Perdoem e... Obrigado.
Uma vez mais venho pedir perdão aos tantos que por aqui passam, incluindo aqueles que não deixam comentários, por estar constantemente em falta. Seja pelas não "respostas" aos comentários, seja pelas faltas sucessivas nas visitas aos cantinhos de cada um. Não é por falta de vontade, não é por falta de interesse... É mesmo por falta de tempo e, principalmente, por ter apostado comigo mesmo que não deixaria a meio o meu primeiro e talvez último "Pseudo-Livro" que aqui escrevo e publico ao sabor da boa e má imaginação. Como uma boa parte dos meus "leitores" e visitantes sabem, a minha vida não é propriamente um mar de horas vagas e, confesso, é à noite que a inspiração me conforta com o silêncio da noite. Assim sendo; tenho aproveitado as desmedidas faltas ao sono para escrever uma média de 3 horas por dia, que é o que me leva cada parte do aglomerado intitulado "Lágrimas do Oriente".
Não é que ele mereça mais importância que tudo o resto, pura e simplesmente não quero deixa-lo a meio, principalmente depois de ter entrado em velocidade de cruzeiro. Sei que a maior parte não o lê, sei também que, muito provavelmente, será uma perda de tempo, mas decidi leva-lo até ao fim e só através da sua publicação no "Essências" é que tenho conseguido manter o ritmo a que me impus.
Só peço que compreendam que as minhas faltas têm uma justificação, aquela que diariamente se traduz em milhares de caracteres que aqui rabisco ao sabor da madrugada.
Perdoem e... Obrigado.
Cromos
O nosso mundo, mesmo o da nossa rua, está repleto de cromos, sejam eles coleccionáveis ou descartáveis. Mas ainda bem que há cromos, é da maneira que não nos sentimos iguais a todos os outros na caderneta da vida. Eu sei que há cromos e cromos, e também sei que, muito provavelmente, há muito boa gente que me apelida como tal, mesmo não usando eu os adereços que facilmente lhes são associados.
O maior e mais recente exemplo de cromos verdadeiramente lusitanos que vi com estes olhos aconteceu há dias quando, num daqueles meus "passeios pelo passeio", dei de caras, em plena hora do tacho, com uma camioneta de caixa fechada com as portas traseiras completamente abertas.
Lá dentro? Bem, lá dentro só reparei numa mesa de cozinha com toalha colorida, um garrafão de vinho, dois tachos e umas 6 pessoas à volta da dita a almoçar como se estivessem na sua sala de jantar ou num qualquer restaurante de esquina.
Se há cromos que vêm como bónus na caderneta, acreditem que este foi um excelente exemplar. Mais ainda quando os personagens principais não se ralavam a mínima connosco, os descartáveis figurantes.
Já vou!
Isto de ser Português tem muito que se lhe diga, principalmente quando não se englobam os desejados feitos futebolísticos que, aparentemente, servem para nos unir em torno de símbolos "vermelho e verde" comprados a preço de feira. Hoje, Dia de Portugal, são poucos os que se lembram do que é ser Português, do que é Portugal dentro e fora de fronteiras, do que representamos em termos de história e, não menos importante, da "gema" que nos diferencia dos outros povos.
Tenho muito orgulho em ser Português, mas não embandeiro em nacionais "foleirismos" ou nacionais "direitismos". Gosto do meu País como ele é, independentemente das suas inúmeras qualidades e dos seus pouco desejáveis defeitos. Se pudesse "limava-o" aqui e ali...
Não sei bem porquê, mas sinto que o Português é capaz de tudo, principalmente quando não se deixa embalar pela preguiça do "já vou".
Gosto de ser Português, gosto de falar de Portugal e de sentir aquele aperto interior que interpreto como orgulho, de cada vez que um símbolo só nosso se faz anunciar.
Viva Portugal.
Época
Finalmente o tempo parece ter entrado na época. Quererá isto dizer que já podemos colocar os cachecóis no baú?Cá por mim, não é de confiar... mas que se deseja, lá isso deseja-se. Já estou cheio de "cheirar" a mofo de cada vez que visto uma t-shirt.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Selecção à Vice Versa
Como aconteceu no Euro 2004 e no Mundial 2006, o Vice Versa Bar associa o seu conforto aos jogos de Portugal e transmite todos os encontros da nossa Selecção. Seja com vitórias ou derrotas, teremos o prazer e a alegria de sentir a emoção Lusa num espaço único e de tertúlia saudável.
