lavar" dos segundos há sempre a hipótese de o "certo" transformar-se em "bico ao prego" indepentendemente do peso do "martelo".

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- O que é uma mulher de armas?

Pensamento... À minha maneira

"Até pode não haver uma porta, mas há sempre uma janela, nem que seja na casa ao lado."
domingo, 6 de julho de 2008

Mudanças

Chegou aquela altura em que começamos a fazer projectos, adivinhar conjecturas, sonhar planos e, mais interessante ainda, tentar adivinhar quais serão as escolhas de um novo ser, como reagirá perante determinadas circunstâncias, opções, barreiras, enfim.
Esta é aquela altura em que nos apercebemos de que muito irá mudar, de que já não há como retroceder, como não encarar, como contornar... E ainda bem, é sinal que algo de muito importante está para acontecer, inclusive em nós próprios.
Sente-se a vida a "fazer das suas"...
sexta-feira, 4 de julho de 2008

Imperdível!


É pena o tempo não estar assim para o "quente", mas este é um dos eventos do ano, principalmente no Porto, e merece uma participação activa. Se for o teu caso, diverte-te!
É nestas alturas que fico "podre" por trabalhar aos fins-de-semana. Azaaaar!

- Boa Viagem!

Há sempre forma de nos isolarmos do instante e viajar para onde desejarmos, afastarmo-nos do trivial e partir para a paz de outras marés.
Mesmo que seja uma viagem assente no sonho, estou certo que valerá a pena, que conseguirá arejar o cansaço, a rotina, o vazio.
Experimenta deixar-te ir na proa do vento para um destino que a tua mente pinte ao sabor do desejo. Quando lá chegares, perde-te do tempo e esquece que o instante pode afectar o teu hoje, o teu agora... É que nem que tenhas o prejuízo de uns minutos na "vida", ganharás uma renovada vontade à custa do "sonho".
Tal como sonhar, experimentar não custa, principalmente se o embalo se fizer ao som do silêncio de uma banda sonora que ajude a chegar ao destino de uma forma mais rápida e intensa.

Ignição

Há sempre uma energia que nos eleva, uma corrente que nos empurra, uma luz que nos ilumina.
E o sempre, acredita, não está de costas voltadas para nós, mesmo naqueles momentos em que sentimos não conseguir o que desejamos.
A energia existe, a corrente tem força e a luz tem chama... Por isso, se nada acontece como objectivamos, muito provavelmente, o problema estará na ignição, no pavio, na falta de fé em nós mesmos.

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- Como é o moinho que te move?

E tu?

Se olharmos com especial atenção para esta imagem, notaremos que ela reflecte quase na exactidão o dia-a-dia do ser humano, do ser evoluído, do ser de plástico em que nos transformamos instante a instante.
Atentemos nos pormenores e na miscelânea dos "objectos" que compõe o "cabaz" aqui apresentado... Tem tudo a ver, não tem?! Pois, dá para nos revermos, nem que seja ao "de leve"...
Eu não quero ser retratado desta forma. E tu?

"Sexualidades"... no Porto Canal

Mais logo, à 01H00 da madrugada, o "Sexualidades, Afectos e Máscaras" arranca entra no último mês de edições da presente temporada televisiva. Trata-se de um programa "sem plástico", um espaço com conteúdos variados mais ou menos polémicos, mas sempre em função do nome que tão bem o representa.
As perguntas da Jornalista Maria José Guedes continuam a ser um "must" abrilhantado pela genialidade das respostas do Sexólogo Manuel Damas.
Hoje, começa a contagem decrescente para as férias de um programa único na televisão Portuguesa, começam a contagem decrescente para a saudade que, inquestionavelmente, o "SAM TV" deixará junto dos seus seguidores no período de férias.
Assim, e especialmente para quem ainda não o viu nem entende o que aqui também promovo semanalmente, sugiro que sintonizem o Porto Canal e percebam o que têm andado a perder, ou melhor; o que não têm andado a ganhar.
* Repete na madrugada de 2ª Feira à mesma hora.

Ouro

Há gente tão interessante escondida dos outros e/ou de si mesmo. Há gente tão só rodeada de "resmas" de pessoas.
E na maior parte das vezes esse difícil processo de "convivência" é tão fácil de "alinhar", é tão fácil de corrigir... O principal problema prende-se com aquilo que a sociedade estabelece como "linha de acção" ou, se preferirmos, como "aparências". E é por causa destas "aparências" e da sua tantas vezes difícil convivência com o verdadeiro "eu" que faz com que o resultado fique aquém do desejado, seguindo-se um processo inverso em termos de pirâmide de bem-estar, em termos de existência.
Há quem deixe de ser ele mesmo e embarque na imagem de um ser mais condizente com "aquilo" que o "juiz social" entende ser desejável ou aceitável, algo que, repetidas vezes, acaba por transformar o "instantâneo" no "depressivo", quando, na verdade, nunca deveria deixar de ser o autêntico, o tal do "Eu".
Mais do que receber um prémio ilusório, há que procurar ser juiz em casa própria e não entregar o "ouro ao bandido".

Vídeoclip Gravado no Vice Versa

São o Grupo de Baile mais cotado em Portugal e uma das bandas que mais concertos dá no País e no Estrangeiro. Também são meus amigos, há que dizê-lo. Mas, desta vez, quero aproveitar o vídeo para registar que esta é mais uma "daquelas situações" em que o Vice Versa é requisitado, no caso para o videoclip do novo álbum dos Bandalusa.

Foi pena a gravação ter sido agendada com 3 horas de antecedência e realizada em tempo recorde mas, mesmo assim, goste-se ou não, há que valorizar o produto final.

É por estas e por muitas outras que o Vice Versa Bar continua a ser... Especial.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Pronto,...

...já podes dar cor e imagem ao sonho. Concretiza-o!

Bumerangue

Neste preciso momento há alguém que se sente assim, alguém que se assume como derrotado numa inglória batalha de amor.
Neste preciso momento há alguém com imensa vontade de acertar no cupido para lhe provar que há mais arcos e flechas do que aquele que ele se dá ao luxo de usar para onde estiver "virado".
É que neste preciso momento há alguém capaz de insultar o cupido que se põe a mandar flechas a "torto e a direito" sem se lembrar que, para ter efeito, é preciso acertar em dois e não apenas num, o tal do alguém que neste preciso momento está com uma enorme vontade de se vingar.

És tu?

O que vês?
Sabes explicar?
O que escondes?
É mesmo teu?
Por onde vais?
Tens caminho?
Porque sofres?
És masoquista?
O que sentes?
É verdadeiro?
Porque espreitas?
Tens medo?
Por quem lutas?
Tens coragem?
O que decides?
Tem validade?
Estás aí?
Tens a certeza?
E és tu?

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- Quantas vezes olhas para um relógio num dia?

Artista

Penso que já todos passamos pela ridicula figura de ir no carro sozinhos com o volume de som bem alto a tentar imitar o intérprete de uma canção que nos agradasse por esta ou aquela razão.
Provavelmente já todos inventamos uma espécie de videoclip mental enquanto cantávamos uma outra canção num desafino inaudível graças ao elevado volume de som.
Certamente que já todos tivemos a oportunidade de assistir a este espectáculo interpretado pelo condutor que seguia na faixa à nossa direita... E aqui é que a "porca torce o rabo". Por acaso lembram-se de ter criticado o comportamento do "outro"?! Pois, também eu! Mas agora imaginem o vosso, ou melhor; o nosso.
quarta-feira, 2 de julho de 2008

Foi um Prazer...

...a repetir.

Pois...

Ainda sabes "quantos são" 8x6 ou fazes de "conta"?