Abriremos as portas uma hora antes do início dos jogos de Portugal...
Se quiseres, junta-te ao Grupo. É diferente e, a ver pelo passado recente, dá Bons resultados.
* Sempre em Ecrã Gigante e com Som de Arrepiar.
+ sala para fumadores também com ecrã.
"Violência nas Relações"... no Porto Canal
"Violência nas Relações" será o tema para mais um "Sexualidades, Afectos e Máscaras" no Porto Canal. Perto da 01H00 da madrugada deste sábado, a Jornalista Maria José Guedes e o Sexólogo Manuel Damas abordarão os pontos mais interessantes deste tema. Para ver, também em repetição, de domingo para segunda-feira, à mesma hora.
"Últimos"
Fico triste quando ouço o tradicional "coitadinhos de nós" ou, não menos habitual, "os outros é que são bons". Sim, falo daquele partir com a humilhação como certeza interna quando, na verdade, a Selecção Portuguesa é, e aqui sim à partida, a favorita do grupo e uma das potencias vencedoras. Acho que este murmurar lusitano está a precisar das bandeiras à janela que, refira-se, tanto alento e vontade nos deram em 2004 e 2006.
Fico parvo quando me falam da forte equipa Turca (o melhor jogador diz ser o Cristiano Ronaldo da Turquia, uma cópia do nosso original), quando referem a organizadora Suíça (equipa que veio a público confessar que o grande objectivo é passar aos quartos-de-final enquanto Portugal luta para ganhar o Euro) e quando sublinham a sensacional República Checa (equipa que tem dois ou três jogadores de destaque enquanto Portugal tem o dobro no banco). Será que por acaso alguém se esqueceu que Portugal é vice-campeão Europeu e 4º classificado Mundial?! Melhor, será que se lembram do antes disso quando tiverem as mesmas opiniões e errado vaticínio?!
Volto a sublinhar que somos sempre os "coitadinhos" que, depois dos resultados positivos, temos o enorme desplante de gritar; "- Eu bem disse que éramos os melhores!"
Volto a sublinhar que somos sempre os "coitadinhos" que, depois dos resultados positivos, temos o enorme desplante de gritar; "- Eu bem disse que éramos os melhores!"
É, o que nos falta é a bandeira na janela e o cachecol no carro para calar tanta parvoíce e falta de confiança... E, já agora, ainda bem que a Selecção está na Suíça, é que ao menos por lá todos acreditam tanto ou mais do que eu que, a jogar melhor ou pior, somos os Melhores.
"Experimenta-te"
Provavelmente já reparaste que a vida nem sempre nos dá as mais bonitas cores. Já equacionaste mudar a cor do "lápis" com que pintas todos os instante, principalmente aqueles que são viciados no cinzento?! É que mesmo que tenhas reparado, se calhar ainda não "afiaste" devidamente as cores que podem redecorar o teu estado de espírito...Sim, eu sei, falar é fácil! É tão fácil como "apagar" as cores que porventura possam ficar ou parecer mais "berrantes".
Afinal, a vida também é um lápis em que a "afinação" deve ser feita consoante a "tonalidade" com que nos brinda, passo a passo, cor a cor.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Troca
no repente do sol prometido
Encorajas-me a chover contigo
enquanto incendeias o ódio
e me eliminas dos vestígios.
A desculpa já não tem preço
nem a promessa assinatura.
É no enredo que me embalas
como se eu fosse a criatura.
Mentes no sussuro das palavras
e exercitas o teu lado de actor.
Escondes toda a luz da história
e dizes adeus ao que era... amor.
Caroços
A vida precisa de mais sumo e de menos caroços. Infelizmente - na moda dos tempos, acabamos por perder eternidades com detalhes quando nos deveríamos centrar no que é realmente importante e "sumarento".Seja numa discussão, num desatino ou numa batalha, à partida, deveríamos recorrer sempre à "contagem até 10" antes de enveredar por um impulso que, na maior parte das vezes, resulta no velho "a montanha pariu um rato".
Não menos estranho é, depois de cada dispêndio desnecessário de energias, chegar-se à conclusão que; mesmo em caso de vitória, e feitas bem as contas, as medalhas passam acima de tudo por cicatrizes com danos servidos parcelarmente na bandeja do futuro.
Em "sumo"; não aprendemos a saborear o bom da vida, mas sim a desperdiça-la no "romântico" triturar dos "caroços".
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Ideias
Há sempre forma de dar vida a uma ideia, seja de uma forma mais ou menos rudimentar. O mais importante na ideia é consegui-la, pois o pôr em prática depende exclusivamente da coragem com que a emolduramos ou blindamos de potenciais adversidades. Sou pelas ideias, por mais idiotas que possam parecer. É que um ser sem ideias é como um fósforo sem aquele "rastilho" que, por muito que nos esforcemos a "esfrega-lo", jamais se transformará em luz e muito menos em Aladino.
Coxo
A mentira está a tornar-se numa arma aceitável e isso preocupa-me, principalmente quando o exemplo vem dos exemplos que nos entram pelos olhos dentro, dados por pessoas a quem facilmente desculpamos tal comportamento feito (menti-mo-nos!) em nome de objectivos maiores. Não me quero perder em imagens politicas ou futebolísticas para avalizar o meu argumento, mas vou ficando preocupado com a velocidade a que se mente, com as razões pelas quais se mentem, sejam elas mais ou menos monetárias.
O que também me preocupa é a gigante falta de memória que nos assola diariamente e os treinados contra-argumentos que fazem da mentira de ontem uma quase verdade de hoje. Até parece que o mundo é uma espécie de "casa das bonecas" onde a Barbie não deixa de ser autêntica e credível independentemente da raça ou estilo que veste ou despe, em função das suas próprias modas.
É caso para dizer que a mentira já não é o que era e que, afinal, apanha-se mais depressa um coxo do que um mentiroso, mesmo que este respire ar de "lobo-mau".
Maldita Carne
Passei por esta imagem e imediatamente perguntei pelas razões que me levam a ser um carnívoro convicto, embora sem grande fé quando o exemplo é deste género. Muitas vezes me falam da ida ao restaurante y ou ao z por causa do peixe "na hora" e passatempos afins... Confesso que a parte da greve que mais me preocupa é a do "haver ou não salário" para os pescadores, pois, quanto a peixe, sou mais "filetes por obrigação" que até podem ser congelados, provavelmente não darei pela diferença.
Agora, quando repito o olhar para a imagem de cima, fico com um peso de consciência brutal, se calhar ainda mais brutal do que a morte do dito. Sei que posso sempre desculpar-me com o facto de ser animal e de ter instintos carnívoros perfeitamente "grelhados"...
Agora, gostar gostar, gostaria de ser vegetariano, ter uma alimentação mais saudável do que o saudável e fazer bem melhor a mim mesmo. Se calhar, com o decorrer do relógio, acabarei por me juntar ao grupo que vai aumentando, quanto mais não seja para parar de ouvir a consciência a reclamar de cada vez que passo à porta de um talho.
- E tu?
Adoro acordar a sorrir, o que acontece na maior parte das vezes. Adoro começar a manhã em plena brincadeira, como se fosse uma criança. Seja a cantar, a contar piadas completamente absurdas ou a pegar com a Deusa, adoro sentir que aquele dia vale a pena, que pode trazer-me algo de novo e acrescentar alguns conhecimentos à minha "base de dados". Nem sempre consigo manter a boa disposição, mas tento todos os dias dar um pontapé nas preocupações e avançar degrau a degrau, como se o hoje fosse o dia mais importante de toda a minha vida.
Não sou exemplo nem quero sê-lo, mas que sabe bem acordar bem disposto, lá isso sabe. Pena é que, de quando em vez, apareçam uns degraus mais difíceis de ultrapassar que, graças ao seu lado escorregadio, acabam por me fazer deambular por outros estados de espírito. Mas vou insistindo, dia-a-dia, instante a instante.
Agora
Sim, aquele ali tão perto...
É teu, ainda te lembras?!
Eu sei que o medo te pesa,
que não sabes como agarrar
e ainda não encontraste jeito...
Tens vergonha de o perder?
E daí, é apenas um sonho!
Vá, vai lá busca-lo agora,
ele afinal sempre foi teu.
Não te preocupes!
Se partir arranja-se outro.
Ponto "G"
Mandaram-me esta imagem num e-mail. Não sei bem porquê, mas decidi partilha-la convosco.
Se calhar por gostar de ser Amado e não ser grande fã do "G" de Gasolina, Gasóleo, enfim.