"Cegueira"

Gosto de olhares intensos, sejam eles de que cor forem, vistam eles a pele que lhes couber. Entendo que o olhar é o mais verdadeiro dos bilhetes de identidade, o melhor polígrafo dos dias e das noites, a melhor resposta, seja ela composta ou não por palavras.
Gosto que me olhem de frente, que invistam na certeza do meu olhar. E não falo de pretensos jogos de conquista, mas sim das verdades nuas e cruas que jamais se conseguem esconder da intensidade do olhar.
Pior do que desviar-se o olhar é "eleva-lo" até ao céu na certeza de que uma qualquer lente de contacto pode "sombrear" ou "iluminar" qualquer "cegueira" momentânea de quem nos olha com e de verdade.

Anéis

Tenho pena que existam cada vez menos mãos. Até parece que houve uma razia completa de mãos, aquelas que eram "emprestadas" a troco de um sorriso, a favor do "quando eu precisar também cá as terei"... É que já quase não se vê o "pedir de uma mão" - se exceptuarmos o elevado número de pedintes, nem o voluntário "dar uma mão", aquele sem juros proibitivo. Até parece que as mãos dos outros têm uma renovada espécie de lepra que, aparentemente, nos avisa que se "der-mos a mão" podemos vê-la a desaparecer num qualquer poço de areias movediças ou hipotecar para sempre os nossos "anéis".
Sei que não se deve "dar a mão" por tudo e por nada e que dar a "cana" é sempre mais importante do que oferecer o peixe, mas porque carga de água é que se nota cada vez mais a falta de "pescado" por solidariedade?! Será "dos tempos", das modas ou, infelizmente, do egoísmo latente no óbvio "cada um que cuide de si"?
Malditos "anéis" que, cada vez mais, escondem os dedos.

Pormenores

Gosto de pormenores, daqueles minúsculos "mais quê" que, queira-se ou não, fazem toda a diferença.
Logicamente que há pormenores mais "valiosos" do que outros e "diferenças" que são mais ou menos dispensáveis, mas uma coisa é certa: tudo o que merece a inclusão de pormenores é, certamente, mais interessante e importante do que o que se limita a acontecer em "linha recta".
É por isso que, em quase tudo o que me envolvo, tento dar-lhe pormenores, nem que sejam algo romanceados. É que, desta forma, até o mais triste dos cinzentos consegue ter um ar mais vivo, independentemente de perder algo da sua "cor" original.

Continua...

Tenho andado a "açucarar" as mais de 160 páginas do "Pseudo", aquela tentativa de livro que andei a escrever ao sabor da inspiração nos últimos 30 dias. Tenho andado de "cabeça à avessa" para tentar melhorar o inventado, para tentar dar um fio condutor equilibrado a uma história que poderia acontecer a qualquer um de nós, mas que não acontece.
Só para registar que o trabalho continua, com mais trabalho e menos prazer mas, mesmo assim, com aplicado interesse, quanto mais não seja pelo carinho que alguns dos que por aqui passam merecem. Faço questão de lhes enviar o monte de fotocópias que tanto empenho me tem merecido.
Em resumo, continuo a trocar as horas a menos na cama pelos dias a mais no computador. E das duas uma; ou quebra ou racha, mas há-de chegar a algum "porto".

Lembras-te?

Escaldão

Pronto, já chegou a batalha do bronzeado, aquela altura em que a inflação dos protectores solares faz guerra à velha táctica da coca-cola e ao "private" dos solários, sempre na certeza de que os "escaldões" só acontecem aos outros.
É verdade que o sol ainda não fez jus ao desejo da grande maioria nem tão pouco deu resultados dignos de criar aberrações com descendência nórdica, mas já vai, ao de leve, reduzindo a quantidade de tecido e aclamando por cores mais apelativas.
Pé ante pé, lá vamos nós trabalhar em horas extra para cima de uma qualquer areia ou para uma porção de cimento que tenha água por perto, seja ela mais fria ou mais quente, mas sempre na corda esticada do (in)desejado "escaldão".

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- De que silêncio tens saudades?
terça-feira, 1 de julho de 2008

Talvez... Rir

Talvez... "Para Elas"

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Sempre algures entre o hoje e o amanhã, sem esquecer a memória.

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Escrito por uma Deusa e um Sonhador... em nome de um Ângelo

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