"In Génios" vs "Génios In" (reescrito)
Sou daqueles que não entendem os excessos aceites sob a capa da genialidade. Refiro-me a uma "artista" que conheci na imprensa escrita e que, mais tarde, me levou a despertar os ouvidos para "Rehab". A tal da Amy Winehouse, uma rapariga decadente de 23 ou 24 anos, teve uma rápida e torcida passagem pelo Rock in Rio Lisboa, conseguindo pela primeira vez esgotar um dia do evento. Consta-se que veio ganhar 1 milhão de euros, coisa pouca.Não li, mas pelo pouco que ouço, foram inúmeras as criticas que, pelos vistos, encheram inúmeras páginas da imprensa. Pior mesmo, acrescente-se, foi o facto de vários agentes - principalmente Norte-Americanos, terem vindo a Portugal propositadamente para aquilatarem das potencialidades da "artista" Britânica.
Por outro lado, o pior, ouvi algumas opiniões televisivas e radiofónicas que, não sei como, desculpam o comportamento deste exemplo de juventude com a tal da genialidade. Perdoar o que é imperdoável?!
Como se pode apelidar de génio alguém que, com um álbum e alguns prémios, actua completamente intoxicada perante quase 100 mil pessoas? Ela até disse que queria muito estar ali e por isso é que não cancelou a sua actuação... Que actuação? Falaria o "entendido" daquela imitação de actuação que ouvi ser desculpada pelo facto de o cabo do microfone ter prejudicado a movimentação da artista?! Ok, se calhar a guitarra que ela não conseguiu tocar também estava com umas (outras) gramas a mais, compreendendo-se que não tenha conseguido retirar dela uma única nota...
Não quis acreditar quando ouvi um respeitado radialista da nossa praça dizer que a Amy só tem que deixar de "carregar um pouco no acelerador"... A sério?! Que ela, infelizmente, fará parte do grupo dos 27 que faleceram pelos excessos, que é uma Jannis Joplin do presente, quase uma Deusa da música... Que apesar daquela figura retalhada e deprimente não deixa de ser um génio...
Para mim, um génio é um ser inteligente e não aquele "farrapo humano" que não se respeita a si mesmo nem evita esconde-lo dos outros, principalmente dos fãs.
Foi triste ver tanta gente vibrar com o comportamento inexplicável de Amy Winehouse, foi triste ver que muitos ficaram felizes e desculparam tudo e mais alguma coisa com o tal do "mas é um génio"...
Tenho pena dela e dos que aceitam esta forma de vedetismo que não aceito. É que; para mim, um "palhaço movido a tutti-frutti de drogas" não pode ser considerado um génio, mas sim um exemplo a banir das primeiras páginas que, pelos vistos, não abalam certas consciências.
Amy Winehouse é apenas mais um dos inúmeros exemplos do passado, presente e futuro... Há tantos outros que o fazem em privado, tendo - vá lá, a decência de não mostrar os seus podres. É que com exemplos como os de 6ª feira fazem muitos jovens pensar que, afinal, todos podemos ser Amy's, todos podemos ser génios, quando, no fundo, não passaremos de palhaços movidos pelos cordéis dos "verdadeiros génios" - aqueles que mais ganham com isto.
Por outro lado, se calhar estou errado, porque o tal do "reabilitação" deve estar a ser levado à letra e a Amy Winehouse continua a fazer jus ao título do seu tão aclamado álbum. Triste "rehab", só falta o "dueto de seringas" com o Pete Doherty, aquele que provavelmente já ensaiaram na célebre brincadeira com ratinhos.
Ahh, só mais uma nota; consta-se que o atraso se deveu ao facto de Amy Winehouse - que entrou no Rock in Rio 30 minutos antes da hora de subir ao palco, não estar satisfeita com o verniz que tinha nas unhas, caso resolvido por Ivete Sangalo acabada de sair do palco. Por outro lado, a "estrela" teve lucidez suficiente para exigir que a produção evacuasse toda e qualquer pessoa que estivesse nos bastidores, incluindo outros artistas e staff, mesmo indo de carro com vidros fumados directamente para o seu camarim. Exigiu também uns vinhos especiais mas, pelos vistos, não teve tempo ou "fôlego" para abrir as garrafas...
A mesma Amy é cabeça de cartaz do novo Rock in Rio Madrid, desta vez a 4 de Julho, sem estalar de verniz ou um qualquer osso, desejarão "nuestros hermanos".
São tuas.
Estes dias andei um pouco longe da escrita neste meu cantinho Especial, mas quero que registes que passei todos os dias por cá para ler... Hoje, mais logo, voltarei ao activo, inclusive com mais capítulos do "pseudo"...Ahh, as flores são para dar cor à tua semana, a primeira deste novo mês. Obrigado.
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